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sábado, 5 de janeiro de 2019

Netanyahu e Viktor Orban unidos contra a jihad e o globalismo

Netanyahu: "Hungria na vanguarda da luta contra o anti-semitismo"


Viktor Orbán disse aos media reunidos que os governos húngaros anteriores haviam "pecado" quando não conseguiram proteger a população judaica do país durante a Segunda Guerra Mundial, e "deixou claro ao primeiro-ministro Netanyahu que o governo garantirá a minoria judaica e que temos tolerância zero para com o anti-semitismo".

As palavras heróicas de Orban demonstram apreço pela democracia, conhecimento dos verdadeiros amigos e a liderança responsável na protecção dos seus próprios cidadãos contra a política de imigração prejudicial da União Europeia, diante da oposição crítica. 
Orban reconhece o inimigo comum de Israel e do Ocidente: os jihadistas e a ideologia da jihad, que buscam submeter os infiéis e substituir a democracia pela Sharia. Somente em Israel, entre todas as nações do Médio Oriente, todas as religiões e raças gozam de igualdade de oportunidades. 
Robert Spencer


"O primeiro-ministro israelita disse que a Hungria está na vanguarda da luta contra o antisemitismo"
Jack Montgomery, Breitbart, 18 de Julho de 2017:
    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu à Hungria por "defender Israel repetidamente" durante uma visita oficial histórica a Budapeste.

    Netanyahu disse sentir-se "honrado por ser o primeiro primeiro-ministro israelita a fazer uma visita oficial à Hungria" numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.

    O primeiro-ministro Viktor Orbán disse aos media que os governos húngaros anteriores haviam "pecado" quando não conseguiram proteger a população judaica do país durante a Segunda Guerra Mundial e "deixou claro ao primeiro-ministro Netanyahu que o governo protegerá a minoria judaica e terá tolerância zero  para com o anti-semitismo".

    Netanyahu agradeceu o líder húngaro pelas suas "palavras importantes" e sugeriu que agora é hora de olhar para o futuro em vez de para o passado.

    "O povo judeu sofreu uma grande tragédia. Nós conseguimos superá-la ... e também o povo da Hungria enfrentou grandes lutas, e superou-as", disse ele.

    "Ambos construímos Estados modernos e vibrantes. Reconhecemos o passado quando aproveitamos o futuro".

    "Eu acho que há um futuro excelente para ambos", acrescentou, num discurso focado nas oportunidades para que os países construam laços culturais e cooperem em tecnologia, inovação e segurança.

    O primeiro-ministro Netanyahu também agradeceu ao primeiro-ministro Orbán pessoalmente pelo apoio constante do seu governo ao Estado judaico no cenário mundial.

    "Eu também quero agradecer, primeiro-ministro, por defender Israel em fóruns internacionais. O senhor tem-no feito uma e outra vez", disse ele.

    "Agradecemos essa posição não só porque o senhor está com Israel, mas também está com a verdade", continuou, aludindo ao "novo anti-semitismo que se expressa no anti-sionismo".

    "De vários modos, a Hungria está na vanguarda dos Estados que se opõem a esta política anti-judaica, e eu agradeço-o. Exprimo a apreciação do meu governo e de muitas pessoas em Israel por isso".

    Os críticos do governo conservador e resolutamente anti-migração em massa do primeiro-ministro Orbán, incluindo altos funcionários da União Euroepia, como o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, mancharam o país da Europa Central como "anti-semita" por falar contra as actividades de George Soros, o bilionário e activista das fronteiras abertas.

    O governo húngaro repudiou essas acusações como "cínicas e desonestas", insistindo que a sua disputa com Soros se baseia no facto de que ele está a "desestabilizar governos nos Balcãs, a apoiar inimigos de Israel e a enviar para a Europa centenas de milhares de migrantes não controlados do Médio Oriente e África, alguns dos quais são lar de organizações terroristas "- e não a herança judaica.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel divulgou uma declaração de apoio em relação às acusações, observando que é importante não "deslegitimar a crítica de George Soros ...".

Viktor Órban salva CRISTÃOS: daí tanto ÓDIO




Uma das explicações para o ódio insano a Donald Trump, por parte dos que jamais vimos protestarem contra os terroristas islâmicos (pelo contrário!!!), radica nos mesmos motivos:


(Ó minha senhora, a gente já sabe! Vá para o Irão mais a Ana Bolinha e a Ritinha Ferro, o Abade Louçã e a Marisa Matias, todos de burqa, e não chateie, bolas!).

Trump salva CRISTÃOS: daí tanto ÓDIO


Israel é o único país do Médio Oriente onde os cristãos estão em segurança, e Trump é a grande esperança dos cristãos da região.

O lóbi esquerdista, islamista e globalista está interessadíssimo na substituição populacional dos europeus, como temos repetidamente demonstrado. O que une os três é o ódio visceral a tudo e a todos, nomeadamente aos valores judaico-cristãos.


Hungria ajuda cristãos perseguidos, e resiste à imigração muçulmana 

A Hungria fez recentemente algo sem precedentes, e do mais puro senso-comum e espírito humanitário: tornou-se o primeiro governo a abrir um departamento especificamente para abordar a perseguição dos cristãos no Médio Oriente e na Europa. 

Zoltan Balog, ministro húngaro dos Recursos Humanos, explicou:

"Hoje, o Cristianismo tornou-se a religião mais perseguida. Em cada cinco pessoas mortas por razões religiosas, quatro delas são cristãos. Em 81 países ao redor do mundo, os cristãos são perseguidos, e 200 milhões de cristãos vivem em áreas onde são discriminados. Milhões de vidas cristãs são ameaçadas por seguidores de ideologias religiosas radicais".

"Seguidores de ideologias religiosas radicais", é, naturalmente, um código para designar os muçulmanos - os responsáveis pela esmagadora maioria da perseguição aos cristãos no mundo.

Denunciar o extermínio em curso dos cristãos nos países islâmicos é o foco da actividade de Raymond Ibrahim, cristão de origem egípcia.

Este movimento vem "depois de o primeiro-ministro de Direita da Hungria, Victor Orban, ter criticado a União Europeia, dizendo que a Europa deve concentrar-se em ajudar os cristãos antes de ajudar milhões de muçulmanos a entrarem na Europa".

Orban explicou: "Se realmente queremos ajudar, devemos ajudar onde está o problema real ... Primeiro devemos ajudar o povo cristão, antes do povo islâmico".
Mas os governos ocidentais "querem realmente ajudar" aqueles que sofrem verdadeira perseguição? Se o fizessem, não só ajudar o "povo cristão antes do povo islâmico" seria a coisa mais humana a fazer, como também beneficiaria as nações ocidentais.
Consideremos alguns factos:
Ao contrário dos muçulmanos, as minorias cristãs estão a ser escolhidas e perseguidas simplesmente por causa da sua desprezada identidade religiosa. Do ponto de vista humanitário, então - e o humanitarismo é a razão sempre citada para o Ocidente aceitar milhões de refugiados - os refugiados cristãos devem receber maior prioridade sobre os imigrantes muçulmanos.
Mesmo antes de o Estado Islâmico ter sido formado, os cristãos eram, e continuam a ser, alvo dos muçulmanos – dos muçulmanos, dos regimes muçulmanos, dos terroristas muçulmanos, dos países muçulmanos de todas as raças (árabes, africanos, asiáticos) - e pelo mesmo motivo: eles são o infiel número um. Veja em Crucificado de Novo: Expondo a Nova Guerra do Islão Contra os Cristãos, centenas de casos de perseguição, antes do surgimento do ISIS, e como as doutrinas muçulmanas criam tal ódio e desprezo pelos cristãos).
Por outro lado, os refugiados muçulmanos – ao contrário dos terroristas do ISIS e outros simpatizantes jihadistas que são apresentados como "refugiados" - não fogem da perseguição religiosa (a maioria dos imigrantes muçulmanos são, como o ISIS, sunitas), mas do caos criado pelos ensinamentos violentos e supremacistas da sua própria religião.
Por isso, quando um grande número de muçulmanos entra nas nações ocidentais - na Alemanha, Suécia, França, Reino Unido - a tensão, os crimes, as violações e o terrorismo disparam.
E por isso o ministro húngaro Balog também disse:
"O nosso interesse não reside apenas no Médio Oriente, mas em formas de discriminação e perseguição de cristãos em todo o mundo. Por conseguinte, é de esperar que tenhamos um olhar vigilante sobre as formas mais subtis de perseguições dentro das fronteiras europeias".

Zoltan Balog

Na verdade, o que mais é necessário do que o facto de que os chamados "refugiados" muçulmanos atiram os cristãos ao mar durante as suas viagens de barco pelo Mediterrâneo até à Europa? Ou que a maioria muçulmana dos centros de refugiados na Europa são essencialmente microcosmos das nações de maioria muçulmana? Lá, as minorias cristãs continuam a ser perseguidas.


Requerentes de asilo na cidade sueca de Kalmar, onde os refugiados cristãos foram forçados a sair das habitações públicas depois de serem assediados e ameaçados pelos muçulmanos.


Recentemente, um relatório revelou que 88% dos 231 refugiados cristãos entrevistados na Alemanha sofreram perseguição religiosa sob a forma de insultos, ameaças de morte e agressões sexuais. Alguns foram pressionados a converter–se ao islamismo.
"Realmente não sabia que, depois de vir para a Alemanha, seria assediado por causa da minha fé, da mesma forma que no Irão", disse um refugiado cristão.
"Estes não são casos isolados. Não conheço nenhum abrigo de refugiados desde Garmisch a Hamburgo, onde não encontramos tais casos", disse uma autoridade alemã.
Perseguir as minorias religiosas é o comportamento próprio de pessoas que precisam de um acolhimento simpático por parte de europeus e americanos? Ou este comportamento é mais um lembrete de que não são os muçulmanos do Médio Oriente que estão verdadeiramente necessitados de refúgio?
As nações ocidentais devem dar prioridade aos refugiados cristãos porque as políticas externas ocidentais são directamente responsáveis por exacerbar a sua perseguição.
O senador John McCain encontra-se com "rebeldes sírios", muitos dos quais não são sírios, e um dos quais é um conhecido sequestrador (Esq.-Muhammad Nour).

Os cristãos não fugiram da Síria de Bashar Assad, do Iraque de Saddam Hussein ou da Líbia de Muamar Kadhafi. A sua perseguição sistemática - até o genocídio - começou somente depois de os Estados Unidos e outras nações europeias terem interferido nessas nações sob o pretexto de instalar a "democracia". Tudo o que eles fizeram foi libertar as forças jihadistas que os ditadores haviam mantido por muito tempo reprimidas. Agora, o Estado Islâmico está profundamente enraizado nas três nações, escravizando, estuprando e matando incontáveis infiéis cristãos e outras minorias.

Como dizemos vezes sem conta, daqui a uns anos vai-se dizer (mais uma vez hipocritamente), que "nunca mais":



Certamente, se o Ocidente é responsável por desencadear a jihad plena contra os cristãos, o mínimo que pode fazer é colocar os cristãos no topo da sua lista de refugiados - isto se "realmente se preocupa" em ajudar!
Na verdade, é o oposto: relatório após relatório demonstram que nas nações ocidentais os cristãos perseguidos estão "no fundo da lista" de refugiados para ser concedido asilo.
Apesar de o governo dos Estados Unidos já ter reconhecido que o ISIS está a cometer genocídio contra os cristãos na Síria, o governo Obama aceitou 5.435 muçulmanos, mas apenas 28 cristãos - embora os cristãos sejam aproximadamente 10% da população da Síria. Por outras palavras, para estarem na mesma proporção com os muçulmanos, pelo menos 500 cristãos deveriam ter recebido asilo, e não 28.
Cristãos Assírios marcham em solidariedade com os irmãos de crença abduzidos por terroristas islâmicos na Síria, em Beirute, Líbano, 28 de Fevereiro de 2015. Os media mantêm um silêncio total sobre o Holocausto dos Cristãos.

Há ainda alguns benefícios em recebermos os cristãos do Médio Oriente em vez de muçulmanos. Os cristãos são facilmente assimilados nos países ocidentais, devido à herança cristã compartilhada. Os muçulmanos seguem um plano completamente diferente, a lei islâmica ou a Sharia - que condena e apela à guerra constante (jihad) contra todos os não-muçulmanos, e defende práticas claramente anti-ocidentais (subjugação feminina e escravidão sexual, morte para os blasfemadores e apóstatas, etc.).
Por isso, não é nenhuma surpresa que muitos muçulmanos que buscam asilo sejam anti-ocidentais de coração - ou, como disse recentemente o chefe da união policial alemã, os imigrantes muçulmanos "desprezam nosso país e riem de nossa justiça".
Os cristãos do Oriente Médio também trazem linguagem confiável e habilidades culturais que são benéficas para o Ocidente. Eles compreendem o Médio Oriente, incluindo a mentalidade islâmica, e podem ajudar o Ocidente a compreendê-la.
Além disso, ao contrário dos muçulmanos, os cristãos não têm problemas de "lealdade conflituosa": a lei islâmica proíbe os muçulmanos de fazerem amizade ou ajudarem os "infiéis" contra os companheiros muçulmanos (clique aqui para ver algumas das traições a que os mandamentos islâmicos têm levado nos EUA e aqui para ver as traições que os cristãos têm sofrido por parte dos seus vizinhos muçulmanos e "amigos" de longa data).
Nenhuma ameaça existe por parte dos cristãos do Médio Oriente. Eles também dão a Deus o que é de Deus, e a César o que é de César.
Questionado pelo Juiz sobre o seu juramento ao ter-se naturalizado Americano, ao ser condenado por um ataque terrorista em Times Square, em Maio de 2010, Faisal Shahzad respondeu: "Eu jurei, mas não valeu".

 O Islão manda mentir e iludir:

A MARCA DA BESTA - Ontem, tomavam chá com os cristãos. Com a aproximação dos jihadistas, marcaram as casas dos cristãos com o "N" de Nazareno, puseram as marcas na testa e no braço, e depois foi só CHACINAR. Há quem ache impossível pessoas "simpáticas" fazerem isto...


Todas as razões acima - daquelas que oferecem ajuda humanitária às verdadeiras vítimas da perseguição, àquelas que oferecem segurança e até benefícios para o Ocidente - são inatacáveis na sua lógica. A Hungria parece entender tudo isso.

Mas esse senso comum, essa razão, esse verdadeiro altruísmo e até mesmo o próprio interesse poderão prevalecer entre a elite governante do Ocidente? Assumindo que os seus motivos para aceitar milhões de muçulmanos são sinceros, para começar?...


Raymond Ibrahim é um cristão egípcio/norte-americano. É Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center, é Judith Friedman Rosen Writing Fellow no Middle East Forum e colaborador da CBN News. É autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) e The Al Qaeda Reader (2007).
Este artigo foi publicado no site RAYMOND IBRAHIM (que se dedica especialmente a reportar o Holocausto dos Cristãos às mãos dos muçulmanos), e traduzido por nós. Temos todo o gosto em que o partilhe, citando a fonte: Raymond Ibrahim.

"Discurso épico do primeiro-ministro da Hungria sobre a crise migratória na Europa. Viktor Orbán ou é o único que não está a dormir ou é o único que não está comprometido...":

Os húngaros experimentaram o horror do Comunismo e do Nazismo. Não querem o do Islamismo, que é pior (quem experimentou os três horrores, confirma).

Hungria: "Enterrados vivos"

 


“Os judeus húngaros são malucos, como eu. Aceitam tudo”

Isto só pode espantar quem não conhece a História. O Nazismo, ou comunismo alemão, assassinou milhões de judeus e centenas de milhar de ciganos industrialmente. Os bárbaros do Leste levavam-nos simplesmente  para a floresta, obrigavam-nos a abrir a vala comum, fuzilavam-nos e tapavam. Muito mal, aliás, porque nos dias seguintes a terra aparecia revolta, com as convulsões desesperadas dos que haviam sido mal mortos e enterrados vivos.

Os judeus e os ciganos, no Leste, continuam enterrados vivos, debaixo da bestialidade do ódio. Na Europa civilizada, as luzes estão a apagar-se, paulatinamente, na caminhada cada vez mais evidente para a islamização. No Leste, o Comunismo refloresce com outras cores. E volta a explodir sobre os mais fracos, os que estão em menor número. A sede de sangue dessas bestas humanas alastra, e faz vítimas. Urge providenciar a essa gente a possibilidade de deixar essas terras sem Lei nem Deus.

Cá em Portugal, o ódio atávico aos judeus, aos ciganos e a todos os que de alguma maneira são diferentes, também voltou. A Internet veicula novas e velhas teorias da conspiração. É porta de retrete onde os seres mais vis gravam a canivete todas as suas taras - incluindo o ódio.


Militante dos neonazis húngaros do Jobbik

Jobbik, ultras e caçadores húngaros de ciganos e judeus 
El Pais, 12 de Maio de 2013
O partido de extrema direita conseguiu em apenas dez anos tornar-se um dos mais bem sucedidos da União Europeia.
Um seguidor de Jobbik numa manifestação contra o Congresso Mundial Judeu a 4 de Maio em Budapeste. / LASZLO BELICZAY (EFE)

Grande parte do oxigénio para a extrema direita poder continuar a bombear o ódio, vem de escândalo e da provocação. O Congresso Mundial Judaico, que escolheu Budapeste para avisar do crescente anti -semitismo na Hungria, foi uma oportunidade que o partido extremista Jobbik espalhar as suas teorias de conspiração. (...) O seu líder Gábor Vona, perorara contra Israel e Márton Gyöngyösi, o seu vice, pediu ao Parlamento que fossem feitas "listas de judeus" porque representam "um perigo para a segurança nacional", proclamando perante 400 fiéis: "O nosso país está subjugado ao sionismo. Estamos colonizados.  Nós, os nativos, só temos o papel de figurantes."


A iconografia nazi de regresso.
Em apenas dez anos, o Jobbik tornou-se um dos movimentos de extrema direita mais bem sucedidos na Europa, juntamente com a Aurora Dourada, na Grécia, é a terceira força política na Hungria, tem 43 deputados em 386 e três dos seus membros têm assento no Parlamento Europeu, ainda que sejam "Eurofóbicos".
Uma das suas inspirações internacionais é o Irão. A retórica anti-semita não é, no entanto, o que lhes traz mais lucro. A grande obsessão do Jobbik são os ciganos, que representam, de acordo com estimativas diferentes, entre 8% e 10% dos dez milhões de húngaros (...)
 

A população aplaude os nazis. O Jobbik, abertamente nazi e islamista, tenta cativar Gert Wilders e Marine Le Pen para o seu lado.

A crise económica que afecta a União Europeia é um incentivo para germinar este tipo de movimentos, mas essa é apenas parte da explicação. O Jobbik estava lá antes. Como Krekó nota, "as raízes de sua origem também estão na crise política e institucional na UE. Os partidos tradicionais perderam sua credibilidade", diz ele, acrescentando que muito longe da imagem de pessoas frustradas e com pouca educação - que as há também - "a base do Jobbik é jovem, do sexo masculino, de classe média alta e muitos frequentam a faculdade" . A popularidade do partido, segundo dados de Abril de 2010, é de 17% dos eleitores.


Os colonos maometanos na Hungria, vieram agravar o anti-semitismo: