Mostrar mensagens com a etiqueta CENSURA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CENSURA. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de julho de 2024

CENSURA - até quando?

Continuamos a ter muitas visitas,  apesar de termos parado. MUITO OBRIGADO! 

 

Depois de muitos pedidos de revisão, os censores do Blogger desbloquearem o Amigo de Israel 2.0, que foi criado durante os 6 meses de restrição que este Amigo de Israel 1.0 levou, sem qualquer explicação.

Mostrar os factos sobre o Islamismo, o Globalismo, o Socialismo/Comunismo, o Ocultismo New-Age e o Neo-Nazismo (todos mais ou menos de mãos dadas nos tempos que correm, aliados contra o inimigo comum que é a Civilização) é passível de punição mais ou menos severa naquele que outrora foi o Mundo Civilizado, o Mundo Livre.

Todas as ditaduras começam por sufocar a liberdade de expressão e de livre-pensamento.

Estamos  a caminhar sobre gelo  fino, e os censores déspotas sabem disso. Vão aplicando sanções até que desistamos. 

E é de facto inglório andarmos a erguer um castelo de Informação que pode ser demolido a qualquer momento. 

As Trevas querem que todos os que defendem a Verdade se calem. Ou desapareçam... 

Apesar da nossa pequenez, somos alvos a abater, pois interessa às Trevas apontar como culpados os bodes expiatórios do costume. 

Estamos numa encruzilhada. Ainda não decidimos se vamos ou não continuar. Nunca nos renderemos à tirania, mas quanto a continuar no Blogger, é outra história.

Um abraço a todos os fiéis leitores e amigos. 



17 Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito; 18 Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a Deus. 
Deuteronómio 25


 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Google/Blogger CENSURA o nosso post sobre massacre dos cristãos nigerianos


Não demorou muito que para que a CENSURA islamista do Blogger, Google e Youtube retirasse o vídeo do nosso post anterior:

50.000 cristãos massacrados "por desporto" na Nigéria

Estas "Black Lives" não contam...  

Pode ver o vídeo (enquanto não estivermos todos sob a lei islâmica) no X e no Geller Report.

 

VAMOS VER SE OS CENSORES ISLAMOFASCISTAS TAMBÉM APAGAM ESTE:


O vídeo sobre o Holocausto dos cristãos arménios constante deste post:

Muçulmanos atacam cristãos arménios em Jerusalém
também foi CENSURADO.

 


COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

ISLÃO: MAIS DE 670 MILHÕES DE MORTOS INOCENTES

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Facebook PROÍBE Trump, permite postagens como ‘Hitler tinha razão’

 


O gigante das redes sociais permitiu recentemente uma onda de postagens do tipo ‘Hitler estava certo’ e outros incitamentos antissemitas, enquanto censura o ex-Presidente.

O Facebook anunciou na sexta-feira que as contas do ex-Presidente Donald Trump serão suspensas por dois anos, congelando a sua presença na rede social até ao início de 2023, após a alegação de que Trump alimentou a insurreição de 6 de Janeiro no Capitólio.

NDT: Os acontecimentos de 6 de Janeiro foram um golpe da extrema-esquerda com a cumplicidade do Partido Democrata e de agentes da Polícia, como demonstrámos sobejamente, com vídeos, por exemplo:


NOVO VÍDEO: Antifa distribui armas durante o ataque ao Capitólio dos EUA

Bandeiras falsas e piadas mortais

 

No final da suspensão, a empresa avaliará se o "risco para a segurança pública" de Trump diminuiu, escreveu Nick Clegg, vice-presidente de assuntos globais do Facebook. Ele disse que o Facebook levará em consideração “factores externos”, como casos de violência, restrições a reuniões pacíficas e outros marcadores de agitação civil. 

