sábado, 28 de março de 2020

21 milhões de chineses "desaparecem" em três meses de pandemia

Este post fica na nossa secção CORONAVÍRUS.


Veja, por exemplo:

NEGLIGÊNCIA CHINESA: Coronavírus poderia ter sido evitado em 95%



A negligência (chamemos-lhe assim) do senhor Xi Jinping está a custar vidas humanas em todo o mundo. O senhor Xi Jinping deve ser responsabilizado e levado a Tribunal sob acusação de genocídio.

É assim que os chineses apanham doenças nunca vistas

Os chineses comem animais selvagens VIVOS. Periodicamente, da China, irradiam epidemias que ceifam vidas em todo o mundo.

E veja como a China, o maior inferno comunista do Mundo, originou mais uma epidemia global, como continua a mentir sobre ela, e como faz "desaparecer" os seus cidadãos.
Como é possível que os partidos comunistas continuem a ser legais no Mundo Livre?

21 milhões de usuários chineses de telemóveis (celulares) desaparecem em três meses de pandemia
 Por: John Hayward, Breitbart, 24 de Março de 2020, via GELLER REPORT


A opacidade do governo comunista chinês obriga os observadores responsáveis ​​a procurarem a verdade sobre a epidemia de coronavírus, em vez de simplesmente repetirem informações oficiais sem questionar.

Família chinesa levada de casa à força (há quem diga que as autoridades estão a executar as pessoas suspeitas de estar infectadas - o que, num país onde o governo trafica órgãos, não nos admirava que fosse verdade):




A contagem oficial da China é de 3.277 fatalidades e de 81.171 infecções desde terça-feira, mas o Epoch Times observou o desaparecimento preocupante de cerca de 21 milhões de contas de telemóvel na China nos últimos três meses - um declínio sem precedentes que sugere mais mortes do que Pequim está preparada para admitir.
Deve-se sublinhar que desde o início que sabemos que não é preciso saber ler folhas de chá para descobrir o que realmente aconteceu na China, especialmente no epicentro de vírus da província de Hubei e da cidade de Wuhan, onde as autoridades chinesas estão actualmente a reivindicar zero novas infecções, informações nas quais ninguém acredita seriamente.
Enquanto governos mais responsáveis ​​emitem alertas preocupantes de uma segunda onda de infecções, suficientemente severos para levar à reimposição de procedimentos de quarentena que foram levantados apenas recentemente, a China alega não ter segunda onda e que todos os seus novos casos de coronavírus são importados.

Numa cidade bloqueada na China, uma mãe implora à Polícia que deixe que a sua filha com câncer vá receber tratamento; aqui, a presença da Imprensa internacional foi  decisiva para o bom desenlace:





Com isso em mente, o Epoch Times achou um pouco estranho que 21 milhões de usuários de telemóvel chineses desaparecessem abruptamente, dado que o uso de telemóveis tem aumentado constantemente na China desde há anos, e os telefones têm sido apontados como uma ferramenta importante para conter o epidemia de coronavírus.
O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) anunciou em 19 de Março o número de usuários de telefones em cada província em Fevereiro.
Em comparação com o anúncio anterior, lançado em 18 de Dezembro de 2019, para dados de Novembro de 2019, os usuários de telefones móveis e telefones fixos caíram drasticamente.
No mesmo período do ano anterior, o número de usuários aumentou. O número de usuários de telemóveis entretanto diminuiu de 1,600957 biliões para 1,579927 biliões - uma queda de 21,03 milhões.

Há semanas que avisamos: o governo chinês continua a fazer "desaparecer" todas as pessoas (médicos, sobretudo) que alertam para a real dimensão da epidemia:



