sexta-feira, 31 de maio de 2019

Algo não está podre no Reino da Dinamarca

Com as eleições à porta na Dinamarca, a reacção dos nativos contra a islamização está a levar os muçulmanos a fazerem o que fazem melhor - tumultos!
Via BARE NAKED ISLAM

Rasmus Paludan, líder do partido Stram Kurs, visitou uma área "problemática" (uma das regiões europeias já quase totalmente islamizadas) perto de Odense para fazer campanha pelo novo partido populista contra a invasão muçulmana e crítico do Islamismo. Não demorou muito para que os colonos muçulmanos organizassem uma revolta em grande escala:


Como sempre explicamos, os nossos posts não tentam, nem de perto nem de longe, cobrir o estado de guerra que estamos a atravessar - nomeadamente a guerra do Islão contra o Mundo Livre, com o Comunismo e o Globalismo como aliados.
Cada post é apenas um exemplo de uma realidade muito maior. Neste caso, queremos salientar que a Europa está cada vez mais a reagir à hégira (invasão islâmica) e à jihad (guerra santa islâmica). A União Europeia e os governos insistem na islamização, e a população toma a sua defesa nas próprias mãos. É pena que tenha de ser assim.
Este post faz parte da nossa secção DINAMARCA.

Antifa sempre unidos aos muçulmanos.

O novo partido dinamarquês quer que o Islão seja banido e que centenas de milhares de muçulmanos sejam deportados. Poderá ganhar cadeiras no Parlamento da Dinamarca nas próximas eleições, como mostrou uma sondagem de opinião. O partido “Stram Kurs”, que significa Linha Dura, foi fundada em 2017 pelo advogado Rasmus Paludan, que chamou a atenção do público ao postar vídeos anti-islâmicos no YouTube .

VOICE OF EUROPE - As acções de Rasmus incluíram queimar publicamente o Alcorão, às vezes envolto em presunto, no que ele chama de um tributo à liberdade de expressão. Uma sondagem do Voxmeter publicada esta semana mostrou que o partido ganharia 2,4% dos votos, eliminando assim a barreira de 2% exigida para entrar no Parlamento dinamarquês.  
Rasmus Paludan (líder do partido para Stram Kurs) queima um Alcorão depois de ter sido proibido de protestar em Copenhaga, como resultado dos motins muçulmanos. Enquanto isso, os Antifa tentam aproximar-se dele e atiram bombas incendiárias contra a Polícia que o guarda:


Duas outras sondagens divulgadas na semana passada também mostraram o novo partido entrando no Parlamento, dando-lhe entre 2,7% e 3,9% dos votos.  
Tal resultado seria um duro golpe para o maior partido populista da Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês (DPP), que faz parte do establishment político da Dinamarca há décadas e costumava ser o mais duro nos assuntos de imigração.  
O Linha Dura reuniu as cerca de 20.000 assinaturas eleitorais necessárias para disputar as eleições parlamentares, que devem ser realizadas até 17 de Junho, o mais tardar.
Em Abril, a Polícia dinamarquesa prendeu 23 pessoas após a desordem causada por contra-manifestantes numa manifestação realizada pelo líder do Linha Dura:


O primeiro-ministro dinamarquês Lars Lokke Rasmussen, líder do Partido Liberal de centro-direita, condenou a manifestação.

Antifas e  muçulmanos contra a Liberdade.

Não está claro se os partidos tradicionais cooperariam com o Linha Dura se o partido ganhasse assentos parlamentares.
No vídeo abaixo, Rasmus Paludan, um advogado de defesa criminal e jornalista dinamarquês, apresenta-se como o líder do partido patriótico dinamarquês Stram Kurs:


Nas recentes eleições para o Parlamento Europeu, na Itália, na França e no Reino Unido, venceram partidos que tinham sido tratados até agora pelo Sistema como párias, apelidados de "nazis", inclusivamente.
A Revolução tranquila parece que está em marcha. Esperemos que ainda seja possível salvar a Europa sem uma guerra civil e sem uma guerra com o Islão.

Estes partidos são abusivamente chamados de "extrema-direita". São os partidos onde há menos antissemitismo.

