quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

You wanna go crazy?

Este post fica arquivado na nossa secção:

 Reino Unido



Como a Grã-Bretanha tem enlouquecido... Se os pais muçulmanos queriam litigar este caso, deveriam ter pago. Por que é que a responsabilidade tem de ser dos contribuintes?Será que ainda existem profundezas em que a Grã-Bretanha não se vai afundar, a fim de apaziguar os supremacistas islâmicos?
Reino Unido: Os contribuintes pagam 567.000 dólares por batalha judicial de pais muçulmanos, para ganharem o direito de barbear pêlos púbicos da filha com deficiência
 Theo Merz para o Telegraph, 22 de Outubro :

    
Um juiz criticou o "surpreendente" custo de uma batalha legal sobre o direito de um casal de barbear os pêlos púbicos da sua filha deficiente:
350000 libras.
    Os contribuintes ficaram com uma conta legal de 350000 libras, depois de os pais muçulmanos terem ido a tribunal para ganhar o direito de barbear os pêlos da sua filha deficiente.

    
A mãe e o pai da jovem, que não pode ser identificada e é conhecida como ED em documentos judiciais, disseram que os pêlos da filha devem ser removidos de acordo com a tradição islâmica.

    
Mas o Conselho Local, que cuid
a da rapariga desde 2008, questionou se uma mulher com deficiência tem a capacidade mental para consentir que os seus pêlos sejam removidos.

    
Em 2011, o casal apelou ao Tribunal de Família
para a questão "gritante" dos pêlos púbicos da filha, agora na casa dos trinta.
   O casal abandonou a batalha judicial de longa duração no último minuto, deixando o juiz do Supremo Tribunal de Londres "absolutamente perplexo".

    
O juiz Roderic Wood disse : "Eu estou absolutamente perplexo com o curso que este litígio tem tomado, e perplexo com a falta de clareza em todo o caso".

   
"A obtenção de 10 dias do tempo de um Juiz do Supremo Tribunal não é fácil, pois há muitos casos concorrentes de igual, se não maior urgência do que este".

    
A autarquia envolvida tinha incorrido em custos de 138000 libras, o casal de 82000 libras, e o advogado oficial de 130000 libras - com o contribuinte pagando a conta inteira.
    
"É uma soma impressionante de dinheiro", disse o juiz. "Particularmente quando a resolução final dos pais descarta qualquer esperança de ED vir a morar com eles, e quando decidiram por uma redução significativa do contacto com a filha".
   "O percurso até à audiência final, fixado para este mês, foi um grande pântano jurídico, incluindo 740 páginas de depoimentos de testemunhas, 300 páginas de prova pericial, bem como outros documentos",  acrescentou o juiz.
Um especialista cultural observou que "existe o dever de remover os pêlos - tanto por razões religiosas como culturais - mas há uma isenção para os incapacitados, como ED".




- Estas pessoas brincam com a nossa sociedade, não fazem o mínimo esforço para se integrarem, conhecerem ou respeitarem os nossos valores, mas, por qualquer razão, o Ocidente está totalmente empenhado em satisfazer os seus mínimos caprichos.

Quando o Reino Unido se assumiu como islâmico

"Num golpe sem precedentes contra a liberdade, o governo britânico proibiu Robert Spencer de entrar no país. Muhammad al-Arifi, que tem defendido o ódio aos judeus, espancamento de mulheres e a violência da jihad, entrou no Reino Unido recentemente sem nenhuma dificuldade. Ao não permitir a Spencer entrar no país apenas por causa de suas afirmações verdadeiras e precisas sobre o Islão, o governo britânico está a comportar-se como um Estado islâmico de facto. A nação que deu ao mundo a Carta Magna está morta."

Robert Spencer é o responsável pelo site Observatório da Jihad.

Nada mais faz que expor os FACTOS sobre o Islão.


