Um paradoxo dos nossos dias: sociedades livres e prósperas como os Estados Unidos produzem jovens mimados como este, que odeiam o Mundo Livre, idolatram os regimes comunistas e islamistas e se engajam no terrorismo.
Apostamos que este indivíduo nunca trabalhou um dia que fosse na sua vida miserável, mas anda com os outros parasitas pelas ruas, a espancar e a matar apoiantes de Trump, gente que trabalha e o sustenta.
Se quer compreender o processo de lavagem cerebral que varre a juventude do Mundo Livre, este post é bem ilustrativo (ATÉ DEMAIS!):
NÃO TÃO DURÃO!O ‘Comandante Vermelho’ dos Antifa, que levou um lança-chamas para o ’protesto Black Lives Matter‘ explodiu em lágrimas quando os polícias o algemaram’
Um líder da ANTIFA conhecido como “Comandante Vermelho”, surpreendido com um lança-chamas num protesto, “quebrou durante a sua prisão” no sábado.
Matthew Banta, 23 anos, estava num protesto em Green Bay, Wisconsin, quando foi apanhado com um lança-chamas e bombas incendiárias, disse a Polícia.
Declarações da activista anti-Brancos Naturi Ebene:
“Nós estamos a invadir-vos.Não estamos aqui porque amamos o vosso país ... mas sim para vos explorar”.
VEJA E OUÇA:
Via:
Diz mais a encantadora senhora: que ela e o grupo a que pertence são assumidamente hipócritas.
A auto-proclamada invasora, colonizadora, exploradora e hipócrita Naturi Ebene fala da escravatura praticada pelos europeus, mas não há nenhum europeu vivo que tenha tido escravos. A escravatura acabou na Europa há séculos. Em compensação, estas pessoas vêm de países onde ainda há escravatura. Quanto a colonização, veja-se igualmente os países colonizados pelos muçulmanos, que também não a indignam. Na generalidade dos países islâmicos, a senhora Naturi seria escrava, dada a cor da sua pele.
Neste post (entre outros) falamos do racismo e da escravatura no Islão:
O ex-ministro de Sarkozy, afirmou, peremptoriamente, em 2011, que havia 15 a 20 milhões de muçulmanos em França.
Azouz Begagn (que tem todo o interesse em minimizar a explosão populacional muçulmana em França):
"Se somarmos o número de norte-africanos, o número de casamentos mistos, os convertidos, os turcos (quase um milhão), os do Senegal, Mali, Ilhas Comores, Benin, os mauritanos, os egípcios, os burkineses, os da Costa do Marfim, os camaroneses, os etíopes, os chadianos, os somalis, os paquistaneses, os maurícios, os indianos, os bósnios ... tendo o cuidado de incluir os seus filhos ...podemos chegar a 10 milhões de pessoas que são "culturalmente" muçulmanos. «Isso é 15% da população francesa".
("A culpa dos Outros", The Spirit of Spring, 2017, pp. 175-176).
Amr Khaled futuro Nobel da geografia política muçulmana: o pregador egípcio vedeta Amr Khaled diz:
"Dentro de 20 anos os muçulmanos serão maioria na Europa, mas com uma condição: conseguirem antes dominar os europeus".
(Transmitido no canal de televisão egípcio Dream 2 TV, 10 de Maio de 2008):
CONTRIBUIÇÃO PARA O ENTENDIMENTO DO SUICÍDIO COLECTIVO DO MUNDO LIVRE:
Financiado pelo Estado terrorista do Irão, o Hezbollah é o grupo terrorista mais poderoso e sofisticado do Mundo. Não vimos nada na Imprensa. A mesma Imprensa que ama o Hezbollah, o Hamas, e todos os grupos terroristas que matam judeus. Tal como o Macron.
ESCANDALOSO: No Líbano, Macron repreende violentamente um jornalista que ousou mencionar o seu encontro com o grupo terrorista Hezbollah, que ele defende!