"Dossier Islão": Sobre o Islão e os muçulmanos

"Não julgue os muçulmanos que você conhece do Islão e não julgue o Islão pelos muçulmanos que você conhece"


Muitas pessoas simplesmente não conseguem entender a distinção entre o Islão e os muçulmanos. Quando se chama atenção para os aspectos da ideologia islâmica incompatíveis com o Mundo Livre, a resposta habitual é "mas eu conheço um muçulmano e ele é simpático".
Não nos focamos nos muçulmanos individuais mas sim nos aspectos da ideologia islâmica inconciliáveis com a Democracia, a Liberdade e os Direitos Humanos; nos líderes que a pregam; e na massa enorme de mil milhões de muçulmanos que concordam com a lei sharia e com a jihad, a guerra santa. 
O Islão é uma ideologia - um conjunto de ideias. Não é definido pelo que qualquer muçulmano é ou pensa. Nenhuma ideologia está acima da crítica - particularmente uma que explicitamente busca domínio político e social sobre todas as pessoas do planeta.  
Muçulmanos são indivíduos. Acreditamos firmemente que nenhum muçulmano deve ser prejudicado, assediado, estereotipado ou tratado de forma diferente em qualquer parte do mundo apenas devido ao seu estatuto de muçulmano. 
Como ideologia, o Islão não tem necessariamente direito a igual respeito e aceitação. As ideias não têm um peso moral igual. Se assim fosse, o Nazismo, os gangues criminosos (Mafia, MS-13, etc.) ou as seitas assassinas e suicidas, como a de Shoko Azahara (que matou 13 pessoas com gás sarin no Japão) seriam legais. Infelizmente, iideologias genocidas como o Comunismo e grupos criminosos como os Hells Angels e companhia, ainda são legais em muitos países.


O grupo religioso Verdade Suprema matou 13 pessoas num ataque terrorista. O líder e 6 membros foram executados e o grupo proibido. O Islão matou 670 milhões de pessoas e mata diariamente às dezenas, ou centenas, e é proibido sequer dizê-lo.

Os sentimentos ou o número de pessoas que acreditam numa dada ideologia ou religião não tornam a ideia verdadeira ou boa. Ideias más devem ser questionadas antes que tenham consequências más. 
O Islão não é simplesmente uma crença religiosa. Islão é uma palavra que significa submissão. O Islão é um conjunto de regras que definem uma hierarquia social na qual os muçulmanos se submetem a Alá, as mulheres se submetem aos homens e todos os não-muçulmanos se submetem ao domínio islâmico. 
Como não vivemos num país muçulmano - onde a censura, a intimidação e a força bruta são descaradamente empregadas para proteger o Islão da análise intelectual - ainda estamos livres para exercer abertamente o nosso direito de debater os méritos do sistema de valores islâmico em face do liberalismo ocidental. 
Os homens são realmente superiores às mulheres, como diz o Alcorão? As mulheres são intelectualmente inferiores, como Maomé ensinou? A propaganda que amaldiçoa as pessoas de outras religiões e convoca à violência contra elas realmente contribui para um melhor ambiente social? É correcto manter as mulheres como escravas sexuais apenas porque o Alcorão louva essa prática? Devem os ateus e os homossexuais ter que escolher entre a forca e uma profissão de fé em Alá? 


O Islão ensina que uma mulher vale menos que um homem?

Absolutamente. O único ponto discutível é em que grau.


Sim, há muçulmanos que discordam desses aspectos da teologia islâmica, mas isso não muda o que é o Islão. 
Não confundamos a ideologia com o indivíduo. Não tiremos conclusões sobre o Islão com base nos muçulmanos que conhecemos, sejam eles terroristas ou humanitários. 
O Islão deve ser entendido com base no que é, como apresentado objectivamente no Alcorão, Hadith e Sira (biografia de Maomé). 
E como é pregado em todos os púlpitos islâmicos, pelos seus clérigos e doutores.
Da mesma forma, não tiremos conclusões sobre os muçulmanos com base na verdadeira natureza do Islão. Como em qualquer outro grupo, nem todos os muçulmanos pensam da mesma forma. Mesmo que não exista um Islão moderado, isso não significa que não haja muçulmanos moderados. 
Se anos de diálogo nos ensinaram alguma coisa, é que, independentemente da força da sua fé, a maioria dos muçulmanos tem uma compreensão superficial da sua religião. Alguns são seculares, e muito poucos fizeram a escolha de serem muçulmanos. Como em todas as religiões, existem graus variados de observância na forma como os ensinamentos do Islão são tomados. 
Como disse Ayaan Hirsi Ali, "os muçulmanos, como indivíduos, podem escolher quanto da sua religião praticam". Por exemplo, muitos muçulmanos no Ocidente não concordam com a amputação de membros por causa do roubo, mesmo que isso seja claramente exigido no Alcorão. A maioria simplesmente decide desconsiderar (ou arranjar justificações para) aquilo que entra em conflito com as suas preferências morais. 
Os muçulmanos que você conhece não são certamente terroristas. Mais do que provavelmente, os seus interesses na vida são semelhantes aos seus e eles têm as mesmas ambições que você tem para os seus filhos. Eles não devem ser evitados, maltratados nem desrespeitados apenas por causa da sua religião. A sua propriedade não deve ser abusada, nem as cópias do livro que eles consideram sagrado devem ser vandalizadas. 
Julgar um indivíduo pela sua identidade de grupo (ou identidade de grupo presumida) não é apenas anti-ético, é flagrantemente irracional, já que a identidade de grupo não revela nada sobre uma pessoa. Todo o indivíduo deve ser julgado apenas pelas suas próprias palavras e acções. 
O nosso conselho: 
Trate a ideologia com cautela e sinceridade. Trate o muçulmano com bondade, como indivíduo.  
Não julgue o Islão pelos muçulmanos que você conhece e não julgue os muçulmanos que você conhece pelo Islão.