Na imagem seguinte: O deputado trabalhista britânico Tony  Lloyd confraterniza com o seu amigo Ismail Haniyeh, líder do movimento terrorista Hamas:



Robert Spencer no site Jihad Watch, tinha comentado há pouco a possível proibição:

Os simpatizantes da jihad estão desesperadamente com medo de Pamela Geller e de mim (Robert Spencer). Têm todo o dinheiro, todo o poder, e todos os meios de comunicação, e ainda assim o medo é palpável, porque eles sabem que nós dizemos verdades e que as suas mentiras grandes não o podem contrariar. O perseguidor obsessivo Nathan difama-me em todos os lugares que pode, e tenta cancelar as até minhas palestras sobre outros temas (assinar a petição para que eu possa falar, aqui). E agora Tony Lloyd publicou uma peça cheia de mentiras e distorções sobre Geller e sobre mim (Robert Spencer), esperando para banir-nos do Reino Unido. Se formos proibidos, ou se entrarmos e formos agredidos, será em grande parte devido à demonização e mentiras de Tony Lloyd.
O islamofascista Tony Lloyd já tinha lançado a sua jihad:

"Apelo de Tony Lloyd: Não deixemos os pregadores do ódio entrarem no Reino Unido"
Manchester Gazette, 25 de Junho, com os comentários de Spencer:
 
O Comissário para o Crime e Polícia de Manchester Tony Lloyd está a apoiar aos apelos para negar a entrada aos dois pregadores no Reino Unido.
Anjem Choudary, que prega a jihad na Sharia e se regozija sobre o assassinato de não-muçulmanos, é um pregador do ódio. Lloyd não tem nada a dizer sobre ele. Pamela Geller e eu, que pregam a liberdade de expressão, a liberdade de consciência ea igualdade de direitos para todos, somos os "pregadores do ódio" para ele.

 O
grupo de extrema-direita Liga de Defesa Inglesa (EDL) convidou os dois fascistas de falar em Woolwich neste fim de semana - no local do assassinato brutal do soldado Lee Rigby.
Agora é-se "fascista" por defender a liberdade contra a Sharia.
A EDL convidou Pamela Geller e Robert Spencer dos EUA para falar na reunião. As revoltantes opiniões de Geller e Spencer são conhecidas nos EUA, onde foram severamente condenados.
Pelos jihadistas fomos, sim.

Tony disse: "Os dois indivíduos que a EDL convidou para virem ao nosso país, não são nada menos do que pregadores do ódio - tão maus quanto aqueles que usam o nome do Islão para propagar o ódio."
"Tão maus", como aqueles que pregam a violência e glorificam assassinato. Este homem é louco.

"Eu acredito apaixonadamente na liberdade de expressão
"
 Não, você não acredita, você é um fascista.

Apesar do facto de o EDL representar tudo aquilo que eu sou contra, eu tenho defendido o seu direito de se expressar - e isso apesar de o custo de policiamento dos seus comícios. Mas este é um passo muito grande."Eu odeio a ideia de transformar essas duas pessoas em mártires por tê-los proibido, mas esta é uma situação extraordinária e peço ao Ministro do Interior para usar os seus poderes extraordinários para negar a estes extremistas entrada no nosso país.
"Cada cidadão deve estar orgulhoso de que este país é conhecido em todo o mundo por seus valores de abertura e de respeito. Mas não podemos tomar isso como garantido e aqueles que jorram ódio comprometer a liberdade que nós amamos no Reino Unido ".Geller e Spencer tem um longo historial de ódio. De negar o genocídio bósnio a acreditar que Barack Obama é um muçulmano secreto, eles e as organizações que os representam têm procurado mostrar todos os muçulmanos como extremistas que têm um plano secreto para tomar a Europa. Eles disseram também que os jovens assassinados por Anders Breivik na Noruega não foram vítimas inocentes.
 Nada disso é verdade. Não dissemos nenhuma dessas coisas. Lloyd está a mentir abertamente.
"Geller e Spencer são perigosos, eles só querem vir para atiçar o ódio e incitam à violência. Vamos tomar uma posição em conjunto e dizer - não são bem-vindos na nossa orguilhosa nação", acrescentou Tony.

