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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Estado Islâmico decapita mais de 50 homens e meninos em terrível ataque em Moçambique



Esperem uma avalanche desses horrores se permitirmos que o partido do terror roube esta eleição.

 

ISIS decapita mais de 50 homens e meninos em horrível ataque em Moçambique  
Aterrorizantes militantes ligados ao ISIS decapitaram mais de 50 homens e meninos em dois ataques horríveis no norte de Moçambique.  
Por Steven Brown, The Express, 10 de Novembro de 2020

Os militantes esquartejaram os corpos das vítimas num campo de futebol da província de Cabo Delgado. Acredita-se que as mulheres da vila de Ninjaba foram todas sequestradas.

Várias pessoas também foram decapitadas em outra aldeia, segundo a Imprensa estatal.

Bernardino Rafael, comandante-geral da Polícia de Moçambique, disse durante uma entrevista colectiva: “Eles queimaram as casas e depois perseguiram a população que havia fugido para a floresta e começaram com as suas acções macabras”.

De acordo com a BBC, os homens armados foram ouvidos cantando "Allah Akbar" ("Alá é o Maior").


 

Isto é extremamente doloroso. Isto é um horror. Os nossos sentimentos e o nosso abraço mais carinhoso para os nossos irmãos moçambicanos.

Estas atrocidades são tão frequentes que só de vez em quando fazemos algum post sobre elas - até porque costumam ter poucas visualizações (não sabemos bem porquê; talvez os nossos leitores se sintam demasiado distantes dessas paragens - nós não; nós amamos Moçambique):


Moçambique - Massacre islamista em Cabo Delgado

Moçambique: 16 mortos em ataque de muçulmanos armados contra postos de Polícia

Moçambique: Grupo islâmico mata 52 em massacre 'cruel e diabólico'

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Moçambique: Grupo islâmico mata 52 em massacre 'cruel e diabólico'

Mais um massacre em Moçambique. As mais das vezes temos conhecimento deles e nem vale a pena referi-los, tantos eles são - em Moçambique e em toda África, em Israel e em todo o Mundo.  
Em Christchurch, Nova Zelândia, um nazi entrou numa mesquita e matou 51 muçulmanos (um acto que DEPLORAMOS, diga-se de passagem). O Mundo parou, a ONU pronunciou-se, o planeta ficou semanas de luto. Mas quando os muçulmanos matam 52 moçambicanos, praticamente nem é notícia.
Este massacre está a ser a "Atrocidade da Semana" no site The Religion of Peace, que compila a desgraça de cada dia causada pelo Islão:


Na semana de 18 a 24 de Abril foram contabilizados 46 ataques, que causaram 218 mortos e 140 estropiados.
No mês de Março de 2010 registaram-se 135 ataques islamistas, causando 712 mortos e 626 estropiados.
Desde o 11 de Setembro, 36787 massacres islamistas.

O The Religion of Peace compila os dados fornecidos pela Imprensa local de onde os massacres acontecem; o número real há-de ser bem maior.
Mas ninguém liga nenhuma a isto. É considerado de mau tom falar da matança islâmica.
NENHUMA outra ideologia matou tanto como o Islão - nem perto ficou:

ISLÃO: MAIS DE 670 MILHÕES DE MORTOS INOCENTES

Mas apontar este facto é considerado "racismo", "islamofobia" e "estar cheio de ódio".
Soldados do exército moçambicano em patrulha no meio de crescentes ataques islâmicos. Foto: Adrien Barbier / AFP via Getty Images


Via The Guardian (embora seja um jornal comunista, e por isso apaziguador do Islão, nem o The Guardian pode deixar de fazer eco de um massacre destes; o título deste post é o da notícia nesse jornal):

A Polícia diz que os moradores foram mortos, decapitados ou abatidos a tiros, depois de alguns se terem recusado juntar-se aos extremistas

Um grupo extremista islâmico no norte de Moçambique matou dezenas de moradores no seu ataque mais sangrento.


Mais de 50 pessoas foram massacradas num ataque em Xitaxi, no distrito de Muidumbe, depois de os habitantes locais terem recusado ser recrutados para as suas fileiras, de acordo com a Polícia, citada pela Imprensa local. A maioria foi morta a tiros ou decapitada.

“Os criminosos tentaram recrutar jovens para se juntarem a eles, mas houve resistência. Isso provocou a ira dos criminosos, que mataram indiscriminadamente - cruel e diabolicamente - 52 jovens”, disse o porta-voz da Polícia Orlando Mudumane ao serviço estatal de radiodifusão. (...)


Nota do Tradutor:
Quando os massacres vitimam israelitas, o The Guardian, a Imprensa toda, a União Europeia, a ONU  e o Mundo todo, não consideram os seus autores como criminosos e terroristas, mas como heróis.
Quando matam europeus ou americanos, são considerados "casos isolados de distúrbios mentais".
Aqui, o estatuto das vítimas (pessoas de pele Negra) faz subir o seu valor como seres humanos, segundo a mentalidade vigente, e os jornalistas já admitem que se tratou de um massacre "cruel e diabólico".
OBVIAMENTE que, para nós, TODAS as vítimas de terrorismo, qualquer que seja a sua religião, nacionalidade, cor da pele, VALEM O MESMO.

Os militantes intensificaram os ataques nas últimas semanas como parte de uma campanha para estabelecer um Califado islâmico na região, rica em gás, confiscando prédios do governo, bloqueando estradas e erguendo brevemente uma bandeira preta e branca com símbolos religiosos sobre cidades e vilarejos na província de Cabo Delgado. A bandeira também é usada pelo ISIS e outros grupos extremistas islâmicos.

Nota do Tradutor:  note como o The Guardian classifica o ISIS e seus filiados como "extremistas", quando eles nada mais fazem do que praticar o Islão, são financiados pelos países islâmicos e nunca foram condenados pelas autoridades religiosas islâmicas (como temos demonstrado abundantemente neste blogue).

Em Março, os insurgentes ocuparam brevemente o centro de Mocímboa da Praia, sede de distrito, queimando instalações do governo, incluindo um quartel, e brandindo faixas de filiação no chamado Estado Islâmico.

Um dia depois, uma segunda cidade foi invadida e a sede da Polícia distrital seriamente danificada. Esses atacantes também levavam a bandeira do Estado Islâmico/ISIS. 20 a 30 membros das forças de segurança de Moçambique foram mortos nos dois ataques, disseram observadores.
As forças de segurança locais sofrem com o pouco treino, equipamento mínimo e moral baixa. Tentativas de as reforçar com mercenários estrangeiros caros não parecem ter sido eficazes.

Pelo menos 150 russos vinculados ao Grupo Wagner, uma empresa que forneceu mercenários para combater em vários países africanos, foram enviados no ano passado, mas foram forçados a retirar depois de sofrerem baixas.
A insurgência no norte remoto começou a crescer há cerca de dois anos, explorando a raiva generalizada pelo fracasso do governo central em distribuir de maneira justa os ganhos da exploração dos ricos recursos naturais da região. O descontentamento foi exacerbado pela corrupção endémica e por uma resposta militar brutal e indiscriminada à violência.

Nota do Tradutor: Esta apreciação do The Guardian não faz muito sentido, pois os islamistas chacinam a população para estabelecer um Califado e explorarem eles os recursos, e não o governo central comunista. Mas o trabalho do The Guardian é isentar a ideologia islâmica (a causa destes massacres) de culpas.


Até agora, os insurgentes atacaram principalmente aldeias isoladas, matando mais de 900 pessoas, de acordo com o Projecto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos (Acled).

A agitação forçou centenas de milhar de habitantes locais a fugir e levantou preocupações entre as grandes empresas de energia que operam na região. (...)

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"Mas não são todos terroristas!". É o argumento da esquerda. Os nazis também não trabalhavam todos em campos de extermínio. Havia nazis assassinos e nazis "moderados", que só apoiavam e financiavam e aplaudiam os que assassinavam. Assim é o Islão e assim é a diferença entre jihadistas e "muçulmanos moderados".


Ao 6º dia de Ramadão: 22 ataques e 105 mortos:

No Ramadão o deus Alá manda matar ainda mais.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Moçambique: 16 mortos em ataque de muçulmanos armados contra postos de Polícia


As agências noticiosas  africanas e portuguesas estão a falar dos ataques jihadistas em Moçambique. E os sites de contra-jihad também. Parece que a merecida fama de gente boa e pacífica dos moçambicanos correu já mundo, pois os comentários vão no sentido de "Até em Moçambique!...".
A "Grande Imprensa" Mundial é que ignora mais este massacre. O costume...
Ainda a braços com as cicatrizes de décadas de guerra, os moçambicanos vêem agora chegar à sua terra o flagelo da jihad islâmica.
Tal como está a acontecer em Myanmar, onde os jihadistas têm assassinado centenas de inocentes de cada vez, os islamistas atacam postos da Polícia e lançam o terror entre a população.
Não tarda muito que os jornalistas comecem a dizer o contrário da realidade, como fazem em relação a Myanmar: que são as autoridades que estão a perseguir os muçulmanos.


"Em nenhum lugar do mundo se está livre da violência da jihad" - escreve Robert Spencer no seu JihadWatch.

"16 mortos como homens armados islâmicos atacam policiais Moçambique"
AFP, 7 de Outubro de 2017:

    
Os islamistas suspeitos atacaram uma série de esquadras de Polícia numa pequena cidade no norte de Moçambique, matando dois agentes, mas 14 dos homens armados foram mortos, disse a Polícia no sábado.

    
A Polícia demorou a divulgar detalhes dos ataques que ocorreram na quinta e sexta-feira em Mocimboa de Praia.

    
"Registamos 14 mortes e vários bandidos ficaram feridos", disse o porta-voz da Polícia, Inácio Dina, à AFP.

    
A Polícia disse que os ataques foram coordenados.

    
A Imprensa local disse que três estações de Polícia na pacata cidade, a 80 km dos campos de gás natural, foram o alvo.

   
Em conferência de imprensa na quinta-feira, Dina sugeriu que os atacantes estão ligados a uma "seita radical islâmica radical", mas não deu detalhes.

    
A Polícia já prendeu 10 outros homens armados, recuperou quatro armas de fogo e mais de 100 cartuchos de munição.

    
"O motivo dos ataques ainda é desconhecido, mas no passado a Polícia prendeu alguns líderes religiosos das seitas extremistas islâmicas", disse Dina.

    
"A maneira como eles operam faz-nos acreditar que há uma estrutura por trás do grupo", disse Dina à AFP, mas descartou quaisquer ligações "entre os atacantes e as forças externas".

    
"Não há provas de que sejam membros de Shabaab ou Boko Haram. De acordo com a informação recolhida, todos os capturados ou mortos são moçambicanos", disse o porta-voz da Polícia falando da capital, Maputo.
    
Um jornalista local sugeriu nas redes sociais que os atacantes pertenciam ao grupo virtualmente desconhecido, Swalissuna, que existe há cerca de cinco anos.

    
"Eles têm motivos contra a Polícia e apontaram o ataque contra eles", disse o jornalista e proprietário da Imprensa privado Erik Charas ....

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Lá se vai a nossa esperança de que não tivessem sido moçambicanos a matar moçambicanos. Acreditámos no que os líderes muçulmanos locais disseram - que tinha sido um homem estrangeiro, filiado no Al-Shabab. Afinal, foram islamistas moçambicanos, que treinam num campo de terrorismo nas proximidades.



Num artigo ilustrado com uma foto de Inhambane, Pamela Geller escreve:
"O braço longo da jihad está em toda parte. A África está sob cerco, outra história importante que a Imprensa não ouve, não fala e não vê.

Aqui está mais uma notícia mais uma novidade ignorada pela 'enemedia'".

Moçambique - Massacre islamista em Cabo Delgado



Pelo menos 10 mortos, em Mocimboa da Praia, Cabo Delgado, Nordeste de Moçambique. Os autores terão sido islamistas membros do grupo terrorista Al-Shabab.

Mocimboa da Praia assinalada com seta encarnada.

Foi este grupo que protagonizou um massacre num centro comercial no Quénia, em 2013, uma das suas acções com maior impacto mediático.
Os governos africanos têm pedido ajuda a Israel para combater o terrorismo jihadista.
A comunidade muçulmana de Moçambique  mantém tradicionalmente boas e pacíficas relações com as outras comunidades do país, pelo que muitos apontam a influência de islamistas estrangeiros que montaram campos de treino de jihadistas em Cabo Delgado.
Um abraço amigo (que mais não temos para dar) aos nossos irmãos de Moçambique, a Terra da gente boa, neste momento de grande dor.