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sexta-feira, 14 de julho de 2023

O perfil do soldado russo

Voluntário brasileiro na Guerra da Ucrânia conta as acções dos soldados russos:



São os próprios soldados russos que gravam e publicam nas redes sociais, rindo. Não é propaganda! 
Como pode haver quem defenda a Rússia, que invadiu um país soberano sem qualquer razão para tal, e cujas hordas bárbaras cometem atrocidades destas contra os civis?

domingo, 5 de março de 2023

Rússia paga a mercenários "palestinos" para combater a Ucrânia

 


Dois dias depois de terem surgido as notícias de mercenários "palestinos" lutando na Ucrânia, surgiu um vídeo de “cadetes de oficiais 'palestinos'” em “academias militares russas”. 
A Rússia está supostamente a pagar a residentes "palestinos" no Líbano para lutar na Ucrânia, com vídeos de "palestinos" em academias militares russas. 

A insígnia dos seus uniformes indica que são cadetes oficiais do Mali e da "Palestina" treinando em academias militares russas na RÚSSIA. Nenhuma indicação de que eles estão a combater pelo Grupo Wagner. https://t.co/1UCKhCfpB1

— tom (@tom_bullock_) 1º de março de 2023

 
O relatório dos mercenários "palestinos" foi baseado numa fonte de segurança do governo libanês citada pela The Media Line (TML), que divulgou a história. 
“A fonte libanesa indicou que o recrutamento de "palestinos" e outros está a ser realizado em coordenação com a organização Hezbollah, baseada no Líbano e apoiada pelo Irão”, relatou o TML. 
A história do TML também indicou que os recrutas estavam ligados ao partido Fatah, do presidente da "Autoridade Palestina", Mahmoud Abbas, além de um grupo terrorista designado pelos EUA chamado "Frente Popular para a Libertação da Palestina" (PFLP). 
Actualmente, estima-se que centenas de "palestinos" tenham sido rapidamente treinados na Rússia e enviados para a linha de frente. 
De acordo com os serviços secretos ocidentais, até 200.000 operacionais ligados à Rússia foram mortos ou feridos na guerra da Ucrânia, que começou em 24 de Fevereiro de 2022, quando as forças russas invadiram a Ucrânia. 
Dois dias depois de o artigo TML sobre mercenários "palestinos" na Rússia ter sido publicado, apareceu um vídeo no Twitter mostrando “cadetes oficiais 'palestinos'” em “academias militares russas”. 
“A insígnia dos seus uniformes indica que são cadetes oficiais do Mali e da "Palestina" treinando em academias militares russas na Rússia. Nenhuma indicação de que eles estão fazem parte do Grupo Wagner. twittou Tom Bullock, Analista Sénior da Rússia para a Janes, uma agência global de informações de defesa de código aberto. 
“A Rússia administra esses programas há anos, treinando oficiais do Mali, "Palestina", Angola e República Centro-Africana, para citar alguns”, acrescentou Bullock.

Traduzido de:


UNITED WITH ISRAEL 

 

A Rússia comunista é historicamente uma inimiga acérrima de Israel, não só dizimando milhões de judeus, como armando os terroristas que combatem Israel e difamando o pequeno Estado judeu no cenário mundial.

Deve-se à Rússia, a potência imperialista que é o maior país do mundo em área, entre outras operações de propaganda antissemita, o vil libelo de "Os Protocolos dos Sábios de Sião" e a invenção de uma "Palestina" árabe:


"Protocolos dos Sábios de Sião"

A Mentira Soviético-Palestina



Israel, a encarnado, a "potência imperialista" que ocupa 0,4% do Médio Oriente:

Porque 99,6% não chegam, quando o ódio aos judeus é a única razão para viver.

 

Israel, o único país que está a mais no planeta:


Tamanho do Estado Nativo de Israel (a azul) comparado com o Estado colonial da Austrália, erguido sobre o genocídio do povo nativo, como a maior parte dos países do mundo (a amarelo claro). 