Fonte: The Religion of Peace 
Este post faz parte da nossa secção:
 Post anterior:




Factos e números:

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES



quarta-feira, 29 de maio de 2019

Terrorista de Lyon identificado

Há dias tivemos mais um ataque terrorista em Lyon, França:

Ataque terrorista em Lyon: ainda se pode?...

Note que só em Abril houve 133 ataques terroristas em nome do Islão, com 822 mortos e 1374 feridos graves. Neste Ramadão já vamos em 132 ataques, com 646 mortos.
É impossível falar em tudo. Falamos de um ou de outro à laia de ilustração. O Islão é uma indústria de terrorismo.


A Polícia francesa entretanto prendeu diversos muçulmanos argelinos envolvidos no ataque jihadista. O bombista (foto de vigilância acima) foi preso juntamente com a sua mãe, o seu pai e outro estudante argelino que é amigo da família.
Temos sabido através dos media alternativos, pois só agora, passadas as eleições, é que a Imprensa francesa teve autorização para divulgar a identidade do terrorista:
Ataque islâmico em Lyon: O suspeito argelino era de facto um fundamentalista muçulmano. Clandestino, era supervisor numa escola secundária 
Colocado sob custódia após a sua prisão na segunda-feira, ele detém, de acordo com a mesma fonte, um discurso religioso fundamentalista, mas não reivindica pertencer a nenhuma organização terrorista. Além disso, ainda sob custódia, ele admitiu estar em situação irregular em solo francês e viver dos seus cursos de informática oferecidos na Internet, o que lhe traz algumas centenas de euros por mês, segundo ele.
Em paralelo com os seus estudos, o jovem também trabalhou como supervisor no Lycée Ampère de Lyon.

Uma fonte próxima à investigação disse à BFMTV que o suspeito estava em situação irregular na França, confirmando informações do Le Parisien.

BFM
A TF1 decidiu transmitir a foto do suposto autor do atentado a bomba em Lyon: Hicham M., argelino, 24 anos, estudante de informática.
Via EUROPE-ISRAEL



Agora já não é como há alguns anos, que desatavam logo a chamar-nos "fanáticos" quando apontávamos ataques islamistas antes de as autoridades admitirem que o tinham sido. Depois vinha a habitual teoria do "ataque súbito de doença mental" (que só ataca muçulmanos).
Como esse disco já está riscado, agora a teoria é a da "lei do retorno". Ou seja: nós, europeus, temos de ser chacinados passivamente porque outrora colonizámos outras terras.
Uma aberração de pensamento e uma ignorância sem limites, pois um dos últimos impérios coloniais que subsistem hoje é o Dar-al-Islam, a gigantesca Casa do Islão, que congrega oficialmente 57 países, todos eles menos a Arábia Saudita anexados ao gigantesco império islâmico pela força, à custa de mais de 670 milhões de mortos
Nenhuma outra ideologia matou tanto e foi tão cruel. Mas os místicos e os intelectuais de trazer por casa parecem retirar um enorme prazer da tal "lei do retorno".
Estamos no 24º dia do Ramadão de 2019. Registaram-se até agora 132 ataques terroristas em nome do Islão, e foram contabilizados 646 mortos. Confira AQUI.



35091 ataques em nome do Islão desde o 11 de Setembro.
Em Abril, 133 ataques, 822 mortos e 1374 feridos.
Listas AQUI.

É a "lei do retorno". Os iluminados assim o dizem, sorridentes.

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

terça-feira, 28 de maio de 2019

França: Tribunais permitem o assassinato de judeus

 Este post faz parte da nossa secção:



Muçulmano que assassinou a reformada judia Sarah Halimi não enfrentará julgamento 
A razão é que “não foi ele que matou, foi a marijuana”, ignorando as suas provocações anti-semitas anteriores e os seus gritos de “Allahu Akhbar” durante o assassinato. Agora foi considerado inapto para ser julgado.


Vendedor do Mein Kampf no Egipto. O ódio aos judeus é o escape para tudo o que corre mal no Islão. E corre tudo.

Claramente, Kobili Traore praticava o islamismo ao pé da letra: 
"Abdullah bin" Umar: Eu ouvi o Apóstolo de Alá dizendo: "Os judeus lutarão convosco, e vocês terão a vitória sobre eles e nesse dia até as pedras dirão: 'Ó muçulmano! Há um judeu atrás de mim; Mata-o!' "  
Sahih al-Bukhari Livro 56 Hadith 791

Isso é um insulto tanto para consumidores de marijuana quanto para pessoas com problemas de saúde mental, nenhum dos quais seria uma causa de violência e do desejo de assassinar uma mulher judia de 65 anos de idade. O desejo de Traore de praticar a jihad é a única causa deste assassinato.
 


Assassino de Sarah Halimi vai evitar julgamento criminal, diz grupo de defesa judaico francês 

Uma importante organização judaica francesa disse na sexta-feira que "soube com consternação" que o homem acusado de assassinar a pensionista judia Sarah Halimi em Abril de 2017 não enfrentará julgamento criminal.

Em declaração emitida pela Aliança Judaica, a BNVCA - um grupo de Paris que trabalha com vítimas de ataques anti-semitas - disse que o juiz investigador no caso Halimi concluiu que o assassino, Kobili Traore, estava fortemente intoxicado com marijuana quando cometeu o assassinato e por isso é mentalmente incapaz de ser julgado.

A BNVCA não divulgou a sua fonte para essa informação, que não foi noticiada na Imprensa francesa na sexta-feira.

Referindo-se aos numerosos obstáculos políticos e jurídicos enfrentados pela família Halimi na sua luta pela justiça durante estes dois anos, a BNVCA disse que “desde o início da investigação percebeu que este crime ficaria impune”.

Halimi, de 65 anos na época da sua morte, foi espancada e atirada de uma janela do terceiro andar na madrugada de 4 de Abril de 2017, por Traore, um vizinho do mesmo prédio de habitação social no leste de Paris, que invadiu o seu apartamento.
Nota do tradutor: Então mas os judeus não são todos ricos? Não moram todos em mansões? 
Vizinhos aterrorizados que alertaram a Polícia depois de ouvirem os gritos de socorro informaram que Traore havia gritado as palavras “Allahu Akhbar” e “Shaitan” (árabe para “Satanás”) durante o ataque a Halimi.

Investigações policiais revelaram mais tarde que Halimi tinha dito aos parentes que estava com medo de Traore, que chamou à sua filha, então de visita, uma "judia suja" algumas semanas antes do assassinato.

Os advogados de Traore, no entanto, insistiram que o seu cliente estava intoxicado demais com cannabis para ser responsabilizado pelas suas acções. Em 20 de Março, um terceiro relatório psiquiátrico encomendado pelo juiz investigador no caso Halimi concordou com essa avaliação, argumentando que o consumo de cannabis por parte de Traore havia eliminado seu “discernimento”.

No comunicado, a BNVCA apontou o “paradoxo de que um motorista sob a influência do álcool tem a sua sentença gravemente agravada, e um usuário de drogas é exonerado”.

O grupo acrescentou que agora está "muito pessimista em relação às possibilidades reais de erradicar o anti-semitismo quando os culpados não são julgados nem sentenciados".

E concluiu: "Tememos que esta decisão encoraje outras pessoas a passarem por mentalmente doentes para poderem cometer outros crimes antijudaicos".

O anúncio da BNVCA veio duas semanas depois de a magistrada Anne Ihuellou ter anunciado o fim das investigações sobre o assassinato, dando início a especulações de que Traore escaparia ao julgamento.


Caros judeus,
Talvez os caros amigos, por o serem, já encarem  a hostilidade e o perigo com alguma indiferença. Lembrem-se de que Deus condena o suicídio e saiam de França, se puderem (e da Alemanha, do Reino Unido, da Suécia, da Bélgica, de todos os lugares já islamizados). Lembrem-se de que a Noite dos Cristais e o Holocausto foram precedidos de um crescendo de violência que se tornou irreversível.
Não contem com os Tribunais, com os políticos, com a Polícia, com as Forças Armadas, para vos protegerem. Metade deles são antissemitas e verão com bons olhos que vos ataquem.

Caros judeus reformistas, 
Não contem com as vossas próprias boas intenções, com o apoio que dão aos "refugiados" porque "os judeus também já foram refugiados". Em nenhuma perseguição aos judeus os antissemitas fizeram distinções entre ortodoxos e reformistas, entre religiosos e laicos. 
Lembrem-se de que no Holocausto os judeus reformistas, orgulhosamente assimilados e secularizados, foram os primeiros a ser mortos e os mais fáceis de matar.

Caros não judeus como nós,
Nem que seja por egoísmo, lembrem-se de que o que começa com os judeus nunca acaba com os judeus. 
O Islão declarou-nos guerra a todos. Os judeus são apenas os que eles mais odeiam. Porque foram os primeiros a dizer que não se convertiam à religião de Maomé (em si mesma uma cópia grotesca e perversa do Judaísmo e do Cristianismo).

Eleições Europeias: Rejeição da islamização e do globalismo


Eles estão aí outra vez para conquistar a Europa, e parece que a Europa começa a acordar:

"Dominaremos a Europa e o Ocidente através da 'Conquista Silenciosa'"


Parece que os europeus começam a estar um bocadinho fartos de "diversidade". Não são "apenas" as bombas, os tiroteios, os atropelamentos, os ataques com ácido, os esfaqueamentos, os estupros, os espancamentos, os roubos, os assaltos, a ocupação forçada de casas, o rombo nas finanças dos países europeus (para sustentar invasores supremacistas e terroristas), o despedimento e a prisão de quem diz a verdade, etc.. é uma maneira permanente de estar, por parte dos santos portadores da "diversidade":


Eleições da União Europeia: vitórias significativas dos conservadores mostram a vontade do povo de se posicionar contra a islamização
Jihad Watch

Os líderes "populistas" mais polémicos obtiveram vitórias notáveis ​​nas eleições da UE, dando esperança renovada de que a União Europeia tenha uma força considerável de populistas "eurocépticos" para enfrentarem  e travarem as ambições globalistas dos que defendem a política de portas abertas. Para enfrentarem a imigração em massa, que enfraquece a soberania das democracias judaico-cristãs e toma de assalto a Europa através da islamização.


 Marine Le Pen declarou vitória sobre o globalista Emmanuel Macron.

Em França, numa eleição muito disputada, Marine Le Pen declarou vitória sobre o globalista Emmanuel Macron. "Le Pen considerou as eleições europeias como um referendo sobre a presidência de Macron e pediu-lhe que renunciasse ao cargo se o seu partido não conseguisse vencer." A voz do povo na França já falou, apesar de ser condenada como de “extrema-direita"….
    O primeiro-ministro Edouard Philippe reagiu às sondagens: "A extrema-direita está a consolidar as suas posições, essa mensagem é forte e nós já a recebemos".

Órban: "A vitória nas eleições significa que os húngaros nos deram a tarefa de deter a imigração em toda a Europa"

Outra vitória notável e esperada: o húngaro Viktor Orban, que há muito prometeu "abanar a UE" em face das exigências da UE e do assédio moral às cotas de imigrantes.
Como prometido, Orban está a fazê-lo. Depois de declarar uma grande vitória, ele reafirmou os seus objectivos ...


 


    O primeiro-ministro Viktor Orban disse aos partidários do seu partido Fidesz que cooperaria com todos na Europa que desejassem suspender a imigração. "A vitória nas eleições significa que (...) os húngaros nos deram a tarefa de (...) deter a imigração em toda a Europa", disse Orban aos apoiantes em Budapeste. Os húngaros queriam que o Fidesz "protegesse a cultura cristã na Europa", disse ele.

O italiano Matteo Salvini conquistou a maioria e declarou que “uma nova Europa está a nascer”.

 
No Reino Unido, o partido do Brexit humilhou os partidos Conservador e Trabalhista numa vitória arrebatadora.

Nigel Farage, Tommy Robinson e outros candidatos conservadores foram regularmente atingidos com pedras, tijolos, garrafas, dejectos e líquidos diversos durante a campanha.
A Polícia britânica, que já não admite candidatos brancos, facilitou os ataques de gangues muçulmanos contraos candidatos conservadores, escoltando os muçulmanos e protegendo-os:

 

Na Alemanha: a União de Angela Merkel “sofreu pesadas perdas”, mas não o suficiente, infelizmente. “Tecnicamente”, a União Democrata Cristã e a União Social Cristã receberam a maior parcela de votos “mas o partido ambientalista experimentou a maior subida”.
A União de Merkel caiu cerca de 7% em comparação com a última eleição em 2014. ”Dados os resultados, ainda há esperança de que o público acorde para a liderança desastrosa de Merkel e para o avanço da islamização do país em 2021 quando das eleições gerais".

Os alemães não conseguem viver sem uma "Mãezinha" ou um "Paizinho":

Merkel e a ascenção do 3º Reich


E o nosso Portugalinho? Sempre individualista, sempre mais esperto que os outros, fez o manguito do costume aos políticos e foi para a praia. 70% de abstenção. Agora que a Itália deixou de ser a porta de entrada da invasão islâmica, a Espanha socialista ocupou esse lugar.


"Vitória! Vitória!". O Benfica ganhou o campeonato, o Sporting a Taça e o PS as eleições. O povo quer é festa. 
O nosso Portugal de governo golpista socialista e comunista, apesar da nossa pequenez, vai levar ainda com mais estilhaços. E o português vai continuar a rir-se e a piscar o olho à assistência, enquanto esfrega as mãos e pensa: "Enquanto não for comigo...". Com a sua criatividade habitual, até pode facturar bastante no negócio dos "refugiados".

 Recortes de Imprensa:

“Le Pen triunfa sobre a Macron nas eleições europeias e apela a novas eleições nacionais”
por Chris Tomlinson, Breitbart, 26 de Maio de 2019:

    A líder populista Marine Le Pen e o seu Rassemblement National (RN) triunfaram sobre o presidente francês Emmanuel Macron nas eleições para o Parlamento Europeu.

    Marine Le Pen declarou vitória após sondagens de opinião mostrando o RN ganhando cerca de 24 % dos votos, em comparação como La Republique En Marche de Macron!

    Declarando vitória, a líder do RN disse: "A confiança que nos foi dada pelos franceses em nos designar como a primeira força política na França, mas especialmente como a da futura alternância, é uma imensa honra".

    Ela pediu a Macron para dissolver o Parlamento francês, dizendo que "cabe ao presidente da República tirar as consequências" e pedindo novas eleições, afirmando que Macron colocou a sua própria presidência em jogo nesta votação.


"Os vencedores e os perdedores: Seis coisas para saber sobre as eleições da UE na Alemanha"
por Rachel Loxton, The Local, 27 de Maio de 2019:

    Os resultados das eleições para o Parlamento Europeu estão aí e a Alemanha falou. Veja o que tudo isso significa.
 
    Quem ganhou na Alemanha? 
Tecnicamente, a União Democrata Cristã (CDU), de centro-direita, e a União Social Cristã (CSU), o seu partido irmão da Bavária, receberam a maior parcela de votos (28,7%), mas o partido ambientalista experimentou o maior aumento.

    A União sofreu pesadas perdas - o seu apoio caiu cerca de 7% em comparação com a última eleição em 2014, quando obtiveram 35,3 % dos votos. Foi ainda pior para o SPD de centro-esquerda, que obteve 15,6% dos votos no domingo, uma queda de 12% em relação a há cinco anos.
 
O Partido Verde, que obteve mais de 20% dos votos na Alemanha, aumentou cerca de 10% em relação a 2014, recebeu mais de um milhão de votos do que o SPD, liderado por Andrea Nahles, bem como da CDU, que é liderado pelo sucessor de Angela Merkel, Annegret Kramp-Karrenbauer….


"Grande vitória para o partido de Orban na votação da UE na Hungria"
France 24, 27 de Maio de 2019:

    O partido Fidesz do primeiro-ministro nacionalista da Hungria, Viktor Orban, conseguiu uma grande vitória nas eleições para o Parlamento Europeu, segundo resultados publicados pela Imprensa húngara no domingo.

    Com 98% dos votos contados, o Fidesz ganhou 52%, de acordo com o jornal Magyar Nemzet, acima dos 51% conquistados em 2014.

    A Coligação Democrática de esquerda (DK) está muito atrás em segundo lugar, com 16,3 %, e o pequeno partido liberal Momentum deve invadir o Parlamento europeu pela primeira vez com 9,7 %.

    Os Socialistas (MSZP) estão com 6,6%, pouco acima do partido Jobbik, de extrema-direita, que sofreu uma queda dramática de 15% em 2014 para apenas 6,5%.

    Espera-se que o partido ambientalista LMP perca o seu único lugar no Parlamento Europeu, dos 21 atribuídos à Hungria.

    Esta eleição também teve uma participação recorde para as eleições europeias na Hungria, com 41,7 %, meia hora antes do fechamento das urnas.

Eleições europeias: Trump e a nova era política


A nova direita está a bater a nova esquerda. Em toda parte.

Na verdade é a velha esquerda, Estalinista, colectivista, Hitlerista, Maoísta, anti-Humaninade, anti-realidade. Uma nova era política Trumpiana chegou.
    Salvani na Itália, La Pen na França e o Brexit Party no Reino Unido. Nigel Farage vence. Atirem esses milkshakes. Os globalistas já perceberam? As pessoas falaram. O presidente Donald Trump mudou o mundo. Uma presidência histórica em apenas 2 anos.

    - Carmine Sabia (@CarmineSabia) 27 de Maio de 2019


    A nova direita está a bater a nova esquerda. Em toda parte.

 

    Da Austrália à Europa, multiplicam-se os sinais de que o populismo conservador está em ascensão.

    Por Tyler Cowen, Bloomberg, 20 de Maio de 2019:

    A alvorada de uma nova era política?

    Às vezes, revoluções políticas ocorrem diante dos nossos olhos sem que nos apercebamos disso. Acho que isso tem acontecido nas últimas semanas em todo o mundo, e a mensagem é clara: a "Nova Direita" populista não vai desaparecer tão cedo, e a ascensão da "Nova Esquerda" é exagerada.


    Comecemos com a Austrália, onde o primeiro-ministro Scott Morrison obteve uma surpreendente vitória na semana passada. Antes da eleição, as pesquisas indicavam quase unanimemente que a sua Coligação Nacional Liberal teria que renunciar, mas os eleitores foram de outra opinião. Com o apoio de Morrison, um cristão evangélico que expressou apoio ao presidente Donald Trump, os australianos também mostraram uma relativa falta de interesse em fazer mais sobre as mudanças climáticas. E este resultado não é por acaso: Devido ao voto compulsório, a maioria dos australianos vota nas eleições.

    Ou que tal o Reino Unido? Aumentam as indicações de que o Partido Brexit se vai sair muito bem nas eleições do Parlamento Europeu. Neste momento, o partido, que não existia até recentemente, lidera as sondagens nacionais, com um apoio estimado de 34%. Os Conservadores, o actual partido no poder, estão em apenas 12%. Assim, a dura opção Brexit não será descartada, e a ala direita da política britânica parece estar a afastar-se do centro.

    Quanto ao Parlamento Europeu como um todo, segundo algumas estimativas após as eleições desta semana, 35% da câmara será preenchida por partidos anti-establishment, embora de natureza diversa. Temos que nos perguntar a partir de que ponto a União Europeia se tornará impraticável ou perderá a legitimidade por completo.
Nos EUA, as sondagens mostram Joe Biden como o favorito para candidato presidencial democrata. Ele é um dos candidatos mais conservadores do partido, e talvez alguns eleitores primários valorizem a sua elegibilidade e valores mais tradicionais, sobre as ideias mais esquerdistas de Bernie Sanders e Elizabeth Warren. Esse é um sinal de que a "esquerda dura" não está em ascensão na estratégia dos EUA. É difícil dizer para já se será assim, mas tudo indica que o partido democrata está a optar pelas ideias e políticas de Trump, e não pelas dos intelectuais democratas.
Enquanto isso, a economia dos EUA permanece forte e as chances de reeleição de Trump aumentam nos mercados de previsões.

    Um factor pouco notado em tudo isto tem sido a crescente percepção da China como uma ameaça aos interesses ocidentais. O público americano está muito ciente de que os EUA estão agora numa guerra comercial com a China, um conflito que provavelmente provocará um aumento no nacionalismo. Esse é um sentimento que historicamente não tem sido muito útil para os movimentos de esquerda. A China tem sido um foco da política de Trump desde há anos, e ele parece satisfeito em tê-la agora no centro das atenções.
    O Partido Democrata não está bem posicionado para fazer da China uma questão central. Os democratas têm criticado as políticas de Trump já há algum tempo, e pode ser difícil para eles ajustarem a sua mensagem de que "tarifar é mau" para "tarifar a China é bom". A Trans Pacific Partnership, que poderia ter servido como uma espécie de política comercial alternativa da China, também complica as coisas. O resultado líquido é que os republicanos provavelmente serão capazes de usar a questão da China a seu favor nos próximos anos.

    Em outros lugares, a maior democracia do mundo acabou de encerrar uma longa eleição. Os resultados na Índia ainda não são conhecidos, mas pesquisas de boca-de-urna mostram que a coligação dominante do primeiro-ministro Narendra Modi - e a sua filosofia do nacionalismo hindu - continuarão a ser uma grande influência.
(...) Nas últimas semanas, vi muitas evidências de que uma nova era política já chegou.

domingo, 26 de maio de 2019

Mensagem em dia de eleições europeias


Tenha isto em conta se pensa votar nos do costume:



Não perca a oportunidade de ajudar a eleger alguém que ajude a salvar a Europa.



O nosso futuro será o das terras conquistadas pelo Islão. Nem os mortos escapam:


P.S.: Os resultados vão aparecendo e são prometedores. Matteo Salvini, Marine Le Pen, Nigel Farage, Viktor Órban e outros, já conseguiram fazer um rombo enorme nos planos da Nova Ordem Mundial.
O Brasil, a Austrália, os Estados Unidos são países jovens, já estão a sacudir energicamente a ameaça. Aqui na Velha Europa, os fantasmas são muitos e as pessoas ainda têm muito medo da mudança.
Os lacaios da Nova Ordem Mundial (vulgo jornalistas) e os políticos da respectiva oligarquia globalista verberam  a "subida extrema-direita" nestas eleições para o Parlamento Europeu. Enquanto louvam os resultados de socialistas e comunistas dos mais radicais.
Nós, os que ganhámos hoje voz na Europa, não somos de "extrema-direita". Somos CONSERVADORES. Veja o que nos torna conservadores:


Graças à Internet e ao esforço de pioneiros como Dennis Prager, Olavo de Carvalho, Stefan Molyneux, Eric Zemmour, Thomas Sowell, David Horowitz, Jordan Peterson, Andrew Klavan, Ben Shapiro, Guy Millière, (etc., etc.), uma nova geração começa a varrer este Sistema podre:

sábado, 25 de maio de 2019

Itália: 'Orc' desencadeia incêndio e mata duas mulheres

Estará a Europa condenada?

 

Provavelmente sim.

Itália: Migrante marroquino incendeia uma esquadra de Polícia como "vingança", 2 mortos e 18 feridos. Ele deveria ser expulso

ITÁLIA, 21 de maio - Duas pessoas morreram, outras duas ficaram gravemente feridas e 16 pessoas ficaram intoxicadas com o fumo depois de um incêndio criminoso que ocorreu na noite de terça-feira na esquadra de Polícia local perto de Modena. O incêndio causou uma explosão num apartamento do mesmo prédio.

Os mortos são uma italiana de 84 anos e a sua empregada ucraniana de 74 anos. O incêndio foi causado por um jovem marroquino ilegal que foi preso. Ele fingiu ser um menor de 16 anos, mas os testes médicos provaram que ele mentiu e que é na verdade um adulto.

O migrante terá agido por vingança.

Ele entrou na esquadra às 3:00 da manhã através de uma janela e, talvez motivado pelo ressentimento em relação à Polícia por uma medida tomada contra ele, ateou fogo a vários móveis, depois de roubar um colete a prova de balas e um telefone móvel.




O jovem foi rapidamente preso pelos Carabinieri: nesse meio tempo, as chamas já se haviam espalhado por todo o andar térreo do prédio e produziam uma camada intensa de fumo que saturava o ar, atingindo os nove apartamentos no primeiro e segundo andares do edifício.

O marroquino tinha antecedentes criminais e uma ordem de despejo foi emitida contra ele.

"Um jovem migrante norte-africano foi preso pelo incêndio que devastou a esquadra de Polícia em Mirandola", disse o ministro do Interior, Matteo Salvini:

"Dois mortos, dezenas ficaram feridos e sofreram de inalação de fumo".
"Esqueçam a abertura dos portos (para resgatar navios de migrantes).

"A eliminação da imigração ilegal na Europa e na Itália é um dever moral: todos devem ir para casa".
Via EUROPE-ISRAEL


Os zombies pró-islamização vão objectar a que:
 1. Sendo nós amigos de Israel, sejamos contra a entrada de "migrantes", já que os judeus, de quem somos amigos, também têm sido acolhidos como refugiados em diversos países. A essa objecção respondemos que os judeus foram efectivamente refugiados. Dos países islâmicos, em 1947, tiveram que fugir todos os 900 mil que lá viviam e refugiaram-se em Israel, ou mais ninguém lhes teria aberto as portas. Já estes muçulmanos que hoje aportam à Europa, à Austrália e Nova Zelândia e às Américas, não são refugiados. Nos países deles não há guerra nem escassez, nem eles se "refugiam" em países islâmicos. São invasores em nome do Islão.
2. Não temos nada contra refugiados muçulmanos que o sejam de facto, nem contra migrantes muçulmanos que se comportem bem. Infelizmente, são poucos. Não temos nada contra a vinda de migrantes budistas, cristãos, judeus, hindus, todos menos os muçulmanos. Porque o Islão é diferente.
Aliás, uma das vítimas mortais deste ataque era migrante, era ucraniana e presumimos que cristã ortodoxa. Tinha 74 anos e estava a trabalhar, ao contrário do grosso dos "migrantes" muçulmanos.
3. Vão dizer que se tratou um "caso isolado". No nosso blogue, que não é sobre Itália e fala de tudo um pouco, temos por exemplo:


Correio da Manhã branqueia sequestro do autocarro em Itália

ITÁLIA gasta 15 milhões para empregar "migrantes", mas só emprega 120

Atropela, que é italiano!


"Estupro só é mau no início" - afirma responsável muçulmano em Itália

"Violada em grupo à frente do namorado" - o que o CM não conta...

Nigeriano enriquece culturalmente jovem italiana (em 18 partes)

Itália: "Migrante" tenta estuprar mulher prestes a dar à luz

Presidente italiano: "Algo extremamente bonito aconteceu: fomos invadidos pelos imigrantes"

Itália: Muçulmano senegalês sequestra e incendeia autocarro escolar com 51 crianças


Ainda hoje: "Como é o seu hábito repugnante, os muçulmanos espalham os seus tapetes de oração e levantam os suas bundas para Alá enquanto gritam orações e ameaças em árabe através de amplificadores para serem o mais ofensivos possível para os não-muçulmanos que visitam a Itália":
No Bare Naked Islam, algumas centenas de posts com atrocidades islâmicas em Itália: estupros, incêndios, assassinatos, bombas, atropelamentos, sequestros, tiros, esfaqueamentos, etc..
No Geller Report, o mesmo cenário. Há milhares de casos e não conseguimos reportar-vos nem a milésima parte. Aquela menina de 16 anos que foi violada até à morte, em grupo, por  "africanos e árabes", em Roma, por exemplo.
E continuaríamos assim indefinidamente. Já cá temos lixo autóctone que chegue, e que não podemos infelizmente, exportar. Porque somos obrigados a receber mais lixo?