Tony assinou uma carta aberta pedindo ao secretário do Interior para negar a Geller e Spencer um visto.

É Lloyd que é incitar o ódio e à violência. Se alguma coisa nos acontecer, na Inglaterra, o sangue estará nas suas mãos.


- Spencer e Geller foram banidos, enquanto os pregadores da jihad, que se alegram abertamente com a morte de infiéis e apelam abertamente à guerra santa, florescem no Reino Unido, com a bênção dos políticos e dos media.

Este precedente é extremamente grave, e coloca o Reino Unido como uma nação islâmica, onde dizer a VERDADE passa a ser proibido. É um precedente extremamente grave. Reiteramos que Spencer e Geller nada mais fazem do que apontar os FACTOS. Não há qualquer apelo racista ou de qualquer forma discriminatório nas suas publicações e palestras. Nem a English Defence League é fascista. Passou foi a ser considerado «fascista» ser pela VERDADE!




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Indignação islâmica com comida e bebida




Um trabalhador muçulmano num restaurante KFC em Sydney gritando insultos e ameaçando atacar um cliente.  O cliente teve o desplante de pedir uma sandes de presunto. Ora o deus Alá também é contra o presunto. 
"Não temos presunto!" - grita o maometano enraivecido. 
"Não me filmes, cadela!", grita o psicopata.  
O funcionário continua a gritar e a bater nas coisas, até os outros funcionários o segurarem e o levarem dali para fora. 
"Eu vou-te rebentar, pá", diz o maometano para a pessoa que está a filmar.



"Eu avisei-te que não queria ver aqui álcool durante o Ramadão!", berra este maometano, enquanto parte garrafas de vinho numa loja francesa. 


Este aqui grita e vira mesas, porque os infiéis franceses se atrevem a estar a comer durante o Ramadão. 
Por imposição da Liga Árabe nas Nações Unidas,  é considerado "crime de islamofobia" criticar a atitude supremacista dos muçulmanos, pessoas que professam uma ideologia que lhes dá direito de vida e de morte sobre os infiéis. A juntar a isso, temos o facto de que o QI destes bárbaros patologicamente violentos, é de cerca de metade do de uma pessoa normal.

 Veja os nossos dois posts anteriores:

Indignação islâmica com papel higiénico



O terrorismo islâmico, os sacrifícios humanos islâmicos, a jihad do estupro, as atrocidades islâmicas em geral, os mais de 670 milhões de inocentes sacrificados ao deus Alá, ou o bilião de muçulmanos que desejam a assassina e bárbara lei sharia, não ofendem os muçulmanos. 
É claro que a consanguinidade é grande parte da razão de estes tipos serem uns bárbaros patologicamente violentos:

Indignação islâmica com papel higiénico




Uma das mais bem sucedidas estratégias dos muçulmanos, quando invadem uma sociedade, é irem manifestando descontentamento e indignação com tudo. Adoraríamos fazer um blog apenas com as famosas "indignações muçulmanas". Haveria matéria para anos de  postagens.
Refira-se que os maometanos nem são parte interessada em questões de papel higiénico. O deus Alá também proíbe o papel higiénico, e obriga os seus seguidores a usarem as mãozinhas, como faz este simpático refujihadista aqui na Europa, numa fonte pública onde os infiéis bebem água:



No post anterior mostrámos a indignação maometana com um par de sapatos:

Nike Air-Sharia


Aparentemente, o deus Alá está furioso com estes sapatos. Desta vez está furioso com um papel higiénico. 
O deus Alá está furiosos com tudo: o Dia dos Namorados, o Natal, a música, a dança, as estátuas, o vestuário não-islâmico, a alimentação não-islâmica, as bebidas alcoólicas, os clubes nocturnos, os homossexuais, a liberdade religiosa, a liberdade de Imprensa, a existência de pessoas não muçulmanas, TUDO! 
E as consequências são as que sabemos; ou os infiéis se vergam às exigências islâmicas, ou há terrorismo! É por isso que já vemos na Europa municípios que aconselham as mulheres e as meninas a não andarem na rua sem guarda masculino ou de corpo não totalmente coberto.
Um exemplo entre milhares da submissão europeias ao Islão; as meninas alemãs são advertidas de que os muçulmanos exigem código rígido de conduta e vestuário, caso contrário, ofendem-se. E estupram-nas:





