quinta-feira, 31 de outubro de 2019

VÍDEO: "Já tens 1 ano e meio, toma lá uma pistola!"



Criança árabe-israelita brinca com a arma carregada do pai

O telefone de um árabe-israelita confiscado pela Polícia mostrava fotos de balas espalhadas pelo berço.

Por World Israel News
Apareceu nas redes sociais um vídeo de uma criança de 18 meses brincando com a arma carregada do pai. Durante a investigação, o telefone do homem confiscado pela Polícia mostrava fotos de balas espalhadas pelo berço, segundo o Behind the News.
O homem árabe da cidade árabe-israelita de Umm al-Fahm foi acusado de roubo de arma, contrabando de armas e risco de crianças.

Um advogado do suspeito alega que a arma era falsa, informou o Canal 13 de Israel.



COMENTÁRIO

Indubitavelmente, os defensores do relativismo cultural desculparão isto. Talvez até arranjem maneira de culpar Israel, como sempre fazem. Na nossa secção CRIANÇAS temos posts como por exemplo:

Pai "palestino" persegue filho com faca e ensina-o a esfaquear judeus

"A Morte é Doce", diz a TV "palestina" à juventude

FATWA: Um pai pode ter luxúria pela sua filha se ela tiver mais de 9 anos

Obama reconheceu pedofilia como parte do Islão

"Violação entre pai e filha é prática comum", diz líder muçulmano

Pedofilia: pedra angular do Islão


Os bem-pensantes não os lêem. Bastam os títulos para desatarem a berrar: "RACISMO! ÓDIO! ISLAMOFOBIA! XENOFOBIA!".
Quando a cegueira é voluntária, não há nada a fazer.
As mesmas pessoas que defendem que os cidadãos não possam possuir nem uma faca de mato, defendem com unhas e dentes o vídeo acima. "É a cultura deles, pá!".
Todos  temos tendência a pensar "em espelho". Em quase todas as culturas do mundo, as crianças são o bem mais precioso. No Islão, há pais que mandam os filhos explodir-se, como podemos ver, por exemplo, neste vídeo, que nem a Imprensa mais esquerdista conseguiu esconder:



Em Israel é muito comum os pais mandarem os filhos explodir-se matando judeus, usarem-nos como escudos humanos, tentarem que eles sejam abatidos misturando-os com os terroristas do Hamas em plena guerra.
Mas este caso ocorreu na Síria e os alvos não foram judeus. Foi uma esquadra de Polícia. Porque os muçulmanos apenas reconhecem o Islão como autoridade, e tudo quanto lhes pareça afastar-se dessa regra, é para eliminar.
Não. Nem todas as culturas são iguais. Nem todos os pais amam os filhos.
(Já sei, já sei:
"RACISMO! ÓDIO! ISLAMOFOBIA! XENOFOBIA!").

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Veja também:

Os Jovens Leões do Califado ("As crianças, pá")







Etc., etc., etc., etc., etc. ...

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Vídeo: Muçulmano armado invade Vaticano. Imprensa ESCONDE

Vê! Os ímpios preparam os seus arcos, ajustam com precisão as flechas nas cordas, para atirar ocultamente contra os rectos de coração.
Salmos 11:2


Via:

https://mailchi.mp/israel365.com/watch-knife-wielding-muslim-enters-vatican-mainstream-media-silent?e=7b7cd7fc90

Um jovem maometano empunhando uma faca ameaçou os fiéis no Vaticano este sábado, agitando a lâmina e vagando por vários minutos antes que o pessoal de segurança controlasse a situação. Talvez o aspecto mais espantoso da história seja o silêncio quase completo da Imprensa sobre uma tentativa de ataque terrorista no coração da Igreja Católica.



COMENTÁRIO
Não é de espantar o silêncio da Imprensa. Mostrar a VERDADE e os FACTOS, hoje em dia, é considerado discurso de ódio, extrema-direita, racismo e outras coisas medonhas. 
Lembramos também que o Papa Francisco I, o substituto do sequestrado Papa Benedito XVI compara os terroristas dos ISIS aos Apóstolos de Jesus Cristo (1) .
Os terroristas do ISIS (como temos mostrado diversas vezes) puseram a cabeça deste Papa a prémio. E já o tentaram assassinar - aqui em Portugal, por exemplo (2).