Embora o Facebook esteja a ser severo (NDT: diríamos antes totalmente injusto e hipócrita) com o ex-Presidente, foi recentemente criticado pela Anti-Defamation League (ADL) por permitir conteúdo que "promova o antissemitismo em clara violação dos padrões da comunidade da empresa" contra o discurso de ódio. 

A posição do Facebook não foi afectada pela recente onda de violentos ataques físicos a judeus em Nova Iorque, Califórnia e Novo México, entre outros locais. “A inacção do Facebook ajudou a espalhar [o] ódio aos judeus e contribuiu para níveis históricos [muito] altos de anti-semitismo na América e antissemitismo online e offline em todo o mundo”, escreveu a ADL em carta enviada ao Facebook Oversight Board. 

O Facebook permitiu citações atribuídas ao chefe de propaganda nazi Joseph Goebbels e a declaração “Hitler estava certo”. 

A ADL observou que o conteúdo anti-semita no Facebook publica "tráfego em conspirações e libelos de longa data" que têm sido usadas por séculos "para justificar a perseguição, desde pogroms sob governos czaristas a genocídio sob o regime nazi e tiroteios neste país.”

 A ADL solicitou que o Conselho de Supervisão do Facebook "envie uma mensagem clara de que o antissemitismo não tem lugar no Facebook" e "ponha um ponto final na promoção implícita do antissemitismo no Facebook, anulando as decisões do Facebook de permitir que tal conteúdo floresça." 

Enquanto isso, o Facebook anunciou que acabaria com uma política que isentava automaticamente os políticos de regras que proíbem o discurso de ódio e abusos, e que aumentaria as penas para figuras públicas em tempos de agitação civil e violência. 

O ex-Presidente considerou a decisão do Facebook de suspendê-lo até 2023 "um insulto". A proibição de dois anos substituiu uma decisão anterior que ordenava que Trump fosse suspenso indefinidamente. 

Plataformas sociais como Facebook e Twitter tornaram-se ferramentas indispensáveis ​​para que os políticos divulguem as suas mensagens e arrecadem pequenas doações. Sem o megafone do Twitter e os apelos de arrecadação de fundos que a sua campanha conseguiu no Facebook, Trump pode estar em séria desvantagem em relação a outros políticos. 

No Facebook, a suspensão de Trump significa que a sua conta está essencialmente congelada. Outros podem ler e comentar em postagens anteriores, mas Trump e outros gerenciadores de contas não podem postar novo material. 

O Twitter, por outro lado, baniu permanentemente Trump, e nenhum vestígio de sua conta permanece. 

 

Condensando de:

 


Jornaleiros e e gigantes das redes sociais, a começar pelo bandalho antissemita Zuckerberg (um indivíduo nascido judeu e que se auto-odeia por isso) estão a fazer tudo para provocar um novo Holocausto.

 

Crime de ódio antissemita no Brooklyn, homem ameaça 3 jovens judeus religiosos, dizendo-lhes: "Eu vou matar-vos, judeus!". Ele puxou uma faca e esperou por eles no exterior do estabelecimento:

Árabe muçulmano queima criança. France 24 acusa os judeus.

Jornalismo faccioso depoleta onda de antissemitismo em todo o mundo

Imprensa institucional ao serviço do Hamas chora criança "mártir" imaginária

Se anti-Sionismo não é antissemitismo...

Jornazistas 1 - Culpando Israel pela violência "palestina"

Jornazistas 2 - Escondendo os ataques desde Gaza contra civis israelitas


Facebook apaga canal de Miguel Macedo

 Gonçalo Sousa

Gonçalo Sousa
"O Facebook do @Miguel Macedo foi apagado esta semana. A página tinha mais de 11000 seguidores e mais de 3 anos de trabalho investido. Passem pelo canal dele para o apoiar. Hoje por ele, amanhã por vocês. A censura toca a todos, cabe-nos a nós combatê-la."