O Presidente da República insultou fortemente o jornalista do Le Figaro Georges Malbrunot, que escreveu um artigo sobre o seu encontro no início de Agosto com o chefe do bloco parlamentar da organização terrorista.
Segunda-feira, 31 de Agosto e terça-feira, 1º de Setembro, Emmanuel Macron fez a sua segunda viagem ao Líbano desde a terrível explosão que sacudiu Beirute no início do mês e matou quase 200 pessoas.Desde os acontecimentos, o Presidente da República tem feito questão de honra acompanhar de perto a situação particularmente caótica e envolver a França na reconstrução da capital e do país.Mas na noite de terça-feira, 1º de Setembro, à margem de uma recepção em Beirute, o Chefe de Estado desafiou brutalmente o jornalista do Le Figaro, Georges Malbrunot, conforme de pode ver nas imagens abaixo, da LCI.Em questão, um artigo que este escreveu sobre as relações de Emmanuel Macron com a organização terrorista Hezbollah.
"O que você fez, dada a sensibilidade do assunto, dado o que você sabe sobre a história deste país, é irresponsável", trovejou um particularmente contrariado Emmanuel Macron. “Irresponsável pela França, irresponsável pelos interesses daqui, e sério do ponto de vista ético. [...] O que você fez é sério, pouco profissional e mesquinho ”, insistiu o Presidente da República antes de dar meia-volta.
Um "aparte de oito minutos" com o chefe dos deputados do Hezbollah
Nesta sequência, particularmente rara durante uma visita diplomática, Emmanuel Macron refere-se a um artigo de Georges Malbrunot, publicado no site do Figaro na segunda-feira, 31 de Agosto.
Nesta reportagem, o jornalista relata a primeira visita do Presidente da República ao Líbano após a explosão de 6 de Agosto. Ele testemunhou em particular um "intervalo de oito minutos" com Mohammed Raad, líder do bloco parlamentar do Hezbollah, à margem de uma reunião com os vários líderes do partido libanês.
Georges Malbrunot indicou que esta é a primeira vez, desde o nascimento em 1982 desta organização classificada como terrorista pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, que um presidente francês tem conversações públicas com um dos seus membros ramo político.
Macron defendeu publicamente o Hezbollah
Durante a conversa, Emmanuel Macron assegurou ao seu interlocutor que queria "trabalhar com [ele] para mudar o Líbano", segundo o jornalista do Le Figaro. “Mas prove que você é libanês. Todo mundo sabe que você tem uma agenda iraniana”, censurou o seu interlocutor, referindo-se aos laços que o Hezbollah está a forjanr com o Irão. O chefe de Estado então pediu à organização que ajude os libaneses e "volte para casa" para "fazer o trabalho aqui".
No seu artigo, Georges Malbrunot também explicou que Emmanuel Macron havia defendido publicamente o Hezbollah numa conferência de Imprensa, destacando que o movimento “tem deputados eleitos pelos libaneses” e que “faz parte da cena política. "
Como o LCI aponta, estas conversações são ainda mais problemáticas porque a França "tem uma história com o Hezbollah". De facto, a organização terrorista lançou uma série de ataques à bomba em Paris entre Dezembro de 1985 e Setembro de 1986, que deixou 14 mortos e 303 feridos. O mais letal matou sete pessoas e deixou 55 feridos em frente à loja Tati na rue de Rennes, no 6º arrondissement da capital.
Via:
Já demos conta de inúmeros episódios da presença oficial francesa em Israel, como o da diplomata francesa Marion Fesneau-Castaing, que atacou um soldado israelita, ou o tráfico de armas para fornecer os terroristas que matam judeus:
Como sempre faz, a Imprensa mundial, extrema-esquerdista e paga pelos potentados islâmicos, omitiu as agressões aos soldados e mostrou apenas a
antissemita demente a espojar-se no chão, para os fotógrafos PALLYWOOD:
Para proteger as actividades subversivas da França em Israel, Macron protagonizou cenas tristíssimas na visita a Israel. Talvez ele ainda ache que a França é a Dona do Mundo, a super-potência colonial que já foi:
Imagine e qualquer Chefe de Estado (sobretudo de Israel) se fosse comportar assim em Paris (ainda por cima sem razão (pelo contrário, o Macron armou esta cena para encobrir as actividades terroristas da França):
Os membros do grupo hassídico Breslev enfrentam assédio violento na Ucrânia antes da visita de peregrinação anual ao túmulo do fundador do culto.
Via:
Estes "valentões" andam nisto há vários dias. Já incendiaram um cemitério judaico, por exemplo. O pretexto é a epidemia de Covid-19, mas os árabes e outros estrangeiros podem entrar livremente no país; os judeus estão a ser detidos, finado inclusivamente á guarda do Exército. Os judeus só querem ir visitar o túmulo do Rene Nachamn de Breslev, fundador deste ramo ortodoxo. O Times of Israel tem a história e vários vídeos.
(...) Um soldado israelita e um polícia ficaram levemente feridos num ataque terrorista perto de Tapuah, na Samaria, na manhã de quarta-feira, de acordo com os militares israelitas.O agressor foi baleado pelo polícia e levado sob custódia.
O agressor tentou atropelar um soldado das Forças de Defesa de Israel e polícias em serviço na área e, em seguida, saiu do seu veículo e correu para eles com uma faca na mão, de acordo com o IDF e a Polícia de Israel.
“O polícia respondeu abrindo fogo e o terrorista foi neutralizado”, disse o IDF.
De acordo com a Polícia, o agressor teve ferimentos moderados. (...)
Via:
Agora veja como a "conceituada" Associated Press conta a história:
"Polícia israelita fere condutor 'palestino' que atacou os agentes"
A AP põe o foco na autodefesa israelita, não no atacante 'palestino'
Quantas vezes já vimos isto?Pessoas agindo em legítima defesa, agindo de forma proporcional à ameaça, não é uma história.O ataque em si é.A Associated Press deveria ter vergonha de publicar tal manchete.
Milhões de pessoas em todo o mundo são diariamente bombardeadas com manchetes destas e com notícias ainda mais enganadoras.
Milhões de pessoas em todo o Mundo não têm capacidade de análise e reagem a estímulos pensados para perpetuar o antissemitismo.
Camaro parece atingir propositadamente dois judeus ortodoxos em Brooklyn
No Brooklyn, no início do domingo, um Chevy Camaro preto desviou-se da trajectória normal e atingiu dois judeus ortodoxos parados na calçada.A Polícia está a investigar o que pode ser um atropelamento e fuga propositado.
(...) um Chevy Camaro preto atingiu 2 pedestres que estavam na calçada e fugiu do local, os pedestres sofreram ferimentos leves, @WspuShomrim e @ NYPD90Pct estão a procurar o veículo.pic.twitter.com/pkKmCJkDBU
- WILLIAMSBURG NEWS (@WMSBG) 30 de Agosto de 2020
Em Israel é o costume:
(...) Um soldado israelita e um polícia ficaram levemente feridos num ataque terrorista perto de Tapuah, na Samaria, na manhã de quarta-feira, de acordo com os militares israelitas.O agressor foi baleado pelo polícia e levado sob custódia.
O agressor tentou atropelar um soldado das Forças de Defesa de Israel e polícias em serviço na área e, em seguida, saiu do seu veículo e correu para eles com uma faca na mão, de acordo com o IDF e a Polícia de Israel.
“O polícia respondeu abrindo fogo e o terrorista foi neutralizado”, disse o IDF.
De acordo com a Polícia, o agressor teve ferimentos moderados. (...)
