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domingo, 28 de abril de 2024

Nazi Soros paga a estudantes-terroristas alimentando explosão de antissemitismo

«A USCPR oferece 7.800 dólares aos seus bolsistas baseados na comunidade e entre 2.880 e 3.660 dólares aos seus “bolsistas” baseados no campus, em troca de passarem oito horas por semana a organizar “campanhas lideradas por organizações 'palestinianas'”. Eles são treinados para “se erguerem pela revolução”.»

 

- Este post fica na nossa secção NAZI GEORGE SOROS

 

A esquerda acusa qualquer pessoa que exponha a mão maligna de George Soros de antissemitismo. Só para ficar claro:

— A família Soros deixou o judaísmo e mudou o seu nome de Schwartz para Soros.

- George Soros disse que “cresceu numa família antissemita”.

- George Soros e seu pai colaboraram com os nazis, tendo Soros chamado a esse período o seu “o mais feliz da sua vida”, numa entrevista ao programa 60 minutos com Steve Kroft. Ele ajudou a confiscar as propriedades dos judeus. “Eu diria que foi quando o meu carácter foi formado”, disse Soros.

Pamela Geller 



George Soros está a pagar aos estudantes radicais que estão a alimentar a explosão nacional de acções de ódio a Israel

Por Isabel Vincent, NY Post, 26 de abril de 2024:

George Soros e magnatas de Wall Street financiam os grupos radicais anti-Israel por trás dos protestos na Universidade de Columbia.

George Soros e os seus acólitos de extrema-esquerda estão a pagar aos agitadores que alimentam a explosão de protestos radicais anti-Israel em universidades.

Os protestos, que começaram quando estudantes ocuparam o campus Morningside da Universidade de Columbia na semana passada, cresceram em todo o país.

Cidades-tendas foram montadas em faculdades como Harvard, Yale, Berkeley na Califórnia, a Ohio State University e Emory na Geórgia - todas elas organizadas por filiais dos Estudantes pela Justiça na "Palestina" (SJP) financiados por Soros - e em alguns , os estudantes entraram em confronto com a Polícia.

Campos de ódio a Israel financiados por Soros 

 

A organização-mãe do SJP pertence a uma rede de organizações sem fins lucrativos, financiadas, em última análise, por, entre outros, Soros, o bilionário investidor de esquerda.

Em três faculdades, os protestos estão a ser encorajados por radicais pagos que são “parceiros” de um grupo financiado por Soros chamado Campanha dos EUA pelos Direitos dos "Palestinianos" (USCPR).

A USCPR oferece 7.800 dólares aos seus bolsistas baseados na comunidade e entre 2.880 e 3.660 dólares aos seus “bolsistas” baseados no campus, em troca de passarem oito horas por semana a organizar “campanhas lideradas por organizações 'palestinianas'”. Eles são treinados para “se erguerem pela revolução”.

O grupo radical recebeu pelo menos US$ 300.000 da Open Society Foundations de Soros desde 2017 e também recebeu US$ 355.000 do Rockefeller Brothers Fund desde 2019.


O artigo do NEW YORK POST continua AQUI. É muito completo e tem todas as hiperligações. 

É tristemente irónico que o nome do maior financiador privado do antissemitismo (juntamente com o jihadista Omar Barghouti) seja usado para alimentar o antissemitismo. 

Este homem não é judeu, odeia judeus, foi nazi na juventude e nunca abjurou o seu nazismo - como se pode ver: 

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Judeus Contra Soros


George Soros foi um colaboracionista nazi que enviou judeus para os campos de extermínio, apesar de ser, ele mesmo, descendente de judeus. 
- Visite a nossa secção NAZI GEORGE SOROS.
Conservadores judeus lançam site ‘Judeus Contra Soros’

O recente incidente com o proprietário do Twitter, Elon Musk, comparando o financeiro e filantropo nonagenário George Soros ao supervilão Magneto abriu novamente o debate sobre onde termina a crítica ideológica legítima ao prolífico financiador político e começa o ódio antissemita.