 


O Miguel Macedo é um jovem conservador e religioso. Dois pecados capitais na religião esquerdista-pagã vigente. Não vão mais milhares de jovens sair da linha bloquista e descobrir que andam a ser comidos, o Facebook baniu-o. Como baniu Trump. Como vai banindo todos os conservadores que pode. E permitindo (acarinhando!) organizações jihadistas e nazis! É uma guerra.

FORÇA, MIGUEL!

 

 

 

Um exemplo da lucidez e da coragem de Miguel Macedo:

terça-feira, 16 de julho de 2019

Steve Wozniak: "Saia do Facebook"

"Deixem-me controlar os media e transformarei qualquer nação numa vara de porcos" - Joseph Goebbels, chefe da propaganda de Hitler.

Mark Zuckerberg, ateu nascido judeu, casado com uma budista, tem o Q.I. e a cultura política típicos do esquerdopata que é.

O lendário co-fundador da Apple, Steve Wozniak, aconselha: "Saiam do Facebook"
O Facebook é um monstro. Nunca na História existiu algo semelhante.
Na nossa secção CENSURA, já temos denunciado algumas tropelias do Faceburqa. Por exemplo:

GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD


Steve Wozniak, lenda da Apple: "Saiam do Facebook"

 Por Lucas Nolan, Breitbart, 8 de Julho de 2019


    O lendário génio do Sillicon Valley e co-fundador da Apple, Steve Wozniak, alertou os usuários do Facebook para descobrirem uma maneira de sair da plataforma social, num vídeo recente:

 

    Num vídeo recente capturado pelo TMZ no Aeroporto Nacional Reagan, o co-fundador da Apple, Steve Wozniak, alertou os usuários do Facebook de que a falta de privacidade na plataforma não compensa para a maioria dos usuários, acrescentando “quem sabe se meu telefone móvel está sob escuta agora?".

    Wozniak disse ao TMZ: “Existem muitos tipos diferentes de pessoas, e alguns dos benefícios do Facebook valem a perda de privacidade. Mas para muitos como eu, a minha recomendação é - para a maioria das pessoas - você deve descobrir uma maneira de sair do Facebook”.


 Steve Wozniak e Steve Jobs

    Wozniak preocupa-se com o facto de que os Mestres do Universo estão a tornar-se poderosos demais e pode ser impossível detê-los. “Eles podem saber tudo sobre nós… eles podem medir o seu batimento cardíaco com lasers agora, eles podem ouvi-lo com diversos dispositivos. Quem sabe se o meu telemóvel está sob escuta agora mesmo. (...)

    Ele acrescentou que há muito pouca privacidade quando se comunica online, afirmando: "Eu preocupo-me porque uma pessoa tem conversas que acha que são privadas ... Uma pessoa diz palavras que realmente não deveriam ser ouvidas, porque não se espera isto. Mas quase não há como parar.

    Sugestão de Woz para proteger a privacidade do usuário? Deixem-nos pagar: "As pessoas acham que têm um nível de privacidade que não têm. Porque é que eles não me dão escolha? Deixem-me pagar uma certa quantia e mantenham os meus dados mais seguros e privados do que todos os outros que os entregam aos anunciantes."

..................................................................................

O FACEBOOK É UM MONSTRO:






terça-feira, 14 de maio de 2019

Facebook promove propaganda do ISIS

"Se um pequeno grupo de pesquisadores pode encontrar centenas de páginas de conteúdo terrorista por meio de pesquisas simples, porque é que uma empresa gigante com todos os seus recursos não consegue?"



A Al-Qaeda da Península Ibérica, por exemplo, move-se à vontade no Facebook.


Na nossa secção CENSURA damos uma breve amostra do poder arbitrário exercido pelo Facebook, pelo Google, pelo Youtube e por outros gigantes da Internet, que calam sistematicamente e sem explicações as vozes conservadoras, ao mesmo tempo que permitem que os comunistas, os nazis e os islamistas façam a propaganda das respectivas ideologias criminosas.
Grupos terroristas como o Hamas ou o Hezzbollah gozam de total aceitação por parte do Facebook. Idem para grupos nazis e obviamente para os comunistas.
Ainda agora levámos um castigo de 3 dias de suspensão por parte do Facebook, por termos escrito algo incontestável:
O Comunismo matou já mais de 100 milhões de inocentes e o Islamismo matou mais de 670 milhões.

