quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

"Eurislam" - Projecto OFICIAL de Islamização da Europa

É oficial.  As elites políticas europeias querem a Europa islamizada, e contam para isso com o sempre dócil exército de jornaleiros, opinion-makers e outros carneiros.

"OS REFUGIADOS SÃO BEM-VINDOS AQUI" - diz o cartaz empunhado por este senhor sueco, moderno e sofisticado, esquerdista e islamófilo, de saias, malinha e sapatos cor-de-rosa. E uma fita de seda à cintura, a condizer. Não temos nada contra pessoas assim, mas a triste ironia é que os "refugiados", na terra deles, executam pessoas destas.

Nós, e outros modestíssimos bloggers, há anos que avisamos que está em curso um processo deliberado de ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA.
Mas como a Al-SIC, a Al-Globo, o Al-Público, a Al-RTP, e tantas outras centrais de propaganda islâmica, continuam a martelar na cabeça do povo com a treta dos "refugiados", o povo come a palha que lhe dão. Basta pôr-lhe os óculos verdes do Islão.
Israel, e em particular Benjamin Netanyahu, há muito que avisam para tomarmos cuidado, ou teremos os mesmos problemas que eles por lá têm:




Mas os líderes europeus querem mesmo a islamização. E o povo de Esquerda também. Os muçulmanos votam na Esquerda, e assim têm conseguido fazer-se eleger indivíduos e ideologias que a Europa há muito rejeitou.






Um spot televisivo que passa na TV sueca encoraja as mulheres europeias a usarem vestimenta islâmica, em nome da "tolerância". O spot é pago pela UNESCO/ONU. Mas muçulmanas descobrirem a cabeça, já não é  considerado "tolerância". 
A fina-flor da intelectualidade europeia alinha com o Islão, que quer a extinção dos "brancos":






VAMOS AO ARTIGO:

A União Europeia lançou o seu projecto oficial "Eurislam", a islamização da Europa pretendida pelas elites europeias, cujo objectivo declarado é facilitar a islamização da Europa sob o disfarce de integração ...
Um artigo do site EUROPE-ISRAEL.


A investigadora Bat Yé’or, que dá conta de tudo no seu livro «Eurabia», é peremptória:
"A Europa escolheu abrir as suas portas às populações muçulmanas no contexto de acordos euro-árabes".

, jurista, analisa o conteúdo do documento Eurislam:
O "Eurislam" ... Não é preciso fazer um desenho, percebe-se imediatamente o que eles pretendem. O logotipo que ilustra o relatório já diz tudo: um minarete decorado com um crescente islâmico está no centro da bandeira azul europeia com estrelas do ouro. 
O Islão não é "incluído", ele é central no destino histórico que tentam construir os destruidores que nos governam.
Philippe de Villiers revelou recentemente a existência deste relatório, que prevê, nomeadamente, um plano formal de partição, de forma idêntica a admissão de fracasso feita por François Hollande, em «Un Président ne devrait pas dire ça».
Financiado pelo fundo FP7-SSH, que tem um orçamento de 623 milhões de euros inteiramente dedicados à pesquisa em ciências humanas para a futura União Europeia, o relatório Eurislam tenta dar aos Estados-Membros a chave para que estes acolham adequadamente os imigrantes, especialmente os muçulmanos.

(Aqui fazemos pausa na tradução, para vomitar, quando pensamos nos milhões de europeus que estão a viver na miséria, enquanto os já bem mais de 50 milhões de colonos muçulmanos acolhidos pelos psicopatas da União Europeia, vivem à nossa custa, enquanto grande percentagem deles espanca, rouba, destrói, estupra, tortura e mata, impunemente).
No vídeo seguinte, o primeiro senhor que fala é o imã da mesquita que está a profanar o Monte do Templo, em Jerusalém (mais uma blasfémia islâmica entre tantas):

 



O relatório oferece as seguintes soluções, que eu vou tentar decifrar traduzindo a linguagem do Politicamente Correcto em que o documento está redigido:
- Fornecimento de consultores às associações muçulmanas, para facilitar as suas relações com os Estados - em favor dos primeiros;
- Reforço das missões de associações chamadas "anti-racistas", a mediação ideal para a integração dos muçulmanos na Europa;
- Obrigação sos meios de comunicação de falarem bem dos muçulmanos em vez de comunicarem as tragédias de terrorismo ou as dificuldades que suas práticas muçulmanas fazem nascer nas sociedades ocidentais;
- Reeducação das pessoas que sentem que a distância cultural entre elas e os muçulmanos é muito grande;
- Promoção da integração "sócio-cultural";
- Criação de uma organização supra-nacional que represente os interesses dos muçulmanos;
- Instalação de políticas de discriminação positiva.

Tudo isto está disponível na Internet:
Pode ver o relatório Eurislam aqui. Aqui pode aceder ao site do Eurislam.

Actualização: a página do EURISLAM no site oficial da União Europeia já foi removida, depois de este caso se ter tornado público. Ainda está onlçine no site da Comissão Europeia (abaixo). Juntamos mais sites onde pode conferir a veracidade destas alegações. A seu tempo, o Poder também os removerá, é claro...
 https://cordis.europa.eu/project/rcn/89092/reporting/en
 http://www.sussex.ac.uk/migration/research/identitydiversity/eurislam
 http://www.bristol.ac.uk/ethnicity/projects/eurislam 
https://www.wzb.eu/en/research/migration-and-diversity/migration-integration-transnationalization/projects/finding-a-place-for-islam-in-europe-eurislam 
https://www.researchgate.net/profile/Anja_Heelsum/publication/269409063_EURISLAM_finding_a_place_for_Islam_in_Europe_cultural_interactions_between_Muslim_immigrants_and_receiving_societies/links/548b194e0cf225bf669f839c/EURISLAM-finding-a-place-for-Islam-in-Europe-cultural-interactions-between-Muslim-immigrants-and-receiving-societies.pdf
https://www.researchgate.net/publication/269409063_EURISLAM_finding_a_place_for_Islam_in_Europe_cultural_interactions_between_Muslim_immigrants_and_receiving_societies
http://dare.uva.nl/search?identifier=5b43f2a6-c479-4d78-b60b-e22ad1c67028
https://easy.dans.knaw.nl/ui/datasets/id/easy-dataset:62447
Enquanto o dinheiro dos europeus está a financiar estes projectos, as mulheres já não têm o direito de tomar um café nos cafés da cidade de Sevran, como evidenciado por a reportagem da France 2.
A União Europeia exigirá em breve aos Estados-Membros uma política de imigração  inevitavelmente "inclusiva" e "multicutural".
"Em Roma, faz como os romanos" já era. Agora é "Em Paris, faz como em Cabul". É assim que as civilizações se afundam.

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De cima para baixo: o homem (?) que se tornou o emblema do movimento "WELCOME REFUGEES" ("Bem-Vindos, Refugiados") na Europa é um militante de extrema-esquerda (que surpresa!); O presidente do município de Londres, eleito pelos londrinos, o muçulmano Sadiq Khan, apoiante confesso do ISIS/Estado Islâmico; e as massas de manifestantes que por toda a Europa saem às ruas a exigir mais muçulmanos

Como podemos ver todos os dias (nomeadamente em Portugal), os governos, os partidos políticos, a Igreja, as ONG's, os eurocratas, desunham-se todos a pedir mais "refugiados". 
No entanto, a mais recente patranha anti-semita afirma que são "os judeus" que mandam os muçulmanos invadir a Europa. Como "prova", apontam um suposto "Plano Kalergi".
Desmontamos por completo essa patranha nestes dois posts


Não existe e nunca existiu um plano Kalergi

Não, Kalergi nunca quis uma futura raça "negro-eurasiana"! 

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ÓDIO AO "INFIEL"
A atitude da generalidade dos colonos muçulmanos na Europa, é de desprezo e hostilidade aberta, porque o Islão é supremacista e considera-nos a nós, os "infiéis", seres inferiores (se duvida, estude o Islão). Só quem nunca esteve num país muçulmano estranha esta atitude.  
Aleatoriamente, uma ilustração da atitude islâmica com os europeus:
Estes simpáticos "refugiados" muçulmanos foram apanhados por uma câmara politicamente incorrecta a pontapear uma rapariga alemã pelas escadas abaixo.



Aqui, um grupo de "refugiados" demonstra toda a sua gratidão deitando fogo ao cabelo de uma rapariga alemã.



A invasão islâmica da Europa, a guerra demográfica, o supremacismo islâmico e a conquista e submissão dos "infiéis", assumidos, demonstrados e explicados pelos próprios  colonos muçulmanos:



Este tipo de vídeos, que expõem a hostilidade aberta da maior parte dos colonos muçulmanos, são regularmente retirados do YouTube, e substituídos por outros, de propaganda ao Islão.

Esta lista de vídeos poderia continuar. Todos os dias, na Europa e em todo o Mundo, os muçulmanos espalham o terror. O Holocausto dos cristãos prossegue, com 1 cristão a ser assassinado a cada 5 minutos, perante a total indiferença dos media e dos políticos, que às vezes até demonstram hilariedade e regozijo, como quando os muçulmanos sacrificaram o padre Hamel ao deus Alá.
O artigo do site Jihad Watch intitulado "A Invasão Islâmica e o Colapso da Europa" oferece centenas de vídeos e artigos com relatos de assassínios, estupros, roubos, espancamentos, incêndios, destruição de propriedade, assaltos, profanação de lugares sagrados, praticados pelos colonos muçulmanos. Se formos a qualquer outro site do género, encontramos esta deprimente contabilidade.



"A Suécia goza o abraço caloroso daqueles que aí aportam em busca de uma vida melhor" - escreve o actor James Woods.

Nem todos os muçulmanos são assim. Somos os primeiros a reconhecê-lo e a louvá-lo. Mas convém que tenhamos em mente que esta gente é mandada para a Europa pelo ISIS, a partir do Norte de África, como temos demonstrado exaustivamente.
Com migrantes económicos (porque será que fogem do Paraíso islâmico?...), chegam supremacistas em conquista para Alá, e chegam terroristas, responsáveis pelos ataques que têm dilacerado o nosso Continente pacífico e civilizado.




Nada melhor que uma muçulmana (assim fossem todos os muçulmanos) para nos dar a noção da percentagem de muçulmanos que apoiam a jihad, o terrorismo:


Isto não passa na TV...

PROIBIDO QUESTIONAR! 

 
Os media mostram apenas grandes planos de algumas mulheres e crianças que os invasores trazem para fazer figuração. O grosso da coluna são homens jovens, bem nutridos, em idade militar, com muito dinheiro nos bolsos. Estranhos refugiados da Síria estes, que chegam de todo o lado, da Nigéria ao Paquistão...

Os media, as Universidades e seus académicos ao estilo Boaventura Sousa Santos, mais os políticos da "situação", rotulam de fascista racista e xenófobo, quem se atreva a fazer perguntas pertinentes:

 - De onde vem esta gente e porquê?
- Porque é que os países islâmicos não recebem nem um dos supostos "refugiados"?
- Porque é que somos obrigados a suportar tanta hostilidade, crime e terrorismo?

Perguntas proibidas na Europa. Podem até dar cadeia.

Muitos dos "refugiados" são terroristas com treino, e chegam a ser acolhidos como "crianças" por famílias bem intencionadas, vítimas da propaganda esquerdista. O ISIS manda-os para cá. A Esquerda acolhe-os como eleitores certos. Uma mão lava a outra e as duas dão cabo do Mundo Livre.


Cá, é oficialmente uma pobre criança de 12 anos, órfã de guerra.
Lá, decapita cristãos, judeus, hindus, e outros "infiéis".

 ETERNA OBSESSÃO


 
Israel (a azul, tente descobri-lo no mapa) está cercado de organizações terroristas. A Esquerda apoia os terroristas  (mais ou menos explicitamente). A Esquerda absolve a mancha vermelha e embirra com o ponto azul.

A substituição populacional na Europa permitirá à extrema-esquerda chegar ao poder pela via democrática (mais muçulmanos = mais votos na extrema-esquerda). Foi assim que os socialistas foram eleitos em França e os "melancias" (verdes por fora, vermelhos por dentro) na Suécia. 
Israel e os judeus - eternos bodes expiatórios - servem na perfeição para ir entretendo as massas.  Enquanto a canzoada de jornaleiros continua a ladrar contra Israel, a caravana da islamização da Europa e do Mundo vai passando!
O Islão não admite judeus nem cristãos. Consequentemente, não admite Israel. Nem a nós, infiéis europeus judaico-cristãos. E os desejos do Islão são ordens...
Não, meus amigos; Israel e os judeus não são os maus da fita. Eles sofrem há 1400 anos o que nós voltamos a sofrer, séculos depois de D. Afonso Henriques e outros heróis, terem dado tudo de si mesmos para que continuássemos LIVRES!

 Se não sabe, descubra porque é que a Esquerda odeia Israel: AQUI e AQUI.

POST-SCRIPTUM
Por oportuna sugestão, fica aqui um vídeo sobre a substituição populacional que está em marcha TAMBÉM EM PORTUGAL:




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