quinta-feira, 18 de julho de 2019

"Migrante" africano destrói carro em Tel Aviv


Sheffi Paz, líder de um movimento que pede a remoção de imigrantes ilegais em Israel, postou na quarta-feira um vídeo de um ilegal a destruir um carro em Tel Aviv.

O dono do carro pode ser ouvido no vídeo a dizer: "O quê? Eu vou bater nele? Para depois ir parar à cadeia?".


Fonte: World Israel News

Israel já sofre com a invasão islâmica, nomeadamente vinda de África, há muitos anos. Ao contrário do que diz a propaganda neo-nazi, que "Israel não os recebe e por isso eles vem para cá". Israel tem 10 vezes mais africanos ilegais que a Europa:

Na Europa, por vontade da União Europeia e do Papa Francisco, ficaremos pior:

EURÁFRICA - Vêm aí 150 a 200 milhões de africanos

Estrela de Harry Potter chora morte de antepassado judeu

Estrela de Harry Potter chora ao saber do suicídio de antepassado judeu, lamenta o antissemitismo.

Daniel Radcliffe chorou na BBC TV quando soube do suicídio do seu bisavô judeu, provavelmente resultante de antissemitismo.
United With Israel

O astro de Harry Potter, Daniel Radcliffe, 29 anos, ficou emocionado na semana passada enquanto filmava a série de TV da BBC, “Who Do You Think You Are?”. Durante as filmagens, ele foi presenteado com o bilhete de suicídio do seu bisavô Samuel (Sam) Gershon e chorou, segundo a notícia do The Sun.


Parece que o suicídio foi resultado do antissemitismo de que foi alvo e que o levou a perder os negócios da família, que ele havia trabalhado tão duramente para construir.

Conforme relatado pelo The Sun, Radcliffe, que é judeu por parte da sua mãe, soube no programa que a joalharia de Gershon em Hatton Garden, Londres, havia sido roubada. Sem sinal de invasão, a Polícia encerrou o caso, dizendo: “Ele é judeu e os judeus são frequentemente responsáveis ​​ por destruírem os seus próprios estabelecimentos comerciais”.


Daniel Radcliffe e o avô  Samuel (Sam) Gershon


Reflectindo sobre o documento, Radcliffe disse: “Há muito para aprofundar nesta única frase. Eu acho que foi a época, mas também é muito chocante constatar que ele ser  judeu foi tomado como prova”.

Quando questionado se ele acreditava que o seu bisavô se suicidou como resultado do roubo, Radcliffe respondeu: "... pode ter sido isso ... tudo aquilo por que ele e o pai trabalharam tantos anos ficou destruído."

Gershon suicidou-se em 1936 aos 42 anos.

Devido ao relatório policial alegando que o roubo havia sido falsificado, Gershon não recebeu compensação da sua companhia de seguros. No entanto, depois de ele ter morrido, a seguradora pagou, confirmando que a reivindicação era de facto legítima.




Conhecido por ser caridoso

Radcliffe, que é um dos actores mais bem pagos do mundo, também é conhecido pelos seus esforços de caridade. Curiosamente, uma instituição de caridade que ele apoia é de prevenção do suicídio.
(...) Os antepassados  ​​maternos de Daniel Radcliffe eram imigrantes judeus vindos da Rússia. A sua avó, Raie Gershon, disse-lhe que a família havia fugido da Rússia devido aos 'pogroms'.

4 de Outubro de 1936, Batalha de Cable Street; os judeus londrinos enfrentaram os camisas negras, do líder nazi Oswald Mosley. Na altura a esquerda juntou-se aos judeus; hoje está na vanguarda do antissemitismo.