O Mailonline explica mais esta polémica:


A cadeia de lojas Marks & Spenser foi forçada a negar reivindicações de que o desenho da planta Aloé Vera na sua marca de papel higiénico é a palavra árabe para Alá, depois de um vídeo se ter tornado viral 
O cliente alega que a palavra árabe "Alá" é visível no papel higiénico de Aloe Vera de 3 camadas 
As imagens dividiram a opinião nas redes sociais, com alguns prometendo boicotar a loja 
Outros apoiam  a cadeia de lojas, rotulando o vídeo como "ridícula teoria da conspiração" 


A M & S respondeu no Twitter alegando que o padrão é "categoricamente de uma folha de aloe vera" 
No vídeo, um homem não identificado fala e  amplia o papel higiénico, enquanto incita os seus 'irmãos e irmãs' a não comprarem os rolos de £ 2,50.

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Convidamos os nossos leitores a consultarem o nosso post:

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES


Efeito do islamismo na sociedade com 5% - 9% de muçulmanos: 
A partir de 5%, os muçulmanos exercem uma influência excessiva em proporção à sua percentagem na população. Por exemplo, eles irão pressionar para a introdução dos alimentos halal (puros, segundo os padrões islâmicos), garantindo assim trabalhos de preparação de alimentos para muçulmanos. Eles aumentarão a pressão sobre as cadeias de supermercados para apresentarem halal nas suas prateleiras - juntamente com ameaças por incumprimento.   
Isso está a ocorrer em: 
França - Muçulmanos: 8%  
Filipinas - Muçulmanos: 5%  
Suécia - Muçulmanos: 5%  
Austrália - Muçulmanos: 6%  
Bélgica - Muçulmanos: 6%  
Suíça - Muçulmanos: 4,3%  
Holanda - Muçulmanos: 5,5%  
Trinidad e Tobago - Muçulmanos: 5,8% 

Os dados estatísticos acima já têm uns anos. Agora as coisas estão bastante piores. Para ter uma ideia do estado de islamização do Reino Unido, convidamos o caro leitor a consultar a nossa secção homónima:

 Reino Unido

Imaginar uma semelhança da palavra Alá com a planta do Aloé Vera, ofende os muçulmanos. Mas defecarem e urinarem na nossa comida, não os ofende. Veja por exemplo este post, da nossa secção JIHAD FECAL:

Um cheirinho de Jihad Fecal (salvo seja)




Os muçulmanos lavam os pés e o rabo nos nossos bebedouros públicos. Isso não os ofende. Nem aos europeus, que degustam, deliciados, o cocó e o xixi dos muçulmanos, enquanto piscam o olho à assistência! Tudo menos ser "islamofóbico"!



O terrorismo islâmico, os sacrifícios humanos islâmicos, a jihad do estupro, as atrocidades islâmicas em geral, os mais de 670 milhões de inocentes sacrificados ao deus Alá, ou o bilião de muçulmanos que desejam a assassina e bárbara lei sharia, não ofendem os muçulmanos. Umas letras num sapato é que ofendem.
É claro que a consanguinidade é grande parte da razão de estes tipos serem uns bárbaros patologicamente violentos:

Indignado com papel higiénico... 

