A Jordânia disse que uma série de grandes explosões “abalou a cidade de Zarka na manhã de sexta-feira” e que estas “foram provavelmente causadas por um curto-circuito eléctrico num depósito de munições do Exército próximo”, relatou a France24.
Abre as tuas portas, ó Líbano, e deixa o fogo consumir os teus cedros!
Zacarias 11: 1
Um grande incêndio lavra no porto de Beirute cerca de um mês após a explosão cataclísmica que abalou a capital.
Bombeiros aéreos e equipas de solo libanesas estão a operar no local, na tentativa de conter o incêndio e prevenir a sua propagação.Os libaneses também distanciaram imediatamente os civis de todas as estradas nas proximidades do porto, devido a preocupações com a expansão do fogo.
Embora nenhum cedro pareça ter sido consumido, grandes incêndios no Líbano são uma reminiscência da profecia de Zacarias:
Abre as tuas portas, ó Líbano, e deixa o fogo consumir os teus cedros!(Zacarias 11: 1)
O incêndio ocorre aproximadamente um mês após a grande explosão no mesmo porto, que matou pelo menos 190 pessoas, deixando milhares de feridos.
No mês passado, o jornal alemão Die Welt relatou que o Hezbollah recebeu suprimentos de nitrato de amónio do Irão, o mesmo composto químico que supostamente causou a enorme explosão. O relatório, que cita fontes anónimas dos serviços secretos, afirma que existe documentação que prova que o Hezbollah tinha amónio à sua disposição. O Hezbollah encomendou quantidades semelhantes às que explodiram em 4 de Agosto à Força Quds do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão.
Os terroristas são conhecidos por usarem a substância para a fabricação de bombas.
- Este post fica na nossa pequena e despretenciosa secção HEZBOLLAH.
Parece que houve jornalistas que fizeram por merecer essa designação e romperam o muro de silêncio, de submissão ao Islão e ao Irão, e o eterno ódio e atirar de culpas aos Estados Unidos e Israel:
Investigação comprova responsabilidade do Hezbollah pela explosão apocalíptica de Beirute
A
detonação também é um sinal de perigo para a Europa, segundo artigo do
jornal alemão Die Welt, divulgado pelos serviços secretos.
Após o
desastre no porto de Beirute em 4 de Agosto, o Hezbollah foi suspeito
de estar envolvido no armazenamento de nitrato de amónio, um sal usado
como explosivo. Agora, WELT tem informações exclusivas dos Serviços
Secretos Ocidentais. É certo que o chefe do Hezbollah, Hassan
Nasrallah, negou veementemente que a sua organização tivesse algo a ver
com o armazenamento dos produtos químicos que causaram a explosão. Mas,
de acordo com informações dos serviços de informações disponibilizados ao WELT, o Hezbollah recebeu grandes carregamentos de nitrato de amónio no
Líbano, relacionados com a explosão no porto de Beirute.
O líder do Hezbollah no Líbano, Hassan Nasrallah (centro), escoltado pelos seus guarda-costas, cumprimenta os seus apoiantes num comívio anti-EUA nos subúrbios ao sul de Beirute, a 17 de Setembro de 2012. A esquerda e os jornaleiros amam o Hezbollah e o regime iraniano porque o objectivo destes é extinguir Israel e os Estados Unidos.
Quem os
entregou e quem foi o responsável pelo armazenamento está a ser
investigado. E de acordo com informações fornecidas ao WELT, o Hezbollah entregou quantidades
consideráveis de nitrato de amónio ao Líbano, enquanto o Corpo da
Guarda Revolucionária Islâmica Iraniana al-Quds, unidade
responsável pelas operações paramilitares no exterior, parece ser
responsável pelo transporte.
Numa primeira transacção, em 16 de Julho de 2013, 270 toneladas de nitrato de amónio terão sido entregues pelo Irão ao Líbano, a um custo equivalente a 179.399 euros.No dia 23 de Outubro do mesmo ano, terão sido entregues 270 toneladas adicionais, no valor de 140.693 euros.De uma terceira entrega em 4 de Abril de 2014, apenas o custo é conhecido: um bilião de riais iranianos, cerca de 61.438 euros.
23 de Junho de 2017 - Brigadas iraquianas do Hezzbollah marcham sobre a bandeira de Israel.
No total, essas três entregas dizem respeito a uma quantidade de 630 a 670 toneladas de nitrato de amónio.
A carga de Outubro de 2013 parece ter sido transportada em contentores flexíveis por via aérea, presumivelmente por uma das chamadas companhias aéreas privadas do Irão, que são na verdade empresas de fachada para a Guarda Revolucionária do Irão.Uma delas, a Mahan Air, foi proibida na Alemanha no ano passado, explicitamente por causa de suas actividades com os Guardas Revolucionários do Irão.
As outras entregas foram feitas por mar ou por terra, via Síria, como costuma acontecer com as entregas de armas iranianas ao Hezbollah.
O WELT teve acesso aos documentos de facturação dessas entregas, e foi capaz de verificar o suficiente para serem considerados confiáveis e esclarecedoras dos negócios do nitrato de amónio entre o Hezbollah e a Guarda Revolucionária do Irão. Rotas de transporte e entregas semelhantes entre as duas organizações são conhecidas há muito tempo e, em alguns casos, bem documentadas. Do lado iraniano, as entregas parecem ter sido organizadas pelo departamento de logística da unidade Al-Quds, chefiada por Seyyed Mojtaba Moussavi Tabar.O próprio Tabar não aparece nos documentos, como é o costume dos oficiais da Guarda Revolucionário do Irão que trabalham nos serviços secretos.
Dois outros participantes suspeitos nas entregas estão na lista de sanções dos EUA contra o Irão. Behnam Shahriyari tem sido alvo de sanções desde 2011 por causa das suas negociações com o Hezbollah, uma organização terrorista designada na América e em muitos países europeus. Ele parece ser o chefe da empresa de transporte iraniana Liner Transport Kish, que aparentemente também esteve envolvida no fornecimento de nitrato de amónio ao Hezbollah.
Do lado libanês, Mohammad Qasir, 57 anos, membro do Hezbollah que também está na lista de sanções americanas, parece ser o responsável por receber a carga. Ele é visto como um importante elo entre o Hezbollah e, por outro lado, o Irão e a Síria.
Fotos da agência iraniana Tasnim(NDT: foto acima) divulgadas pela AFP, mostram-no em segundo plano durante uma conversa entre o presidente iraniano Ruhani, o seu homólogo sírio Assad e Soleimani, o falecido general da Guarda Revolucionária do Irão.
Qasir parece ser responsável pela logística do Hezbollah nos últimos 20 anos, além de pagar pelos embarques de nitrato de amónio.Ele também está ligado a explosivos de outra maneira, já que o seu irmão realizou o primeiro ataque do Hezbollah em Novembro de 1982. Foi ele quem guiou o camião que explodiu no quartel-general das Forças de Defesa de Israel em Tiro, matando pelo menos75 soldados israelitas, 14 dos seus prisioneiros árabes e ele próprio.O explosivo para este ataque foi o nitrato de amónio.
Se a informação dada ao WELT estiver correcta, então o próprio Qasir comprou e repassou o explosivo que matou o seu irmão.Em todo caso, é certo que o Hezbollah usou repetidamente nitrato de amónio nos seus ataques.Os registos do coordenador nacional de informações dos Estados Unidos documentam pelo menos quatro ataques do Hezbollah com nitrato de amónio. Finalmente, o Hezbollah é fortemente suspeito de ter instalado outras instalações de armazenamento de explosivos, entre outros países, na Alemanha, Grã-Bretanha e Chipre.É por isso que a explosão apocalíptica na área do porto de Beirute em 4 de Agosto de 2020 é um sinal de grande perigo para a Europa.
Minutos após a explosão, já a jornaleirada amestrada levantava a possibilidade de se tratar de um ataque israelita. Fiéis ao seu programa, os jornalistas islamizadores jamais questionam a jihad islâmica. Pelo contrário: o seu papel é isentar sempre o Islão de responsabiliadades. Mesmo quando os terroristas gravam vídeos a anunciar os ataques e são apanhados em flagrante, os jornaleiros amestrados omitem propositadamente a motivação dos actos terroristas e debitam a cantilena imbecil dos "transtornos psicológicos".
A explosão de Beirute não poderia ter sido nunca obra intencional de Israel, pois Israel possui o Exército mais moral da História (sendo até regularmente condenado pela comunidade internacional, por manter padrões de poupar vidas civis, que mais nenhum país está disposto a manter - já o demonstrámos sobejamente).
Poderia ter sido um acidente e ter partido de Israel, isso talvez, porque Israel não é, obviamente, perfeito, nem goza de nenhum tipo de "superioridade moral" ou estatuto especial. Os judeus são apenas pessoas como as outras (infelizmente mais buras que as outras).
Mas nem disso se tratou. O Líbano, tal como Gaza, é hoje uma base de terrorismo contra Israel. E tal como em Gaza, os terroristas fazem das áreas residenciais e dos edifícios civis os seus paióis. Tal como em Gaza, as promeiras vítimas dos terroristas são os cidadãos locais (que, no entanto, apoiam respectivamente o Hamas e o Hezbollah e saem sempre á rua para festejar os ataques terroristas que matam judeus).
Sempre submissos ao Islão, os jornalistas aceitam sem questionar a versão do grupo terrorista Hezbollah sobre a explosão em Beirute. O Hezbollah é o maior e mais poderoso grupo terrorista do mundo, financiado pela República Islâmica do Irão.
A explosão em Beirute não foi um "acidente com nitratos", mas os media querem a todo o custo defender o seu amado Hezbolllah.O Professor Mordechai Kedar, especialista israelita em assuntos árabes, é de outra opinião:
Traduzimos parte de um artigo sobre o assunto:
Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah.
1. Houve uma série de pelo menos três explosões, cada uma com um resultado diferente. A primeira formou uma coluna de fumo cinzento, que durou alguns minutos. A segunda, apresentava uma coluna de fumo vermelho que também permaneceu por vários minutos, enquanto a terceira criou uma nuvem branca em forma de cogumelo que se dissipou em segundos. Portanto, houve pelo menos três materiais diferentes envolvidos.
2. Qualquer pessoa familiarizada com o funcionamento de um porto, entende que a primeira fila de armazéns, mais próxima da água, é usada para fins de armazenamento de curto prazo. A carga destinada ao armazenamento de longo prazo é transportada para armazéns mais afastados do mar.
3. Qualquer pessoa que embarque carga sensível e não queira que ela seja vista, fotografada ou atacada por outras pessoas - do ar, do mar ou do solo - tenta armazená-la o mais próximo possível do navio.
4. O Porto de Beirute substituiu o Aeroporto de Damasco como o principal destino para a importação de munições e explosivos do Irão. Isso aconteceu depois de Israel (segundo fontes estrangeiras) ter atacado os armazéns no aeroporto de Damasco várias vezes. O que costumava chegar ao aeroporto de Damasco agora é enviado ao porto de Beirute por frete.
5. O que provavelmente ocorreu a 4 de Agosto é que os materiais explosivos e inflamáveis foram armazenados por pelo menos um dia num armazém metálico e não ventilado, no mês de Agosto, quando as temperaturas são extremamente quentes. Acredito que o fumo dos mísseis se evaporou de um contentor e, quando entrou em contacto com a parede ou o tecto quente, acenderam e criaram uma reacção em cadeia que catalisou as três explosões.
6. Menos de uma hora após as explosões, o Hezbollah disse que o material explosivo era nitrato. O Hezbollah estava a procurar uma maneira de encobrir o que realmente aconteceu e controlar a versão oficial, porque ninguém ousaria desafiá-lo.
7. Na minha opinião, poucas pessoas no Líbano compram a história dos nitratos. Penso que (o secretário-geral do Hezbollah) Hassan Nasrallah é visto pelos iranianos e seus amigos no Hezbollah como pessoalmente responsável por este desastre. Eu não ficaria surpreso em saber que ele sofreu um "ataque cardíaco" e, assim, encerrou o seu papel como secretário-geral do Hezbollah. Talvez o "ataque cardíaco" seja fatal.
Udo Voigt, membro do Partido Nacional Democrático neo-nazi da Alemanha
O neo-nazi alemão Udo Voigt, membro do Parlamento Europeu, integrou uma delegação expressando apoio à guerra do Hezbollah contra o "projecto americano-sionista".
Em 16 de Março, a Al-Manar, uma emissora de TV libanesa filiada ao Hezbollah, divulgou uma notícia sobre a recente visita a Beirute de uma delegação da Aliança pela Liberdade e Paz (APF), um partido político de extrema-direita, segundo Instituto de Pesquisa de Media do Médio Oriente (MEMRI).
A União Europeia considera a ala militar do Hezbollah como uma organização terrorista, e a Grã-Bretanha recentemente classificou o seu ramo político como uma entidade terrorista.
A delegação incluiu parlamentares e activistas da Grã-Bretanha, Itália, Bélgica, Alemanha e Croácia, e foi recebida pelo chefe de relações exteriores do Hezbollah, Ammar Al-Moussawi, segundo a notícia.
Entre os representantes europeus de extrema direita que falam no vídeo da Al-Manar está Udo Voigt, membro do Partido Nacional Democrático (NPD) neo-nazi da Alemanha.
Os membros da delegação manifestaram apoio à luta do Hezbollah contra o "projecto americano-sionista".
A Europa precipita-se no abismo do Islamismo e da jihad. O ódio anti-semita parece ser o catalisador.
Jeremy Corbyn, o líder extrema-esquerdista da Oposição britânica, apoia abertamente os grupos terroristas islâmicos como o Hamas e o Hezzbollah.Terroristas islâmicos que matam judeus são recebidos em apoteose no parlamento Europeu.
Os nazis (vulgo "extrema-direita") e a extrema-esquerda encontram-se com o Islão num ódio comum: Israel e os judeus. Isto deveria fazer pensar. Mas não faz.
O Louçã e a malta ou o feliz casamento vermelho (extrema-esquerda) e verde (islamismo), no Reino Unido como em Portugal e no Mundo.
Anti-Semitismo e extremismo em demonstração aberta na cidade de Londres, a pretexto da visita do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para um encontro com o Primeiro-Ministro Britânico, David Cameron. Apesar de se tratar de organizações terroristas, as bandeiras do Hezbollah e do Hamas ondularam ao vento. O Breitbart UKreporta a cena:
Arrieh A. Miller, director executivo da Federação Sionista, disse ao Breitbart London: “As bandeiras amarelas e verdes são as do
Hezbollah, e há também as do Hamas, no reverso destas".
Brandir ostensivamente a bandeira de uma organização terrorista é crime passível de prisão, mas a Polícia parece tão desinteressada em tomar medidas em relação a estes manifestantes, como em relação ao homem que brandiu a bandeira do ISIS ao pé do Big Ben.
“Apresentámos queixa à Polícia e eles disseram que tomariam medidas. O Hezbollah é uma organização proibida no Reino Unido, uma organização terrorista proibida, tal como o Hamas, na União Europeia.” continuou Miller. “Isto mostra qual o objectivo do protesto. A manifestação não é contra Netanyahu, nem mesmo contra Israel; é uma manifestação de apoio ao terrorismo.
“O que aqui vemos é uma aliança vermelha-verde, que é a dos socialistas alinhados com os pró-palestinianos e anti-Sionistas.
“A única coisa em que eles estão de acordo é no ódio a Israel. Eles não estão de acordo nos direitos da Mulher; não estão de acordo nos direitos dos gays; não estão de acordo no direito à educação. O que os une é o ódio a Israel, e é isso que se pode testemunhar hoje nesta manifestação.”
Este apelo expresso ao genocídio dos israelitas (esta senhora quer mais 6 milhões de judeus assassinados) é apenas um pedaço das filmagens feitas em Downing Street, que expõem a verdadeira agenda por detrás dos protesto:
O The Times of Israel também
comentou a presença deste indivíduo, que viria a ser detido, brandindo
uma moeda e gritando aos manifestantes pró-Israel: "Vocês só percebem o dinheiro!".
