Mais uma sexta-feira à noite, mais um Shabat (o dia santo semanal judaico) em Israel, mais ataques terroristas islâmicos, mais judeus assassinados, mais jornalistas felizes, mais muçulmanos e antissemitas em geral a festejar.
Enquanto Israel, estupidamente, envia tropas para ajudar os países islâmicos fustigados pelos recentes terramotos, como sempre faz.
Uma das crianças atropeladas veio a falecer entretanto:
Crianças "palestinas" celebram ataque terrorista que matou três judeus em Jerusalém
Crianças "palestinas" em Gaza distribuíram doces e outras guloseimas em Gaza na sexta-feira, comemorando um ataque terrorista no início do dia que matou três pessoas, incluindo dois irmãos de 6 e 8 anos.
Enquanto isso, os alto-falantes Muezzin da mesquita al-Arbaeen em Issawiya, o subúrbio árabe de Jerusalém de onde veio o terrorista Hossein Karake, lamentaram a sua morte.
#Gaza Strip: Palestinian children celebrate the car-ramming attack in which two #Israeli civilians were killed, including a six-year-old boy, and which left several others injured. pic.twitter.com/Lpg6V4fdbW
Alter Shlomo Lederman, de 20 anos, que se casou apenas dois meses antes, e Asher Menahem Paley, de 8 anos, foram sepultados no Cemitério Har HaMenuchot, assim como o irmão mais novo de Paley, Yaakov Yisrael, de 6 anos.
1953 Ilhas Jónicas, Grécia: terremoto. Mais de 1.000 morreram. A Marinha ajudou os sobreviventes e forneceu tratamento médico.
1975 Camboja: refugiados da guerra entre o Vietname e o Camboja. Durante um mês, uma equipa prestou assistência médica a refugiado em campos de acolhimento.
1985 México: 4 terremotos, mais de 10.000 mortos. Equipas médicas e de busca e salvamento – 350 reservistas foram convocados três dias após os terremotos.
1988 Arménia: terramoto. Quase 60.000 morreram. Equipas de resgate salvaram 14 pessoas e mantiveram-nas vivas até à sua transferência para hospitais. Suprimentos médicos.
1989 Roménia: tumultos. Médicos, cirurgiões e 8 toneladas de equipamentos médicos e alimentos.
1992 Croácia: guerra civil. 13 toneladas de ajuda humanitária.
1994 Argentina: ataque terrorista a uma importante organização judaica. 85 morreram, centenas ficaram feridos. Busca e salvamento e outras equipas.
1994 Goma, República Democrática do Congo: refugiados da guerra civil de Ruanda. Equipe de 270 pessoas em uma missão de ajuda humanitária IDF de 40 dias. Hospital de campanha. Equipamentos, alimentos e roupas.
1998Quénia: bombardeio perto da embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, Quénia. IDF enviou 170: busca e salvamento e médico.
1999 Macedónia: crise de refugiados. IDF enviou 60: criou um hospital de campanha com 100 leitos.
1999 Turquia: terremoto. O Comando da Frente Interna resgatou 12 sobreviventes e montou um hospital de campanha. Forneceram tratamento para 1.200 pessoas, realizaram 40 operações, deram à luz 15 bebés.
1999 Grécia: terremoto. Busca e salvamento - ferramentas pesadas de engenharia fornecidas.
2001 Índia: terramoto. Equipas de busca e resgate construíram um hospital de campanha com 100 leitos, trataram 1.300, realizaram 52 cirurgias e deram à luz 12 bebés.
2004 Egipto: terrorismo. Equipas médicas e de busca e salvamento. Permaneceu por três dias.
2004 Sri Lanka: terramoto, tsunami e inundações. Médicos, um membro da equipa de busca e salvamento e um representante do Ministério das Relações Exteriores. Enviou suprimentos médicos e outros.
2005 Nova Orleans, EUA: Furacão Katrina. 80 toneladas de ajuda humanitária.
2006 Quénia: desabamento de prédios. IDF enviou 80 buscas e salvamentos.
2010 Haiti e República Dominicana: terramoto. Equipas IDF resgataram sobreviventes, criaram hospitais de campanha. Trataram mais de 1.110 pacientes, realizaram 319 cirurgias e deram à luz 16 bebés, incluindo três cesarianas.
2010 Colômbia: inundações e deslizamentos de terra. Cuidados médicos. 50 toneladas de equipamentos: 20 toneladas de alimentos, 5.000 kits médicos, 2.000 cobertores, 1.000 ponchos, 1.000 colchões e 100 tendas. Cuidados médicos.
2011 Japão: ondas de terramotos e tsunamis. O IDF montou uma clínica médica com especialidades: pediatria, cirurgia, maternidade, ginecologia e otorrinolaringologia, departamento de optometria, laboratório, farmácia e unidade de terapia intensiva. Tratou 220.
2011 Turquia: terramoto. Sobreviventes tratados pelo IDF.
2012 Bulgária: terrorismo. O Hezbollah bombardeou um autocarro que transportava 42 israelitas. Assistência médica e assistência no transporte de feridos.
2012 Gana: grande loja de departamentos desaba. Especialistas e equipamentos especializados. Resgatados 78.
2013Filipinas: tufão. O IDF enviou 148 equipas de busca, resgate e assistência médica. Montaram um “hospital de campanha avançado e multidepartamental, equipado com aproximadamente 100 toneladas de suprimentos humanitários e médicos de Israel”.
2015 Nepal: terremoto. Equipa de 260: busca e salvamento e médico. Construíram um hospital de campanha multidepartamental “de última geração”. Trataram 1.600 pacientes, deram à luz oito bebés e realizaram 85 cirurgias. O IDF enviou 95 toneladas de ajuda humanitária.
2016-2018: Fronteira com a Síria, Operação nas Colinas de Golan.
2017 México: terramoto. O IDF enviou 70, incluindo 25 engenheiros para determinar o dano. Eles viajaram para o México na primeira noite do feriado judaico de Rosh Hashaná.
2018: Colinas de Golan: resgate de membros da organização humanitária Capacetes Brancos e suas famílias da Síria.
2019 Brasil: colapso de barragem. Uso de sonar naval, drones e tecnologia de localização celular.
2019Albânia: terremoto. Equipe de 10 do Comando da Frente Interna. Resultado: hospitais e escolas reabriram e mais de 1.600 voltaram para casa.
Sempre que Israel enviou equipas de ajuda humanitária, salvando incontáveis vidas, foi duramente verberado, acusado de querer captar a simpatia do mundo, de querer conquistar os países em questão, etc..
Enquanto a Turquia e a Síria recuperavam do impacto devastador destes terremotos, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou que Israel enviaria “equipas de extração, resgate e socorro médico” para a Turquia.
Além disso, Netanyahu anunciou que, por meio da coordenação com terceiros, Israel forneceria ajuda à Síria, embora o país devastado pela guerra esteja em estado formal de guerra com Israel e os dois países não tenham relações diplomáticas.
Conforme relatado anteriormente pelo HonestReporting, o histórico de missões de ajuda de Israel em áreas atingidas por terremotos remonta a 1953, quando o Estado judeu, então com cinco anos, prestou assistência à Grécia após um terremoto nas Ilhas Jónicas.
Desde então, Israel enviou missões para locais tão variados como, por exemplo:
México (após terremotos em 1985 e 2017)
Arménia (após um terremoto de 1988)
Índia (após um terremoto de 2001)
Turquia (após terremotos em 1999 e 2011)
Sri Lanka (após um terremoto de 2004 e subsequente tsunami)
Haiti / República Dominicana (após um terremoto em 2010)
Uma delegação das Forças de Defesa de Israel (IDF), de 150 soldados, chegou na terça-feira de manhã à Turquia para ajudar nos esforços de busca e resgate.Um hospital de campanha israelita também está a ser montado, com mais de 200 profissionais médicos que partiram na manhã de quarta-feira para o país devastado.
Como era de esperar, após Israel ter respondido afirmativamente ao pedido de ajuda da Turquia e da Síria, levantou-se uma onda de fúria e de ódio. Se Israel tivesse respondido negativamente, registar-se-ia a mesma fúria e o mesmo ódio. O que prova, mais uma vez, que nada do que os judeus façam ou não façam irá alguma vez agradar a quem os odeia.
Sobre este tema, contamos traduzir um artigo do HONEST REPORTING.
Com a sua forte experiência em ajudar vítimas de desastres em todo o mundo, o Estado judeu está a enviar socorro para a Turquia.
Na segunda-feira, a Turquia e a Síria sofreram um terramoto devastador que deixou mais de mil mortos e muitos feridos.
O terramoto foi tão forte que foi sentido até o sul de Jerusalém.
Chaim Rafalowski, coordenador de gerenciamento de desastres dos serviços de emergência de Magen David Adom, discute o trabalho futuro da missão de resgate de Israel na Turquia e as dificuldades que a equipa enfrentará.
Quando equipas de resgate israelitas estiveram no Brasil após a Tragédia de Brumadinho, foram obrigadas a regressar a casa muito mais cedo do que o previsto, pois a Esquerda começou a clamar que "Israel estava a invadir o Brasil".