BREVE COMENTÁRIO 1
"FAZ GUERRA CONTRA OS NÃO-MUÇULMANOS E MATA-OS ATÉ ELES SE SUBMETEREM E ATÉ A ÚNICA RELIGIÃO SER O ISLÃO".
"Então, oh muwahhid, não deixeis de entrar nesta batalha onde quer que estejais. Deveis atacar os soldados, os líderes e as tropas do tawaghit. Golpeai as suas polícias, o seu pessoal de segurança e de serviços de informações, bem como os seus agentes traiçoeiros. Destrui-lhes as vidas. Fazei-lhes a vida amarga. Se puderdes matar um americano ou europeu infiéis - especialmente o
francês rancoroso e imundo - ou o australiano, ou o canadiano, ou
qualquer outro infiel dos infiéis que fazem a guerra, incluindo os
cidadãos dos países que tenham entrado numa coligação contra o Estado Islâmico,
então, confiai em Alá e matai-o de qualquer forma... Se não
conseguirdes encontrar uma pistola ou explosivos, não deixeis de atacar o
americano infiel, ou o francês ou qualquer um dos
seus aliados. Esmagai-lhes as cabeças com uma rocha, ou matai-os com uma faca, ou executai-os com o vosso
carro, ou atirai-os de um lugar alto, ou estrangulai-os ou
envenenai-os."
BREVE COMENTÁRIO 2
O Partido Democrata dos Estados Unidos está a apostar abertamente na guerra civil, estendendo a passadeira vermelha aos terroristas domésticos dos Antifa e dos Black Lives Matter, para que deixem a Trump um país em ruínas.
Como não poderia deixar de ser, os antissemitas culpam... os judeus! "Os judeus querem uma guerra racial", gritam precisamente os que estão a fazer a guerra racial: os racistas Brancos e Negros!
Os supremacistas racistas Brancos consideram os judeus a mais baixa forma de vida não-Branca e por isso massacram regularmente judeus nos Estados Unidos, como foi por exemplo o caso recente de Poway:
Os
supremacistas racistas Negros consideram os judeus a mais baixa forma
de vida não-Negra e por isso massacram regularmente judeus nos Estados
Unidos, como foi por exemplo o caso recente de Jersey:
É assim desde há anos. Em Nova Iorque as autoridades raramente intervêm. Se são judeus a levar, deixa estar.
Aqui é no Brooklyn, onde se deu o atropelamento acima:
De facto, os judeus, que são o bombo da festa de ambos os lados, teriam muito interesse em querer a guerra racial, sabendo que se já assim levam, em clima de guerra aberta seriam os primeiros a levar pela medida grossa...
Nem é preciso ser-se psicanalista para se perceber a evidente projecção que ambos as seitas racistas fazem sobre os judeus.
Assassinato de um menino de 5 anos por um afro-americano, com um tiro na cabeça, indigna a América pelo silêncio dos media (Vídeo)
Cannon Hinnant, 5, foi assasinado a tiro enquanto brincava com as suas duas irmãs.Darius Sessoms, o criminoso, é um vizinho.
Diante do silêncio dos media e de certas reacções dos membros do Black Lives Matter, os usuários da Internet decidiram reagir.
Cannon Hinnant andava de bicicleta em frente à sua casa, em Wilson, no domingo, quando um homem se aproximou dele e lhe deu um tiro na cabeça, testemunhas disseram à Polícia.
O seu pai, Austin Hinnant, estava dentro de casa quando ouviu o tiro, e declarou à filial da CNN WRAL. “a primeira coisa que me veio à mente foi que ele simplesmente caíra da bicicleta”, disse ele. “Quanto mais me aproximava dele, mais percebia que era algo muito mais sério."
Quando ele viu o seu filho, tomou-o nos braços e implorou por ajuda. “Gritei: 'Alguém, por favor, ajudem-me a salvar o meu filho! Ajudem-me a salvar o meu filho, por favor".