Foi em Setembro de 2015. Hoje, o anti-semitismo no Reino Unido é a política oficial do Partido Trabalhista, cujo líder, Jeremy Corbyn, apoia abertamente os grupos terroristas islâmicos e afirma que o Islão é pacífico.
Do extenso caudal de notícias que não podemos, por absoluta falta de tempo, trazer-vos, escolhemos reportar a tendência pró-terrorista, anti-semita e islamista da Esquerda britânicaneste post.
Os velhos hippies, saudosos do Maio de 68 e dos amanhãs que cantam, descobriram em Israel um ódio de estimação, e no Islamismo a força que os poderá catapultar, finalmente, ao Poder.
«Hoje, as pessoas no Ocidente tendem a acreditar que os males da nossa época são o racismo, o colonialismo, e o militarismo. O único
país judeu do mundo fez menos danos do que a maioria dos países do
mundo, e mais coisas boas - e ainda assim, quando as pessoas vão em busca de um país
que simbolize os pecados da nossa era pós-colonial e pós-militarista enquanto
vão em busca de um mundo de sonho pós-étnico, o país que escolhem é este.
Quando
as pessoas responsáveis por explicar o Mundo ao Mundo - os jornalistas -
cobrem a guerra dos judeus como mais digna de atenção do que qualquer
outra, quando eles retratam os judeus de Israel como o partido
obviamente errado, quando eles omitem todas as justificações possíveis
para as acções dos judeus e obscurecem a verdadeira face dos seus inimigos, o que eles
estão a dizer aos seus leitores - queiram ou não - é que os judeus são as
piores pessoas da Terra».
A extrema-esquerda gosta muito dos judeus. Desde que tenham sido passados pelos fornos da Inquisição ou pelos campos de extermínio nazi.
Isto não é surpresa. A extrema-esquerda está alinhada com as forças da jihad em todo o mundo.
O ditador comunista Nicolas Maduro e o líder terrorista islâmico Hasan Nasrallah.
Nicolas Maduro é um socialista; nos Estados Unidos, as congressistas muçulmanas Rashida Tlaib e Ilhan Omar estão alinhadas com os socialistas Alexandria Ocasio-Cortez e Bernie Sanders.
O ex-chefe dos serviços de informações da Venezuela, Hugo Carvajal, revelou os fortes laços entre o governo do presidente Nicolás Maduro e o grupo terrorista Hezbollah, bem como a corrupção generalizada e o tráfico de drogas, informou o New York Times esta quinta-feira.
As actividades nefastas foram dirigidas pelo próprio Maduro, assim como pelo ministro do Interior, Néstor Reverol, e pelo ex-vice-presidente Tareck El Aissami.
Aqueles que foram designados para combater as drogas estavam envolvidos no tráfico delas, disse Carvajal.
El Aissami não era apenas um traficante de drogas, disse Carvajal, mas também tinha conexões com o Hezbollah, e tentou organizar terroristas do Hezbollah para trabalhar com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia [FARC] através da Venezuela.
Numa reunião realizada em 2009, terroristas do Hezbollah encontraram-se com El Aissami e Carvajal, na Síria, e entregaram aos dois representantes do Estado venezuelano três espingardas de assalto como presentes.
O encontro envolveu o diplomata venezuelano Ghazi Nasr al-Din, que estava na Síria na época.
A extrema-esquerda tem uma propaganda especialmente eficaz junto dos jovens, das pessoas ressabiadas e das de miolo mole.
Ciro Gomes no Brasil ou as filhas do terrorista Mortágua em Portugal juram que a Venezuela é um Paraíso (e quem diz a Venezuela, diz Cuba, Coreia do Norte, Irão, etc., etc.), e os infelizes que foram educados na ideologia do "mundo ao contrário" aplaudem.
Toda a miséria que vai pela Venezuela, para eles, é "invenções dos americanos". O Hezbollah, para eles, é um romântico grupo que não faz mal a ninguém, apenas mata judeus (o que para a extrema-esquerda é sempre ganho).
No 'Amigo de Israel' original (censurado a pedido da extrema-esquerda) temos uma secção dedicada ao Hezbollah, que contamos reeditar aqui (até os islamofascistas nos censurarem de novo).