Numa entrevista de 2016 à JTA, Radcliffe explicou como eles desembarcaram na Grã-Bretanha. "Eu não sei se a história é verdadeira, mas supostamente o meu tetravô estava num navio saído da Rússia com destino à América. Parou em Londres, e pensou: 'Oh, foi rápido' e saiu".
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Hoje em dia, o Partido Trabalhista inglês, à semelhança de todos os outros partidos de esquerda, desespera por abrir portas à invasão islâmica. Só assim pode sonhar ter votos para conquistar o poder.
Naturalmente, a substituição populacional islâmica vem com um preço: ataques terroristas, escalada do crime violento, estupro em massa, falência da economia e o clássico antissemitismo islâmico.
Nada que demova o  Partido Trabalhista. Para a esquerda radical, o poder não tem preço.
 Veja por exemplo:

Sadiq Kahn, o terrorista presidente de Londres

 Este post fica arquivado na nossa secção:

 Reino Unido

terça-feira, 16 de julho de 2019

Steve Wozniak: "Saia do Facebook"

"Deixem-me controlar os media e transformarei qualquer nação numa vara de porcos" - Joseph Goebbels, chefe da propaganda de Hitler.

Mark Zuckerberg, ateu nascido judeu, casado com uma budista, tem o Q.I. e a cultura política típicos do esquerdopata que é.

O lendário co-fundador da Apple, Steve Wozniak, aconselha: "Saiam do Facebook"
O Facebook é um monstro. Nunca na História existiu algo semelhante.
Na nossa secção CENSURA, já temos denunciado algumas tropelias do Faceburqa. Por exemplo:

GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD


Steve Wozniak, lenda da Apple: "Saiam do Facebook"

 Por Lucas Nolan, Breitbart, 8 de Julho de 2019


    O lendário génio do Sillicon Valley e co-fundador da Apple, Steve Wozniak, alertou os usuários do Facebook para descobrirem uma maneira de sair da plataforma social, num vídeo recente:

 

    Num vídeo recente capturado pelo TMZ no Aeroporto Nacional Reagan, o co-fundador da Apple, Steve Wozniak, alertou os usuários do Facebook de que a falta de privacidade na plataforma não compensa para a maioria dos usuários, acrescentando “quem sabe se meu telefone móvel está sob escuta agora?".

    Wozniak disse ao TMZ: “Existem muitos tipos diferentes de pessoas, e alguns dos benefícios do Facebook valem a perda de privacidade. Mas para muitos como eu, a minha recomendação é - para a maioria das pessoas - você deve descobrir uma maneira de sair do Facebook”.


 Steve Wozniak e Steve Jobs

    Wozniak preocupa-se com o facto de que os Mestres do Universo estão a tornar-se poderosos demais e pode ser impossível detê-los. “Eles podem saber tudo sobre nós… eles podem medir o seu batimento cardíaco com lasers agora, eles podem ouvi-lo com diversos dispositivos. Quem sabe se o meu telemóvel está sob escuta agora mesmo. (...)

    Ele acrescentou que há muito pouca privacidade quando se comunica online, afirmando: "Eu preocupo-me porque uma pessoa tem conversas que acha que são privadas ... Uma pessoa diz palavras que realmente não deveriam ser ouvidas, porque não se espera isto. Mas quase não há como parar.

    Sugestão de Woz para proteger a privacidade do usuário? Deixem-nos pagar: "As pessoas acham que têm um nível de privacidade que não têm. Porque é que eles não me dão escolha? Deixem-me pagar uma certa quantia e mantenham os meus dados mais seguros e privados do que todos os outros que os entregam aos anunciantes."

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O FACEBOOK É UM MONSTRO:






segunda-feira, 15 de julho de 2019

Bombista suicida: "Não gosto da vida na Terra"


Bombista suicida jihadista fracassada: "Eu não gosto da vida na Terra, a minha única recompensa é Alá".
“De facto, Alá comprou dos crentes suas vidas e suas propriedades, pois eles terão o Paraíso. Eles lutam na causa de Alá, então eles matam e são mortos. ”
(Alcorão 9: 111)

Seria reconfortante se um dos porta-vozes muçulmanos nos EUA insistisse que o Islão proíbe o bombismo suicida e explicasse, com base no Islão, que estas mulheres estão a entender mal o Islão. Mas isso não vai acontecer.
Robert Spencer/ Jihad Watch



Palestinian women, failed suicide bombers explain why they wanted to blow up Jews: "I don't want a fun life on Earth. I only want to satisfy Allah" "To be the parent of a martyr is the biggest reward. It is a big honor for the family." 
Tradução: Mulher "palestina", bombista suicida fracassada, explica porque é que tentou explodir os judeus: "Eu não quero uma vida divertida na Terra. Eu só quero satisfazer Alá"."Ser mãe de um mártir é a maior recompensa. É uma grande honra para a família ".



