domingo, 24 de março de 2019

Em Londres, pregar o Cristianismo já dá cadeia

Sadiq Khan, o terrorista presidente de Londres



P.S. - VEJA BEM ESTA VERGONHA; COM O PRESIDENTE ISLAMISTA, ELES EXIGEM A LEI ISLÂMICA NAS RUAS, DECLARAM A SUPERIORIDADE DO ISLÃO, AVISAM QUE VÃO TOMAR CONTA DO PAÍS, ENQUANTO OS CRISTÃOS SÃO PRESOS POR SEREM CRISTÃOS:


Quando, há uns anos, os londrinos elegeram o terrorista islâmico Sadiq Khan para seu presidente, avisámos que tudo isto iria acontecer. Londres é hoje a capital mundial dos ataques com ácido, 80% dos muçulmanos em Londres apoiam o ISIS, os ataques terroristas são diários, o crime bate recordes, nas mesquitas e nas ruas prega-se aberta e livremente a jihad (a guerra santa do Islão), mas... os cristãos são proibidos de pregar a sua religião!
 Este post fica arquivado na nossa secção:

 Reino Unido
gyulyul 
Oluwole Ilesanmi foi preso por pregar o Cristianismo, numa cidade onde se prega o Islamismo nas ruas.
Os maometanos pregam a sua ideologia criminosa e genocida nas ruas e nada lhes acontece. Os cristão são presos. Veja a diferença:


Presidente muçulmano de Londres defende prisão de pregador cristão: "Não há direito ilimitado à liberdade de expressão" 
“Não existe um direito ilimitado à liberdade de expressão ou liberdade de expressão. Existem limitações e há um equilíbrio que precisa ser feito” -

Se existem limites à liberdade de expressão para além das proibições de convocações abertas à violência e às actividades criminosas, então não há liberdade de expressão. E se não há liberdade de expressão, já não há sociedade livre. Os muçulmanos reclamavam da pregação de Oluwole Ilesanmi, e agora é oficial: os muçulmanos na Grã-Bretanha são uma classe protegida cujos desejos devem ser atendidos em todas as circunstâncias. A Grã-Bretanha está, é claro, acabada.
Robert Spencer/ Jihad Watch

A prisão do pregador cristão: 






"Há limites para a liberdade de expressão", diz o Presidente de Londres após a prisão de pregadores de rua
Christian Today, 22 de Março de 2019:

    O presidente de Londres, Sadiq Khan, falou sobre a recente prisão e posterior detenção de um pregador de rua ao lado da estação de metro de Southgate.

    Imagens de vídeo de Oluwole Ilesanmi sendo preso pela Polícia, acusado de “violação da paz”, tornaram-se virais nas redes sociais e já foram vistas mais de 2 milhões de vezes.
 
    A Polícia prendeu Ilesanmi depois de um membro do público se ter queixado de que este fez comentários "islamofóbicos". Nenhuma outra medida foi tomada e o Sr. Ilesanmi foi posteriormente detido.
Nota do Tradutor: Para os muçulmanos, pregar qualquer religião que não o Islão, é considerado blasfémia. No Paquistão e na Índia, vemo-lo diariamente, cristãos linchados, queimados vivos, por acusações de blasfémia.

  (...)  O incidente deu origem a preocupações sobre a liberdade de expressão para os cristãos.

    Falando sobre a prisão de Ilesanmi durante o período de perguntas ao presidente na Assembleia Municipal de Londres, na quinta-feira, Khan disse: "Espero que a Polícia leve este assunto a sério".

    Embora Khan tenha dito que seria inadequado comentar sobre o caso específico à luz da revisão em curso pela Unidade de Padrões Profissionais do Distrito, ele defendeu o direito da Polícia de investigar alegações de crime.

    "Sempre foi claro que a liberdade de expressão é fundamental e deve ser protegida, mas também que a Polícia deve ser capaz de investigar quando
são feitas alegações de uma ofensa criminal", disse ele.

    Foi perguntado ao presidente se os cristãos podem ler abertamente qualquer parte da Bíblia sem medo de prisão, e o Sr. Khan recusou descartar a possibilidade de incidentes semelhantes acontecerem novamente no futuro.

    “Não existe um direito ilimitado à liberdade de expressão. Existem limites e há um equilíbrio que precisa ser feito”, disse Khan.
"Mas eu estou bem seguro dos meus próprios pontos de vista - devemos ir o mais longe possível para defender esse princípio realmente importante [da liberdade de expressão] e isso inclui o discurso sobre a religião".

Khan popularizou-se no Reino Unido a defender judicialmente terroristas islâmicos como Louis Farrakhan, da Nação do Islão. Os londrinos preferem ser mortos a não parecer "islamofóbicos". Adeus, Europa...

Aprecie bem a prosápia do terrorista Sadiq Khan, em terra conquistada: 


Não se esqueça de me visitar no meu blogue, o ACHMED BATATA.

12 comentários:

  1. A matéria fala no muçulmano eleito “presidente” de Londres ... ele é o prefeito de Londres. A inglaterra tem Primeiro Ministro, mas não tem presidente...

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    1. Olá amigo Carlos, Em Portugal não temos prefeitos mas sim presidentes da câmara municipal. Sendo nós portugueses, escrevemos à portuguesa. Mas muitas vezes colocamos entre parêntesis o sinónimo brasileiro: por exemplo, nós dizemos telemóvel e vocês dizem celular; nós dizemos boleia e vocês dizem carona, etc..

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  2. Que horror!!! Ainda bem que tem mandato restrito. Será que os londrinos quererão reelegê-lo?

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    1. Sendo a população de Londres cada vez mais constituída de invasores muçulmanos, ele terá a reeleição assegurada. É essa a estratégia islâmica da guerra demográfica.

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  3. Inacreditável! Parece o fim dos tempos...

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  4. Não parece o fim dos tempos, é o fim dos tempos! Quando as facas chegarem aos pescoços, se lembrarão disso, mas será tarde demais!

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    1. 100% de acordo. Todos esses esquerdinhas, gayzistas, feministas, bonzinhos da outra face, que gritam "Allahu Akbar" nas manifestações, vão ficar surpreendidos quando chegar a vez deles. Nem conseguem aprender com os exemplos alheios. O jornalista esquerdista James Foley era tão amigo dos maometanos que até se converteu ao Islão, e eles cortaram-lhe a cabeça sem cerimónias.

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    1. Este é o menor dos problemas em Londres. Os ataques com ácido e à facada são bem piores.

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  6. Verdade!!! Não se enganem com essa lorota de “Islã, a religião da paz” porque de paz nada há nesse engodo!

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  7. Obrigado John Oliveira por nos informar o que está acontecendo na Europa. Que Deus tenha misericórdia de nós.

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    1. É apenas uma pequena parte, amigo. Em países como a França as tropas estão nas ruas há anos a fio e a situação agrava-se. Uma guerra civil é inevitável, pois a população tarda a acordar e votar em quem pode salvar a Europa.

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