O número de usuários de telefones fixos diminuiu de 190,83 milhões para 189,99 milhões, uma queda de 840.000. Em Fevereiro anterior, o número aumentou. De acordo com o MIIT, o número de usuários de telemóveis aumentou em Fevereiro de 2019 de 1,5991 bilião para 1,5835 bilião, o que representa 24,37 milhões a mais.
O número de usuários de telefones fixos aumentou de 183.477 milhões para 190.118 milhões, ou seja, 6.641 milhões a mais. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística da China, a população do país no final de 2019 era 4,67 milhões maior que em 2018, atingindo 1,40005 biliões. O artigo postula que alguns dos telefones fixos podem ter sido encerrados como consequência das quarentenas de coronavírus, principalmente as linhas usadas por operações comerciais fechadas, mas a magnitude do declínio dos usuários dificulta a explicação.
A China Mobile, a maior operadora do país, reportou ter ganho 3,7 milhões de novas contas em Dezembro, mas depois perdeu mais de 8 milhões em Janeiro e Fevereiro, meses em que registou ganhos de 3,5 milhões de usuários no ano anterior.
O Epoch Times considerou várias explicações para a perda de usuários, como trabalhadores migrantes que mantinham telefones móveis diferentes para as suas cidades de origem e de trabalho - necessários devido a algumas regulamentações da China sobre o serviço telefónico - abandonando o telefone comercial porque não era necessário durante o período de quarentena ou porque as pessoas geralmente cancelam o serviço telefónico porque querem economizar dinheiro durante os tempos difíceis.
Por outro lado, o governo actualmente exige que os cidadãos usem os seus telefones móveis para gerar "códigos de saúde" para que os seus movimentos possam ser rastreados e a permissão para viajar possa ser restrita a indivíduos saudáveis.
Como disse o comentarista norte-americano Tang Jiangyuan, na China é "impossível uma pessoa cancelar o seu telefone móvel. Contactar com o governo por causa de pensões e previdência social, comprar bilhetes de comboio, fazer compras ... não importa o que as pessoas queiram fazer, elas precisam de usar telefones móveis", observou Tang.
O New York Times explicou quão fortemente as autoridades chinesas estão apoiadas nesses telefones móveis para monitorizar a sua população, e não apenas para infecções por coronavírus:
A análise do Times constatou que, assim que um usuário concede ao software acesso a dados pessoais, uma parte do programa chamada "reportInfoAndLocationToPolice" envia a localização da pessoa, o nome da cidade e um número de código de identificação para um servidor.
O software não esclarece aos usuários a sua conexão com a Polícia. Mas, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua da China e uma conta oficial de rede social da Polícia, as autoridades policiais foram um parceiro crucial no desenvolvimento do sistema.
Embora as empresas de Internet chinesas geralmente compartilhem dados com o governo, o processo raramente é tão directo. Nos Estados Unidos, seria semelhante aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças usarem aplicativos da Amazon e do Facebook para rastrear o coronavírus e, em seguida, compartilharem silenciosamente as informações dos usuários com o escritório do xerife local.
O sistema, que depende de uma unidade da imensa empresa chinesa de comércio electrónico Alibaba, atribui aos usuários um "código de saúde" verde, amarelo ou vermelho no estilo de um semáforo.
Previsivelmente, os cidadãos chineses acham o sistema opaco, enigmático e assustador, uma vez que o governo não explicou exactamente como é que ele funciona.
"Em algumas cidades, os moradores agora precisam de registar os seus números de telefone num aplicativo para poderem usar os transportes públicos", acrescentou o Times.
No início de Março, o chamado sistema Alipay Health Code havia sido lançado na cidade de Hangzhou, expandido para 200 outras cidades e estava a caminho de uma implantação completa em todo o país.
O lançamento teve alguns problemas nas semanas seguintes, desde problemas técnicos até confusão causada pelos governos locais ao adicionarem os seus próprios códigos de saúde ao sistema já intimidador. Um artigo do correspondente da Bloomberg News em 18 de Março relatou o uso do sistema e disse que estava em processo de "ser lançado em todo o país em estações ferroviárias, restaurantes, farmácias e muito mais".
Outros relatórios na China observaram como os telefones móveis são omnipresentes por lá e são empregados para tudo, desde o acesso a recursos públicos e comerciais, atéa o teletrabalho e à escola, durante o bloqueio do coronavírus.
Por tudo isto, pode não ser completamente impossível sobreviver nas cidades chinesas sem um telefone móvel neste momento, mas parece improvável que um grande número de cidadãos tenham escolhido este momento para se livrarem dos seus telefones.

Traduzido de:

https://www.breitbart.com/national-security/2020/03/24/21-million-chinese-cellphone-users-disappear-in-three-months-of-pandemic/



NOTA 1: O CORONAVÍRUS COVID-19 TEM ORIGEM NATURAL E NÃO FOI PRODUZIDO EM LABORATÓRIO, NEM PELOS CHINESES NEM POR NINGUÉM, SEGUNDO ESTUDO PUBLICADO NA NATURE MEDICINE.
NOTA 2: Por falta de critérios claros na identificação das mortes por COVID-19, pacientes com doenças pré-existentes estão a ser contabilizados como "mortos por COVID-19". Os número das mortes na Itália devem estar inflacionados, afirma o Jornal da Associação Médica Americana. Diga NÃO ao pânico instilado pelos media!
NOTA 3: A Organização Mundial de Saúde  e a China MENTEM:





E mais um vídeo interessante e útil do João Tilly:

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