 Agora, dois conservadores judeus lançaram uma iniciativa popular para esclarecer. 
O editor sénior da Newsweek, Josh Hammer, e o candidato a procurador-geral do Missouri, Will Scharf, lançaram a iniciativa “Judeus Contra Soros”.

‘Filantropo’ George Soros doa biliões para causas anti-Israel

Steve Leibowitz, do WIN, fala com Olga Deutsch, directora do Europe Desk da OGN Monitor, sobre as supostas atividades anti-Israel do bilionário judeu George Soros, incluindo o apoio ao BDS:

O editor sénior da Newsweek, Josh Hammer, e o candidato a procurador-geral do Missouri, Will Scharf, lançaram o site “Judeus Contra Soros”.

O site diz: 
“Não há nada de antissemita em identificar as muitas formas como George Soros e a sua rede de organizações financiam a esquerda radical. Esquerdismo não é Judaísmo, e ser anti-esquerdista não é o mesmo que ser antissemita. Ponto final."

O site apresenta então a história do sobrevivente húngaro do Holocausto, de 92 anos, de financiamento do activismo político, incluindo o apoio ao movimento anti-Israel BDS.

Hammer tuitou: “Soros dedicou a sua vida a fomentar o anarquismo americano, minando a integridade territorial de Israel e desestabilizando os Estados-nação ocidentais de forma mais geral”.


É uma mitsvá, e não antissemitismo, atacar as perigosas campanhas de George Soros.


NDT: Uma mitsvá é um mandamento Divino, no Judaísmo. Embora não professemos nenhuma religião organizada, nem sejamos judeus, estamos plenamente de acordo com Hammer: é uma excelente acção denunciar o antissemitismo e a maldade de Soros, a quem Pamela Geller (que é judia) chama "O Flagelo das Nações".

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Soros & Filho financiam antissemitismo

Nazi na juventude, George Soros gaba-se abertamente de todos os judeus que enviou para os campos de extermínio (consulte a nossa secção dedicada ao nazi George Soros):

Vídeo: Soros assume-se nazi e exterminador de judeus 

Como ele mesmo é descendente de judeus, todos os antissemitas do mundo o usam para atacar Israel e os judeus. 
Soros, pelo seu lado, continua a ser o maior financiador individual do antissemitismo global. Mais um exemplo:

 

George e Alex Soros enviam contribuições máximas para congressista do grupo conhecido como The Squad, que odeia Israel


Pramila Jayapal, membro do grupo de congressistas extrema-esquerdistas do Partido Democrata dos Estados Unidos a que pertencem as islamistas Illan Omar e Rachida Tlaib, chamou a Israel um 'Estado racista', num discurso para activistas "palestinos".

Por Alec Schemmel, Washington Free Beacon


George Soros e o seu filho Alex enviaram contribuições máximas à congressista esquerdista de Washington, Pramila Jayapal, que enfrentou intensas críticas de colegas democratas nos últimos dias por caluniar Israel como um “Estado racista”.

Ambos os Soros enviaram a Jayapal $ 6.600 no final de Junho, a quantia máxima que um indivíduo pode dar a um candidato num ciclo eleitoral. 

Apenas duas semanas depois, durante um painel de discussão em 15 de julho, Jayapal assegurou aos activistas "palestinos" que ela “tem lutado para deixar claro que Israel é um Estado racista”:

Jaypal a apaziguar os islamistas


Dezenas de colegas democratas de Jayapal condenaram os comentários como "perigosos e antissemitas".

George Soros, investidor nascido na Hungria, doou mais de 18 biliões de dólares para causas esquerdistas. 
O bilionário de esquerda financia uma enorme quantidade de organizações sem fins lucrativos anti-Israel, incluindo algumas que negam o direito de Israel de existir como uma nação soberana. 
Soros também comparou o comportamento do Estado judeu ao da Alemanha nazi, argumentando num discurso de 2003 que “vítimas” se tornaram “vitimizadores”, de acordo com o Wall Street Journal. 