Metade dos CENSORES do Facebook são maometanos marroquinos!


Antes da Internet, a Nova Ordem Mundial fazia de nós o que queria. Os jornalistas eram Reis e senhores - e bem pagos para intoxicarem as massas com MENTIRAS.
 Veio a Internet e muita gente teve finalmente voz. As massas começaram a abrir os olhos e a desprezar as aldrabices dos jornais e das televisões:

 


É fundamental para a Nova Ordem Mundial calar a Internet, para que o seu projecto de domínio global possa avançar.
Idiotas como Mark Zuckerberg, um garoto ignorante de 32 anos, esquerdalho, ateu, casado com uma budista, são facilmente convencidos a calar as vozes conservadoras.


 
FACEBOOK PROMOVE A PROPAGANDA DO ISIS

Chris White em 9 de Maio de 2019

Os terroristas do ISIS provavelmente estão a usar os recursos de vídeo gerados automaticamente pelo Facebook para espalhar propaganda, alega uma nova queixa.

As ferramentas de inteligência artificial do Facebook não retiraram uma grande quantidade de conteúdo relacionado com o ISIS e facilmente identificável, diz uma nova reclamação enviada para a Securities and Exchange Commission. A denúncia surge quando a empresa se concentra em eliminar o material nacionalista branco.
Nota do Tradutor: nas redes sociais, na generalidade dos media e no discurso politicamente correcto em geral, tudo quanto é conservador é chamado "nacionalista branco, racista, islamofóbico, homofóbico, machista, patriarcal, fascista, nazi", etc. 

Pesquisadores reclamaram depois de um novo estudo alegar que a inteligência artificial do Facebook não conseguiu detectar material relacionado com o ISIS.


 A NHC apresentou queixa.


O Facebook está a promover propaganda do Estado Islâmico, disse um denunciante numa queixa na quinta-feira à Securities and Exchange Commission.

A rede social está provavelmente a violar as leis que proíbem as empresas de enganar os accionistas e o público, de acordo com uma petição apresentada pelo National Whistleblower Center (NWC).

A denúncia inclui um estudo que mostra que o Facebook foi usado para produzir vídeos que inadvertidamente ajudaram a detalhar as acções terroristas do ISIS ao longo do ano.

Um vídeo começa com as bandeiras negras da jihad e depois destaca os posts das redes sociais de um usuário que se chama “Abdel-Rahim Moussa, o Califado”. O vídeo contém versos antissemitas e uma foto de homens transportando mais bandeiras jihadistas, enquanto queimam a bandeira americana.


Um perfil de um grupo filiado na Al-Qaeda listou o empregador como sendo o Facebook. O vídeo termina com a saudação. "Obrigado por estar aqui, o Facebook", conclui o vídeo antes de exibir a imagem "positiva" da empresa.

Nota do tradutor: se se der ao trabalho de verificar os seus seguidores no Facebook, verá que há lá uma quantidade de senhoras de burqa e  Achmedes que não consegue remover.

Exemplos de páginas que o Facebook admite, enquanto censura quem diz a VERDADE:


Nazis é às carradas...

 



Pesquisadores monitorizaram as páginas de usuários do Facebook em 2018 que se filiaram em grupos que os EUA designaram como grupos terroristas. Quase 38% dos posts com símbolos de grupos extremistas foram removidos, mostrou a pesquisa. Grande parte do conteúdo proibido citado no estudo, incluindo um vídeo de execução e imagens de cabeças decepadas, permaneceu na plataforma a partir de Maio.
A queixa vem quando Zuckerberg afirma que a sua empresa fez uma grande diferença no material do ISIS. "Em áreas como o terrorismo, nos conteúdos relacionados com a Al-Qaeda e o ISIS, 99% do conteúdo foi retirado antes que alguém o visse", disse ele durante uma teleconferência de resultados em Abril. Zuckerberg acrescentou: "Isto é o que realmente parece bom".

Nota do tradutor:

GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD



Os pesquisadores envolvidos no projecto argumentam que provavelmente há muitos perfis de terroristas que usam a plataforma. "Isto é a realidade a ir além da imaginação", disse Amr Al Azm, um pesquisador, a um repórter da AP. "Se um pequeno grupo de pesquisadores pode encontrar centenas de páginas de conteúdo terrorista por meio de pesquisas simples, porque é que uma empresa gigante com todos os seus recursos não consegue?".

O Facebook disse que está a trabalhar no problema. "Depois de termos feito investimentos pesados, estamos a detectar e remover conteúdos de terrorismo com uma taxa de sucesso muito maior do que há dois anos"
, disse um representante da empresa em comunicado. "Não reivindicamos encontrar tudo e estamos vigilantes nos nossos esforços contra grupos terroristas em todo o mundo".
Nota do tradutor: Aldrabice pura! Consulte a nossa secção CENSURA e constate que a submissão das redes sociais ao Islão é um facto.

Os pesquisadores de Al Azm na Síria analisaram 63 perfis que gostavam da página gerada automaticamente pelo Hay'at Tahrir al-Sham, um grupo da Al Qaeda afiliado na Frente Al-Nusra. Pesquisadores confirmaram que 31 dos perfis correspondiam a pessoas reais na Síria. Especialistas acreditam que as ferramentas algorítmicas do Facebook não estão aptas para moderar de forma eficaz a plataforma massiva da empresa, que lista mais de 2 biliões de usuários mensais.


O sistema de inteligência artificial do Facebook está a falhar, de acordo com Hany Farid, especialista em forense digital da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que assessora o Projecto Contra o Extremismo.

“Toda a infra-estrutura é fundamentalmente falível”
, disse ele à AP. "E há muito pouca vontade de resolver os problemas, porque o que o Facebook e outras empresas de redes sociais sabem é que use começarem a ser responsáveis ​​pelo material nas suas plataformas, arranjam uma série de problemas". Ele não é o único a alertar as pessoas sobre a ineficácia dos sistemas de controlo.

Emily Williams, uma cientista de dados e fundadora da Whole Systems Enterprises, argumenta que a falta de transparência do Facebook sobre as fragilidades dos seus instrumentos de controlo dificulta para os conservadores entenderem porque e como é que os seus conteúdos estão a ser estrangulados.

Enquanto isso, os conservadores argumentam que o Facebook está a censurá-los por causa das suas opiniões políticas.
O assessor do presidente Donald Trump para as redes sociais, Dan Scavino Jr., por exemplo, foi temporariamente impedido em Março de fazer comentários públicos no Facebook. Mais tarde, o presidente disse aos seus seguidores no Twitter que está a investigar reclamações de que grandes empresas de tecnologia estão  visar os conservadores.

Williams acredita que o algoritmo do Facebook provavelmente tenha uma taxa de sucesso de 70%, o que significa que 30% das vezes os moderadores da empresa  censuram os conservadores que partilham conteúdos que não agradam à empresa.


Sendo este blogue amigo de Israel e filo-semita, custa-nos especialmente que o idiota Mark Zuckerberg sirva de arma de arremesso aos neo-nazis, que, ainda que aliados dos islamistas, apontam esta permissividade do Facebook como "a prova de que os judeus são todos maus". 
Apenas a título de exemplo da quantidade de judeus que estão nas fileiras da contra-jihad referimos Pamela Geller, de cujo site extraímos este artigo, e que tem até uma fatwa de morte e uma recompensa choruda  para quem a decapitar, porque ela diz a VERDADE SOBRE O ISLÃO:


https://www.amazon.com/dp/1947979000/ref=sr_1_fkmr0_1?ie=UTF8&qid=1506028280&sr=8-1-fkmr0&keywords=fatwa+haunted+in+america

sexta-feira, 3 de maio de 2019

FACEBOOK - CENSURA ao serviço da Nova Ordem Mundial



Este é mais um post da nossa secção CENSURA


Metade dos CENSORES do Facebook são maometanos marroquinos!


Media esquerdista e Facebook em conluio para banir permanentemente comentaristas conservadores e anti-islâmicos

O  Facebook anunciou hoje que baniu definitivamente várias personalidades conservadoras de alto perfil da sua plataforma, incluindo a proibição de entrada no Instagram, propriedade do Facebook.
Esta é apenas mais uma vaga de censura islamista/extrema-esquerdista por parte do Facebook, que já baniu centenas de páginas de conservadores de uma só vez, mas tinha poupado, até agora, estas figuras que usam de mil cuidados para não serem castigadas pela ditadura do politicamente correcto.



Gateway Pundit - Milo Yiannopoulos, Laura Loomer e todas as contas relacionadas com Alex Jones ou com o Infowars (incluindo Paul Joseph Watson) foram os principais alvos da última eliminação do Facebook. Foram rotulados como "perigosos" pelo gigante das redes sociais. Para se afastar das críticas sobre a proibição apenas de figuras pró-Trump, o Facebook também alegou que vai medidas contra Louis Farrakhan, o líder da Nação do Islão, amante de Hitler.
A empresa alega que todos os indivíduos ou contas banidas estiveram envolvidos nos seguintes comportamentos, de acordo com uma declaração dada ao repórter pró-censura da CNN, Oliver Darcy:
O porta-voz do Facebook disse que tais factores incluem se a pessoa ou organização já apelou à violência contra indivíduos com base em raça, etnia ou origem nacional; se a pessoa foi identificada com uma ideologia odiosa; se usou discurso de ódio ou insultos na secção "Apresentação" do seu perfil nas redes sociais; e se já teve páginas ou grupos removidos do Facebook por violarem regras de discurso de ódio.



Os media foram avisados uma hora antes de me banirem. Eles estão de conluio.
"Em tempos de mentira institucionalizada, dizer a verdade é um acto revolucionário" 
- Paul Jospeh Watson

Darcy, que se envolveu  pessoalmente em fazer propaganda nas plataformas digitais para banir os seus inimigos políticos, também afirma que a empresa pode vir a banir contas que compartilham conteúdo relacionado com qualquer um dos indivíduos banidos.
O que o Facebook considera "discurso de ódio": 


Aqui está um comentário que o Facebook qualificou como "discurso de ódio", castigando o respectivo autor, sem direito a recurso. O comentário foi postado em 29 de Março e a conta foi bloqueada: 
"O Hamas é uma Organização Terrorista, assim designada pelo Secretário de Estado de acordo com a secção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA). As designações dos grupos terroristas desempenham um papel crítico na nossa luta contra o terrorismo e são um meio eficaz de restringir o apoio a actividades terroristas e pressionar os grupos a saírem do negócio do terrorismo. 
Talvez o Sr. Zuckerberg não esteja ciente disso.
https://www.state.gov/j/ct/rls/other/des/123085.htm
Antes da Internet, a Nova Ordem Mundial fazia de nós o que queria. Os jornalistas eram Reis e senhores - e bem pagos para intoxicarem as massas com MENTIRAS. 
Veio a Internet e muita gente teve finalmente voz. As massas começaram a abrir os olhos e a desprezar as aldrabices dos jornais e das televisões: 



A Nova Ordem Mundial, começando pela ONU, que é o seu instrumento de eleição, entrou em pânico. Trump foi eleito, Bolsonaro foi eleito, os conservadores avançam e as forças da extrema-esquerda e do islamismo já têm oposição. 
É fundamental para a Nova Ordem Mundial calar a Internet, para que o seu projecto de domínio global possa avançar. 
A CENSURA é desbragada. Ainda recentemente voltámos a ser castigados pelo Facebook, depois de os hippies do Bloco de Esquerda (pagos para policiar a Internet) terem feito queixinhas de um comentário nosso em que chamámos a atenção para que o Nazismo matou milhões, mas o Islamismo e o Comunismo mataram ainda mais - e não são proibidos, nem na Internet.


O que o Facebook e  a esquerda em geral consideram "discurso de ódio", é, por exemplo, a divulgação do estupro de jovens europeias por grupos de "migrantes". 

A VERDADE É O NOVO DISCURSO DE  ÓDIO
Para o Facebook, o Hamas não é uma organização terrorista. 
O Hamas, como tantos outros grupos jihadistas e nazis, tem página no Facebook. O senhor Zuckerberg, que por acaso nasceu judeu, não se incomoda nada com isso.  O senhor Zuckerberg castiga é quem diz a verdade sobre o Islamismo, o Comunismo e o Nazismo.
Está em curso uma batalha entre o Bem e o Mal. Não pense que é possível ficar neutro.


Primeiro, os nazis vieram buscar os comunistas, mas, como eu não era comunista, calei-me. Depois, vieram buscar os judeus, mas, como eu não era judeu, não protestei. Então, vieram buscar os sindicalistas, mas, como eu não era sindicalista, calei-me. Então, eles vieram buscar os católicos e, como eu era protestante,  calei-me. Então, quando vieram buscar-me... já não restava ninguém para protestar.  
Martin Niemoller, pastor Luterano alemão e resistente ao Nazismo



Youtube e Google dão MILHÕES aos produtores de notícias falsas


O Youtube subsidia todas as centrais de desinformação da extrema-esquerda islamizadora.



De há muito que o Google manipula os resultados das buscas para esconder a realidade sobre o Islão, e censura sites que dizem a verdade sobre o Islão (nós somos a prova disso). 
O Youtube fecha os canais incómodos e retira sistematicamente os vídeos que mostram a realidade do Islão. Quando descobrimos um bom vídeo, apressa-mo-nos a guardá-lo, pois sabemos que em questão de horas será retirado.
E o Facebook cala os críticos do Islão, enquanto permite que os terroristas islâmicos mantenham as suas páginas. A nós, tem-nos censurado vezes sem conta e assassinado vários projectos nossos.
Mas o Google agora está a ir ainda mais longe e despeja milhões nos cofres das agências de mentira, propaganda e desinformação da extrema-esquerda, que fazem o jogo da islamização do Mundo Livre e campanha descarada pelos partidos socialistas e comunistas.
Se não os pararmos, será o fim das sociedades livres no Ocidente. Estamos a assistir a uma erosão sem precedentes nos nossos direitos, proibindo-se cada vez mais o fluxo de ideias e a liberdade de expressão na praça pública (redes sociais). Os gigantes das redes sociais exercem o seu enorme poder calando as vozes da verdade.
A luta é desigual. Nós, os amadores, trabalhamos nas horas vagas e gastamos do nosso bolso. Eles, os jornalistas profissionais, são pagos para MENTIR às massas. Na Internet, o nosso território, mandam jovens tiranetes de extrema-esquerda, Zuckerbergues e afins.
Mesmo assim, damos-lhes 10 a zero todos os dias. Já elegemos Trump e Bolsonaro e já acordámos milhões de pessoas do coma induzido pelos me(r)dia tradicionais. Por isso é que eles estão em pânico e a marinar em ódio. Primeiro querem calar-nos na Internet. Mais tarde, se tiverem oportunidade, calar-nos-ão a todos em definitivo. Mas nunca nos renderemos.



"YouTube e Google despejam Milhões em editores de notícias, a esmagadora maioria são de esquerda"
por Steven Beyer, Western Journal, 24 de Abril de 2019 
Não é segredo que, à medida que a tecnologia continua a crescer, o seu impacto é sentido em praticamente todos os sectores imagináveis. 
O Google sente que o jornalismo, no entanto, está a lutar para acompanhar a crescente indústria de tecnologia e teve a necessidade de ajudar os editores a acompanharem as mudanças. 
Como o Google diz, “enquanto a demanda por jornalismo de qualidade é tão alta quanto já foi, o negócio do jornalismo está sob pressão, já que publicações em todo o mundo enfrentam desafios de uma transição do sector para o digital”. 
O objectivo da iniciativa é "construir um mundo mais informado [que] está inerentemente ligado à reportagem  e organizações de notícias". 
A gigante de tecnologia planeia realizar isso criando “um ecossistema saudável de editores que produzam um óptimo conteúdo digital”. 
O Google afirma que, num ano, ajudou as organizações de notícias ao doar 12,6 mil milhões de dólares a "parceiros" e impulsionar mais de 10 biliões de cliques para os seus sites. 
Essas parcerias incluem sites de esquerda, como o The New York Times e o The Washington Post. 
Além disso, parte da iniciativa consistia em disponibilizar dezenas de milhões de dólares para ajudar os editores a “fortalecer suas capacidades de vídeo on-line” por meio do YouTube Innovation Initiative e do YouTube Innovation Funding. 
No seu blog, o YouTube diz que o financiamento foi dado às editoras para "apoiar organizações de notícias na construção de operações de vídeo sustentáveis", ajudando-as a "construir capacidades-chave, treinar as melhores práticas de vídeo, aprimorar instalações de produção e desenvolver formatos optimizados para vídeo on-line". " 
Além disso, o YouTube diz que está a trabalhar com organizações de notícias para desenvolver "novos recursos de produtos" para "enfrentar desafios emergentes". 
No entanto, a lista de editores que receberam financiamento do YouTube / Google está levantar algumas sobrancelhas. 
Na lista de editores de notícias dos Estados Unidos que receberam financiamento do YouTube, mais da metade dos editores podem ser considerados organizações de notícias "de centro-esquerda", "de esquerda" ou "de extrema-esquerda", segundo a classificação da Media Bias / Fact Check .
Nota do Tradutor: O site  Media Bias / Fact Check, que se propõe ser árbitro da verdade, é em si mesmo de extrema-esquerda e islamófilo.
Essas organizações de notícias são: The Atlantic, Bloomberg, Notícias do BuzzFeed, CBS News, FiveThirtyEight, The Hill, NBC News, New York Times, PBS Newshour / WETA, ProPublica, Vox, The Washington Post e The Young Turks. 
A Fox News foi a única organização de notícias na lista que pode ser considerada uma organização de notícias de “centro-direita” ou de direita. 
Além disso, há outros grupos de notícias não listados pelo Media Bias / Fact Check que ainda podem ser considerados “esquerdistas”, incluindo Advance Local, Graham Media Group, Telemundo, Rogue Rocket, Quartz, Refinery29 e Tribune Broadcasting. 
Redes complexas e voltadas mais para a cultura pop não foram consideradas na nossa avaliação, nem redes de notícias locais como a WCNT-tv.
O Western Journal entrou em contacto com o Google sobre esta discrepância.
Um porta-voz do Google disse ao Western Journal que o processo de inscrição estava aberto a qualquer pessoa e todos os editores foram incentivados a inscrever-se.
No entanto, quando questionado sobre quais organizações de notícias de direita solicitaram o financiamento, o Google não comentou nem deu exemplos dessas organizações….



A Nova Ordem Mundial islamista/comunista/globalista, que domina a economia, os media, as universidades, os políticos e quase o mundo inteiro, quer uma Internet a piar fininho.