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Visite o site PALLYWOOD e leia a nossa secção homónima. Estude a História de Israel, seus factos e seus mitos, por favor! Toda a gente é livre de odiar Israel e os judeus, mas que seja por puro ódio e não com base em MENTIRAS.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Putin desesperado


Israelitas rezam pela Ucrânia no Muro das Lamentações, usando a bandeira ucraniana como xaile de oração.

 

Contra as opiniões de todos os profetas da desgraça, a Ucrânia está a rechaçar o invasor:


O ANCAPSU é o melhor canal para acompanhar, diariamente, a guerra na Ucrânia:

 


Continuamos a verificar que os grandes apoiantes de Putin nesta invasão bárbara de um país soberano, são os comunistas, os neo-nazis e os islamistas. Os que teimam em ver o mundo ao contrário. E têm aproveitado o facto de o Presidente ucraniano ser um judeu para montarem as teorias da conspiração do costume. 
Aliás, não apenas estes, mas muita opinião pública, desde o início da invasão, defendia que a Ucrânia devia render-se imediatamente, e culpava o Presidente Zelensky pela "loucura" de resistir aos assassinos russo, que têm visado deliberadamente a população civil, cometendo permanentemente crimes de guerra. Se a Ucrânia ganhar (como esperamos) será uma grande vitória do povo ucraniano. Se a Ucrânia perder (que Deus não o permita), já sabemos quem será o bode expiatório.

sábado, 19 de março de 2022

'Ninguém se opôs a Hitler', diz combatente judeu na Ucrânia

 


“Por favor não nos ignorem”, pede um judeu ucraniano que defende o seu país e os seus valores, exortando outros a juntarem-se à luta contra o “mal”.

Falando à Sky News, Daniel Lupshaitz, um judeu religioso ucraniano, pediu às pessoas que ajudem a Ucrânia a lutar contra a  “malvada” agressão russa, em vez de apenas assistirem às notícias “sentados nos sofás”.

Muitas pessoas juntaram-se à luta, vindas de países de todo o mundo, incluindo Israel, disse ele, chamando-lhes “verdadeiras Nações Unidas”.

“Há apenas 80 anos, seis milhões de judeus foram massacrados”, disse Lupshaitz ao jornalista. Isso foi permitido porque “pessoas ignorantes” ficaram apenas a assistir das suas janelas”.

É a mesma história hoje”, continuou ele. “Façam algo de concreto”, disse ele, acrescentando que há “um milhão de maneiras de ajudar”, não apenas combatendo.

Assista e ouça o seu apelo apaixonado:




sexta-feira, 18 de março de 2022

Roman Abramovich

Em defesa de um dos homens mais odiados do Reino Unido 

O proprietário do Chelsea, Roman Abramovich, com um cartaz 'Nós lembramos' assinalando o Dia Internacional da Memória do Holocausto em 2018 (via Jewish News) 

 

Os britânicos têm uma relação estranha com a riqueza. Eles ficam muito felizes por serem os “facilitadores” que ajudam os ricos a gastar e garantir a sua riqueza. Mas eles também se ressentem das fortunas e consumo conspícuo e ficam muito satisfeitos em ver os novos-ricos humilhados. 
O magnata do petróleo, das propriedades e do futebol Roman Abramovich é um exemplo disso. Quando ele chegou a estas praias há quase duas décadas e resgatou o Chelsea Football Club das mãos do magnata Ken Bates, o misterioso oligarca judeu russo – amigo do Kremlin – foi saudado como um herói conquistador. 
Quando primeiro a Crimeia e agora toda a Ucrânia foram transformadas num cemitério fumegante pelo bombardeio russo, Abramovich, por causa das suas supostas conexões com um demente Vladimir Putin, tornou-se um alvo substituto para os males de Moscovo. 
O prazer com que Chris Bryant, do Partido Trabalhista, escolheu denegri-lo na Câmara dos Comuns, usando a protecção do privilégio parlamentar, foi mais ilustrativo das deficiências do próprio deputado do que das de Abramovich.

 


Nota nossa: o Russian Insider tem dedicado algum carinho ao colorido deputado trabalhista Chris Bryant, um dos delfins do Marxista-Estalinista-Maoista, pró-jihadista e antissemita Jeremy Corbyn.

 
Sim, as origens da riqueza do proprietário do Chelsea, acumulada no caos da economia do Oriente Selvagem de Boris Yeltsin, são controversas. E como outros oligarcas e líderes, incluindo o rei Abdullah II da Jordânia (recentemente exposto no vazamento de documentos do Credit Suisse), ele usou uma variedade de dispositivos para diversificar e garantir a sua riqueza com segurança. 
É disso que trata a ‘lavandaria’ de Londres, por meio da qual especialistas jurídicos e contabilistas criam estruturas de empresas anónimas em lugares distantes. Mas a ideia de que sancionar os oligarcas – especialmente aqueles como Abramovich, que construíram vidas secretas paralelas fora da Rússia – vai silenciar os mísseis de cruzeiro lançados sobre a Ucrânia é uma fantasia. 
Como titular de bilhete para duas temporadas no Chelsea Football Club, pode-se pensar que eu (em comum com os fãs que cantam o seu nome nos jogos da Premier League) tenho razões especiais para não menosprezar Abramovich. 
Não é todos os dias que o dono de um grande clube de futebol europeu decide, da noite para o dia, engolir 1,5 bilhão de libras em dívidas para garantir que a equipa tenha um futuro sob um novo proprietário. 
Abramovich não é uma figura fácil de conhecer ou admirar. Ao longo dos anos, encontrei-o várias vezes. Há uma curiosa qualidade de esfinge entre os oligarcas que não pode ser penetrada. 
Quando a Grã-Bretanha removeu o seu visto de negócios e o magnata russo migrou para Israel, a sua vingança foi cancelar a imaginativa reconstrução de 2 bilhões de libras de Stamford Bridge, depois de ter passado anos a estabelecer um projecto. 
O seu interesse pela Grã-Bretanha, não apenas pelo Chelsea, mas também por erradicar o anti-semitismo e a lembrança da Shoah, permaneceu inalterado. 
Os visitantes das brilhantes galerias do Holocausto no Museu Imperial da Guerra verão uma placa comemorativa da doação de Abramovich. 
Sem dúvida, Bryant e a brigada politicamente correcta vão querer ver isso eliminado. Os murais criados em Stamford Bridge para comemorar a vida dos jogadores de futebol judeus que morreram no Holocausto, sem dúvida serão considerados excedentes. 
Acabar com o antissemitismo nos campos de futebol é um trabalho em andamento. O CFC pelo menos procurou enfrentá-lo de frente nos jogos, nos programas de acção e numa série de seminários. 
Numa dessas reuniões, ficámos a saber como Abramovich foi atacado nas redes sociais, não pelas suas conexões com Putin, mas porque ele é judeu. 
Uma combinação de riqueza extensa e possivelmente mal adquirida, conexões com Putin e crueldade e frieza pessoais não fazem do ex-proprietário do CFC uma pessoa de quem se goste. 
No entanto, a difamação pela sua origem judaica é inaceitável.

Alex Brummer

Times of Israel /Jewish News


COMENTÁRIO


 

Não podemos dizer que ficámos surpreendidos com a erupção de antissemitismo provocada pelas possíveis irregularidades na atribuição da nacionalidade portuguesa a Roman Abramovich. 
Publicações esquerdistas e visceralmente antissemitas e pró-islâmicas como o Al-Público, obviamente, exultam. Mas na Direita também há quem aproveite esta oportunidade de reviver esses gloriosos três séculos e meio em que os judeus foram queimados vivos pelo crime de terem nascido judeus. 
Como de costume, o antissemitismo é a única coiQuem tratou do processo de naturalização de Abramovich já foi condenado antes de ser julgado, como seria de esperar.  E é cada atrocidade que se ouve por aí... Imaginam alguns doutos ignorantes que não é possível traçar uma árvore genealógica até ao século XVI. Culpam o Abramovich por este apoiar causas judaicas, o malandro!  
Antissemitismo: a única coisa que une a Esquerda e a Direita, os crentes e os ateus, todos os que padecem do ódio mais antigo do mundo. 
Segundo o conhecido axioma, "se 'toda a gente' odeia os judeus, então é porque há 'alguma coisa errada' com eles". Para quem entende o absurdo desta proposição, não adianta aprofundar. Para quem não o entende, também não.


P.S.: E não, o Abramovich não nos pagou nada para traduzirmos este artigo. Mas se ele quiser oferecer-nos uma garrafa de vodka, uma latinha de caviar, ou mesmo algum dinheiro, aceitamos! Há anos que aguardamos que se materialize a habitual acusação de que "somos pagos pelos 'zionistas'". Mas os "zionistas", moita-carrasco... 

quinta-feira, 17 de março de 2022

"Rússia age como os terroristas 'palestinos', Israel entende-nos"

 


"Rússia age como os terroristas 'palestinos', Israel entende-nos", diz alto funcionário ucraniano. 
“Rússia e Hamas trabalham de maneira semelhante, e Israel entende isso muito mais do que Itália, França, Alemanha ou Grã-Bretanha”, disse um assessor próximo do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. 
Por Pessach Benson, United With Israel 
Mikhail Podolyak, chefe da equipa de negociação da Ucrânia e conselheiro próximo do presidente Volodymyr Zelensky, disse ao Israel Hayom no domingo que “a Rússia está a comportar-se como o Hamas”. 
“A Rússia está a comportar-se como o Hamas, só que é várias vezes maior e mais perigosa, e Israel, mais do que ninguém, entende isso”, disse Podolyak. 
Ele fez outra comparação Rússia-Hamas quando questionado sobre o que Zelensky dirá aos membros israelitas do Knesset durante um discurso no Zoom que está a ser organizado. 
“Zelensky quer deixar claro que a Ucrânia está pronta para lidar com a invasão directamente, mas a Ucrânia é significativamente menor do que a Rússia militarmente. 
Durante 20 anos, a Rússia investiu uma fortuna nas suas forças armadas e aumentou a percentagem do seu PIB que vai para a segurança. Agora a Ucrânia diz: Ajudem-nos a parar a invasão e expliquem a um país tão agressivo quanto a Rússia que a expansão militar não é um caminho para o desenvolvimento, mas um beco sem saída. 
“Esta é a mensagem em cada pedido de Zelensky”, disse Podolyak. “Acho que Israel entenderá muito mais esta mensagem porque o próprio Israel está constantemente em conflito com países ou territórios carregados de armas militares que são apoiados pela Rússia e promovem a sua filosofia destrutiva. 
A Rússia e o Hamas trabalham de maneira semelhante, e Israel entende isso muito mais do que Itália, França, Alemanha ou Grã-Bretanha. 
Israel deve entender melhor a situação em que a Ucrânia se encontra e acredito que Zelensky será capaz de transmitir essa mensagem”, concluiu. 
Podolyak também confirmou que Kiev espera que Israel seja sede das negociações de paz ucraniano-russas. “Sim, estamos em conversações sobre o assunto. Israel é visto como um lugar central para as negociações”, disse ele. “Israel é muito sensível a conflitos – vocês estão constantemente sob pressão externa – e estamos numa situação semelhante, mas o nosso oponente é muito mais forte.” 
“A mediação permite que vocês tenham um olhar neutro onde há uma dificuldade especial em assumir compromissos. Quem também tem de lidar com a escalada militar, será capaz de explicar à Rússia que este é um beco sem saída, um caminho que levará a sérias perdas, para a Rússia em particular. . . Acho que o primeiro-ministro Bennett e a liderança israelita entendem isso e são capazes de fazer a Rússia entender. Eu acho que esse é um papel muito, muito útil.” 
Podolyak também rejeitou notícias da Imprensa israelita que alegavam que o primeiro-ministro israelita Naftali Bennett havia aconselhado Zelensky a aceitar as exigências do presidente russo, Vladimir Putin. 
“Essa é uma informação distorcida. Os ultimatos no pacote inicial russo eram fundamentalmente inaceitáveis porque se baseavam numa percepção distorcida do que é a Ucrânia, do que é a liderança ucraniana, o exército ucraniano e afins.” disse Podolyak. 
“Algo precisa ser entendido, e acho que o vosso primeiro-ministro entende isso muito bem: a opinião pública é muito influente na Ucrânia. Somos um país livre, a sociedade influencia as posições do governo. Não somos um país autoritário onde o governo tomou uma decisão e a sociedade a acata.”

 

Via: 


UNITED WITH ISRAEL

Também em Português

segunda-feira, 14 de março de 2022

Batalhão neo-nazi ucraniano treinado pela CIA, Canadá, Alemanha e Reino Unido

NOVAS EVIDÊNCIAS REVELAM: PARAMILITARES NAZIS UCRANIANOS TREINADOS E ARMADOS PELA CIA LIDERAM AGORA A LUTA CONTRA A RÚSSIA

Breaking Israel News 



O Batalhão Azov, que lidera a luta da Ucrânia nas regiões orientais, é formado por simpatizantes nazis assumidos (cortesia: Twitter)

Como uma fonte enlameada, uma fonte em ruínas, é um homem justo caído diante de um ímpio.

Provérbios 25:26

 

A acusação do presidente russo, Vladimir Putin, de que a Ucrânia defendia o Nazismo, tem correspondência no batalhão neonazi Azov, que parece uma prova da sua afirmação. 

Mas pesquisas adicionais parecem implicar a Agência Central de Inteligência (CIA) no estabelecimento e financiamento do grupo paramilitar supremacista branco. 

A Sputnik News, uma agência de notícias estatal russa agora inacessível nos EUA, informou na semana passada que as alegações de Putin sobre os laços entre o governo dos EUA e os neonazis ucranianos do Batalhão Azov eram verdadeiras. 

Formado em 2014, o Destacamento de Operações Especiais de Azov é uma unidade extremista de direita, neonazi, anteriormente paramilitar, da Guarda Nacional da Ucrânia, com sede em Mariupol, na região costeira do Mar de Azov. 

Um relatório de 2016, emitido pelo Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos detalha as acusações contra o uso de tortura e outros crimes de guerra pelo movimento Azov no conflito que se seguiu depois de a Rússia ter anexado a Crimeia em 2014. 

As fontes de financiamento do batalhão sempre foram incertas, mas o relatório citou as alegações online do batalhão, que afirma receber treino de forças militares estrangeiras, incluindo as do Canadá, Alemanha, EUA e Reino Unido.

Ucrânia: Um neonazi assumido formou-se em 2018 num programa de medicina táctica, apoiado, pelos militares da Ucrânia, pelos militares canadianos e pelos EUA. Ele agora treina cadetes ucranianos no centro "Desna", às vezes ao lado de instrutores canadianos.

 pic.twitter.com/6Sr5xY33Oa

— Oleksiy Kuzmenko (@kooleksiy) March 5, 2020

 



O financiamento dos EUA foi proibido pelo Congresso em 2014 devido à ideologia supremacista branca do Batalhão Azov, mas essa proibição foi revogada em 2015. Em 2015, o ministro do Interior Arsen Avakov anunciou que o Regimento Azov estaria entre as primeiras unidades a serem treinadas pelas tropas do Exército dos Estados Unidos, na sua missão de treino da Operação Fearless Guardian

O treino de seis meses foi realizado por para-quedistas do 173º Batalhão de Apoio à Brigada Aerotransportada e financiado pelo Fundo de Segurança de Contingência Global aprovado pelo Congresso. 








O The Nation escreveu em 2018: 
Isto não começou sob o presidente Trump, mas sob o presidente George W. Bush, quando a “Revolução Laranja” do então presidente ucraniano Viktor Yushchenko começou a reabilitar os assassinos de judeus da Ucrânia durante a guerra, e cresceu sob o presidente Obama, que, juntamente com o vice-presidente Joseph Biden, foram profundamente cúmplice no golpe Maidan e no que se seguiu. 


 

De acordo com outro relatório, em Outubro de 2016, a empresa AirTronic, com sede no Texas, assinou um contrato para entregar 5,5 milhões de dólares em mísseis antitanque Javelin de precisão para “um cliente militar europeu aliado”. 

O director de operações da AirTronic, Richard Vandiver, enfatizou que a venda foi autorizada através de “coordenação muito próxima com a Embaixada dos EUA, com o Departamento de Estado dos EUA, com o Pentágono dos EUA e com o governo ucraniano”. O jornalista ucraniano Yury Butusov revelou mais tarde que muitas dessas unidades acabaram nas mãos do batalhão Azov. 



 


Numa notícia de 2019 no Daily Beast, tanto o Exército dos EUA quanto o Departamento de Estado afirmaram que examinaram cuidadosamente os participantes da Ucrânia em programas de treino, mas mais tarde admitiram que o processo de verificação de Leahy foi usado para eliminar violadores humanitários e não excluiu a ideologia neonazi. 

Em Janeiro, quando a invasão russa parecia iminente, a Yahoo News citou funcionários da CIA dizendo que a sua organização estava a supervisionar um programa secreto de treino intensivo nos EUA para forças de operações especiais ucranianas de elite e outros funcionários de serviços secretos, desde 2015. 

O programa foi estabelecido pelo governo Obama após a invasão e anexação da Crimeia pela Rússia em 2014, e o governo Biden ampliou-o ainda mais. 

De notar que os EUA foram a única nação a juntar-se à Ucrânia na votação contra uma resolução da ONU intitulada “Combater a glorificação do nazismo, neonazismo e outras práticas que contribuem para alimentar formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância relacionada.” 

O Departamento de Estado justificou a sua posição bizarra alegando que a resolução era apenas mais uma das muitas “narrativas russas de desinformação manchando nações vizinhas sob o disfarce cínico de impedir a glorificação nazi”. O Departamento de Estado também citou o seu “compromisso firme com a liberdade de expressão”.



Cremos que o tipo de visitantes que temos não vão concluir da tradução e publicação deste artigo, que nós "afinal estamos do lado de Putin". 
Em Abril de 2016 publicámos um post em que referimos que a Ucrânia, um país ainda muito antissemita, tinha nomeado um primeiro-ministro judeu.

Também escrevemos, por exemplo: 



'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’” - provérbio ucraniano.


Подивіться єврейська! *

             
"Judeus da cidade de Kiev e arredores! Na segunda-feira, Setembro 29, ficam obrigados a comparecer pelas 8h00 com vossas posses, dinheiro, documentos, objectos de valor e roupas, na Rua Dorogozhitskaya, ao lado do cemitério judaico. A falta de comparência é punível com a morte."
Cartaz afixado em Kiev em  russo e ucraniano, a 26 de Setembro de 1941. 

Nas costas da foto acima, está escrito: 
"O ÚLTIMO JUDEU EM VINNITSA" (Ucrânia)

Judeus a serem executados na Ucrânia. Entre 1941 e 1945, milhão e meio de judeus ucranianos foram exterminados.

Rússia, 1903: judeus chacinados nos 'pogroms'.



Uvrânia, 2014: "Os judeus na cidade ucraniana de Donetsk foram informados de que têm que 'registar-se' junto dos ucranianos que estão a tentar fazer a cidade tornar-se parte da Rússia, de acordo com a imprensa israelita".