Alex Soros, que herdou recentemente a fortuna do pai, um império avaiado em 25 biliões, é tão antissemita como o pai.

 

Nem os Soros nem Jayapal responderam aos pedidos de comentários.

Por meio das suas Open Society Foundations, os Soros afirmam defender “democracias vibrantes e inclusivas, cujos governos são responsáveis e abertos à participação de todas as pessoas”. Eles não incluem Israel nessa definição, financiando uma série de grupos e organizações anti-Israel, incluindo J Street.

No início deste ano, o Free Beacon descobriu que a Open Society Foundations uniu forças com a J Street e outros grupos anti-Israel para fazer lobby com os legisladores para reviver o acordo nuclear com o Irão.

Pramila Jayapal 

Na semana passada, Jayapal tentou recuar na sua caracterização de Israel como um “Estado racista”, embora o seu esclarecimento tenha criticado o “governo de extrema-direita” de Israel por se envolver “em políticas discriminatórias e abertamente racistas”.

“Existem racistas extremos conduzindo essa política dentro da liderança do actual governo”, disse Jayapal.

A deputada Rashida Tlaib (D., Michigan), uma das companheiras do grupo de Jayapal, em 18 de Julho denunciou Israel como um “Estado de apartheid” momentos antes de ela e outros membros do “Esquadrão” votarem contra uma resolução que dizia que Israel “não é um Estado racista ou de apartheid”. 

Um dia depois, o presidente israelita Isaac Herzog, em discurso ao Congresso, criticou os legisladores americanos que se opõem ao “direito de existência do Estado de Israel”. Herzog também chamou a busca do Irão por uma arma nuclear de “o maior desafio que Israel e os Estados Unidos enfrentaram neste momento”.

“Difamar e atacar os judeus, seja em Israel, nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar do mundo, é antissemitismo”, disse Herzog, recebendo muitos aplausos. “O antissemitismo é uma vergonha em todas as suas formas.”

 

Tradução livre de:


The Squad, "O Esquadrão", é um grupo de congressistas de extrema-esquerda do Partido Democrata, que têm em comum serem não-Brancos (logo, quem os criticar é acusado de "racismo"!) e odiarem os Estados Unidos e Israel.

sábado, 16 de abril de 2022

O nazi Georges Soros e suas ligações


Georges Soros e suas ligações 


Por Shamay Ben Avraham -Agência de Notícias Total -TNA Especial

(...) O site "Humans Are Free", publica um artigo intitulado "Credibilidade Arruinada: Juízes do Tribunal Europeu de Direitos Humanos Ligados a George Soros", ecoa um estudo realizado pelo Centro Europeu de Direito e Justiça em Estrasburgo que revela vários conflitos de interesse entre os juízes das ONGs financiadas por George Soros.

O estudo constatou que, dos 100 juízes que actuaram no Tribunal Europeu de Direitos Humanos no período 2009-2019, quase um quarto (22) tem fortes ligações com as Fundação Open Society de George Soros ou com ONGs como a Amnistia Internacional e outras financiadas por Soros. 

 

Amnistia Internacional sempre ao serviço do Terrorismo

257 MILHÕES: União Europeia e Soros financiam terroristas que matam judeus

 

A Human Rights Watch, por exemplo, recebeu 100 milhões de dólares das Fundação Open Society desde 2010. Além disso, tenha em mente que algumas das ONGs recebem tanto do seu orçamento de Soros que são, na verdade, integralmente suas subsidiáriasOs vínculos entre os juízes e essas ONGs são mais do que evidentes.

Mas não vá embora ainda, porque há mais. 

De acordo com outro artigo no mesmo site, Soros também tem vínculos com 226 deputados no Parlamento Europeu. Se levarmos em conta que, no total, existem 752 deputados, descobrimos que o "amiguinho" controla quase um terço desse Parlamento. 