Nike Air-Sharia


Cá vamos nós outra vez... O nome "Alá" foi descoberto outra vez por muçulmanos, desta vez num par de sapatos. Estes psicopatas vivem para arranjar motivos para sua jihad.
Um porta-voz da Nike disse: “A Nike respeita todas as religiões e levamos as preocupações desta natureza a sério.
"O logotipo da Air Max foi projectado para ser uma representação estilizada da marca registada da Air Max da Nike. Destina-se a reflectir apenas a marca Air Max.
"Qualquer outro significado ou representação percebida é não intencional."
Se quiser ter um par, apresse-se, porque a Nike vai retirá-los de certeza. Ter as suas lojas, fábricas e escritórios bombardeados em todo o mundo, os seus funcionárias atacados a tiro e à facada, é um risco que uma companhia não pode correr. 
O terrorismo islâmico, os sacrifícios humanos islâmicos, a jihad do estupro, as atrocidades islâmicas em geral, os mais de 670 milhões de inocentes sacrificados ao deus Alá, ou o bilião de muçulmanos que desejam a assassina e bárbara lei sharia, não ofendem os muçulmanos. Umas letras num sapato é que ofendem.
É claro que a consanguinidade é grande parte da razão de estes tipos serem uns bárbaros patologicamente violentos:

Quase metade dos muçulmanos são fruto de casamentos consanguíneos.


Sapatos com Buda, Estrela de David, Jesus Cristo - ninguém se ofende: 




Os únicos que matam em nome do seu deus, são os que se ofendem:





JUST DON'T DO IT! ”MILHARES DE MUÇULMANOS EXIGEM QUE A NIKE RETIRE OS 'INSULTUOSOS'AIR MAX TRAINERS 'QUE TÊM ALÁ ESCRITO'  
Os Air Max 270, lançados no ano passado, são considerado "blasfemos" por muçulmanos indignados. Saiqa Noreen: Nike está a permitir que o nome de Alá seja pisoteado e conspurcado.  
A senhora Noreen lançou petição hoje e já angariou 6.000 assinaturas  
Por Connor Boyd para Mailonline, 28 de Janeiro de 2019 

Muçulmanos indignados estão a exigir que a Nike retire a linha de sapatos "ofensiva" porque o logótipo se parece com o nome de Alá em árabe. 
Saiqa Noreen lançou uma petição para retirar os sapatos Air Max 270 e acusou a gigante da moda desportiva de "blasfémia".


O design apresenta as palavras Air Max em escrita personalizada na sola do sapato, lançado no ano passado. 
Na cultura muçulmana, mostrar a sola do sapato é visto como o auge do desrespeito, pois implica que se quer ferir alguém com ele. 
O sapato é considerado sujo porque toca o solo e está associado ao pé, a parte mais baixa do corpo."É ultrajante e chocante que a Nike permita o nome de Alá num sapato. Isto é desrespeitoso e extremamente ofensivo aos muçulmanos e insultuoso ao Islão", disse Noreen.




"O Islão ensina compaixão, bondade e justiça para com todos. Instamos a Nike a retirar este sapato blasfemo e ofensivo e todos os produtos com o design que se assemelha à palavra Alá das vendas mundiais imediatamente.

"Também pedimos um exame mais rigoroso dos produtos antes que eles entrem no mercado. Exorto todos os muçulmanos e todos os que respeitam a liberdade de religião a assinarem esta petição."

A Nike envolveu-se numa controvérsia similar em 1997, quando foi forçada a retirar milhares de pares de ténis da Air Bakin após protestos de clientes muçulmanos.

Chamas como letras com a palavra "Air" escrita no calcanhar podiam ser lidas como Alá em escrita árabe.


Noreen acrescentou: “Depois de ter retirado os ténis em 1997, que tinham um logótipo similar representando a palavra Alá, a Nike alegou ter apertado o exame do design do logotipo. Então, porque é que um projecto semelhante foi aprovado? 
Um porta-voz da Nike disse: 'A Nike respeita todas as religiões e nós levamos as preocupações dessa natureza a sério. 
O logotipo da Air Max foi projetado para ser uma representação estilizada da marca registrada da Air Max da Nike. Destina-se a reflectir apenas a marca Air Max. 
"Qualquer outro significado ou representação percebido é não intencional."

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Pessoalmente, adoro estes ténis e vou comprar um par. Sobretudo porque odeio o deus Alá, e estou no meu inteiro direito! Outros deuses (Osíris, Neptuno, Thor, o Monstro de Esparguete Voador, e mais milhares e milhares deles), não me chateiam nem um bocadinho. O Alá, odeio-o. Um deus que manda exterminar, torturar, escravizar, oprimir, todos os que não o seguem, um deus ao qual foram sacrificados mais de 670 milhões de inocentes, odeio-o. Não toco no cabelo de um muçulmano, mas odeio o seu deus e a sua "religião". Mudem as letras para "sharia" ou "morte aos infiéis", que eles acham bem!





Achmed Batata faz-se explodir com alguma frequência no Amigo de Israel e no seu próprio blog.  
Achmed Batata não respeita o acordo ortográfico nem o Islão.
Achmed Batata é um terrorista platónico e inteiramente pacífico, que só usa bombas de factos e senso-comum.

HÁ LÁ UM SNACK-BAR!!! BUUUMMM!!! 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Caso Jamaica: Bloco de Esquerda quer Portugal a arder

1. OS FRUTOS DA ACÇÃO BLOQUISTA


Bonito, não é?


2 . VAMOS AGIR? 

Destituição de Mamadou Ba do cargo de assessor da assembleia
https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT91716&fbclid=IwAR3jI8-Ht56uUNE1FzH5aKZtgvpkdy9pTKLXywW1QlopNWusLU7kb1J51RM

Após as recentes, vergonhosas, declarações do Sr. Mamadou BA, conjuntamente com a sua evidente perseguição difamatória às forças de segurança, declaro, que como cidadã Portuguesa e civilizada que sou, não posso permitir que este tipo de pessoas tenham uma palavra a dizer na gestão do nosso país! Deveria ainda decorrer uma investigação por instigação à violência, discriminação e xenofobia!

Agora, e na sequência de:



3. RECORDANDO O CASO DO BAIRRO DA JAMAICA
Há pouco mais de uma semana, houve uma desordem no bairro da Jamaica. A Polícia foi chamada a intervir. Quando chegaram, os agentes foram atacados por alguns moradores e, como também são seres humanos, reagiram.
Quem chamou a Polícia assegura que os agentes não foram lá bater indiscriminadamente nas pessoas: 



Tal como a senhora do vídeo acima, outros moradores asseguram que a Polícia foi recebida à pedrada. 
O que se passou foi isto:




No entanto, como as pessoas que atacaram a Polícia são negras, imediatamente o caso foi classificado como "racismo policial":




 4. REACÇÃO RACISTA ANTI-BRANCOS

O paradigma vigente determina que apenas as pessoas brancas podem ser racistas.
Consequentemente, por causa do incidente do Jamaica, podemos ler nas redes sociais desde apelos ao assassinato do embaixador de Portugal em Angola até juras de que os negros hão-de escravizar os brancos:





(Pode clicar para ver melhor. Nada racistas, estas pessoas!...) 



5. BOM-SENSO E VERDADE
Agora veja o que diz esta senhora, que é angolana e negra, mas não engole o isco que os RACISTAS do Bloco lhe atiram:


Tal como escrevemos no post anterior, também ela sabe ver que em Portugal existe igualdade de oportunidades e que ninguém tem o seu caminho barrado por causa da cor da pele. Tirando meia-dúzia de neo-nazis, os portugueses não são racistas. Talvez haja poucos países tão anti-racistas como nós.

6. MAMADOU MAMA À NOSSA CUSTA


O senegalês Mamadou Ba: racista, comunista, muçulmano, apoiante do terrorismo islâmico, anti-semita, odiador de Portugal e milionário pago pelos contribuintes portugueses.

O nosso apaluso a quem foi confrontar o racista senegalês Mamadou Ba, que é milionário com o dinheiro dos contribuintes portugueses, enquanto faz tudo quanto pode para destruir Portugal:


7. A FALÁCIA DO RACISMO POLICIAL

Neste fim-de-semana, houve confrontos entre adeptos de futebol e a Polícia:


Como são brancos, já não se tratou de racismo...

8. PORTUGAL JÁ ARDE... 
Desde o dia do incidente do Bairro da Jamaica que tem havido carros e autocarros incendiados, cocktaisl molotov contra as esquadras de Polícia, ecopontos a arder, danos patrimoniais e insegurança social:







Há muito que o Bloco de Esquerda aguardava uma oportunidade para abrir mais esta frente de combate. Apesar de não ter havido nem excesso nem racismo por parte da Polícia, esta foi uma oportunidade avidamente aproveitada.
O Bloco acendeu o rastilho. A guerra racial que assola a Europa (com os inevitáveis incêndios provocados), sobretudo os carros queimados) chegou oficialmente a Portugal (ver vídeos no final do post).




9. SEPARATISMO E SUBVERSÃO FABRICADOS PELO BLOCO DE ESQUERDA
O muçulmano Mamadou Ba e os seus camaradas Bloquistas já chegaram a propor a abolição da Polícia:
João Delgado, Kitty Furtado, Mamadou Ba e Sadiq S. Habbib exigem, entre outras coisas a "abolição total da PSP e da GNR e sua substituição por mecanismos de garantia da segurança colectiva, baseados nas comunidades".
em O OVO DA SERPENTE:

Movimento negro quer abolir a PSP e a GNR





(O escândalo: um deputado do PSD "insultou" o deus Mamadou no Facebook! O governo está de alma e coração com o Bloco e contra a Polícia).

10. O MARXISMO CULTURAL EM ACÇÃO



Suécia: "migrantes" incendeiam a via publica, espancam nativos, destroem propriedade e atacam a Polícia. A Polícia europeia está desmoralizada e desautorizada pelos governos.

Temos visto em toda a Europa (menos no Leste, que já conhece o Comunismo), como a extrema-esquerda e o Islão (sempre unidos) se mobilizam para criar o caos nas ruas e a ruptura social, um estado propício à destruição da sociedade e à tomada do poder ambicionada por ambas as seitas.
Comunismo e Islamismo jamais chegaram ao poder pela via democrática, pois são ideologias absolutamente anti-democráticas. Apenas a violência e a guerra servem os interesses do Comunismo e do Islamismo.
Em Portugal, desde há algumas décadas  que se assistia ao declínio eleitoral do Partido Comunista. Como é uma ideologia de geometria variável, cujo único objectivo é a tomada do poder, o Comunismo em Portugal transmutou-se numa coisa "nova", capaz de apelar aos jovens.  

O eleitorado do Partido Comunista não se renovava, as ceifeiras e a União Soviética nada dizem às novas gerações, mais interessadas em ideologia de género, liberalização da cannabis, animalismo, música revivalista Zeca Afonso/nacional-picheleira, trancinhas rastafari, Festival Islâmico de Mértola,  apoio ao terrorismo islâmico (do Hamas ao ISIS), e coisinhas afins.

Vai daí,  aparece o Bloco de Esquerda, envergonhado da foice campesina e do martelo operário, conservando apenas a estrelinha que representa os "intelectuais".

Os hippies podem ser os mesmos de sempre, velhos e estafados, as "voltas" são de 360 graus, mas o Comunismo é assim mesmo...


O Bloco tem-se afadigado em arrebanhar todos os descontentes da sociedade. E na falta deles, inventa-os. Vai ter com os homossexuais e convence-os de que Portugal é um país homofóbico (apesar de ser um dos países do mundo mais gay-friendly).
Vai ter com as pessoas não-brancas e convence-as de que Portugal é um país racista (apesar de o racismo em Portugal ser profundamente desprezado, de Portugal ser um país consideravelmente mestiçado, dos casais inter-raciais que se vê aos montes pelas ruas, etc., etc.).

Tal como o MRPP nos seus tempos áureos, o Bloco vai às prisões e diz aos reclusos que eles na verdade é que são as vítimas e a culpa é "da sociedade e do sistema". 
O Bloco convence as mulheres portuguesas que os homens são todos uns javardos violentos e misóginos. E quais são as raparigas hoje em dia que não acreditam ser "feministas"? O que quer que seja que isso queira dizer - e elas não sabem!
O Bloco  não poupa nem as crianças, e infiltra-lhes coisas tão pertinentes como a possibilidade de mudarem de sexo logo aos 16 aninhos, sem ser necessário consentimento paterno. O Bloco quer sexo livre a aborto pago pelo contribuinte. O Bloco é um caso sério.



O Bloco é a versão partido político de um menino bem na idade da gaveta.


O PS, que já nasceu grisalho e a cheirar a repartição, olha, atónito, para o seu prospectivo eleitorado jovem a fugir-lhe. O PS ainda experimentou meter a Juventude Socialista a distribuir preservativos nas campanhas eleitorais, mas os jovens do PS também já nasceram velhos. Distribuem preservativos, mas sempre de olho na poltrona que os aguarda em Belém. Não convencem ninguém.

Já os jovens do Bloco de Esquerda são genuinamente idealistas e incuravelmente estúpidos. Acreditam que em Portugal e na Europa se vive a vida mais miserável que se pode viver, e suspiram pela doce vida dos países islâmicos, imaginando-a feita de haréns, oásis, tendas, narguilés, uma versão orientalista da sua repimpada vida de hippies.
Imaginam que a Coreia do Norte é um perpétuo acampamento de Verão do Bloco de Esquerda, com multi-palcos e manifestações de protesto contra bué de cenas, e a malta toda sem fazer nenhum, a cantar o Bella Ciao. 
Praticamente tudo o que caracteriza o estilo de vida desta rapaziada dá direito a pena de morte no mundo islâmico ou no mundo comunista - desde logo a música profana, o sexo livre e as drogas.
Mariana Mortágua, Mamadou Ba e outros líderes bloquistas, lideraram o aproveitamento deste episódio para criarem a narrativa do "racismo" em Portugal. Puderem fazê-lo com a conivência de uma comunicação social, toda ela pejada de gente da sua cor política. Da "informação" ao "entretenimento", passando pelas Universidades, o Bloco e seus parentes ideológicos dominam tudo. Claro que isso custa muito dinheiro, mas para o mundo comunista e islamista, e seus aliados globalistas, dinheiro não é problema.
O Marxismo Cultural serve aos partidos do Sistema, porque lhes vai permitindo chegarem ao poder. Serve ao Islão, porque os partidos do Sistema abrem as portas à invasão islâmica. E serve ao globalismo, que ganha com a alienação geral e o fim do livre pensamento.
Para mais informações acerca da Tríplice Aliança, veja esta explicação:




O Bloco de Esquerda, mais do que qualquer outra esquerda, representa em Portugal a estratégia de tomada do poder através do Marxismo Cultural.  O Bloco aplaude a repressão nos países comunistas e islâmicos e aqui no Mundo Livre, assume-se como paladino de todas as liberdades.
O Bloco declara-se anti-racista mas odeia brancos, considera-os inferiores, e, no caso de serem judeus, pugna pelo seu extermínio (vide o apoio do Bloco aos grupos terroristas que procuram exterminar os judeus e obliterar Israel).
O Bloco convive bem com a mutilação genital feminina islâmica, com a lapidação de mulheres, com a escravatura sexual feminina e com a ausência total de direitos das mulheres no mundo muçulmano. Mas aqui o no Mundo Livre o Bloco é o campeão do feminismo.
O Bloco é anti-religião, usa regularmente a blasfémia para efeitos de propaganda e considera as pessoas religiosas como doentes mentais. Mas prostra-se respeitosamente aos pés do Islão.
O absurdo, a irracionalidade, a incongruência, nunca foram um obstáculo para a extrema-esquerda. O Bloco é um exemplo acabado disso mesmo.

Para melhor entender o Marxismo Cultural e a sua estratégia de destruição do Mundo Livre:





A Europa arde; o Bloco quer Portugal a arder: