sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

EUA: Todos os ataques antissemitas de 2019 captados em vídeo


Uma onda de ataques antissemitas varreu os Estados Unidos em 2019. Eis os que foram captados em vídeo:




Via:

https://www.breakingisraelnews.com/141044/all-antisemitic-incidents-in-us-caught-on-video-in-2019/


Quem se alegra com isto deve lembrar-se que o que começa com os judeus nunca se fica apenas pelos judeus. Somando uma série de originalidades (irritantes para alguns), os judeus são o barómetro habitual do mal-estar nas sociedades. Quando os judeus começam a ser procurados como bode expiatório, a coisa tende a atingir outros grupos humanos logo a seguir.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Kit Greta Thunberg


Via:  Renaissance Horizon

"VOCÊS ROUBARAM OS MEUS SONHOS E A MINHA INFÂNCIA" - KIT DE INICIAÇÃO
Cadeira Vitra: 8.690 euros (+ 1790 na versão em madeira de jacarandá)
Cadeira Egg da Pamoni: 9.450 euros (+ 340 euros de despesas de envio)
Guitarras Ovation (aproximadamente 1000 euros)



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É esta menina que se queixa de ter tido a infância destruída pelo Capitalismo.
Só numa foto da humilde casinha dos comunistas suecos Thunberg, podemos ver como o ambiente é tipicamente proletário. São estas pessoas que exigem que as  pessoas vivam na mais abjecta pobreza, em nome de uma MENTIRA.
Greta Thunberg (caso ainda não a conheça) é uma jovem sueca, quase a fazer 18 anos, que se veste como uma criança e deixou de ir à escola para passar a andar pelo Mundo Livre a promover a agenda extrema-esquerdista dos seus pais, comunistas do grupo Antifa:
Segundo Greta, os países do Mundo Livre devem parar imediatamente de usar meios de transporte que usem combustíveis, devem abandonar a industrialização, devem devem basicamente regressar à Idade Média.
E porquê? Porque, segundo Greta, a jovem que deixou de ir à escola já há alguns anos, o planeta Terra está a aquecer. A China, a Índia, os países comunistas e islâmicos, não aquecem o planeta. Só os do Mundo Livre.
Greta, segundo os seus pais, consegue ver o dióxido de carbono a olho nu.  A jovem é autista, sofre de depressão crónica e de psicose maníaco-depressiva.
Greta declara nos seus discursos "que quer que as pessoas entrem em pânico". E está a consegui-lo:

Epidemia global de 'eco-ansiedade' atinge crianças


O Efeito Greta:


As crianças andam a faltar às aulas às sextas-feiras para irem para isto.


As alegações de Greta Thunberg e de toda a Esquerda, que a apoia fervorosamente, não têm qualquer base científica, como demonstrámos exaustivamente (por exemplo) em:

Greta Thunberg e a lavagem cerebral eco-fascista às crianças

31.000 cientistas REJEITAM tese "oficial" do aquecimento global

Completamente injectada de ódio, o discurso de Greta na ONU, escutado reverentemente pelo Secretário-Geral Frei Guterres das Fronteiras Abertas, deixou meio mundo de cara à banda:


Usar crianças e jovens (Greta será adulta dentro de alguns meses) para promover agendas maléficas, não é novo. Genocidas torcionários como Stalin, Mao e Hitler, já o fizeram:


Como é possível haver ainda tanta gente encarneirada atrás da Greta? Publicidade em massa pelos jornaleiros a soldo. E muitos mais seriam se não fosse a Internet conservadora:

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Banco estatal russo: "Mate judeus"

Banco estatal russo envia código aos clientes: "Mate judeus" 
E te farei voltar, e far-te-ei subir do extremo norte, e te trarei aos montes de Israel.

Ezequiel 39:2


Agência Sberbank em Subotica, Sérvia. O Sberbank é uma empresa estatal de serviços bancários e financeiros da Rússia, com sede em Moscovo. 

Na semana passada, um ex-consultor de Moscovo divulgou um código com a mensagem 'Mate judeus' enviado aos clientes pelo banco russo Sberbank - ver Jewish.ru. 
Artem Chapaev twittou uma captura de ecrã da senha que recebeu como mensagem de texto para telefone, vinda do Sberbank. 




O código estava no idioma russo, mas as letras do alfabeto inglês eram compostas por: "CRYVKILLJEWS"
Enquanto o seu tweet circulava nas redes sociais, o Sberbank, que pertence ao Banco Central da Rússia, alegou que a imagem havia sido adulterada. 
Mas, de acordo com o Jewish.ru, o Sberbank rapidamente voltou atrás, admitindo que a imagem no tweet era realmente autêntica. 
O serviço de imprensa do Sberbank alegou que o código enviado ao cliente via SMS é um conjunto gerado de caracteres aleatórios. “O mecanismo para gerar um número tão grande de combinações únicas de caracteres é executado automaticamente pelo sistema e não envolve a participação dos funcionários. Pedimos desculpas e em breve revisaremos o processo de geração de um código de participante”, pode ler-se numa declaração de uma instituição de crédito.

Traduzido e condensado de:



Exactamente, Sberbank! Os pogroms e o Holocausto, ambos executados com zelo em terras do Leste da Europa, também foram aleatórios. Olhem para esta aleatoriedade:













terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Terrorista de London Bridge era um muçulmano simpático

Na sequência de:

A Grã-Bretanha está acabada


Numa entrevista de TV em 2008, o muçulmano paquistanês Usman Khan disse à BBC: "Não sou terrorista".
Isto foi quatro anos antes de sua condenação por planear explodir a Bolsa de Valores de Londres e 11 anos antes da sua fúria violenta na ponte de Londres, onde ele matou duas pessoas.
BARE NAKED ISLAM




Se dúvidas houvesse, aqui fica a prova de que ele era um excelente rapaz, como todos os muçulmanos que as pessoas conhecem e que são todos "muito simpáticos", até começarem a matar as pessoas, mas isso de certeza que é do aquecimento global.


E de "caso isolado" em "caso isolado", a matança islâmica diária avança, desde há quase 1500 anos, diariamente, sem parar. Este caso foi falado por ter acontecido na capital mais cosmopolita do mundo. A maior parte dos mais de 670 milhões de mortos inocentes, assassinados pelo Islão, sem contar com feridos, mutilados, estuprados, etc., não chega a ser falada. Os cristãos do Médio Oriente e de África são massacrados sem a menor reacção do mundo e de organizações como a ONU.
A lavagem cerebral  das massas evita que estas queiram tomar conhecimento dos FACTOS mais elementares sobre o Islão:

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Terrorista de London Bridge pertencia a grupo islâmico e nazi

Na sequência de:

A Grã-Bretanha está acabada



Reino Unido: O assassino jihadista de London Bridge pertencia a grupo muçulmano que admirava Hitler
30 de Novembro de 2019, Robert Spencer  

https://www.jihadwatch.org/2019/11/uk-london-bridge-jihad-murderer-belonged-to-muslim-group-that-admired-hitler

Nenhuma surpresa aqui. O Alcorão descreve os judeus como inveteradamente maus e empenhados em destruir o bem-estar dos muçulmanos. Eles são os mais fortes de todas as pessoas inimigas dos muçulmanos (5:82); eles fabricam coisas e atribuem-nas falsamente a Allah (2:79; 3:75, 3: 181); eles afirmam que o poder de Allah é limitado (5:64); eles gostam de ouvir mentiras (5:41); eles desobedecem a Allah e nunca observam os seus mandamentos (5:13). Eles estão sempre em disputas e brigas (2: 247); escondem a verdade e enganam as pessoas (3:78); encenam rebelião contra os profetas e rejeitam a sua orientação (2:55); são hipócritas (2:14, 2:44); dando preferência aos seus próprios interesses sobre os ensinamentos de Muhammad (2:87); desejam o mal das pessoas e tentam enganá-las (2: 109); sentem dor quando os outros estão felizes (3: 120); são arrogantes por serem as pessoas amadas de Allah (5:18); devoram a riqueza das pessoas por meio de subterfúgios (4: 161); caluniam a verdadeira religião e são amaldiçoados por Allah (4:46); matam os profetas (2:61); são impiedosos e sem coração (2:74); nunca cumprem as suas promessas ou as suas palavras (2: 100); são desenfreados em cometer pecados (5:79); são covardes (59: 13-14); são avarentos (4:53); foram transformados em macacos e porcos para quebrarem o Sábado (2: 63-65; 5: 59-60; 7: 166); e mais. Eles estão sob a maldição de Allah (9:30), e os muçulmanos devem fazer guerra contra eles e subjugá-los sob a hegemonia islâmica (9:29).
Nota do tradutor: o problema de Muhammad com os judeus e com os cristãos foi que eles não o  aceitaram como Profeta e Messias. A partir daí desatou a matá-los ele mesmo e ordenou que os seus seguidores o fizessem. E fazem, ininterruptamente, há quase 1500 anos.

Muita gente ainda não sabe (nem quer saber) que o Nazismo foi aliado do Islão e se inspirou nessa ideologia (O Holocausto foi uma sugestão do Grande Mufti de Jerusalém), nem que os muçulmanos continuam a admirar Hitler e o Nazismo:




“O esfaqueador da London Bridge pertencia ao grupo jihadista que admirava Hitler”
Laura Italiano, New York Post, 30 de Novembro de 2019:

    O terrorista esfaqueador, que foi subjugado por civis, e morto a tiro pela Polícia na ponte de Londres na sexta-feira, era um conspirador bombista que estava a iniciar um campo de treino jihadista na Caxemira - e cujos colegas islâmicos admiravam Hitler e subestimavam o Holocausto.


   Antes do ataque de sexta-feira, o nativo do Paquistão Usman Khan, 28 anos, estava em liberdade, um ano depois de cumprir apenas metade de uma sentença de 16 anos por conspirar com outros oito em 2010 para bombardear locais em Londres como a Bolsa de Valores, a Embaixada americana e Abadia de Westminster.

    Ele ainda usava uma pulseira electrónica, quando entrou em fúria e usou duas facas compridas para atacar pessoas, depois de falar sobre a sua própria "reabilitação" durante uma conferência de justiça criminal patrocinada pela Universidade de Cambridge em Londres, matando duas pessoas e ferindo três.


    Em 2010, ele e seus companheiros jihadistas inspirados pela Al-Quaeda [sic] angariaram fundos e recrutaram terroristas para um campo de terror. Khan, aos 19 anos, o mais jovem do grupo, esperava construir bases terroristas nas terras da sua família na Caxemira, informou a CNN.


    O campo seria disfarçado de escola muçulmana legítima, mas os seus graduados retornariam ao Reino Unido como terroristas altamente treinados que cometeriam ataques mortais, de acordo com processos judiciais citados pelo The Guardian.

    Os investigadores montaram escutas na sede do grupo extremista e ouviram os membros falando favoravelmente sobre Hitler, que eles chamavam de aliado do Islão porque ele entendia que "os judeus eram perigosos", relatou o Guardian.
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As Escrituras islâmicas mandam invadir, escravizar, torturar, estuprar e matar os infiéis. Os líderes islâmicos continuam a pregá-lo. Mas os líderes do Mundo Livre continuam a dormir.

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A Grã-Bretanha está acabada

Na sequência de:
Esta sexta-feira, mais um massacre islamista no Reino Unido. Os colonos maometanos insistem que eles é que são atacados. O primeiro-ministro, após um breve acordar, volta a pedir-lhes desculpa.
Visite a nossa secção Reino Unido e constate o terror da colonização islâmica.

Boris Johnson, primeiro-ministro e líder do Partido Conservador do Reino Unido, força política também conhecida como Tory. 

Reino Unido: Boris Johnson pede desculpas por "toda a mágoa e ofensa que foi causada" pela "islamofobia"

“Johnson foi amplamente criticado pelos tories seniores após as suas observações no jornal Telegraph, com pedidos de desculpas por parte do então presidente do partido, Brandon Lewis. O grupo de monitorização Tell Mama disse que as declarações de Boris provocaram um aumento de 375% nos ataques anti-muçulmanos e incidentes gerais de abuso. No entanto, Johnson tinha sempre recusado pedir desculpas.”

"O grupo de monitorização Tell Mama disse que as declarações de Boris provocaram um aumento de 375% nos ataques anti-muçulmanos e nos incidentes de abuso". Como é que eles sabem disso? Este é um caso de post hoc ergo propter hoc - depois de B, portanto causado por B.
Os supostos ataques anti-muçulmanos ocorreram após as supostas observações “islamofóbicas” de Johnson, mas, a menos que os autores tenham citado Johnson para explicar os seus actos, a conexão é imaginária.

O Tell MAMA é "um grupo 'anti-islamofobia' sobejamente desacreditado que perdeu o financiamento do governo em 2013 após exagerar as estatísticas para promover sua causa".

A Grã-Bretanha está, é claro, acabada.

https://www.jihadwatch.org/2019/11/uk-boris-johnson-apologizes-for-all-the-hurt-and-offense-that-has-been-caused-by-islamophobia


O supremacista islâmico Fiyaz Mughal, do grupo Tell Mama, de quem já falámos neste blogue.

"Boris Johnson pede desculpas pela 'mágoa' causada pela islamofobia Tory"
por Haroon Siddique, Guardian, 27 de novembro de 2019:

    Boris Johnson pediu desculpas pela islamofobia dentro do partido Conservador, depois de um candidato conservador ter acusado o primeiro-ministro de acender as chamas do preconceito anti-muçulmano.

    O primeiro-ministro enfrentou fortes críticas por causa de uma coluna no ano passado, na qual ele usou os termos "ladrão de bancos" e "caixa de correio" para descrever mulheres muçulmanas que usam burca e por não realizar uma investigação independente sobre a islamofobia no partido.

    Na quarta-feira, numa visita à Cornualha, questionado sobre se pediria desculpas pela islamofobia que ocorreu no partido Conservador, ele respondeu: “É claro, e por toda a mágoa e ofensa que foi causada - é claro que sim. E tudo isso é intolerável e é tão importante como país que não permitamos esse tipo de coisa e é por isso que teremos uma investigação independente".

    O pedido de desculpas foi o primeiro que Johnson fez em relação à islamofobia e veio um dia depois de Jeremy Corbyn ter recusado repetidamente durante uma entrevista na TV pedir desculpas pelo antissemitismo dentro do Partido Trabalhista.

    Johnson, que concordou com uma investigação independente sobre a islamofobia durante um debate televisionado sobre a liderança dos conservadores, em Junho, disse que a investigação seria sobre "todo tipo de preconceito e discriminação". Os críticos, que dizem que o preconceito anti-muçulmano é predominante dentro do partido e exigem um exame específico, insistem que tal medida não chega.


    O pedido de desculpas de Johnson veio depois de Parvez Akhtar, candidato conservador de Luton South, ter pedido ao primeiro-ministro que se desculpe de forma inequívoca pelos comentários que fez sobre as mulheres muçulmanas no Telegraph no ano passado e faça uma investigação independente sobre a islamofobia dentro do partido.

    "Qualquer que seja a intenção da coluna, o efeito tem sido reforçar a visão amplamente aceite de que o partido conservador tem um ponto cego quando se trata de muçulmanos", disse Akhtar. "Essa visão é ainda mais exacerbada pelo facto de o primeiro-ministro se recusar a pedir desculpas por esses comentários e realizar uma investigação independente sobre a islamofobia, apesar de se comprometer com isso na televisão ao vivo".

    Akhtar disse que duas vezes experimentou pessoalmente o ódio anti-muçulmano voltado para ele dentro do partido desde que ingressou em 2005, mas não foi embora porque sentiu que a única maneira de efectuar mudanças era a partir de dentro….

    Akhtar disse: "Não posso mais ficar calado, pois seria cúmplice da flagrante discriminação que existe não apenas dentro do partido em relação aos indivíduos, mas também quando se trata da agenda política".


    Johnson foi amplamente criticado pelos tories seniores após as suas observações no Telegraph, com pedidos de desculpas, inclusive do então presidente do partido, Brandon Lewis. O grupo de monitorização Tell Mama disse que as declarações de Boris levaram a um aumento de 375% nos ataques anti-muçulmanos e nos incidentes de abuso. No entanto, Johnson sempre se recusou a pedir desculpas.

    A ex-presidente dos conservadores, Sayeeda Warsi, que faz campanha contra a islamofobia há anos, aplaudiu a posição de Akhtar e disse que o pedido de desculpas de Johnson era "um bom começo".











sábado, 30 de novembro de 2019

Massacre de London Bridge - "Direi mesmo mais!"

RECORDANDO O MASSACRE DE LONDON BRIDGE DE 3 DE JUNHO DE 2017. EIS O QUE NOSSO BLOGUE ESCREVEU E MOSTROU NA ALTURA - E NADA MUDOU:






Obrigado aos TRADUTORES DE DIREITA!

Alguém comentou:
"Realmente, nem Hitler, com sua poderosa Luftwaff bombardeando incessantemente Londres, dia e noite, conseguiu quebrar a moral e determinação dos Britânicos de resistirem e vencerem as aparentes "inquebraveis" Forças alemãs! Mas bastaram as ideologias de esquerda se infiltarem, sorrateiramente na sociedade, e derrubaram a nação por dentro! O povo capitulou ao islã!".

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"E quando encontrares infiéis, corta-lhes os pescoços ..." 
 (Alcorão 47: 4)


 A Europa em fuga da Realidade.


Eram aí umas 10 e meia da noite quando a TV, casualmente ligada, interrompe a programação normal para anunciar um "incidente em Londres". Pela linguagem codificada percebi logo do que se tratava, e disse: "Mais um ataque islamista".

Os meus companheiros de circunstância irromperam em fúria e fizeram chover sobre mim as piores imprecações. De "fanático" a "racista", valeu tudo. As vítimas não lhes suscitaram um pingo de piedade. Todo o seu desvelo foi para a defesa do Islão, essa maravilhosa ideologia que, por ser tão maravilhosa e perfeita, é inquestionável!
Levantei-me, fui a computador, escrevi "London Bridge terrorist attack 3 June", escolhi um site de um jornal não politicamente correcto e não alinhado à esquerda, e soube imediatamente o que se passara:
48 pessoas atropeladas, há mortos no local, terroristas à solta pelas ruas a esfaquear pessoas e a gritar: "ISTO É POR ALÁ!".
Comuniquei  aos meus simpáticos convivas. Com o clássico sorriso do domador a fitar a fera, com a sua superioridade de ser pensante, perguntaram-me de que jornal vinha a informação.
- Do Daily Mail, disse eu.
Estrondoso coro de gargalhadas. Chacota geral. "Mas isso é um tablóide!!!". Enquanto na Ponte de Londres agonizavam pessoas atropeladas por terroristas.
A  realidade não existe quando é relatada pelo Daily Mail, pelo The Sun, ou por qualquer outro jornaleco proletário.
A realidade só existe após receber autorização do Al-Público ou da Al-BBC, que decretaram que os ataques terroristas islâmicos nada têm a ver com o Islão!




Enquanto nas ruas os muçulmanos degolavam inocentes, a Polícia invadia os pubs e mandava as pessoas normais saírem com as mãos na cabeça. Há que ser politicamente correcto. Todos são igualmente suspeitos, não apenas os assassinos de barba salafista, camuflado e faca na mão, com bombas atadas ao corpo!...


Em cada canal, a parelha Dupond e Dupont que está sempre de prevenção ao branqueamento do Islão, ia resmungando os costumeiros diálogos surrealistas:

- "Nada leva a supor, até agora, que se trate de um ataque terrorista!" - ruminava um.
- "Não podemos tirar conclusões precipitadas!" - regougava outro.

Logo à noite devem estar a dizer que "sendo os autores do ataque nascidos na Europa, não se compreende este ataque". Um raciocínio tão pertinente como: "sendo o quadrado da hipotenusa igual à soma dos quadrados dos catetos, não se compreende este ataque".
Fui ao computador passados alguns minutos e informei os meus inteligentes, sofisticados, cultos e informados convivas de que já havia 7 mortos, alguns dos quais degolados com facalhões de 30 centímetros, por muçulmanos  aos gritos de "Allahu Akbar!".
Novas acusações de "racismo", "islamofobia", "fanatismo", "belicismo", "intolerância", etc.. A extensão da escolaridade obrigatória tem feito maravilhas pelo vocabulário das pessoas.
E novas gargalhadas de desdém, porque eu consultei o Daily Mail. Um tablóide.



"Não foi o Islão!".

"Direi mesmo mais: Não foi o Islão!".



Os locutores iam informando que "uma carrinha branca" tinha "aparentemente" atropelado pessoas.  Durante duas horas, a carrinha viajou sozinha, por artes mágicas. Só lá pela meia noite é que começou a fazer-se, timidamente, referência à possibilidade remota de existir um condutor.

Só bem depois da meia-noite foi informado que "havia pessoas esfaqueadas no pescoço". Bem sei que o Reino Unido é a pátria de Harry Potter, e que Hogwarts fica perto de Londres, mas facas que atacam sozinhas, é espantoso.

Num dos canais, já com os olhos piscos de sono, um certo comentador repetia que o ataque era "atípico", pelo que não era decerto um ataque terrorista. Dá a ideia de que lhe deram uma cartilha qualquer para ele debitar e que dali não podia sair. 

A palavra Islão não foi pronunciada. "Extremistas" poderão eventualmente ter cometido o acto.  Foram avistados "indivíduos mediterrânicos" em fuga.

Com o passar das horas, a conta-gotas, o que eu soube em 10 minutos consultando um jornal proletário, foi, timidamente, com infinitas cautelas, bem almofadado de eufemismos, sendo entregue às massas:

"Houve de facto um 'incidente'. Morreram 7 pessoas. Nada podemos fazer para evitar estes 'incidentes', que são característicos da nossa época atribulada. Desconhecem-se as causas do 'incidente'".

É o que diz a Imprensa séria, sem se rir.

A CNN, como toda a Imprensa "séria", diz hoje que "o motivo dos ataques é desconhecido". O Daily Mail continua a divulgar o que se vai sabendo de concreto (as tais fake news dos tablóides).

O número de mortos já vai em 9 - se os jornalistas sérios deixarem, é claro. Se eles decidirem que não houve mortos, ou até que não aconteceu nada, assim será.





O Professor Martelo, que acha o Islão "fascinante e "inspirador", já veio gargarejar o ramalhete de banalidades da praxe.
A Primeira-Ministra Theresa May já foi à Televisão exalar que o ataque não teve nada a ver com o "verdadeiro Islão".

O que essa senhora sabe de Islão... Se calhar ainda mais que o Professor Martelo, que sabe Tudo!...





 Valentes libertadores do colonato de London Bridge, território ocupado pelo kuffar...



O Massacre de London Bridge, como todos os ataques jihadistas, está a ser celebrado pelo mundo islâmico afora, nomeadamente nas redes sociais, mas só jornalecos proletários como o The Sun se atrevem a noticiar. Por isso, é "mentira", apesar de ser verdade.

O indispensável Xeque Munir já está fazer os seus exercícios de aquecimento (à cotovelada) para ir à TV explicar que a verdadeira vítima é o Islão, cujo bom nome é usado por criminosos para cometerem estes actos, que só prejudicam o Islão e mais ninguém (nunca ninguém se faz passar por Amish, Bahai ou Adventista do Sétimo Dia para matar pessoas, é curioso...).

A indústria das flores, velas e ursinhos de peluche vai de vento em popa.

A Cátia Vanessa já meteu uma bandeira inglesa e um coração no status do Facebook.

Os hippies estão a ter um dia em cheio. Vão abraçar muitos muçulmanos, vão cantar "Imagine", "Everything Gonna Be Alright", "Don't Look Back in Anger", vão verberar Trump pela sua iniciativa de vedar a entrada de terroristas nos Estados Unidos, e vão fumar muitas ganzas.
Na TV, a ideia-chave é: "Nada podemos fazer!".

O que realmente interessa - dizem os políticos e os comentadores - é a influência de mais este ataque no resultado das eleições. E os eleitores são ameaçados para "resistirem à tentação securitária" e ao voto na "extrema-direita"...

- Era o que faltava, as pessoas velarem pela própria vida, pela dos seus entes queridos e compatriotas! Olha os egoístas, hein! 

- Era o que faltava, dar-se agora atenção a mais uma mão cheia de mortos! Pois se neste Ramadão, os mortos pelo Islão já são 510, em 46 ataques contabilizados!!!!
- Era o que faltava, eleger-se um qualquer malvado de "extrema-direita", como "o Trâmpe", para ele deportar os 23 mil jihadistas conhecidos da Polícia no Reino Unido, deportar os pregadores de ódio, fechar as mesquitas que pregam o terrorismo e vedar a entrada a terroristas!!! Como é que nós iríamos viver??? Credo!!!
Agora que já mataram, a Polícia já teve autorização para ir deter (até agora) 12 islamistas. Antes de eles matarem, "não é possível fazer nada".

Os mesmos povos que há 70 anos avançavam contra as forças nazis-islamistas, sob balas e bombas, são agora mandados deixarem-se matar um a um, para não parecerem "islamofóbicos".

Vão à merda, senhores eurocratas, escravos do globalismo, do islamismo, do extrema-esquerdismo, e sobretudo da própria cupidez e absoluta ausência de carácter. Ou da própria imbecilidade, querendo ser benevolente.

Direi mesmo mais: VÃO À MERDA!






As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico

«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.
Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.
A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).
Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.
Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.
A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.
Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).
A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.
A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.
A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados


A especialista em saúde mental, do Bloco de Esquerda, Professora Doutora Joana Amaral Dias.

P.S. - Aguarda-se a todo o momento a declaração da especialista em saúde mental Joana Amaral Dias, a explicar, como sempre, que não houve terrorismo nenhum, mas apenas pessoas com doenças mentais, que nós, os malandros dos europeus, não acarinhamos devidamente.

Nota: Em 2017, quando fizemos este post, Joana Amaral Dias era do Bloco de Esquerda e partia-se a rir na TV a dizer que era um problema de saúde mental de cada vez que os maometanos trucidavam mais uma dúzia de infiéis. Agora parece que começou a ganhar algum juízo.

London Bridge: Terrorista foi libertado contra ordem do Tribunal



Um extintor e um dente de narval empunhado por um polaco, impediram que o maometano tivesse assassinao mais gente.

Depois do ataque islamista de 2017, que matou 8 pessoas na Ponte de Londres, o local voltou a ser palco de uma matança. Um maometano que foi inexplicavelmente libertado da prisão, quando estava ontem a participar numa conferência sobre "como deixar de ser jihadista", entrou em fúria e desatou a esfaquear infiéis.



ATAQUE TERRORISTA EM LONDON BRIDGE - TERRORISTA COM FALSO COLETE DE BOMBAS MORTO A TIRO POR POLÍCIAS DEPOIS DE TER ESFAQUEADO 12 PESSOAS.
(NDT: duas pessoas já morreram)

Por: Brittany Vonow e Matthew Coyle, The Sun, 29 de Novembro de 2019:

A Polícia matou um terrorista usando um colete falso, depois de pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num ataque chocante na ponte de Londres hoje.

Imagens aterrorizantes da cena mostram agentes armados disparando duas vezes contra o homem armado com uma faca, depois de transeuntes heróis o terem atirado ao chão. (...)
O vídeo:



O TERRORISTA MUÇULMANO autor do ataque mortal de ontem na Ponte de Londres foi posto em liberdade para matar inocentes à sua vontade, apesar da decisão do juiz de que NUNCA deveria ser libertado.

O terrorista paquistanês-muçulmano de London Bridge, autor do ataque de ontem, foi posto em liberdade para matar um homem e uma mulher inocentes, apesar da opinião do juiz que o prendeu e decidiu que ele NUNCA deveria ser libertado da prisão.

O maometano Usman Khan.



USMAN KHAN, 28 anos, de Staffordshire, foi libertado da prisão em Dezembro do ano passado após ter sido condenado por crimes de terrorismo, antes de esfaquear duas pessoas até à morte ontem, enquanto usava um falso colete de bombista suicida. 
O terrorista esfaqueador foi preso por oito anos em 2012, depois de a Polícia ter descoberto um complot da sua célula terrorista de nove jihadistas, que pretendiam bombardear a Bolsa de Londres e construir um campo de treino de terroristas. Ao condená-lo, o juiz Justice Wilkie disse que Usman estava a trabalhar numa agenda jihadista "ambiciosa e séria".  
Ele disse ao Tribunal: "Na minha opinião, estes infractores continuam a ser, mesmo após um longo período de prisão, um risco significativo do qual o público não poderia ser adequadamente protegido".



Surgiram agora perguntas sobre como é que o terrorista - que usava uma pulseira electrónica durante o ataque de ontem - foi libertado automaticamente sob licença há 11 meses.
Então, porque é que ele foi libertado? Quando a Polícia descobriu a trama em 2012, encontrou uma lista de alvos estabelecidos pela célula que incluía as casas de Boris Johnson, bem como a embaixada dos EUA e de dois rabinos. A lista foi encontrada num pedaço de papel A4 dobrado numa mesa de computador no apartamento do líder da célula terrorista, Mohammed Chowdhury, na Ilha dos Cães.


Em resposta a estas revelações, Boris Johnson disse que foi um "erro" deixar Khan sair mais cedo. Johnson, que prometeu reprimir crimes violentos, disse: "É importante abandonar este hábito e aplicar as sentenças apropriadas para criminosos perigosos, especialmente para terroristas".
Ontem, o assassino Khan foi convidado numa conferência da Universidade de Cambridge sobre reabilitação de prisioneiros quando lançou o ataque no histórico Fishmongers 'Hall, no centro de Londres. As pessoas que compareceram no evento disseram que ele entrou no salão principal do edifício e entrou num tumulto, atacando qualquer um que cruzasse o seu caminho, pouco antes das 14 horas.
Ele então seguiu para London Bridge - a cena do ataque terrorista de 2017 que matou oito pessoas - mas acabou por ser detido por heróis que o atacaram com um extintor de incêndio e um dente de narval.


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COMENTÁRIO 


Ontem mesmo, Boris Jonhson, o palhaço que governa actualmente o Reino Unido, pediu desculpas aos colonos maometanos do Reino Unido, pela "dor e sofrimento causados pela islamofobia".
Este maometano estava a participar numa conferência sobre "desradicalização de jihadistas" quando desatou a atacar infiéis. 
Porque o EURISLAM tem de avançar, a sociedade continua na estúpida ilusão de que é possível qualquer tipo de convívio pacífico com os maometanos e com o Islão.
E é proibido dizer a verdade sobre o Islão. Em Espanha já dá 3 anos e meio de cadeia.




sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Espanha adopta Sharia: 3 anos e meio de prisão por criticar o Islão

Enquanto rabiscamos estas linhas, pescadas de um oceano diário de islamização e atrocidades islamistas (que ultrapassam até as atrocidades nazis e comunistas) os jornaleiros islamizadores desunham-se pelas Televisões a provar por A + B que o muçulmano que agora mesmo desatou a esfaquear "infiéis" em Londres (a capital mundial dos ataques à facada) não era bem um terrorista, mas sim um senhor que andava um bocadinho stressado com o capitalismo e a tradição judaico-cristã e o aquecimento global e assim - mas era um muçulmano muito amiguinho, como são todos!
Nem vamos gastar energias a comentar o que é o pão nosso de cada dia na Europa e onde quer que haja maometanos.
Este caso só está a ser falado porque se deu em plena Londres, à vista de milhares de testemunhas. Senão, seria "mentira", "fake-news".
Esta postagem fica na nossa secção ESPANHA.
Para aprender um pouco sobre Islão:





Espanha adopta a Sharia : Estado recomenda 3 anos e meio de prisão para homem que criticou o Islão no Facebook
https://www.jihadwatch.org/2019/11/sharia-spain-prosecutor-recommends-3-1-2-years-prison-for-man-who-criticized-islam-on-facebook


O acusado, identificando-se pelo nome, postou na sua conta do Facebook mensagens ‘nas quais promoveu animosidade, rejeição, exclusão, agressão e confronto contra o povo muçulmano, bem como contra pessoas de origem estrangeira, etnia negra e cigana'”.
A notícia não dá exemplos, para que não possamos avaliar o que foi realmente dito. Já que muitas vezes a análise honesta da ideologia motivadora por trás do terror da jihad é falsamente caracterizada como promovendo "animosidade, rejeição, exclusão, agressão e confronto contra o povo muçulmano", isto pode ser essencialmente uma imposição da Sharia na Espanha.
Se um grupo está acima das críticas, esse grupo é uma classe protegida na sociedade, com mão livre para fazer o que deseja, por mais injusto que seja. Esse tipo de decisão está a levar os muçulmanos a tornarem-se uma classe protegida na Espanha.


“Homem enfrenta 3 anos e meio de prisão por postar mensagens contra o Islão no Facebook” 
À Punt, 28 de Novembro de 2019 

    O promotor solicitou três anos e meio de prisão por crime de ódio para um homem que postou mensagens sobre o Islão e o povo muçulmano no Facebook.

    O Código Penal prevê uma sentença de prisão de um a quatro anos para aqueles que promovam publicamente a discriminação ou violência contra um grupo de pessoas por razões ideológicas ou religiosas.

    É exactamente isso que o promotor considera que o acusado fez ...

    O acusado, identificando-se pelo nome, postou na sua conta do Facebook mensagens "nas quais promoveu animosidade, rejeição, exclusão, agressão e confronto contra o povo muçulmano, bem como contra pessoas de origem estrangeira, etnia negra e cigana".
 
    As mensagens, publicadas entre 2 de Setembro de 2015 e 4 de Dezembro de 2017, devem ser retiradas, acrescenta o promotor nas suas conclusões provisórias.

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 COMENTÁRIO

Há muitos anos que este blogue alerta para o apertar do cerco à liberdade de expressão por parte das autoridades europeias. A União Europeia assumiu o compromisso de islamizar a Europa em tempo recorde:



A ONU, que é hoje uma propriedade da Arábia Saudita e do Irão, não hesita em fazer o seu lacaio António Guterres forçar a abertura das fronteiras do Mundo Livre às hordas islâmicas:

 

“Fronteiras abertas são a fonte da força da Europa”, diz o Secretário-Geral da ONU


O Papa legítimo, Benedicto XVI, foi exilado à força, e o seu substituto, o usurpador comunista Francisco I, intima os europeus a aceitarem a substituição populacional, cometendo mesmo a heresia de comparar os terroristas do ISIS aos Apóstolos da Igreja que ele diz servir:



A classe política em peso está ao serviço desta agenda. Os capitais islâmicos compram os nossos políticos, como temos demonstrado sem cessar.  O colaboracionista e assassino nazi George Soros, com a sua vasta fortuna, dá uma ajuda e dispõe dos seus próprios deputados no Parlamento Europeu:

Ana Gomes e todos os deputados portugueses de George Soros


Nas cadeias da França, Suécia, Reino Unido, Alemanha e tantos outros países europeus, muitos cidadãos já foram encarcerados e tacitamente condemados à morte (os muçulmanos geralmente matam.nos na prisão) por dizerem uma VERDADE cristalina: O Islão é uma ideologia do MAL!
Como pode o Povo resistir à mão de ferro da islamização global, se até figuras publicas da Política enfrentam cadeia por dizerem a VERDADE sobre o Islão - uma ideologia mortífera, genocida, assassina, torcionária, pior que o Comunismo e o Nazismo juntos?


A lavagem cerebral  das massas evita que estas queiram tomar conhecimento dos FACTOS mais elementares sobre o Islão:

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA



Desgraçadamente, a partir daqui, a guerra civil é inevitável.




E isto tudo já está em Portugal, pois os nossos políticos mandam embora os portugueses a importam "migrantes":




A nossa única chance aqui na Europa Ocidental é elegermos um Trump, um Bolsonaro, um Órban, odiados pela NOVA ORDEM MUNDIAL porque fecharam, todos eles, as portas à invasão islâmica, a bem da CIVILIZAÇÃO:

EUA: Todos os ataques antissemitas de 2019 captados em vídeo

Uma onda de ataques antissemitas varreu os Estados Unidos em 2019. Eis os que foram captados em vídeo: Via: ...