Na altura, o suspeito - seu vizinho, Darius Sessoms - estava no quintal próximo com uma arma na mão, andando de um lado para o outro, frenético, disse Hinnant.
(...) Darius Sessoms, 25 anos, foi acusado de caminhar em direcção ao garoto na tarde de domingo e atirar na cabeça dele à queima-roupa, segundo a Polícia e testemunhas.
Cannon foi morto enquanto andava de bicicleta no jardim de seu pai em Wilson.As duas irmãs do menino, de 7 e 8 anos, estavam com ele quando foi baleado, segundo relatos.
As grandes redes de notícias ABC, CNN, MSNBC, CBS, bem como os principais veículos de notícias nacionais como o New York Times, NPR, Washington Post, Newsweek e Time não publicaram uma única história sobre o caso, provocando indignação com a omissão da história(actualização: a CNN publicou um boletim informativo de 14 de Agosto após dias de pressão para que cobrisse o assassinato).
Um tweet sobre Matt Walsh recebeu 41.000 likes.
"Os boicote dos media nacionais à história de Cannon Hinnant é espantoso. Talvez o mais odioso crime, uma criança executada com um tiro na cabeça à queima-roupa enquanto brinca no quintal, e os media nacionais nada dizem. NADA. Incrível."
Jason Howerton, editor-chefe do The Blaze, compartilhou os resultados da busca no Twitter, mostrando que não foi capaz de encontrar uma única menção do nome do menino nos sites dos principais veículos de notícias dos Estados Unidos:
"CANNON HINNANT
DIGAM O NOME DELE"
O britânico Daily Mail foi uma das primeiras publicações importantes a cobrir este caso, mas a história recebeu pouca cobertura da grande Imprensa dos EUA, excepto a Fox News.Apenas filiais locais como a WRAL e a ABC11 cobriram a história nos Estados Unidos. Muitos apontam para o facto de que, se as coisas tivessem sido ao contrário, a notícia certamente teria chegado às manchetes nacionais:
"Darius Sessoms - um homem negro, avançou para Cannon Hinnant, um menino branco de 5 anos, e assassinou-o a sangue frio na frente das suas jovens irmãs.
Se tivesse sido ao contrário, seria notícia nacional.
A Imprensa activista está a ignorar este caso porque não se encaixa na sua narrativa.
Doentio".
Via:
COMENTÁRIO
Quando a Polícia abate um afro-americano que puxa de uma arma para matar polícias, temos guerra civil e os media a colaborar. Dizem que é "racismo".
Neste caso, um afro-americano executa uma criança branca com um tiro na cabeça, e é o SILÊNCIO nos media norte-americanos.
Os media não param de promover a narrativa do "racismo" e pessoas mais impressionáveis acreditam e passam à acção. Foi o caso, aparentemente, de Darius Sessoms, que, tudo o indica, terá executado o pequeno Cannon Hinnant em busca de "justiça racial".
Ainda ontem, este amigo norte-americano aqui em cima, resolveu esfaquear um empregado branco da Auto Zone, porque, devido à propaganda anti-Polícia,"sentiu necessidade de matar um branco". Também não vai ser falado. Talvez duas linhas lacónicas, ou 18 segundos de noticiário, apenas para calar o pessoal.
O Jornalismo hoje em dia é quase todo propaganda de extrema-esquerda globalista.
Os grupos Antifa e Black Lives Matter, com a aprovação do Partido Democrata, continuam a destruir os Estados Unidos. Espancar e matar pessoas porque são brancas ou apoiantes de Trump é agora a norma, após mais de 3 meses de motins porque o criminoso George Floyd morreu de overdose.
O Partido Democrata (desde Obama nas mãos da extrema-esquerda e dos islamistas) quer a guerra civil. Incapazes de travar Trump nas urnas, pelo menos apostam na Revolução violenta, ou apostam pelo menos em deixar-lhe um país (e um Mundo) em escombros.