A jovem Cátia Palhinha, carismática concorrente de reality-shows, ficou famosa pelos seus deficientes conhecimentos de Geografia:
Mas afinal tinha razão ao situar África na América do Sul. É que agora a Argélia, Guiné-Bissau, Gâmbia, Paquistão e a Serra Leoa, ficam na Síria, e a Geografia já não é o que era.
TODOS os 57 países islâmicos que existem no Mundo ficam na Síria. Os 82 milhões de refugiados da guerra da Síria que já temos na Europa, vêm desses 57 países. E de outros, que não sendo oficialmente muçulmanos (por enquanto) também, no-los enviam:
Graças aos nossos excelentes governantes, que querem Portugal sempre em dia com a Europa, já tivemos peregrinos de Fátima atropelados por "refugiados", já tivemos algarvios atropelados à saída da missa, já tivemos portuguesas estupradas e portugueses assassinados por "refugiados", já tivemos uma tentativa de assassinato do Papa por "refugiados", já tivemos redes de recrutamento de jihadistas operadas por "refugiados"... e ainda a procissão vai no adro!
Se quer mais exemplos, visite a nossa secção PORTUGAL, que não é, nem de perto nem de longe, exaustiva.
Podemos estar na cauda da Europa em tudo, mas em islamização queremos estar no pelotão da frente! E estamos diariamente a avançar...
Um sírio típico, em Lisboa.
Mais uma vez realçamos que os tais "refugiados" são quase todos jovens saudáveis e em idade militar. Também trazem algumas mulheres já grávidas (para ajudar a colonização da Europa) e algumas crianças, para as fotografias:
Quem nos traz hoje mais um exemplo das tropelias provocadas pelos tais "refugiados" é João Tilly:
Nem vale a pena repetirmos a lista das razões pelas quais não faz sentido abrir as portas a estas pessoas, que não são migrantes nem refugiados: são invasores e soldados do Islão.
Os zombies manipulados pela televisão, desde que viram a famosa foto do "menino da praia", nunca mais pararam de chorar baba e ranho pelos "refugiados":
Tanto se lhes dá que o "menino da praia" tenha sido mais uma vítima dos traficantes de pessoas (era filho de um desses traficantes) e que a sua morte tenha sido da culpa exclusiva dos seus progenitores.
NENHUM PAÍS ISLÂMICO aceita "refugiados" da guerra na Síria, e a esmagadora maioria dos mais de 55 milhões de muçulmanos que infestam a Europa (cortesia da União Europeia!), não são refugiados nem vêm da Síria - de há muito que o fazemos notar.
São soldados do Islão, jovens, que vieram para colonizar a Europa. Alguns milhares são terroristas. Alguns milhões estão cá para um bocadinho de diversão à custa da ingenuidade dos europeus..
Mulheres sírias para a UE: “Expulsem os nossos homens e mandem-nos para casa - precisamos deles aqui”
A guerra na Síria levou a uma escassez de homens no país. Agora, as mulheres sírias querem os seus homens de volta e pedem à União Europeia que os "expulse", para que eles voltem e ajudem a reconstruir o país.
O conflito na Síria está a chegar ao fim. Donald Trump afirmou que o ISIS/Estado Islâmico está derrotado, e prometeu retirar todas as tropas dos EUA da área.
Até mesmo Israel argumenta que a guerra acabou, e o Russia Today mostrou imagens das celebrações de Natal em Damasco.
A longa e sangrenta guerra deixou vestígios profundos na demografia da Síria. Um repórter no local observa que “cerca de 70% das pessoas que ele conhece são mulheres jovens”. “Olhe ao redor, você só vê mulheres. Na universidade, na rua, nos cafés, só mulheres. A maioria dos jovens saiu da Síria”, afirmam as estudantes Safaa e Sheima. Outra mulher, Lina, diz que Assad deve dar uma amnistia àqueles que fugiram ao serviço militar, mas ela também tem uma proposta para os países que aceitaram muitos homens da Síria:
"A solução é expulsá-los e enviá-los de volta para a Síria, para que eles possam começar a reconstruir o país", diz ela.
Ao mesmo tempo, a escassez de homens significa que as mulheres sírias estão a fazer um grande progresso na vida profissional, ao entrarem em profissões anteriormente dominadas pelos homens. “No passado, não era aceite que as mulheres trabalhassem em certas áreas, mas agora a sociedade é forçada a aceitá-las e isso é bom”, diz Safaa.
Via:
Um de muitos vídeos (regularmente retirados pelos islamizadores do Youtube) que dão conta das mulheres que foram abandonadas na Síria pelos cobardes que fugiram ao combate e vieram fazer turismo para a Europa.
Lá está o AMIGO DE ISRAEL outra vez a usar factos! Não é justo!