A Turquia é um dos países na linha da frente no financiamento do terrorismo contra o pequeno Estado judeu, e não tardará a que, como acontece sempre que há desastres naturais no Médio Oriente, os países da região culpem Israel.
Quando há tragédias em Israel, o mundo islâmico festeja em peso.
Mesmo em Israel, os muçulmanos tratados em hospitais locais (muitas vezes terroristas que se ferem a treinar para matar judeus) regressam frequentemente para explodir o hospital onde foram tratados.
Conclusão: simpatizamos com Israel e com os judeus, porque simpatizamos sempre com os mais pequenos e com as vítimas da perseguição, mas achamos que Israel deveria empregar os seus parcos recursos na sua casa e com a sua gente (Israel é o único país da região sem petróleo e gasta mais de metade do orçamento a defender-se dos Estados Árabes, com quem estão em guerra deste a Restauração da Independência).
Os matulões (muito mais velhos, como pode ver-se no vídeo acima) espancaram brutalmente a menina dentro do autocarro da escola. Mas a generalidade da Imprensa (que é de esquerda), não mostra o vídeo e limita-se a dizer que "um estudante foi preso por ter batido numa colega" (e as pessoas acham logo um exagero, porque a miudagem anda sempre ao estalo, que só prenderam o menino por ele ser Negro, etc., etc.).
Este discurso é produto de uma ideologia RACISTA que professa que todo o Mal que há no Mundo provém das pessoas de pele branca, e que as pessoas com outras tonalidades de pele são inerentemente boas e perfeitas.
Noutros tempos, todos os povos praticavam a escravatura. As pessoas de pele branca até foram as primeiras a aboli-la. Pessoas de outras cores, continuam a praticá-la. Apenas as pessoas de pele branca estão a ser perseguidas por causa de um racismo que já não professam.
É assim que os judeus em Israel são tratados pelos colonos maometanos:
'Beija os meus pés, ó rasteiro infiel!'- mais um judeu em Israel ameaçado e forçado a beijar pés muçulmanos
Dois adolescentes "palestinos" abordaram, ameaçaram e ordenaram que um judeu ortodoxo (Haredi) beijasse os seus pés em Jerusalém, capital de Israel.
Eles filmaram e postaram o incidente no TikTok, com o áudio de um rapper árabe que, entre outras vulgaridades, emprega o notório insulto árabe kuss umak (“a vagina da tua mãe”), supostamente dirigido ao judeu em questão, enquanto ele beijava as mãos e os pés de um dos muçulmanos:
Este está longe é o primeiro incidente do género. O fenómeno de "palestinos" filmando-se agredindo ou humilhando residentes "ultraortodoxos" é comum.
Num vídeo particularmente viral, um "palestino" foi filmado derramando café quente sobre um homem ortodoxo, levando a uma sentença de dois anos de prisão.
Esse fenómeno desprezível também não se limita ao Médio Oriente .
Filmado em 2109 na Austrália:
Um estudante judeu de 12 anos foi forçado a ajoelhar-se e beijar os sapatos de um colega muçulmano, enquanto um menino de cinco anos foi chamado de “barata judia” e perseguido durante meses nos balneários da escola pelos seus jovens colegas. …
O acto do menino mais velho de beijar os sapatos do aluno muçulmano, sob ameaça de ser espancado por vários outros jovens, foi filmado, fotografado e compartilhado nas redes sociais.
Ismail Al-Wahwah, líder espiritual do grupo islâmico Hizb ut-Tahrir, refere-se aos judeus como “criaturas do mal” e pede a sua erradicação. O islão assim ordena.
"Os muçulmanos há muito forçam os não-muçulmanos sob seu poder a beijar os seus pés, tanto figurativa quanto literalmente.
Hoje, o homem que ocupa um cargo que durante séculos patrocinou a firme resistência do Ocidente ao Islão - o Papa católico - prostra-se voluntariamente diante deles e beija os pés muçulmanos, reforçando ainda mais essa relação abjecta com muçulmanos que não entendem actos de humildade."
- Na nossa secção VIDA EM ISRAEL, temos alguns exemplos de como os judeus são tratados no único, e pequenino, país judeu do mundo.
- Na nossa secção PAPA FRANCISCO temos alguns exemplos de como este lamentável sucessor do excelente Bento XVI se submete ao Islão e encoraja a islamização do Mundo Livre.
O que estão estes árabes, "pobrezinhos e oprimidos", a celebrar? O mais recente massacre de inocentes levado a cabo por um muçulmano, em estrito cumprimento do Alcorão; estão a dançar sobre as tumbas de mais estes sete inocentes assassinados pela ideologia islâmica-palestinianista-comunista-nazi: