segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Coletes Amarelos: Insultos anti-semitas contra o filósofo Alain Finkielkraut

Não estamos em 1943. É o ano 2009, em França. Um judeu é insultado na rua, por ser judeu:


Trata-se do filósofo Alain Finkielkraut, mas outros judeus são sistematicamente perseguidos em França.



O filósofo foi copiosamente insultado e vaiado por coletes amarelos no sábado em Paris.

"Sujo Sionista", "filho da puta", "grande merda", "nique ta mère" (f** a tua mãe), etc. ...
 
Uma investigação por insulto público devido a origem, etnia, nação, raça ou religião, foi aberta depois dos assobios e insultos que tiveram como alvo Alain Finkielkraut, no sábado, à margem do Acto 14 dos Coletes Amarelos em Paris, e no promotor de Paris.
"Um [manifestante hostil] foi identificado", disse o secretário do Interior, Laurent Nuñez, à BFMTV no domingo. Segundo informações do Le Parisen, esse indivíduo seria conhecido pelos serviços de informações e segurança em razão da sua radicalização.

Ele é um islamista que usa uma barba cor de hena, um sinal de muçulmanos radicalizados.
"A França é nossa ..." - gritaram os islamistas a  Alain Finkielkraut:
 
 
Quand les #GiletsJaunes croisent le philosophe Alain #Finkielkraut boulevard du Montparnasse, à #Paris, et l'insultent copieusement.#Acte14 #ActeXIV pic.twitter.com/Rgt8ClrAf3 — Yahoo Actualités (@YahooActuFR) February 16, 2019



https://www.europe-israel.org/
 
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Os Coletes Amarelos são um movimento sem líderes. Congregam gente de bem, que quer salvar a França do caos da islamização promovida pelos globalistas Hollande e Macron.
Mas os Coletes Amarelos também atraem nazis, islamistas, extrema-esquerdistas e outros anti-semitas. Ideologias que habitualmente se degladiam, fazem as pazes e unem-se quando o tema é o ódio aos judeus.
Os incidentes não começaram agora. Alguns anti-semitas têm tentado manipular o protesto no sentido de culpar os judeus pelo estado do país. Como? Acusando os judeus de mandarem o Macron ser a besta quadrada que é.
"MACRON, A PUT* DOS JUDEUS" - é um slogan que tem acompanhado o protesto. No vídeo seguinte, um manifestante grita-o para um repórter de TV:

 


Noutro dia, os Coletes Amarelos apedrejavam uma senhora judia, aliás de aspecto bastante modesto, chamando-lhe "Rotschild". Não guardámos o vídeo, mas havemos de o encontrar... Poucas pessoas sabem que 90% dos judeus são pobres ou na melhor das hipóteses remediados. Mas como há o bando Goldman-Sachs (que nem é dos mais poderosos), então todos os judeus são ricos, e à custa dos não-judeus, é claro! A velha história...
Os protestatários "argumentam" que, visto que os judeus já foram expulsos muitas vezes, é culpa dos judeus se eles os vão expulsar mais uma.
Os judeus franceses são menos de 1% da população de França, e 40% dos crimes de ódio têm-nos como alvo.
Os muçulmanos em França são em número de 15 a 20 milhões

Os judeus são simultaneamente atacados pelos islamistas e acusados de os introduzirem em França. Uma conspiração particularmente estúpida, mas  anti-semitismo é assim.

 Cemitério judeu vandalizado em França.

Aconselhamos a consulta da nossa secção França, onde temos posts amplamente ilustrados com dados estatísticos oficiais, e com vídeos, tais como estes:

França: Sobrevivente do Holocausto queimada viva por muçulmano

França: muçulmanos dentro, judeus fora

França: Polícia encobre execução de mulher judia por muçulmano

Os judeus que restam em França (já eram poucos, eram os que sobreviveram ao Holocaustoe os seus filhos e netos) estão a receber ameaças de morte directas e cartas com uma mensagem simples: ou partem ou morrem.

E agora... judeus no espaço!!!


Israel, país minúsculo e vulnerável, desafia a lógica. Apesar de ter uma área menor que o Estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, ou o Estado de Sergipe, no Brasil, de caber quatro vezes dentro do nosso pequeno Portugal, apesar de ter uma população pequena e estar cercado por alguns dos Estados inimigos mais bárbaros do planeta, Israel prospera como nunca antes.
Aos 70 anos, ainda jovem, o moderno Estado de Israel está a tornar o mundo um lugar melhor e a mudar vidas com a sua inovação e tecnologia de ponta.
Ver por exemplo:
Esta semana, a 21 de Fevereiro de 2019, Israel lançará uma nave espacial não tripulada à Lua, após um pequeno atraso de dois meses. Quando a nave pousar, em 11 de Abril de 2019, Israel tornar-se-á o quarto país (os EUA, a China e a Rússia são os outros três) a pousar com sucesso uma nave na Lua, e a uma fracção do custo. Esperamos que os anti-semitas assistam sentados à alunagem.

Am Yisrael Chai! *

* - Que Viva Israel!
- Traduzido e adaptado de Pamela Geller

 


P.S. - Aguarda-se os boicotes ao luar...

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Coco Chanel: "Uma única gota de sangue judeu basta para eu te matar!"


"Gabrielle Chanel - mais conhecida como Coco - era um ser humano miserável. Anti-semita, homofóbica, alpinista social, oportunista, ridiculamente snobe e dada a pecados como as frases feitas do tipo "Se é loira, use perfume azul", era viciada em morfina e colaborou activamente com os alemães durante a ocupação nazi de Paris" - New York Times.

Pierre Wertheimer e seu irmão Paul, grandes empresários judeus parisienses,  montaram a casa de cosméticos Bourjois, a maior nos anos 20. Em 1924, Coco Chanel associou-se com eles e criou a Parfums Chanel. 70% da nova empresa era dos Wertheimer, que contribuíram não só com o capital, mas também com a sua experiência, para vender o perfume Chanel No. 5. Tudo estava bem, mas em Maio 1940, os nazis tomaram Paris.

Coco Chanel, que se sentia "ariana", dirigiu-se às autoridades nazis e solicitou que a empresa passasse legal e completamente para as suas mãos, pela simples razão de que os seus parceiros eram judeus. O que Coco não sabia era que os irmãos não eram idiotas e, antes de fugirem para Nova Iorque, puseram um cristão - Felix Amiot - como director da empresa.

Coco Chanel, em seguida, retirou-se para viver na sede dos nazis em Paris, o Ritz, não se importando minimamente com os rumores sobre o seu "romance" com o chefe das informações nazi, o Barão Hans Gunther von Dincklage, embaixador e espião que morreu na sua reforma dourada em Maiorca, no tempo de Franco, especificamente em 1974.
O jornalista americano Hal Vaughan, conta no seu livro "Dormindo com o Inimigo: Coco Chanel Agente Nazi", uma compilação de documentos revelados pelo governo francês. (...)



Segundo Vaughan, Coco Chanel aprendeu o anti-semitismo de seu noivo, Paul Iribe (falecido em 1935) que se dedicava à ilustração com representações estereotipadas de judeus. Como "socialite" do meio mais mundano de Paris, Iribe, para falar dos Rothschilds, referia-se a eles com o desdenhoso termo da gíria francesa "youpins", porque eles não mereciam sequer ser chamados judeus. Deste homem ela também aprendeu a ser uma homofóbica radical.
Enquanto isso, Coco ia para a cama no Ritz com um belo canalha nazi que procurava o máximo de informações possível, Walter Schellenberg, que foi quem a treinou nas artes da espionagem para Hitler.
Quando libertaram Paris, ela estava na cama com ele e foi presa - mais tarde libertada - mas quando anos depois, após os julgamentos de Nuremberga, ele morreu, foi ela quem cuidou de tudo, inclusive pagando pelo seu funeral.

 
Depois da guerra, começou o litígio com os irmãos judeus que ela havia denunciado. Finalmente, diz a Forbes, os passos processuais concluíram com a decisão comum que incluiu a renegociação do contrato original de 1924. Assim Coco Chanel cortou a possibilidade de escândalo público.
Em 17 de Maio de 1947, o estilista recebeu lucros das vendas da Chanel No. 5 em tempos de guerra, no valor de US $ 400.000. Além disso, Pierre Wertheimer concordou com um arranjo invulgar proposto pela própria Coco Chanel, no qual ela concordou em pagar todas as despesas que Coco Chanel fez - do trivial ao mais caro - pelo resto da sua vida.
A sua vida levou-a a tornar-se uma velha tirana, rabugenta e solitária - mal tinha amigos - que morreu de ataque cardíaco, sozinha, no Ritz, onde vivia há 30 anos.

- Traduzido de NOTÍCIAS DE ISRAEL


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"Depois da Libertação, Coco Chanel foi presa por crimes de guerra, mas nunca foi condenada, graças, sem dúvida, à amizade que Winston Churchill tinha por ela" - Daily Beast e Enlace Judio.

Outros estilistas nazis foram/são, por exemplo, Hugo Boss, Louis Vuitton, e John Galliano.

John Galliano (amplamente aplaudido pelos internautas) dizendo que ama Hitler, louvando o Holocausto, e dizendo que "os judeus merecem morrer, por serem feios":
Fuente: Kehilá Beit Emuná

Artículo original de © israelnoticias.com | Autorizado para su difusión incluyendo este mensaje y la dirección: https://israelnoticias.com/antisemitismo/antisemita-coco-chanel-nazi/
Fuente: Kehilá Beit Emuná

Artículo original de © israelnoticias.com | Autorizado para su difusión incluyendo este mensaje y la dirección: https://israelnoticias.com/antisemitismo/antisemita-coco-chanel-nazi/


"Bebé Perfeito Ariano" era judeu (de nariz fofíssimo!)



No post O Homem Mais Interessante do Mundo é judeu escrevemos:
Uma das "acusações" mais frequentes feitas aos judeus é a de que eles são feios. O que, na óptica dos anti-semitas, justifica o seu extermínio.
Ainda recentemente, o presidente da Malásia (um paraíso islâmico onde vigora a lei sharia), o Presidente Mahathir Mohamad, proibiu os atletas israelitas de entrarem no país para os Mundiais de Natação, baseado principalmente em duas pertinentes asserções, a saber:

1) "Apenas morreram 4 milhões de judeus no Holocausto".
2) "Os judeus têm o nariz encurvado".

Há escassos 70 anos a Europa exterminou mais de 6 milhões de judeus (alguns estudos apontam para muito mais, mas um já seria demais, judeu ou não-judeu).
E tudo está a regressar rapidamente, desta vez com uma ferramenta de propaganda com que Hitler não sonhava: a Internet.
Há escassos 70 anos, os meninos europeus aprendiam na escola belas lições como esta:


A ilustração acima é do livro O Cogumelo Venenoso, uma obra nazi que foi livro escolar na Alemanha. Passamos a transcrever um trecho:

Como identificar um judeu
O nariz judeu é encurvado. Parece o número seis. A turma de meninos do sétimo ano está a estudar a questão de como reconhecer um judeu.
O professor Birkmann fez vários desenhos no quadro para ajudar a turma. O menino Karl está diante do quadro com um ponteiro e explica os desenhos.
Pode-se descobrir quem é judeu pelo nariz. O nariz judeu é encurvado na ponta. Parece o número 6. Por isso é que chamamos "6" aos judeus.
Muitos não-judeus também têm narizes encurvados. Mas neles o nariz curva para cima, não para baixo. Esses narizes não têm nada a ver com o nariz judeu.
Encorajado pelo professor, Karl aponta que os lábios são outra característica distintiva; eles são geralmente grossos. As sobrancelhas são geralmente mais grossas e mais carnudas do que as nossas.
Pelos olhos pode-se ver que o judeu é uma pessoa falsa e enganadora.
O melhor aluno da turma, Fritz Müller, então, vem para a frente da classe e continua. Fritz aponta que os judeus são geralmente de tamanho médio e têm pernas curtas. Os seus braços também são geralmente curtos. Muitos judeus têm pernas curvas e pés chatos.
Eles geralmente têm uma testa baixa e inclinada. Nós chamamos a isso testa retraída. Muitos criminosos têm essa testa. Os judeus também são criminosos. O seu cabelo é quase sempre escuro e muitas vezes encaracolado, como o cabelo dos negros. As suas orelhas são muito grandes e parecem a asa de uma xícara de café.
Dois outros meninos acrescentam a sua contribuição. Um lida com variações, como os judeus loiros, e o outro com as peculiaridades dos movimentos e da fala judaica.
O judeu fala quase sempre pelo nariz. Ele geralmente tem um cheiro repugnante e adocicado. Um nariz delicado pode sempre cheirar um judeu.
Com essas respostas, o professor fica satisfeito. Ele vira-se para o quadro. Os seguintes versos são escritos e são recitados pelas crianças:

Do rosto de um judeu
O diabo mau fala connosco,
O Diabo que, em todo país,
É conhecido como praga do mal.
Deveríamos ser libertados do judeu,
E sermos novamente alegres e felizes?
Então os jovens devem lutar connosco 
Para nos livrarmos do diabo judaico

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É difícil  comentar algo tão repugnante. Qualquer pessoa de bem terá vómitos ao ler isto, e sobretudo ao pensar no extermínio brutal de inocentes, que esta propaganda demoníaca causou.
 E quando dizemos demoníaca, queremos dizer demoníaca:


 O que os une é a repulsa por Deus






 Crianças judias no campo de extermínio de Auschwitz


Este caso ilustra eloquentemente o absurdo, o demoníaco e a falsa Ciência do Nazismo:

A criança do cartaz nazi 'O Perfeito Ariano' era judia
A foto da bebé Hessy Taft foi escolhida pelo Partido Nazi como a criança ariana ideal, mas a máquina de propaganda de Joseph Goebbels nunca descobriu que ela era de facto judia.
, Telegraph

Hessy Taft ofereceu ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Israel, uma revista nazi apresentando a sua foto de bebé na capa, e contou a história de como ela se tornou a bebé-propaganda improvável para o Terceiro Reich.
Quando Hessy Taft tinha seis meses de idade, foi a bebé-propaganda dos nazis. A sua fotografia foi escolhida como a imagem do bebé ariano ideal e distribuída em propaganda partidária. Mas o que os nazis não sabiam era que o bebé perfeito deles era realmente judeu.


"Eu hoje posso rir disso", disse Taft, de 80 anos, ao jornal alemão Bild. "Mas se os nazis tivessem sabido quem eu realmente era, eu não estaria viva." 
Os seus pais, Jacob e Pauline Levinsons, ambos talentosos cantores, mudaram-se da Letónia para a Berlim, para seguirem carreira na música clássica, em 1928, apenas para se verem envolvidos na ascensão dos nazis ao poder. 
O seu pai perdeu o emprego numa companhia de ópera porque era judeu, e teve de ir trabalhar como vendedor de porta em porta.


Em 1935, com a cidade varrida por ataques anti-semitas, Pauline Levinsons levou a sua filha de seis meses, Hessy, a um conhecido fotógrafo de Berlim, para tirar a sua foto de bebé.

Alguns meses depois, ela ficou horrorizada ao encontrar a foto da sua filha na capa da Sonne ins Hause, uma importante revista para as famílias nazis.

Aterrorizada, com receio de que a família pudesse ser exposta como sendo judeus, ela correu para o fotógrafo, Hans Ballin. Ele disse-lhe que sabia que a família era judia e que enviou deliberadamente a fotografia para um concurso para encontrar o bebé ariano mais bonito.
"Eu queria ridicularizar os nazis", disse o fotógrafo.

Ele teve sucesso: a foto venceu a disputa e acredita-se que tenha sido escolhida pessoalmente pelo ministro da propaganda nazi, Joseph Goebbels.
 
Receosos de que a filha fosse reconhecida nas ruas, e de perguntas sobre a sua identidade, os pais do Professora Taft mantinham-na em casa. 
A sua fotografia apareceu em postais nazis amplamente divulgados, onde ela foi reconhecida por uma tia na distante Memel, agora parte da Lituânia. Mas os nazis nunca descobriram a verdadeira identidade do Professora Taft.

Em 1938, o seu pai foi preso pela Gestapo por causa de uma questão inventada sobre impostos, mas libertado, quando o seu contabilista, um membro do Partido Nazi, veio em sua defesa.

Depois disso, a família fugiu da Alemanha. Mudaram-se primeiro para a Letónia, antes de se estabelecerem em Paris, apenas para verem a cidade cair em poder dos nazis.

Com a ajuda da Resistência Francesa, fugiram novamente, desta vez para Cuba, e em 1949 a família mudou-se para os Estados Unidos.

Hoje, a mulher judia que já foi criança-propaganda nazi é professora de Química em Nova Iorque.

"Eu sinto-me um pouco vingada"
, disse ela ao oferecer a sua fotografia ao Yad Vashem. "Sinto algo como satisfação".

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A mesma história no site do Yad Vashem.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

França: Sobrevivente do Holocausto queimada viva por muçulmano

Este post fica arquivado na nossa secção:


O anti-semitismo é uma doença mental. Muitos dementes afirmam que "os judeus" mandam os muçulmanos invadir a Europa. Os judeus são as vítimas preferenciais dos muçulmanos (o Islão assim ordena), e são as últimas pessoas a quem os muçulmanos obedeceriam. Mas não é preciso nem fazer sentido, é uma acusação, e serve para atiçar o ódio mais antigo do Mundo...






PARIS: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos de idade esfaqueada repetidamente e queimada até à morte por vizinho muçulmano
Bare Naked Islam - A sobrevivente do Holocausto de 85 anos, identificada apenas como Mireille Kanol (à direita), foi queimada viva na noite de sexta-feira. 
O seu corpo incinerado apresenta pelo menos 11 ferimentos de faca. A Polícia tem um suspeito sob custódia, identificado como um seu vizinho muçulmano de 35 anos que a vítima aparentemente conhecia desde a infância.  

Jewish Voice - A vítima tinha repetidamente alertado a Polícia de que estava a receber ameaças de morte desse vizinho muçulmano, mas nenhuma medida foi tomada para protegê-la ou investigar. 
Foi encontrada morta por bombeiros no seu apartamento na Rua Philippe August, no 11º distrito de Paris, no leste da cidade. 
Um exame forense do apartamento mostrou que o assassino lançou o fogo em pelo menos cinco áreas distintas daquele espaço.

Mireille foi vítima do ódio aos judeus, que é cada vez mais visto nos subúrbios, tendo como pano de fundo a radicalização islâmica, o ódio a Israel, mas também o ódio à França.
Este caso está a ser encoberto, como foi o brutal assassinato de Sarah Halimi pelo seu vizinho muçulmano.
No ano passado, a comunidade franco-judaica ficou abalada com o assassinato em Paris da aposentada Sarah Halimi, de 65 anos. Halimi (abaixo) foi espancada no seu apartamento, também no 11º arrondissement, por um assaltante muçulmano e atirada de uma janela do terceiro andar.

Sarah Halimi foi atirada da janela por um muçulmano, em França.

Como no caso de Sarah Halimi, também neste caso, as autoridades francesas são muito reticentes em relacionar o assassinato a um motivo anti-semita.
Houve uma onda de anti-semitismo e terrorismo em França nos últimos meses. As pinturas de rua de suásticas e o incêndio de dois açougues Kosher em Creteil, o corte do rosto de uma jovem em Sarcelles, uma carta anónima e ameaças contra a sinagoga em Saint-Maur são apenas alguns incidentes anti-semitas recentes.


Tablet - Noémie Halioua, uma jornalista francesa da Actualité Juive e autora do recém-lançado livro O Caso Sarah Halimi, publicado pela Cerf Books, disse que há  semelhanças entre os dois ataques. "Podemos ver claramente que há uma repetição trágica", disse ela.
“Não há medidas para levar as coisas a sério e erradicar o mal. De facto, a História repete-se e não há consciência, seja em Trèbes ou com esta velha senhora. A conexão é o jihadismo islâmico. E, no entanto, nenhuma decisão foi tomada”.


O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Yves Le Drian, visita o Salão dos Nomes no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, durante a sua visita oficial a Israel. 26 de Março de 2018.

Times of Israel - Uma neta de Mireille Kanol, Noa Goldfarb, escreveu no Facebook que a sua avó foi assassinada por um vizinho muçulmano.
"Há vinte anos, saí de Paris sabendo que nem o meu futuro nem o do povo judeu pode ser encontrado lá", escreveu Goldfarb, que vive em Herzliya, Israel.
“Mas quem pensaria que eu estava a deixar os meus parentes onde o terrorismo e a crueldade levariam a tal tragédia. A avó foi esfaqueada até à morte 11 vezes por um vizinho muçulmano que ela conhecia bem, que se certificou de atear fogo à sua casa e não nos deixou nem um objecto, uma carta, uma fotografia, para nos ajudar a lembrá-la. Tudo o que temos são as nossas lágrimas e uns aos outros".



Jihad Watch - França: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos, de origem judaica, assassinada, apartamento queimado, vizinho ameaçara queimá-la viva.

Em 2015, o líder judeu francês Roger Cukierman disse: "Toda a violência, e devemos dizer isso, todos os actos violentos hoje são cometidos por jovens muçulmanos".  

A França estará já suficientemente diversificada? Não! Esta pobre mulher apresentou queixas na Polícia sobre o vizinho que ameaçou queimá-la. Claramente nada foi feito. Actuar por causa dessas queixas teria sido "islamofóbico".


 Mireille Kanol 

Nem todos os muçulmanos são terroristas, embora o Islão ordene os ataques aos "infiéis", e não haja qualquer reforma desses mandamentos. Nem todos os muçulmanos são terroristas, mas quem poderia travar o terrorismo islâmico (as lideranças religiosas) não o faz. Com raríssimas e muito honrosas excepções.








sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

O Homem Mais Interessante do Mundo é judeu


Uma das "acusações" mais frequentes feitas aos judeus é a de que eles são feios. O que, na óptica dos anti-semitas, justifica tudo quanto se lhes possa fazer de mal.
Ainda recentemente, o presidente da Malásia (um paraíso islâmico onde vigora a linda lei sharia), o senhor Presidente Mahathir Mohamad, proibiu os atletas israelitas de entrarem no país para os Mundiais de Natação, baseado principalmente em duas pertinentes asserções, a saber:
1) "Apenas morreram 4 milhões de judeus no Holocausto".
2) "Os judeus têm o nariz encurvado".

O senhor  Mahathir Mohamad e o seu impecável nariz islâmico.


Não é do nosso feitio arranjarmos polémicas estéreis, mas, apenas em nome do salutar discorrer filosófico, gostaríamos de deixar à vossa apreciação o facto de que, entre muitas outras pessoas de ambos os sexos que poderíamos enumerar, O Homem Mais Interessante do Mundo... é judeu!
Para sermos mais precisos, o actor Jonathan Goldsmith, que interpreta O Homem Mais Interessante do Mundo, é judeu.


 Jonathan Goldsmith e o seu horrendo nariz judaico.

Caso não esteja a par destas coisas, esclarecemos que O Homem Mais Interessante do Mundo foi uma campanha publicitária para a cerveja Dos Equis. Os anúncios mostravam um cavalheiro barbudo e elegante com narrativas humorísticas e politicamente incorrectas:


A campanha teve tanto êxito que a Internet celebrizou a personagem com os famosos "memes", imagens acompanhadas de comentários espirituosos, como esta:

"Nem sempre faço anúncios... Mas quando faço, transformam-se em 'memes'". 


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 O Homem Mais Interessante do Mundo entre admiradoras.



O senhor Presidente Mahathir Mohamad entre admiradoras.


O senhor Presidente Mahatir Mohamad também merecia alguns "memes", e se calhar não os tem apenas por causa da islamofobia.
A foto acima, por exemplo,  era digna de:
"NEM SEMPRE TENTO IMITAR O HOMEM MAIS INTERESSANTE DO MUNDO, MAS QUANDO O FAÇO, RODEIO-ME DE LENÇÓIS SORRIDENTES"!

Equipa israelita pode ter descoberto "cura completa para o câncer"


Usando codificação genética de ponta para matar células doentes, pesquisadores israelitas podem ter descoberto a primeira “cura completa para o câncer”.

Por: Unidos com Israel
 
Um tratamento iniciado por uma equipa de cientistas israelitas pode representar a primeira “cura completa para o câncer”, segundo Dan Aridor, presidente do conselho da empresa que está a desenvolver o tratamento, a Acelerated Evolution Biotechnologies Ltd. (AEBi), de Israel.

"A nossa cura para o câncer será eficaz desde o primeiro dia, durará algumas semanas e não terá nenhum ou efeitos colaterais mínimos a um custo muito menor do que a maioria dos outros tratamentos no mercado"
, disse Aridor ao Jerusalem Post.


O tratamento é chamado MuTaTo (toxina multi-alvo) e foi comparado a um "antibiótico de câncer". A equipa desenvolveu a terapia do câncer depois de avaliar uma variedade de medicamentos contra o câncer e tratamentos que falharam no passado.

O MuTaTo usa uma combinação de vários aminoácidos para direccionar e matar especificamente as células cancerígenas.

O CEO da AEBi, Dr. Ilan Morad, explicou ao Post: “Nós assegurámos que o tratamento não será afectado por mutações; as células cancerígenas podem sofrer mutações de tal forma que os receptores alvos são eliminados pelo câncer”.



Nota: Esperamos que as pessoas que odeiam Israel tenham a decência de boicotar este tratamento, e toda a Medicina inventada por judeus. O grande Boaventura Sousa Santos, por exemplo, que afirma que Israel é "um tumor", deve abster-se. Não que desejemos que o Boaventura apanhe um tumor! Coitadinho do tumor!

Religião da Paz provoca alerta máximo em Lourdes...

O nosso blogue, na sua versão 1.0 e 2.0, mais os blogues dos nossos colaboradores, têm sido CENSURADOS pelo Facebook e pelo Google. Porque somos cumulativamente contra a islamização e a favor de Israel. E lembramos verdades inconvenientes.


Alta segurança em Lourdes para proteger os peregrinos daqueles cuja religião o Papa diz que é pacífica
O Papa Francisco declarou: "O islamismo autêntico e a leitura adequada do Alcorão são opostos a todas as formas de violência".
Então, porquê a alta segurança em Lourdes? Mandem esses polícias adicionais embora. Mandem retirar o policiamento aéreo. Cancelem os controles de trânsito. Retirem os muros de protecção contra ataques com automóveis. Se o Islão é uma religião de paz, porque é que as autoridades estão tão nervosas em relação a Lourdes?
"Deixa-os; Eles são cegos guiando cegos. E se um cego conduz um cego, ambos cairão num poço."
(Mateus 15:14)
Robert Spencer

Lembramos que este ano um muçulmano tentou assassinar o Papa em Portugal:
Lembramos que o Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350. O Islão é a ideologia mais mortífera da História, com 670 milhões de vítimas contabilizadas.

Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes



Alta segurança em Lourdes antes da peregrinação anual
The Local, 14 de Agosto de 2017:

    
Os peregrinos podem contar com inspecções de bagagem, controles de trânsito e um número crescente de polícias de plantão no período até à Festa da Assunção em 15 de Agosto, data-chave no calendário católico.

    
Lourdes é um dos locais mais importantes do mundo para o turismo religioso, com o santuário assinalando o local onde a Virgem Maria apareceu numa gruta a Bernadette Soubirous, uma pobre pastorinha, em 1858 ....

    
As autoridades enfatizaram que não têm conhecimento de uma ameaça particular para o local ou para o festival, mas Béatrice Lagarde, representante do departamento de Hautes-Pyrénees, disse à Imprensa local que "não há motivo para abrandar o sistema de segurança implementado no ano passado".

    
"Estamos a levar em conta que a ameaça nacional permanece num nível alto", disse Lagarde em conferência de Imprensa, descrevendo as medidas.

    
A presença da Polícia foi reforçada, com mais 300 polícias e soldados no local, incluindo uma equipa de 30 agentes dentro do próprio santuário, cães-polícia e especialistas em explosivos.

    
Uma outra equipa aérea também monitorizará a situação no local a partir de um avião policial, além de garantir que as proibições de drones na área foram cumpridas. Uma rede de 30 câmaras no santuário e na cidade permitirá uma maior monitorização em tempo real.

    
O município trabalhou nos controles de trânsito, visando reduzir o congestionamento e a aglomeração e proteger os cidadãos contra possíveis ataques usando veículos, como o horrível ataque com um camião em Nice, em Julho de 2016. O local será acessível apenas a pedestres, graças a um sistema de barreiras.

    
Apenas três das 12 entradas ao santuário serão acessíveis, e qualquer pessoa que entrar no local será sujeita a revista. Além disso, as autoridades proibiram procissões fora do local entre as meia-noite e as 6 da manhã ...

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Também em Lourdes, são toleráveis as revistas, agora que a população muçulmana na Europa ultrapassa já os 55 milhões. Mas recentemente houve mortos em Israel porque foi instalado o mesmo sistema, após os muçulmanos terem abatido mais dois polícias.
Judeu é obviamente para morrer, sempre assim foi. Cristão, por enquanto, se for europeu, ainda tem alguma protecção. Em África ou nos países islâmicos, cristão também é para exterminar, com o Papa, o cristão observante Guterres da ONU, e a o maralhal em geral a assobiarem para o lado. 

A cada cinco minutos é assassinado um cristão

Cento e cinco mil cristãos são assassinados anualmente devido às convicções religiosas, o que indica que em cada cinco minutos morre um cristão por causa da fé, alerta o perito em temas de liberdade religiosa Massimo Introvigne.




Enquanto isso, o inefável Papa Francisco (nasci católico e frequentei os sacramentos, creio que tenho alguma autoridade moral para desconfiar deste homem) anda aos beijinhos e aos abraços ao seu homólogo e impulsionador da jihad, o xeque Sheikh Ahmed el-Tayeb (a quem o não menos inefável Professor Martelo também já foi beijar e prometer que Portugal jamais transferirá a sua embaixada para Jerusalém).




Este post faz parte da nossa secção

Marteladas na Notre Dame

 Este post faz parte da nossa secção



Ramadão em Paris: muçulmano aos gritos de "É pela Síria" ataca a polícia com martelo no exterior da Catedral de Notre Dame


Assim que estalou a notícia de que "um homem" tinha atacado um agente da Polícia à martelada e fora alvejado, nas imediações da Catedral de Notre Dame, imediatamente os gebos mediáticos do costume começaram a conhecida ladainha de que "nada indicava tratar-se de um ataque terrorista".




 "Não acredito! Desta vez foi mesmo um ataque terrorista islâmico!".

Por ter sido onde foi, com milhares de testemunhas, e com 900 pessoas retidas no interior da Catedral, com aparelhos de telemóvel e ligação à Internet, este ataque jihadista islâmico não pôde ser escondido pelos media, como acontece com a maior parte deles.
Cá fora os muçulmanos atacam. Lá dentro os cristãos são mandados pôr as mãos no ar. Como no sábado à noite em Londres.
 
Para mais, toda a gente ouviu o terrorista a gritar as habituais palavras de ordem da sua "guerra santa". A costumeira anestesia jornalística teve que ser abreviada.
O "suspeito" é de origem argelina (oh, surpresa!). A Polícia encontrou facas de cozinha, um martelo e outras armas pouco sofisticadas na sua posse.

A jihad não exige sofisticação. Apenas vontade de assassinar por Alá.


Se tivesse sido em Israel, o terrorista alvejado pela Polícia seria designado como um "heróico combatente da liberdade, atingido pelos cobardes assassinos Sionistas".

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O agressor de Notre Dame gritou "É pela Síria "
Associated Press, 6 de Junho de 2017 
    PARIS (AP) As últimas sobre a operação de segurança perto da Catedral de Notre Dame em Paris (todos os horários são locais):

    
6:05 p.m.

    
Os promotores de Paris abriram uma investigação contra-terrorista depois de um assaltante não identificado ter atacou a polícia com um martelo no exterior da Catedral de Notre Dame.

    
O ministro francês do Interior, Gerard Collomb, diz que o atacante gritou "É pela Síria" enquanto atacava os polícias.

    
O Ministério Público de Paris disse que a investigação foi aberta logo após o ataque. O atacante foi alvejado e ferido no incidente numa das áreas turísticas mais populares de França.

   
Collomb disse que a Polícia encontrou facas de cozinha, um martelo e outras armas pouco sofisticadas na posse do assaltante ferido.

   
Este é o mais recente de vários ataques em França dirigidos a agentes de segurança. Em Abril, um atacante abriu fogo contra um carro da polícia nos Champs Elysees de Paris, matando um agente e ferindo gravemente outros dois. O atacante foi morto a tiros pela polícia.

    
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5:35 p.m.

    
Testemunhas ao redor da Catedral de Notre Dame estão a descrever uma dramática operação policial no local cheio de turistas no centro de Paris.

    
Lawrence Langner, um americano de 73 anos que visitava o local, disse à Associated Press que de repente ouviu gritaria e duas detonações de tiros.

    
O jornalista David Metreau, que disse que o seu escritório tem vista para a praça, tweetou que houve duas explosões que pareciam tiros e postou uma foto de um corpo aparentemente inerte no chão.

    
Outros publicaram fotos on-line do que parecia ser o interior da Notre Dame, um dos monumentos mais visitados da França.

    
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5:25 p.m.

    
A polícia de Paris diz que a operação em torno da Catedral de Notre Dame acabou, depois de um indivíduo que atacou a polícia com um martelo ter sido baleado e ferido ....

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França, como outros países da Europa, tem Polícia e Tropa na rua. Mas os fotojornalistas ocidentais (como o inefável Nuno Lobito) vão a Israel de propósito tirar fotos de polícias e soldados na rua, para mostrarem como Israel é um "Estado policial".


E assim vai a França. E assim vai a Europa. Dê uma vista de olhos na nossa secção FRANÇA, para ver alguns vídeos que os islamofascistas ainda não retiraram, e para ler alguns testemunhos sobre os cagalhões desprezíveis que governam França e a Europa.





Mas os franceses parece que gostam. Elegeram o mansinho Macron, e não se cansam de repetir o velho "il ne faut pas faire l'amalgame", sempre que se fala do Islão e da jihad.  Enfim, cada qual é livre de levar as marteladas que quiser. Por este andar, ainda vão deixar a Notre-Dame ter o mesmo destino da Hagia Sophia. Sejam felizes.
O pior é que em Portugal vai ser ainda pior. Não há político português que não se submeta - a começar pelo Professor Martelo
P.S. - Um português com assento no município de Paris disse que não deveria dizer-se que o terrorista tem origem argelina, porque ele se naturalizou francês, e que agora vão ver que problema psiquiátrico é que o levou a fazer o ataque.

Coletes Amarelos: Insultos anti-semitas contra o filósofo Alain Finkielkraut

Não estamos em 1943. É o ano 2009, em França. Um judeu é insultado na rua, por ser judeu: Trata-se do filósofo Alain Finki...