Ana (HIC!) Gomes e Marisa (CÓF! CÓF) Matias, duas das mulheres de mão ilustres deputadas de confiança do NAZI GEORGE SOROS no Parlamento Europeu.


 

Tradução livre de



Nota do Tradutor: o site Humans Are Free foi apagado pelo Google.


Este post fica arquivado na nossa secção NAZI GEORGES SOROS 


Veja também, por exemplo:


Polvo Soros controla 1/3 do Parlamento Europeu

Todos os deputados do Polvo Soros no Parlamento Europeu

Vídeo: Soros assume-se nazi e exterminador de judeus

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Soros volta a lançar o caos em Israel

Soros apanhado a trabalhar com o Irão contra Estados Unidos e Israel

Wikileaks: Soros, Obama e Clinton derrubaram Bento XVI

George Soros - Bilionário e Esquerdopata

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Nazi George Soros prometeu "demolir" o presidente Trump

Adivinhe quem é o dono das máquinas de votação digitais ‘Troca votos de Trump para Biden”?

terça-feira, 16 de março de 2021

257 MILHÕES: União Europeia e Soros financiam terroristas que matam judeus

A União Europeia pagou 34 milhões de euros a ONGs anti-Israel radicais chefiadas por George Soros e 257 milhões  à AP ("Autoridade Palestina") para pagar às famílias de terroristas 
 


De acordo com um relatório parlamentar escrito por um eurodeputado alemão, a UE teria pago 34 milhões de subvenções a ONGs anti-Israel da rede Open Society Foundations (OSF), relata Louis-Marie Bonneau, investigador associado do Centro Europeu de Direito e Justiça (ECLJ).

Um relatório parlamentar recente denuncia o financiamento público, pela Comissão Europeia, de ONGs anti-Israel e gravitando na rede de Open Society Foundations (OSF). Baseia-se nas fontes do sistema de transparência financeira da Comissão e em números de várias ONG, como o Monitor e o Movimento Regavim.

Na sequência desta investigação, exorta o Parlamento Europeu a não dar a sua aprovação final sobre a forma como a Comissão Europeia executou o orçamento de 2019. A Comissão do Controlo Orçamental terá de votar esta questão em 22 de Março de 2021.

De acordo com este relatório, em 2019, foram pagos a estas ONG cerca de 34 milhões de euros em bolsas europeias. No entanto, o autor do relatório considera que, devido à falta de transparência, o valor real é provavelmente muito superior. 

Para ele, este financiamento discrimina os conservadores, ao mesmo tempo que viola a obrigação de neutralidade política da Comissão Europeia. Na verdade, Joachim Kuhs, autor do relatório, considera que estes grupos financiados pelo contribuinte europeu não são verdadeiras ONGs, mas sim organismos quase-governamentais (QUANGOs) que são o braço armado do activismo anti-conservador na Europa. E no mundo. 

Só nos Estados-Membros da União Europeia, a Comissão financiou vários "QUANGOs" da galáxia Open Society Foundations no valor de 25 milhões de euros. Por exemplo, os Comités de Helsínquia receberam € 887.410 e a Democracia Aberta € 75.001. Essas organizações fazem campanha, em particular, pela abertura das fronteiras e pela luta contra o "discurso de ódio". 

Richard Abelson analisa o relatório de Joachim Kuhs num artigo intitulado Por “Fronteiras abertas” e censura ao “discurso de ódio”. Quando questionado, este último declarou que "Dada a crise económica causada pela pandemia de COVID, é difícil explicar aos contribuintes porque é que a UE está a gastar o nosso dinheiro em ONGs de esquerda que defendem um programa radical 'Sem Fronteiras', ”Campanhas [que poderiam ser traduzidas como“ guerra legal ”, nota do editor] contra governos eleitos democraticamente e atacam líderes conservadores como Matteo Salvini e Viktor Orbán”. 

Ele acrescentou que não encontrou um único exemplo de ONGs conservadoras que recebessem financiamento da Comissão. 

 

257 milhões também pagos à Autoridade Palestina, usados ​​em particular para ajudar as famílias de terroristas mortos e presos 

O relator observa que a Comissão Europeia tem um desejo claro de financiar organizações anti-Israel, em particular. Por exemplo, apoia grupos influentes como o Conselho Europeu de Relações Exteriores (ECFR), muito próximo de Georges Soros, que tem uma agenda pró-migração, e se opõe às soberanias e a Israel. 

O ECFR fala de Israel como uma "potência de ocupação" e um "Estado de apartheid". O Relatório mostra também, por exemplo, que a Comissão Europeia financia organizações ligadas à Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), grupo que a União Europeia classificou de terrorista. 

A Comissão também financiou ONGs aumentando os recursos legais e apoiando protestos violentos. Joachim Kuhs também acusa a União Europeia de ter financiado a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente (UNRWA) no valor de 131,7 milhões de dólares, em 2019. Ele chama a atenção para que esta organização "tem laços estreitos com as organizações terroristas Hamas e Fatah". 

Além disso, os fundos europeus financiaram a Autoridade Palestina (AP) no montante de 257,5 milhões de euros (programa "PEGASE: apoio financeiro directo para as despesas recorrentes da Autoridade Palestina"). 

No entanto, o autor explica que, com esse financiamento, a organização paga principalmente às famílias dos terroristas mortos e presos. De facto, a AP criou um programa ("Pay-for-Slay"/"Pagar para Matar") que oferece "pensão automática vitalícia para quem quer que seja pela família de quem assassinar um judeu". Joachim Kuhs observa que a Comissão Europeia não financia nenhum grupo de reflexão conservador em Israel. 

 A União Europeia também financia este tipo de ONGs em outras regiões, como os Balcãs ou a África do Sul. Também parece fornecer apoio financeiro a grupos ligados à Irmandade Muçulmana. Por exemplo, € 550.000 foram doados para Islamic Relief Germany, uma organização ligada a relatórios com o Hamas, o Hezbollah e a Irmandade Muçulmana.  

A Rede Europeia contra o Racismo (ENAR), cujo diretor, Michaël Privot, foi membro da Irmandade Muçulmana até 2008, recebeu 1,16 milhão de euros. Todos estes são elementos que questionam as opções ideológicas da Comissão Europeia e a forma como administra os dinheiros públicos europeus.

 


Via:
 

 
 
Este post fica na nossa secção NAZI GEORGE SOROS. Veja também

 

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Soros compra empresa secreta envolvida na distribuição da vacina Corona

Agora vai, ataca Amaleque e proscreve tudo o que pertence a ele. 

Samuel 15: 3

 


George Soros, fundador e presidente da Open Society Foundation faz um discurso durante o Fórum Económico em Bruxelas, Bélgica, em 1 de Junho de 2017

 

A Soros Fund Management, dirigida pelo especulador financeiro George Soros, divulgou na sexta-feira que possui acções da Palantir. A empresa de gerenciamento de Soros adquiriu 18,5 milhões de acções da Palantir.
 
A empresa, cujos clientes incluem muitos órgãos governamentais em todo o mundo, esteve envolvida em ajudar a rastrear dados sobre a disseminação do Covid-19, bem como a distribuição em massa potencial de de vacinas, conforme noticia a CNN.
 
A Palantir admitiu que "muitas vezes foi descrita como uma empresa secreta". A razão que eles dão é que eles operam em instituições com um alto nível de confidencialidade em áreas como "defesa e informações secretas".
 
Soros foi acusado de estar por trás dos violentos tumultos dos Black Lives Matter em todos os Estados Unidos e de planear uma revolta violenta se Trump vencer. Ele também injectou  28,3 milhões de dólares num Super PAC democrata no primeiro trimestre de 2020, num esforço para derrotar Trump.
 


 

Este post fica na nossa secção NAZI GEORGE SOROS

 

"Por recomendação de Olavo de Carvalho, introduzimos este video que faz referência a Revolução púrpura, que é a designação feita após uma série das chamadas revoluções coloridas, que supostamente trouxeram democracia, liberdade e governos mais favoráveis ao ocidente para diversos países. Muitas destas revoluções foram sustentadas pelo globalista George Soros, como forma de estender sua influência por estas regiões.

Com uma diferença de votos que não acontecia há cerca de 90 anos nas eleições americanas (segundo Flávio Morgenstern na seu podcast Guten Morgen 25), enquanto toda a mídia que a vitória da Hillary estava certa, estabeleceu uma derrota humilhante para a esquerda americana. Com a promessa de restauração do orgulho de ser americano e a destruição do politicamente correto, o governo Trump pode mudar radicalmente a direção decadente e suicida que a nação americana vinha tomando, além de ser um forte impacto na imagem e na influência dos democratas.

Mas os democratas não pretendem deixar barato. Já aconteceram diversas manifestações pelos EUA, algumas delas muito violentas, como já foi denunciado por muito do material dos Tradutores de Direita, como o caso do senhor que foi agredido por ter votado no Trump, ou a mãe que se filma apavorando o próprio filho pequeno dizendo que ele vai morar na rua por ter votado no Trump em uma eleição de mentira na escola.

Há a suspeita de uma união entre Obama, Soros e os Clinton para impedir a todo custo Trump de governar e a articulação nos bastidores para formar uma revolução púrpura nos EUA. Nos processos políticos, o simbolismo é um elemento essencial que pode despertar comportamentos inesperados até mesmo para as pessoas inconscientes disso. O simbolismo também ajuda a modelar a narrativa histórica. Ajuda a colocar pessoas como heroínas ou vilãs para as futuras gerações que recontarão a história. O vídeo a seguir indicado por Olavo de Carvalho, traz alguns elementos para entender os próximos passos dos globalistas e da esquerda americana em relação aos Estados Unidos."

 

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Adivinhe quem é o dono das máquinas de votação digitais ‘Troca votos de Trump para Biden”?

O húngaro George Soros (nascido judeu) foi militante nazi e começou a sua carreira de bilionário a mandar judeus para os crematórios... e a roubá-los. Este nazi o maior financiador privado da campanha global contra Israel. Visite a nossa secção NAZI GEORGE SOROS.


Lord Mark Malloch Brown, um lugar-tenente de George Soros, cuja empresa Smartmatic está intimamente ligada à Dominion Voting Systems, que trocou votos de Trump para Biden. A sua máquina foi usada em todos os Estados decisivos. Isso explicaria o despejo súbito de boletins de voto em Biden de 200.000 votos no MICHIGAN, enquanto o WISCONSIN obteve um despejo de votos de 100.000 Biden durante a madrugada.

 


Canada Free Press - Na semana passada, blogues políticos começaram a relatar a preocupação de que o bilionário George Soros fosse dono de uma empresa que fabrica urnas eclectrónicas usadas em 16 Estados, incluindo Estados tradicionalmente indecisos como Florida e Arizona.

O Dominion Voting Systems, que tem sido usado em vários Estados onde a fraude foi alegada na eleição de 2020 nos EUA, foi rejeitado três vezes por especialistas em comunicação de dados do Secretário de Estado do Texas e do Gabinete do Procurador-Geral por não cumprir os padrões básicos de segurança.

Brown é simultaneamente vice-presidente da Soros Fund Management e vice-presidente do Open Society Institute. Ele faz avançar secretamente os objectivos de Soros. Brown também é anti-Brexit e fanático pelo clima. Quando criticado pela sua amizade com Soros e por viver na sua colossal fazenda, Brown afirmou que estava a "fazer a obra de Deus". O subterfúgio de Brown com o notório programa da ONU “petróleo por comida” custou à ONU $ 600 milhões e $ 300 milhões em dinheiro desapareceram.
Companhia de Software Eleitoral Fraudulento: a Dominion está associada a diversos desastres de votação, a “Dominion“ teve problemas ”com várias subsidiárias que usou em supostos casos de fraude. Uma subsidiária é a Smartmatic, uma empresa “que desempenhou um papel significativo no mercado dos EUA na última década”, de acordo com um relatório publicado pela AccessWire, do Reino Unido. Litígios sobre “falhas” da Smartmatic alegam que eles impactaram as eleições de meio de mandato de 2010 e 2013 nas Filipinas, levantando questões de trapaça e fraude. Uma revisão independente dos códigos-fonte usados ​​nas máquinas encontrou vários problemas. ”

 


Escândalos Smartmatic & Dominion: A Bloomberg criticou as máquinas eleitorais de computador e software como inerentemente falhas em 2019. A CBS News relatou em 2019, "O lobby das máquinas de votação, liderado pela maior empresa, ES&S, acredita estar acima da lei", disse o senador Ron Wyden, Democrata do Oregon. "Eles nunca tiveram ninguém que os responsabilizasse, mesmo nas questões mais básicas."
Outra preocupação é a propriedade estrangeira e investidores passivos - como possivelmente Soros. A Smartmatic manipulou 1 milhão de votos na votação de 2017 na Venezuela. A Dominion falhou em 2018 na Geórgia, mas foi mantida e falhou novamente na Geórgia e trocou 6.000 boletins no Michigan nesta eleição, enquanto Pensilvânia, Nevada, Arizona, Wisconsin, Michifgan, todos a usaram. Em 2019, os cidadãos da Geórgia solicitaram a remoção dos Sistemas de Votação Dominion, pois eles falharam em 2018 no Nevada.

 


Uma chamada “falha” de computador nas urnas electrónicas durante as eleições de 2020 nos Estados Unidos causou uma grande polémica. Uma chamada "falha" do computador num dos condados de Michigan levou a 6.000 votos transferidos do presidente Trump para Joe Biden. Foi revelado na Geórgia que a “falha” foi causada não por hackers, mas pelo próprio fornecedor fazendo upload de um software no último minuto.
A GreatGameIndia descobriu que os fornecedores, e não os hackers, talvez estejam por trás da sabotagem. Um dos fornecedores, uma empresa canadiana com sede em Denver, a Dominion Voting Systems, tem um longo histórico de alegações de fraude eleitoral e interferência nas eleições de várias nações, incluindo roubo de dados dos censos na Índia e interferência nas eleições dos EUA de 2020.

 



Via:


O BARE NAKED ISLAM compilou uma lista das fraudes descobertas até agora nas eleições nos Estados Unidos:

FRAUDE ELEITORAL AQUI, FRAUDE ELEITORAL ALI, FRAUDE ELEITORAL DEMOCRATA EM TODO O LADO!
São centenas de artigos.
Houve de tudo, desde a fraude tecnológica como a vemos neste post, até mortos a votar, boletins fotocopiados, votos em Trump queimados e desviados pelos carteiros, milhões de votos em Biden despejados pela calada da noite, não faltou nem o velho e consagrado processo de ir aos lares de idosos preencher os boletins por eles:


'Hammer’ e ‘Scorecard’: a SABOTAGEM das máquinas de voto pelo Partido Democrata e CIA

Campeão Joe Frazier votou, apesar de ter morrido em 2011 (E MILHARES DE OUTROS)

Golpe de Estado eleitoral nos Estados Unidos

Arcebispo Viganò apela à ORAÇÃO: os Fihos das Trevas estão a levar a cabo a maior fraude eleitoral da História

 

ATENÇÃO: A própria FOX (que tem capitais do senhor Soros) está a participar no Golpe de Estado global. Veja a One America News Network e a Newsmax.