“Bombista suicida feminina falhada: 'Eu não quero uma vida divertida na Terra, só quero satisfazer a Alá'”
Paul Joseph Watson, Summit News, 11 de Julho de 2019

    Uma mulher "palestina" que decidiu tornar-se uma terrorista suicida do Hamas explica que o fez porque não tinha interesse em viver a vida na Terra e só queria “satisfazer Alá”.


    No clipe, uma jovem chamada Saura diz que escolheu tornar-se uma “mártir… porque eu prefiro a vida após a morte, perto de Alá”.


    "Eu não gosto da vida na Terra, a minha única recompensa é Alá, porque eu sei que vou para o Paraíso", acrescentou.
Ela continua, dizendo que não está interessada numa “vida divertida na terra” e “só quer satisfazer Alá”.
    "Se eu me entregar a Alá e ao Islão, o Céu será a minha recompensa", afirma Saura.

A terrorista do Hamas Samina Ahmad Ahim.

 Outra terrorista fracassada do Hamas, Samina Ahmad Ahim, explica: "Está escrito no Alcorão e no Hadith", e que ser pai de um homem-bomba é "a maior recompensa" e "uma grande honra para a família".

As imagens falam por si mesmas:



    Outro membro do Hamas chamado Elham, que ajudou a planear um atentado suicida, afirma: "Nós não lutamos só contra a ocupação, o nosso objectivo é espalhar o Islão para todos, em todos os lugares".
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Nota: A "ocupação" a que eles se referem é mesma "ocupação" que eles consideram existir em Portugal e Espanha, pois terra que foi ocupada pelo Islão, será (na opinião deles) sempre islâmica:

ISIS e Al-Qaeda a caminho de Portugal e Espanha

Escritor Saudita: "Árabes foram INVASORES" da Península Ibérica

sábado, 13 de julho de 2019

O mistério das igrejas em combustão espontânea

Combustão espontânea? Aquecimento global? Multiculturalismo? 
Mais outra igreja em França que misteriosamente desatou a arder. Enquanto o incêndio de Notre Dame (cuja causa continua a ser escondida da população) foi relatado globalmente, os outros mais de 2.000 incidentes de vandalismo contra igrejas nem França nos últimos dois anos mal foram relatados fora do país. E o governo francês não parece estar muito preocupado com isso.
- Via BNI.
https://barenakedislam.com/

 



Mapa das igrejas destruídas em França nos últimos 4 anos:

Uma média de 3 ataques contra igrejas a cada dia, na França multicultural. Os me(r)dia não piam, é claro. 
Se visitar a nossa secção FRANÇA (onde este post fica arquivado) encontrará uma boa dúzia de posts dedicados ao incêndio da Notre Dame. De outros mal falámos, por duas razões:
- Porque à média de 3 igrejas destruídas a cada dia, teríamos que ser profissionais para cobrir tudo.
- Porque, visto que a Imprensa do Sistema não fala nisso, o mais natural era sermos apelidados de mentirosos e propagadores de "fake news".

As sinagogas já há muito que são regularmente atacadas (as poucas que restam) e os cemitérios judaicos regularmente vandalizados, o que nos recorda o velho adágio de que "o que começa com os judeus nunca se fica apenas pelos judeus". Alastra aos seres humanos propriamente ditos.
Começaram por ser apenas os sub-humanos judeus assassinados impunemente pelos muçulmanos em França. Poucos anos depois passaram a ser também pessoas humanas. Mas nem assim as autoridades francesas (e europeias em geral) agem. Interessa-lhes o voto islâmico.



FRANÇA: 12 IGREJAS CATÓLICAS VANDALIZADAS NUMA SÓ SEMANA.





One News Now - Na sequência do incêndio colossal que destruiu uma parte significativa da Catedral de Notre Dame, de 850 anos, muitas autoridades francesas consideraram o incêndio um acidente - apesar do facto de que houve uma grande onda de incidentes em que igrejas foram destruídas ou vandalizadas por muçulmanos hostis.
“Quase 2.000 casas de culto cristãs em França foram profanadas nos últimos dois anos, de acordo com a Polícia, enquanto na Alemanha houve quatro desses incidentes em Março”, anunciou a WND.



"Alguns políticos franceses atribuíram as profanações das igrejas - em média mais de duas por dia - ao 'secularismo militante'". (Quando todos sabemos que se trata do islamismo militante).
O politicamente correcto em todo o Ocidente fez das notícias sobre os ataques islâmicos contra lugares de culto e monumentos cristãos um  tabu - e quando os perpetradores islâmicos são expostos, os seus crimes são em regra desculpados.

Igreja de São Sulpício em chamas, um dos ataques que noticiámos:

 



“Em quase todos os ataques em toda a Europa, as autoridades e a Imprensa ocultaram a identidade dos vândalos”, apontou Raymond Ibrahim, membro sénior do Instituto Gatestone.
“Nos raros casos em que a identidade muçulmana - ou 'imigrante' - dos destruidores é divulgada, os profanadores são então apresentados como sofrendo de problemas de saúde mental”.
Raymond Ibrahim é um cristão copta egípcio, refugiado nos Estados Unidos. Os coptas são os verdadeiros egípcios. Os árabes, fora da Arábia, são invasores. Submeteram pela força bruta e o genocídio todo o Norte de África, o Médio Oriente e entraram pela Ásia dentro, semeando o terror,a jihad, a "guerra santa". O site RAYMOND IBRAHIM é de visita obrigatória.

"Dificilmente alguém escreve e fala sobre os crescentes ataques a símbolos cristãos", explicou a PI News na sua análise dos ataques às igrejas - observando como as autoridades não fazem nada, para proteger a imagem dos imigrantes muçulmanos.
"Há um silêncio eloquente em França e na Alemanha sobre o escândalo das profanações e a origem dos perpetradores".
"Segundo informações, as autoridades locais onde os ataques são levados a cabo correm o risco de sofrer sérias consequências se culparem os migrantes pelos crimes".

O Youtube, há poucos anos, tinha centenas largas de vídeos de muçulmanos a destruírem igrejas. Mas os potentados islâmicos do petróleo, financiadores da jihad global, sacaram do livro de cheques e esses vídeos foram substituídos por vídeos de propaganda ao Islamismo.
Ainda conseguimos encontrar este, de um muçulmano a vandalizar igrejas em Itália:




É isto que a religião deles ordena. É isto que eles fazem aos não-muçulmanos nos países de onde vieram. É isto que eles vieram fazer para cá.
Mas a manada de acéfalos continua a acreditar que estes milhares de ataques são "excepções". Ou que o que é errado é falar sequer disso, porque senão é-se "racista" e "pode-se eventualmente estar a despertar o ódio", que horror!!!

Desde as origens do Islão esta é a regra: destruir todas as outras religiões. É isto que eles fazem em todo o Mundo, desde o século 7:



“Nós lançaremos terror nos corações dos infiéis, dos que não crêem em Alá. E o seu refúgio será o fogo, e miserável é a casa dos transgressores”
Alcorão (3: 151)
"E prepara contra eles tudo o que sejas capaz de armas e de corcéis de guerra para atacares os inimigos de Alá e teus inimigos e outros que nem conheces, mas que Alá conhece".
Alcorão (8:60)




Mulheres muçulmanas no Egipto festejam em transe mais um massacre de cristãos coptas, agradecendo ao deus Alá e ao profeta Maomé:



A cada 5 minutos é massacrado 1 cristão pela Religião da Paz.


ISLÃO: 670 MILHÕES DE INOCENTES ASSASSINADOS EM NOME DE ALÁ
MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS APOIAM A JIHAD GLOBAL
A EUROPA EM AVANÇADO ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO

Veja o estado de loucura em que o Mundo está:
- Destruir igrejas é considerado um louvável acto de retribuição (a "lei do retorno", como dizia noutro dia um certo filósofo que aqui veio comentar).
- Denunciar o que se passa, é considerado "racismo", "islamofobia""crime de ódio".
E falamos de vandalizar edifícios. Quando falamos do genocídio levado a cabo pelos muçulmanos ininterruptamente desde há 1400 anos,  ou de 1 milhão de crianças estupradas por eles, até agora, só no Reino Unido, é o mesmo.
Note-se que não estamos com isto a dizer que o Islão é tão mau como o Nazismo ou o Comunismo. Claro que não. É ainda pior.



sexta-feira, 12 de julho de 2019

Comemora vitória da Argélia atropelando (e matando) franceses

Na sequência de:

(VÍDEOS) Campos Elíseos: Noite de violência e pilhagem


"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

  O ISIS emitiu este apelo:

    "Então, oh muwahhid, não deixeis de entrar nesta batalha onde quer que estejais. Deveis atacar os soldados, os líderes e as tropas do tawaghit. Golpeai as suas polícias,  o seu pessoal de segurança e de serviços de informações, bem como os seus agentes traiçoeiros. Destrui-lhes as vidas.  Fazei-lhes a vida amarga. Se puderdes matar um americano ou europeu infiéis - especialmente o francês rancoroso e imundo - ou o australiano, ou o canadiano, ou qualquer outro infiel dos infiéis que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que tenham entrado numa coligação contra o Estado Islâmico, então, confiai em Alá e matai-o de qualquer forma... Se não conseguirdes encontrar uma pistola ou explosivos, não deixeis de atacar o americano infiel, ou o francês ou qualquer um dos seus aliados. Esmagai-lhes as cabeças com uma rocha, ou matai-os com uma faca, ou executai-os com o vosso carro, ou atirai-os de um lugar alto, ou estrangulai-os ou envenenai-os."

Montpellier: um adepto argelino atropelou uma família, a mãe morreu, o bebé está entre a vida e a morte.
MIDI LIBRE (condensado)


Um adepto argelino que comemorou, na noite de quinta-feira, 11 de Julho, a qualificação da sua equipa, atropelando uma família com o seu carro em Montpellier (Hérault). A mãe de 42 anos morreu instantaneamente e a vida do bebé está em perigo.
A mãe de 42 anos morreu no atropelamento e o prognóstico do seu bebé de um ano de idade é reservado. Uma menina de 17 anos sofreu fracturas dos membros inferiores.

O motorista do veículo, de 21 anos, foi preso e posto sob custódia. "Nós abrimos uma investigação por homicídio culposo agravado, com a circunstância de violação intencional das regras de conduta", disse o promotor Christophe Barret. A investigação foi confiada aos policiais da segurança departamental.

A vitória da Argélia deu origem a numerosas manifestações em todo o país, que por vezes degeneraram. No total, de acordo com nossos colegas em Paris, cerca de trinta pessoas foram presas e vinte polícias ficaram feridos, incluindo dez em Marselha, onde mais de 10 mil pessoas se reuniram.

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Obviamente que cada cultura comemora as vitórias no futebol à sua maneira. Se os portugueses comemoram a beber uns valentes tintos, os ingleses a beber umas valentes cervejas (e à porrada com os outros hooligans), os brasileiros a cantar samba e a tocar tamborim, então os muçulmanos também têm o direito de celebrar atropelando pessoas!



Percebeu, seu racista?


- Este post fica na nossa secção FRANÇA 




Adepto muçulmano ontem, celebrando com uma motossera nos Campos Elíseos:


(VÍDEOS) Campos Elíseos: Noite de violência e pilhagem


À laia de introdução, apresentamos Joe Dassin, que era judeu, a cantar a sua famosa canção Champs Elysées, com a sua malvadez tipicamente judaica:


O malandro!!! Isto era numa altura em que a Europa vivia nas Trevas e os Campos Elíseos eram esta miséria:


Hoje, graças à hégira islâmica, os Campos Elíseos  mudaram muito, e respira-se lá a Paz. Por exemplo, esta noite, após a vitória da Argélia sobre a Costa do Marfim:



Imagine que os judeus franceses resolviam festejar uma vitória de Israel assim... Desde logo seriam acusados de deslealdade para com a França, de dupla lealdade, de serem agentes secretos ao serviço de Israel.
Mas aos muçulmanos tudo é permitido e cenas como estas repetem-se, a propósito até do futebol. Quando a Argélia ou outro país islâmico ganham, festeja-se. Quando a  França ganha, protesta-se.
Quando a França ganhou o último Mundial os protestos resultaram inclusivamente em mortes, como relatámos na altura.


 
 

Os adeptos argelinos comemoraram a sua vitória contra a Costa do Marfim hoje, numa atmosfera que se intensificou no final da noite.
A partir das 20h30, os adeptos invadiram os Campos Elíseos, após o do apito final do encontro entre Argélia e Costa do Marfim, vencido nos penaltis após o empate (1-1).
Canções de fãs em árabe e o famoso "one-two-three, viva a Argélia" ressoaram por várias horas num ambiente familiar e muito festivo. Bandeiras tunisinas e marroquinas juntaram-se às celebrações.

VEJA COMO ESTE AMIGO CELEBRA COM UMA MOTOSSERA:



Por volta das 23:30 a situação agravou-se e  Polícia usou gás lacrimogéneo para dispersar grupos que bloqueavam o tráfego com barreiras metálicas. A cena repetiu-se várias vezes ao longo dos cruzamentos da Avenida dos Campos Elíseos. A rotunda da Place de l'Etoile encheu-se depois de carros e motos buzinando continuamente.
É o que acontece quando não se tem de ir trabalhar no dia seguinte, quando há veículos (geralmente de luxo, como o do jihadista assassino de judeus Mohammed Merah) e quando há muita vontade de chatear os infiéis.

Mohamed Merah bem calçado, como outros "pobres migrantes".

Concentradas em torno do Arco do Triunfo, as forças da ordem foram repetidamente atacadas com projécteis e foguetes. A Polícia respondeu com pequenas cargas de gás lacrimogéneo.





 e

Este cenário repetiu-se em, toda a França onde há muçulmanos. Na Argélia não se registaram quaisquer desacatos...



Eu passeava na avenida
O coração aberto ao desconhecido
Eu queria dizer olá
A toda a gente
E foste tu
A quem eu disse
Não importa o quê
Foi o suficiente para nos conhecermos


refrão:
Nos Champs-Elysees,
Nos Champs-Elysees,
No sol, na chuva,
Ao meio-dia à meia noite
Porque há tudo o que eu quero, nos Champs-Elysees
Etc.. Maldito Joe Dassin! Maldito judeu, que com as tuas palavrinhas doces estavas apenas a atrasar a Paz!

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Injustiça: Jogador de pião condenado por terrorismo


Estamos a evoluir; já temos jihad em Aveiro, gaita!

Quando este terrorista e os seus associados foram expostos, a jornaleirada irrompeu em declarações de amor e odes apologéticas. Houve títulos patéticos, como "Terroristas que jogavam ao pião". O Al-Público acrescentou até que "também comiam pizza"! Tão fofinhos...  E nós a pensarmos que os terroristas só jogavam roleta russa e comiam sandes de dinamite!
Ainda há um Juiz em Portugal que se atreve a condenar jihadistas. Parece que afinal ainda não acabámos como país livre. 
Infelizmente, os Tribunais e os políticos continuam a achar que a jihad é alheia ao Islão. Ou então fingem e fazem-se desentendidos. É claro que o deus deste indivíduo só não lhe perdoa ter sido preso!
- Nota: O Geller Report está a divulgar esta notícia, por sugestão nossa.
Via jornal SOL:

12 anos de cadeia. “O tribunal não lhe perdoa”, disse juiz a terrorista

Tazi foi condenado pelos crimes de recrutamento e financiamento para o terrorismo depois de o juiz Ivo Rosa ter decidido que não deveria ir a julgamento por tais crimes - o que acabou por ser revertido na Relação


O marroquino suspeito de crimes de recrutar jovens em Portugal para o Estado Islâmico foi ontem condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de recrutamento para o terrorismo, financiamento do terrorismo e falsificação de documentos - cartão de crédito e passaporte. O arguido Abdesselam Tazi, que o juiz Ivo Rosa decidiu que não deveria ser julgado por crimes de terrorismo - decisão depois revertida pela Relação de Lisboa - ouviu ontem palavras duras do juiz Francisco Henriques: “Sei que é um homem religioso. Eu também sou. Espero que o seu deus lhe perdoe. O senhor saiu de Marrocos, veio para a Europa, aproveitando-se das fragilidades do sistema para quê? Para convencer uns miúdos a viajar para a Síria.”
Ainda segundo a Sábado, o magistrado terá concluído: “Espero que o seu deus lhe perdoe, porque o tribunal não o perdoa”
Referido em investigações francesas e alemãs
Abdesselam Tazi, que está preso desde o início de 2017 na prisão do Monsanto, foi acusado em Portugal dos crimes de adesão a organização terrorista internacional, falsificação com vista ao terrorismo, uso de documento falso com vista ao financiamento do terrorismo, recrutamento para terrorismo e financiamento para terrorismo.
Mais tarde, na fase de instrução, o juiz Ivo Rosa decidiu ilibar o marroquino de crimes de terrorismo, considerando que apenas deveria seguir para julgamento por um crime de falsificação de documentos e quatro crimes de contrafação de moeda. Na despacho de pronúncia justificava-se: “É descrita a função e o papel do arguido, os contactos que manteve com outras pessoas com vista à alegada adesão ao Estado Islâmico, os locais onde exerceu esses contactos, os documentos de identificação que utilizou, as viagens que realizou, os cartões de crédito que utilizou”.
O juiz Ivo Rosa entendia que “questão diferente, é saber se os autos contêm os elementos de prova suficientes para sustentar a submissão daquele a julgamento pelos crimes imputados na acusação”.
Mas em dezembro do ano passado, a Relação de Lisboa mostrou a sua perplexidade quanto à fundamentação utilizada pelo magistrado Ivo Rosa - que tem em mãos a instrução da Operação Marquês - para não levar a julgamento Abdesselam Tazi por crimes de terrorismo. Até porque o marroquino, que chegou a Lisboa em 2013, é citado em investigações que correm França e Alemanha. 
Tazi, um sedutor
Para o Ministério Público, Tazi foi o responsável pela radicalização de Hicham El Hanafi. Ambos viviam num quarto alugado por uma mulher, em Aveiro, e eram tratados por outros nomes (Salim e Xan). A proprietária descreveu-os como pessoas que falavam muito em Alá, que gostavam de Portugal e de jogar à bola e ao pião - cada um tinha o seu.
“Toda a gente diz que o comportamento do Hicham mudou com a convivência com Tazi, homem mais experiente, mais velho e com capacidade de sedução”, frisou o procurador João Melo no debate instrutório que aconteceu no ano passado, afirmando que o arguido “estuda os personagens e os momentos próprios e sabe construir o seu discurso de forma a seduzir.” Além disso, o magistrado elencou várias mentiras de Tazi e o facto de ter falsificado os seus documentos: “Não fez outra coisa desde que chegou à Europa senão mentir.” 



Cá para nós deveria haver uma lei que ilibasse automaticamente de terrorismo os jogadores de pião. "Quem tem pião é bom cidadão" - já diz o antigo ditado.


Andam a mentir-lhe. O Islão nada tem de pacífico nem o terrorismo é excepcional. A esmagadora maioria dos muçulmanos apoia o terrorismo, que é um MANDAMENTO basilar do Islão:


terça-feira, 9 de julho de 2019

Judeu, etíope e piloto de caças

Na passada semana Israel esteve em chamas, literalmente. A juntar à jihad pelo fogo, que vem de Gaza e de outros enclaves muçulmanos, os judeus etíopes tomaram as ruas em protestos violentos, alegando "racismo".
Um polícia árabe israelita abateu inadvertidamente um criminoso judeu etíope,  que o atacou. E assim irrompeu a versão israelita do Black Lives Matter, impulsionada pela extrema-esquerda israelita, pela Fundação Ford (de inclinações nazis, como o seu patrono) e pelo inevitável senhor George Soros, nazi e exterminador de judeus assumido.
Se tiver interesse na história, dedicámos-lhe estes posts:

Polícia árabe matou criminoso etíope em legítima defesa

Soros volta a lançar o caos em Israel


Judeus etíopes e militantes da extrema-esquerda israelita em protesto, ameaçam paralisar Israel.

Os inimigos de Israel abriram assim mais uma frente de difamação. Agora, Israel também é acusado de racismo contra as pessoas Negras.
Se Israel fosse racista, para que teria ido resgatar as centenas de milhar de judeus etíopes? Não foi para os escravizar, como acontece em muitos países islâmicos, como a Mauritânia, onde as pessoas Negras são escravas. Se assim fosse, Israel não investiria nestes cidadãos e não lhes permitiria o acesso a qualquer posição na sociedade israelita.
Pouca gente sabe que os judeus etíopes eram uma ultra minoria extremamente perseguida na Etiópia, de onde foram resgatados há 40 anos pelo Estado de Israel, às centenas de milhar, naquela que foi a maior ponte aérea da História.
Os judeus etíopes foram reconhecidos como judeus de pleno direito pelo Rabino Ovadia Yosef, uma autoridade na lei religiosa judaica. Em Israel, os judeus etíopes gozam dos mesmos privilégios que os cidadãos árabes e muçulmanos (não pagam impostos, têm acesso privilegiado à saúde e à educação, recebem subsídios de integração, etc., etc.). Na verdade até existe discriminação: positiva.



Ovadia Yosef e o seu parecer rabínico de reconhecimento dos judeus etíopes.

Quando vimos o caos que alguns judeus etíopes estavam a lançar em Israel (e ameaçam continuar, até paralisarem o país), recordámos pessoas como este jovem piloto que concluiu com êxito o curso no final de 2018; louvado pelos camaradas e pelos superiores hierárquicos como um líder natural, revelou um desempenho académico e operacional exemplares:



O Tenente Y. é o primeiro piloto de combate de origem etíope, naquela que é uma das melhores (senão a melhor) Força Aérea do Mundo. Após o curso de três anos, o mais prestigiado e intensivo das Forças de Defesa de Israel, o Tenente Y. integrou a Força Aérea como piloto de jactos de combate.
De acordo com a Força Aérea Israelita, dos cerca de 600 cadetes que passam nos testes preliminares para entrar no prestigioso curso de piloto, cerca de dois terços desistem no primeiro ano e apenas 30-40 daqueles que permanecem completam com sucesso o curso.


 Foto de curso.

O The Jerusalem Post foi um dos jornais que saudou o novo piloto, aqui em baixo na foto de curso do Liceu:


O ex-ministro da Defesa Avigdor Liberman twittou na ocasião: “O IDF é o caldeirão da sociedade israelita, e o sucesso do Tenente Y. prova isso mais uma vez. Desejo a ele e aos seus amigos que subam o mais alto possível - e, o mais importante, que voltem sempre em segurança.”

 O Tenente Y. na cerimónia de graduação.

Por razões de segurança, o nome do novo piloto não foi divulgado, mas não faltam exemplos de judeus etíopes, nascidos e educados em Israel, que estão a dar nas vistas. Esther Tapeta Gardi e Adenko Sabhat-Haimovich, por exemplo, são Juízas nos Tribunais israelitas:

Penina Tamanu-Shata veio para Israel integrada na Operação Moshe quando tinha três anos de idade, um evento que ela descreveu como o seu segundo aniversário. A jornada para Israel foi perigosa e desafiadora, mas também foi um regresso feliz à terra dos seus antepassados.
 

Tamanu-Shata tornou-se deputada, advogada, activista social e jornalista, sempre na defesa dos direitos da sua comunidade:


Em notícias relacionadas, a Força Aérea Israelita fez história após o seu comandante, o major general Amikam Norkin, ter decidido promover o Major A., o primeiro piloto de caça druso na FAI, que passou a ser o comandante da escola para a liderança operacional da Força Aérea Israelita.
Fonte

Os muçulmanos, embora também não sejam obrigados a servir nas Forças de Defesa de Israel (outra benesse de que os judeus não gozam) são plenamente aceites quando decidem fazê-lo.
Fica aqui o depoimento de um deles:

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