Entretanto, as coisas melhoraram um pouco. As sondagens indicam que a Ucrânia  é actualmente o país de Leste onde o antissemitismo é menor. Apresenta mais indicadores de antissemitismo a Rússia dos dias de hoje. A Ucrânia ainda têm por lá indivíduos como os deste Batalhão Azov. Pior ainda, têm no Ocidente quem os financie. Nada de novo...

sexta-feira, 4 de março de 2022

Yuri Bezmenov Show

 A propósito da invasão da Ucrânia:



"Eles estão contaminados; eles estão programados para reagir a certos estímulos e a certos padrões. Não podemos fazer com que mudem de ideias, mesmo que lhes apresentemos informação autêntica, mesmo que lhes provemos que preto é preto e branco é branco, não conseguiremos mudar-lhes as percepções básicas e a lógica do seu comportamento. Dito de outra forma: nessas pessoas, o processo de desmoralização é completo e irreversível."

"A subversão ideológica ou a guerra psicológica, mudam a percepção da realidade, a um ponto tal, que mau grado a abundância de informação, ninguém é capaz de chegar a conclusões sensatas no interesse da sua própria defesa, da da sua família, da sua comunidade ou do seu país".

Yuri Bezmenov (dissidente do KGB, 1939-1993) 











O CHEGA! foi o único partido que não foi convidado para a manifestação de apoio à Ucrânia. Até o PCP, que é a favor da invasão, foi convidado... 

quinta-feira, 3 de março de 2022

Invasão da Ucrânia: Olavo tinha razão

"Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.

Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.

São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. (...)

Olavo de Carvalho

 


Olavo de Carvalho deixou-nos em Janeiro deste ano, mas a sua profissão continua a ser ter razão.


Putin preparou-se durante anos para esta invasão:



Veja também:

quarta-feira, 2 de março de 2022

Anatoly, Anatoly...


 

Os "amanhãs que cantam" do PCP são aquilo que podemos testemunhar na Coreia do Norte ou na Venezuela. Como testemunhámos na extinta (e agora quase ressuscitada) URSS. Como estamos agora a testemunhar, no tratamento amável dispensado pela Rússia à Ucrânia.

Claro que o cantar dos amanhãs vai sendo revisto e actualizado, para não dar muito nas vistas... 

Aqui temos, por exemplo, um produto da religião woke que tem varrido o Ocidente (ideologia de género, teoria crítica racial, ambientalismo histérico e tantas outras mutações do Comunismo que visam apenas alienar os valores da Civilização e destruir o Mundo Livre) - digamos que este rapaz não está em grandes condições de defender o seu país de uma hipotética invasão russa: 

 


Este tipo de jovem frequenta a Festa do Avante! e apoia os regimes comunistas e islamistas, é claro... 
Para este tipo de rapazes e raparigas (e "não-binários do Bloco de Esquerda"), o Trump e o André Ventura são uns fascistas poeirentos (por não serem de esquerda), uns homofóbicos cavernosos (por não quererem promover a mudança de sexo na infância), uns porcos racistas (por não quererem as fronteiras abertas) e uns criminosos ambientais (por não adorarem a Greta,  divindade máxima do Wokismo).
A este tipo de pessoas, o comunista Putin envia para campos de extermínio. 
Estas pessoas (que no Mundo Livre apoiam o Comunismo e o Islamismo) são perseguidas, aprisionadas, torturadas e executadas, nos países comunistas e islamistas.

Professor Carlos Dias comenta Olavo de Carvalho, Gabriel Mhitá Ribeiro e este estado de coisas:




YURI BEZMENOV
Há excelentes vídeos do dissidente russo Yuri Bezmenov no Youtube e em outras plataformas. Agora mais que nunca, é essencial dar-lhe ouvidos:
Yuri Bezmenov: Subversão Ideológica; Regras da Revolução Comunista