(1)

O Papa do Islão

(2)

Muçulmano tentou matar Papa em Fátima

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Jornalistas choram Califa al-Baghdadi - 2


Na sequência de:

Jornalistas choram Califa al-Baghdadi - 1 


O Washington Post (como a generalidade dos jornais e jornaleiros de todo o Mundo Livre) está inconsolável com a morte do Califa Abu Bakr al-Baghdadi. O jornalismo está hoje nas mãos da extrema-esquerda islamófila.

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce e do doce amargo!
Isaías 5:20



- Traduzido e condensado de 

https://www.breakingisraelnews.com/138957/mainstream-media-mourns-isis-leaders-death-what-isaiah-meant-calling-evil-good/


Meios de Comunicação lamentam a morte do líder do ISIS, no que Isaías classificou como “Chamar ao mal bem”

O anúncio do presidente Trump no domingo de que as forças especiais dos EUA mataram Abū Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico (ISIS), deveria ter recebido elogios universais, mas não foi o caso.
A manchete do Washington Post dizia:
"Abū Bakr al-Baghdadi, austero erudito religioso no comando do estado islâmico, morre aos 48 anos". "
Um tweet da campanha de TRUMP 2020 criticou o obituário do Washington Post, que descreve o líder do ISIS como "um estudioso religioso e austero com óculos de armação de metal ... que mantinha um pragmatismo sagaz como líder ... de quem os conhecidos se lembrarão como um jovem tímido e míope que gostava de futebol. "


Nota do Tradutor: Na Imprensa portuguesa os jornaleiros nem disfarçam o profundo pesar pela morte deste aliado da extrema-esquerda e do globalismo (ver post anterior).

O rabino Pinchas Winston, um proeminente estudioso da Torá que escreve extensivamente sobre o Fim dos Tempos, disse que o tikkun (consertar) destas notícias falsas está profetizado. Ele citou o profeta Sofonias.



    Pois então tornarei os povos puros de expressão, para que todos invoquem o Senhor pelo nome e o sirvam de comum acordo.
Sofonias 3: 9
As pessoas não querem a verdade. Eles querem um show, um show que vende. A Internet funciona canalizando para as pessoas o que elas já querem, a realidade subjectiva com a qual se sentem à vontade. As pessoas estão tão entediadas que se perderam, e tudo, até as notícias, se tornou entretenimento.
As pessoas são fascinadas por reality shows, mas a realidade não pode ser ao mesmo tempo um reality show. A realidade não é um show e os shows não são a realidade. A diferença entre as duas coisas perdeu-se. As pessoas pensam que a sua vida é um show, mas não é. As pessoas estão distantes das suas próprias vidas e vêem a vida como um show.”

“Redenção, Torá e de Deus implicam um retorno à realidade objectiva. A verdade é algo que é preciso procurar, o resultado final de um processo. É reconectar a realidade subjectiva com a verdade e a realidade objectiva. Se tirarmos Deus de cena, perdemos a realidade objectiva. É por isso que os religiosos de direita vivem em áreas rurais onde o aspecto natural de Deus é evidente na vida quotidiana.
Nas cidades, é fácil isolar-mo-nos numa realidade subjectiva fabricada pela própria escolha. Numa cidade, hoje em dia, é aceitável argumentar que um rapaz é afinal uma rapariga, mas se essas pessoas forem para o campo e tentarem ordenhar um touro, as coisas ficam reais muito rapidamente. ”

"Não é surpresa que um jornalista do Washington Post possa sentar-se num escritório em Washington D.C. e chamar ao chefe do ISIS um 'estudioso religioso'. A conveniência política partidária é mais real para ele do que a verdade real. Se Baghdadi estivesse sentado à sua frente, ameaçando cortar-lhe a cabeça, o jornalista provavelmente teria escrito um obituário completamente diferente.”



A propósito, lembramos o jornalista James Foley, como quase toda a sua classe um apologista da jihad, que até se converteu ao Islão e tudo. O ISIS decapitou-o na mesma. A mãe dele agradeceu hoje ao Presidente Trump pela operação que liquidou o Califa.



Outros meios de comunicação foram mais contidos, mas não aplaudiram a operação, para não reconhecerem esta vitória política do Presidente.
O agente da CIA da era Obama, Jeremy Bash, opinou que a remoção de al-Baghdadi não teve efeito real numa situação que ele acha que Trump está a gerir mal.
“Se é militarmente importante, realmente depende, porque na semana passada ou nas últimas duas semanas, o Presidente Trump tomou uma decisão que tirou o pé do pescoço do ISIS, retirando as forças terrestres que os continham, os curdos, e abandonando-os" - disse Bash.
O Good Morning America da ABC desvalorizou a remoção bem-sucedida do líder terrorista simplesmente como "o tipo de coisa que os americanos esperam que os presidentes realizem", lembrando ao público que o ex-presidente Obama supervisionou a operação que matou Osama Bin Laden.



O jihadista Obama, sobre quem é PROIBIDO  dizer a VERDADE.
Nota do Tradutor: o muçulmano Obama nunca admitiu o genocídio dos cristãos e de outras minorias perpetrado pelo ISIS e Companhia, nunca acolheu verdadeiros refugiados (cristãos, desde logo), financiou a Irmandade Muçulmana e o Irão nuclear (para que este eliminasse Israel), aliou-se à Al-Qaeda e armou o ISIS. No Amigo de Israel 1.0 temos uma secção dedicada ao aclamado jihadista queniano.

Hadar Sela, editora-chefe da BBC Watch, escreve para este órgão de vigilância dos media há mais de uma década e vê a manchete da Washington Post como o procedimento usual da Imprensa.


 Hadar Sela


“Antigamente, todos costumávamos confiar nas notícias. As notícias eram verificadas. Agora, existe uma necessidade premente de ser o primeiro a publicar uma história, mesmo que nem sempre seja verdadeira. Esse é especialmente o caso das manchetes.”
Sela observou que, no caso da BBC, existe uma política interna que visa criar preconceito anti-Israel.
"A BBC, como política, não usa a palavra 'terrorismo' para descrever ataques contra israelitas. Eles alegam que é porque existe um conflito militar e não querem tomar partido", explicou Selah, observando que essa política às vezes pode levar a um péssimo jornalismo.
Ela referiu como exemplo uma manchete da BBC em 2015 sobre um ataque na Cidade Velha de Jerusalém, no qual um 'palestino' armado com uma faca matou dois judeus. A manchete da Associated Press dizia originalmente: “2 palestinos mortos após um ataque à facada em Jerusalém”. Após denúncias do grupo de vigilância CAMERA (Comité de Precisão nas Notícias Sobre o Médio Oriente na América), a manchete foi ligeiramente melhorada: “Criminosos palestinos matam israelitas, agressores morto a tiro."
“A BBC usa o termo terrorismo quando os ataques se dão na Europa. E usa o termo de forma comovida quando são terroristas judeus a atacar árabes. Mas o terrorismo deve estar relacionado com o método e não com a ideologia por detrás dele”, afirmou Sela.
"Este é o resultado da cultura politicamente correcta que assumiu o controle nos últimos anos e, na sua forma extrema, arruinou a nossa sociedade".
Nota do Tradutor: Hoje, na Europa, referir sequer a realidade do terrorismo islâmico pode levar à prisão e a outras represálias.

Tamar Sternthal, directora do escritório em Israel da CAMERA, observou que o que o Washington Post fez ao referir-se a al-Baghdadi como um "clérigo" não é novidade no mundo dos media.

Tamar Sternthal

"Este é um exemplo particularmente extremo, mas já estamos habituados ao branqueamento dos líderes do Hamas, que são apresentados como vozes respeitáveis ​​por agências humanitárias e recebem uma plataforma nos artigos do New York Times", disse Sternthal. "Este processo de branquear terroristas não é novidade."
Nota do Tradutor: Há muito que avisamos que o que começa com os judeus nunca se fica pelos judeus; vimos mega-terroristas como Arafat ou Abbas serem apresentados ao mundo como heróis e agora vemos já os jihadistas como al-Baghdadi, que não matam apenas judeus, a serem também glorificados.


O HONEST REPORTING BRASIL faz uma pequena resenha em Português da difamação global contra Israel.

Sternthal referiu vários outros casos de branqueamento de terroristas: o terrorista de Bruxelas Mehdi Nammouche, que foi descrito como "um francês muito educado", a bombista condenada Rasmeah Odeh, descrita como uma "polémica activista palestina", e muitos outros.
De maneira semelhante à recente gaffe da Washington Post, o obituário do New York Times de 1974 descreveu o colaborador nazi e o fundador do nacionalismo 'palestino', Haj al Amin Husseini como "um cavalheiro bonito e de fala suave, com aguçados olhos azuis".

Nota do Tradutor: a saga antissemita do New York Times é conhecida.

A colaboração do Nazismo com o Islão (VÍDEOS)




"De facto, este caso Washington Post/al-Baghdadi é um exemplo extremo que envolve talvez o terrorista mais notório do mundo, mas é comum a ocorrência de branqueamentos de terroristas que mataram israelitas, judeus e outros" - acrescentou Tamar no seu artigo.

Nas águas geladas da cobertura da Imprensa sobre a grande vitória do governo Trump na guerra contra o terror, o artigo de Seth Frantzman no Jerusalem Post é um géiser fumegante de verdade, sob a manchete:
“Abu Bakr Al-Bagdadi, o estuprador genocida que liderava o Califado, morreu num túnel”.
Ao contrário do obituário do Washington Post, o artigo de Frantzman mostra uma imagem muito mais realista da vida de al-Baghdadi, uma história sombria que descreve uma vida de uma maldade sem paralelo.



“Como um comandante curdo me contou enquanto estávamos um dia agachados ao frio, perto da linha da frente, em Sinjar, em 2015, o Daesh [ISIS] deve ser punido e as vítimas devem ser vingadas pelo que eles fizeram”, escreveu Frantzman.
"Não é meu trabalho decidir se eles vão para o céu ou o inferno, mas enviá-los a Alá para que ele decida. As forças especiais americanas enviaram Baghdadi para o seu julgamento. O Inferno na Terra que ele tentou criar levará anos para curar. Mas para os povos livres que se levantaram em 2014 para combater e expulsar o ISIS do Iraque e da Síria, este é um bom dia, o dia em que essa ameaça se foi.”


Fotos da operação em Fox News:
Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!

Isaías 5:20
Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!

Isaías 5:20

Jornalistas choram Califa al-Baghdadi - 1

Abu Bakr al-Baghdadi pouco ficou a dever ao Diabo. Uma pessoa normal não consegue sequer imaginar sequer as atrocidades perpetradas e os milhões de vidas inocentes dizimadas pelo Califa (descendente de Maomé e seu continuador). Tanto em terras do Califado como no Mundo Livre e no planeta em geral.
Ontem foi morto por uma equipa de soldados americanos. O que só por si incendiou os ódios da esquerda global. Ainda por cima, Trump anunciou o sucesso da operação:

 


Abu Bakr al-Baghdadi era o líder do ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria), a mais recente tentativa do Islão sunita de estabelecer o Califado Global.




Os jornalistas, que são hoje em todo o mundo maioritariamente uma brigada de extrema-esquerda, estão inconsoláveis.
O Al-Público faz um editorial à imagem e semelhança daquilo que é: o órgão oficioso do Bloco de Esquerda.
O Washington Post chama ao demónio ontem abatido um "austero e religioso académico".
Os jornalistas, os académicos, os políticos, a esquerda, querem todos que pensemos que o ISIS era um "grupo radical". Não era. Era simplesmente o Islão na sua forma de sempre: invadir, conquistar, submeter, exterminar. Se quiser saber melhor do que falamos, e aferir o gigantesco apoio dos muçulmanos ao ISIS, veja sff estes posts:
Mais uma leva de cristãos decapitados pelo ISIS, em cumprimento dos mandamentos do Islão. O Ocidente boceja. "Eles não são todos iguais"...

ISLÃO: MAIS DE 670 MILHÕES DE MORTOS INOCENTES

Julgamos desnecessário enumerar as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico do Iraque e da Síria.  Milhões de inocentes (cristãos, yazidis, judeus, curdos e outros) foram dizimados pelo ISIS. Genocídio, estupro em massa, escravatura, execuções sumárias em praça publica, amputações, canibalismo, tortura e sacrifícios humanos, tudo isso o ISIS fez durante estes anos.
Fizemos literalmente MILHARES de posts sobre essas atrocidades.

Por exemplo: 

Meninas prisioneiras são exibidas em jaulas antes de serem entregues aos estupradores maometanos. 

Menina de 10 anos grávida estuprada por 100 jihadistas e espancada com cabos


Muçulmanos executam sacrifícios humanos de cristãos


(Vídeos elucidativos)

"As crucificações em massa, o enterramento e queima de pessoas vivas, os mercados de escravos, as decapitações e amputações - tudo ao abrigo da Sharia, a famosa Lei Islâmica (consultar Alcorão) - são em tão grande número que temos até dificuldade em escolher casos para vos relatar" - escrevemos frequentemente.

Matadouros Humanos? Não deu na TV, é "fake news!"


Um dos exemplos mais marcantes do apoio massivo dos muçulmanos ao ISIS foi este:

A seguir ao Massacre do Bataclan, em Paris, na "moderada" Turquia, a multidão que enchia o estádio em que se disputava o Turquia x Grécia, observou o minuto de silêncio pelas vítimas com uivos de Allahu Akbar, o grito supremacista que os muçulmanos entoam ao matarem os "infiéis":



Este vídeo é permanentemente retirado pelo Youtube, claro...

- Se domina o Inglês, sugerimos o site do Raymond Ibrahim, um cristão egípcio que  tem documentado como poucos o triste destino do seu povo (os Coptas, os verdadeiros egípcios) sob o regime islâmico e os massacres do ISIS sobre cristãos, judeus, yazidis, curdos e outras minorias no Médio Oriente.
- Desde há anos que damos conta do genocídio dos cristãos no Médio Oriente, divulgando o trabalho de pessoas como o ex-muçulmano e ex-terrorista Walid Shoebat.


No auge do ISIS era massacrado 1 cristão a cada 5 minutos (ver notícia no DN). Graças ao Presidente Trump, já não é tanto assim.

domingo, 27 de outubro de 2019

Partido Democrata 2020: "Sacrifiquem os vossos filhos pelos filhos deles"

Partido Democrata 2020: "Sacrifiquem os vossos filhos pelos filhos deles".
Vidas Curdas Contam/Kurdish Lives Matter. Vidas americanas? Nem tanto.

Caso não entenda Inglês:
Quadro 1 - O burro, símbolo do Partido Democrata dos EUA, grita aflito que é preciso deslocar tropas para a fronteira.
Quadro 2 - Donald Trump mostra-lhe o mapa da fronteira Estados Unidos-México (por onde entram centenas de milhar de ilegais, criminosos e terroristas a cada ano).
Quadro 3 - O burro do Partido Democrata, irritado, aponta-lhe o mapa da Síria e da Turquia e diz-lhe: "Esta fronteira!".

-  Os créditos do cartoon estão no canto superior esquerdo do mesmo.

As prioridades do presidente Trump são claras: os soldados americanos não podem continuar a ser sacrificados nos milenares conflitos tribais islâmicos. 
Trump foi eleito com essa promessa e está a cumpri-la.

Durante décadas, a Esquerda norte-americana e global reclamou que os Estados Unidos deixassem de ser os "Polícias do Mundo". Mas sendo Trump a dar esse passo, está mal.
Durante décadas,  a Esquerda garantiu-nos que os americanos só participam em guerras noutros países para "roubarem os recursos". Como é que o malandro do Trump (o pior ser humano da História) faz agora para "roubar os recursos"?
Trump está a conduzir a política externa através do diálogo e das sanções económicas,  e, no caso particular dos Curdos, estes já lhe agradeceram. Mas está mal. Porque é Trump a fazê-lo. Se fosse Obama (responsável pela morte de 10 milhões de inocentes, sobretudo cristãos e yazidis), já teria mais dois ou três Prémios Nobel da Paz...



quinta-feira, 24 de outubro de 2019

LIVRE: Nova afronta à bandeira nacional e a PORTUGAL

Ora aqui vai uma postagem curtinha mas cheia de conteúdo:

Usar a bandeira nacional do respectivo país é um dos motivos que desencadeiam ataque imediato dos Antifa e outros terroristas da extrema-esquerda.

Um caso entre muitos - por apoiar Trump e gostar do seu país, este jovem com deficiência foi raptado e torturado por racistas de extrema-esquerda:


Lembra-se desta recente postagem do nosso amigo Afonso, acerca das recentes eleições em Portugal, onde na extrema-esquerda se viram todas as bandeiras menos a de Portugal?:

Houve quem estranhasse o facto de uma cidadã guineense ser eleita para o Parlamento de Portugal e festejar com a bandeira da Guiné, imagine-se!... (CLIQUE, SFF.
Gente que não sabe estar, é o que é...
Sim, a bandeira nacional portuguesa é "má".
Os nossos amigos do TALK ABOUT explicam:



É a ideologia deste jovem odiador de Portugal e da nossa bandeira que a deputada Katar leva para o Parlamento. Ao abrigo da cor da sua pele, tudo lhe é e será permitido.
A extrema-esquerda odeia Portugal, odeia o Mundo Livre, odeia a Civilização Judaico-Cristã.
Nos EUA temos a Ilan Omar, a Rachida Tlaib, a Occasio Cortez, etc.. Cá, já temos a deputada Katar. E é só o início. Os merdia estão totalmente nas mãos deles. Graças a Deus ainda temos a Internet, ainda que muito censurada pelo lóbi islamista/comunista/globalista.

Heróis extrema-esquerdistas atacam sexagenário e levam na tromba


Antifa australianos e as suas inseparáveis máscaras (não vão os papás ricos reconhecê-los e cortarem-lhes a mesada, não lhes renovarem o carro no próximo ano).


Na postagem anterior:

Heróis extrema-esquerdistas expulsam nonagenária de casa

mostrámos um mero exemplo do que é a lendária valentia da extrema-esquerda alimentada a soja e cannabis.

- Hoje, e lembrando sempre que seria impossível documentar a milésima parte deste fenómeno, trazemo-vos um ataque violento de três jovens hippies do grupo terrorista Antifa contra o radialista e autor australiano Andrew Bolt.


Levaram que contar do sexagenário.


Qual foi o "crime" de Andrew Bolt? Duvidar da teoria do aquecimento global antropogénico.
O melhor desta história é que os três indivíduos (cujas idades somadas andarão à volta dos 65 anos de Bolt) LEVARAM NA TROMBA:




 - Então mas isto não pode ter sido uma montagem, com actores? Afinal os terroristas islâmicos em Israel passam a vida a fazer filmes de propaganda com actores para difamarem os judeus...
Não. Neste caso não é propaganda. Entre outras razões porque:
. A cena foi filmada por câmaras de segurança da Polícia instaladas no local, que registam tudo:

 

.  O ataque deu-se aquando do lançamento de um livro de Bolt em Melbourne e foi presenciado por centenas de testemunhas.
. O próprio grupo terrorista Antifa assumiu a autoria.

Bolt é que é considerado pelos terroristas Antifa como violento, incitador de ódio, racista, fascista, taxista, campista, etc.. Por ser conservador. Então, toca a espancar o "velhote".

Pode ler tudo no site do Daily Mail, um jornal popularucho (a Imprensa "séria", como o Al-Público, a Al-SIC do senhor Globalsemão, a Al-BBC ou a Al-Globo, não falam destas "insignificâncias".
O Daily Mail por vezes  regurgita muitas falsidades, nomeadamente contra Israel, mas neste caso - repetimos - houve centenas de testemunhas, filmagem de circuito fechado da Polícia e os terroristas assumiram a autoria.



Anti-Fascismo século 21.
Voltando ao ataque contra Andrew Bolton: também isto já chegou a Portugal, por enquanto timidamente.
Ainda há não muito tempo, parecia-nos impossível que chegassem cá aberrações como a ideologia de género, a promoção da transsexualidade na infância, etc., e eis que estão já consagradas na Lei, via Bloco de Esquerda e seus tentáculos.
Parecia-nos impossível que vingasse por cá o neo-feminismo odiador de homens e alinhado com a extrema-esquerda e o Islão, e eis que as hárpias conhecidas como Capazes fazem soar os seus guinchos pelos merdia afora.
Parecia-nos impossível  a invasão islâmica em massa e as atrocidades que a acompanham, e é olhar para tantas povoações de Portugal onde os portugueses já são minoria e para os crimes que os supremacistas islâmicos já por cá cometem (se duvida, visite a nossa secção Portugal e a nossa secção EURISLAM.


Nada disto é por acaso. A extrema-esquerda, os islamistas e os globalistas estão aliados para destruir a Civilização e para substituir as populações do Mundo Livre.


Os Estados Unidos e Israel são os maiores obstáculos ao avanço da Nova Ordem Mundial.