A 7 de Outubro de 2023 Israel sofreu um massacre de 1500 pessoas, como contornos demoníacos, perpetrado pelo grupo terrorista Hamas e pela população "cicil" de Gaza (território independente dado aos colonos árabes (tal como a Jordânia e o Sinai, em troca de "paz").
A propaganda PALLYWOOD diz que Gaza é uma "prisão ao ar livre".
Mesmo durante a Operação Espadas de Ferro (actualmente em curso), as Forças de Defesa de Israel estão a sacrificar as vidas dos seus soldados para poupar as dos "palestinos".
Imagine o que aconteceria se os media tradicionais não divulgassem a propaganda nazi do Hamas e em vez disso mostrassem a VERDADE. O ódio, a perseguição e a matança de judeus era capaz de abrandar um bocado - exactamente o que os jornalistas não querem!
A propaganda árabe faz as pessoas acreditar que só existe sofrimento em Gaza... Algumas imagens, porém, jamais passarão pela sua TV. Porquê ? Porque Gaza não é nada do que você pensa que é. E biliões de dinheiro do petróleo são gastos para garantir que você continue a pensar dessa maneira."
Israel deu de mão beijada aos colonos Árabes, em troca de "Paz", o território da Jordânia e a igualmente enorme e rica Península do Sinai.
Quando Israel conquistou o Sinai, estava já às portas do Cairo quando o "amigo" norte-americano pediu que Israel parasse. Sempre em legítima defesa, Israel podia ter conquistado todo o Egipto!
Israel foi pressionado pelo mundo inteiro a ceder a autonomia da Judeia e Samaria e de Gaza. Em Gaza ficaram infra-estruturas erguidas pelos judeus, que fariam do território a Singapura do Médio Oriente.Em menos de 24 horas, os bárbaros Árabes arrasaram tudo! Os judeus exumaram os mortos e levaram-nos - e estavam certos, porque os Árabes acorrerem a escavar as sepulturas para profanar os cadáveres - como os bárbaros nazis fazem aqui na Europa.
Os Árabes elegeram o grupo terrorista Hamas para mandar no território. Gaza é uma base de terrorismo.
Os habitantes de Gaza só entram em Israel para tratamentos médicos e pouco mais - porque só o faziam para exterminar judeus!
No entanto, em Gaza e na maior parte dos territórios e países árabes do mundo, não podem entrar judeus! Isso já é normal, claro!
Os media divulgam a MENTIRA de que Gaza é uma "prisão"! Os tais media que dizem que são "controlados pelos judeus"!
Indubitavelmente, os defensores do relativismo cultural desculparão isto. Talvez até arranjem maneira de culpar Israel, como sempre fazem. Na nossa secção CRIANÇAS temos posts como por exemplo:
Ouvimos constantemente reportagens dos media sobre os "pobres palestinos" em Gaza.
É verdade que os "palestinos" que vivem em Gaza estão oprimidos - pela liderança cruel e violadora dos direitos do Hamas.No entanto, há muitos que moram lá (nesse território independente que Israel deu aos Árabes) e vivem muito bem.
Israel envia diariamente ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, que é usada para infra-estruturas terroristas, como túneis e mísseis, e não para moradias e outros itens essenciais. Assista e surpreenda-se com a aparência de Gaza e com o quão bem TODAS as pessoas - e não apenas a elite - poderiam viver, se a liderança escolhesse a paz e não o terror:
Uma das paragens obrigatórias de qualquer foto-jornaleiro ocidental que se preze é Israel. E há sempre duas fotos obrigatórias:
- um soldado israelita armado (o significa que Israel é muito mauzão, mesmo que em todo o mundo onde haja muçulmanos a tropa tenha que estar na rua, por causa do terrorismo).
- um edifício em ruínas, onde eles colocam um ursinho de peluche (o que significa que Israel é muito mauzão e bombardeou o edifício depois de se certificar que estava cheio de criancinhas com os seus ursinhos de peluche).
É um dado adquirido que os judeus são muito mauzões, por isso estas coisas resultam junto do grande público.
A esta indústria de promoção do ódio antissemita costuma-se chamar PALLYWOOD.
O teatrinho nazi do costume: os árabes posam para as câmaras enquanto centenas de jornaleiros filmam e fotografam as "maldades" dos judeus.
Convém que se diga também que nunca existiu nenhum país chamado "Palestina". Palestina é um dos nomes dados à região onde fica Israel, como a Península Ibérica é o espaço geográfico onde ficam Portugal e Espanha.
Os judeus são os nativos de Israel. Os Árabes invadiram Israel na mesma altura em que invadiram a nossa Península Ibérica. Já havia judeus em Israel há milénios, quando os árabes invadiram Israel no século 7. Os judeus estão em Israel desde há mais de 3500 anos, ininterruptamente.
A verdade está escancarada para quem a quiser conhecer:
Só que a maior parte das pessoas tem mais amor ao ódio antissemita do que á verdade.
Surpreendentemente, no próprio mundo islâmico começa a haver vozes dissonantes:
- Uma mulher saudita twittou as suas descobertas depois de decidir ver no local como as coisas realmente são nos "territórios palestinos", e olhando para as contas do Instagram daqueles que vivem nos territórios controlados pela "Autoridade Palestina":
Esta saudita viajou por várias cidades dos (erradamente) chamados "territórios palestinos". Viu os BMW topo de gama e o vestuário luxuoso das pessoas:
Reparou nos carros carros, na comida abundante, nos ginásios, nos festivais de cinema, e comprou uma mala Louis Vuitton:
Ela esperava ver fome, guerra e perseguição, mas descobriu cidades seguras, bons carros, roupas elegantes:
Na Judeia e Samaria, que continua quase toda sob administração árabe, e que as pessoas gostam de imaginar com um "campo de concentração", proliferam os restaurantes Kentucky Fried Chicken; os árabes podem odiar os Estados Unidos mas gostam do frango do Coronel:
Gaza, os seus ginásios, os seus restaurantes, as suas mansões, os seus Mercedes:
Ramallah idem aspas:
É vendida ao mundo a ideia de que os invasores Árabes em Israel são prisioneiros e vivem numa espécie de Gueto de Varsóvia. Na realidade, eles são invasores em Israel, eles são livres de voltarem para as suas terras, eles desfrutam do melhor nível de vida entre todos os árabes. Esta saudita ficou especialmente surpreendida com os concessionários BMW:
A jovem saudita termina lembrando os colonos árabes em Israel de que não existe guerra, opressão ou ocupação. Os árabes ditos "palestinos" - hipócritas - ficaram zangados com ela, que se limitou a fotografar, a relatar e a twittar fotos e relatos dos próprios colonos árabes.
Porque Gaza é o símbolo máximo de que os judeus são muito mauzões, arrumámos esta postagem na secção Gaza, onde pode encontrar, por exemplo:
Mais um pequeno post para a nossa secção GAZA. Esse território, juntamente com a Jordânia e a Península do Sinai, foi dado de mão beijada por Israel aos Árabes como prova de boa vontade. Como sempre, os Árabes apressaram-se a erguer os seus sistemas ditatoriais islamistas e as suas bases de guerra contra Israel.
Antes de mais, convidamos os nosso caros visitantes a lerem as postagens anteriores:
Em Israel, o único Estado judeu do Mundo, os cristãos (quer os cidadãos de Israel quer os turistas) gozam de todos os direitos de qualquer pessoa, e estão, como sempre, a celebrar o Natal em total liberdade.
Israel é a única democracia do Médio Oriente. A Esquerda, que apoia os regimes comunistas e islamistas, não gosta de Israel.
Nos territórios controlados pelos muçulmanos (como é o caso de Gaza), o Natal é proibido. Um exemplo:
Cristãos em Gaza: salafistas retiram as decorações de Natal e proíbem os comerciantes de venderem produtos da quadra O activista ateu "palestino" Waleed Al-Husseini denuncia que os salafistas estão a retirar as decorações de Natal nas lojas de Gaza.
Maus tempos para os cristãos em Gaza.
Os media de esquerda, como o Le Monde ou o L'Huma dizem que os cristãos são "impedidos" de se deslocarem a Belém no Natal pelo Estado de Israel, o que o governo nega completamente. Eles são oprimidos principalmente pelo Hamas e pelos seus grupos de salafistas que forçam até os comerciantes a removerem as suas decorações de Natal.
Os salafistas não toleram a presença de cristãos na Faixa de Gaza. Informações relatadas no Twitter pelo ensaísta e ex-muçulmano "palestino" Waleed Al-Husseini, acompanhadas por quatro fotos, e que o advogado e escritor Gilles-William Goldnadel ecoou, também no Twitter.
"O raide de um grupo de muçulmanos salafistas às lojas de Gaza para obrigar os comerciantes a removerem as decorações de Natal das janelas e a não venderem produtos relacionados com esta celebração".
Estas são as palavras de Waleed Al-Husseini, torturado nos territórios controlados pelos muçulmanos em 2010 por causa das suas críticas ao Islão, para descrever essa acção.Nas fotos que acompanham o tweet, podemos ver quatro jovens entrando numa loja em frente à qual está um Pai Natal e retirando os chapéus encarnados e brancos pendurados aqui e ali. Na última foto, podemos vê-los sorrindo, satisfeitos com as suas acções.
Raide de um grupo de muçulmanos salafistas às lojas de Gaza para obrigar os comerciantes a removerem as decorações de Natal das janelas e a não venderem produtos relacionados com esta quadra. pic.twitter.com/vpw8iXNX59
- Waleed Al-husseini (@W_Alhusseini) 18 de Dezembro de 2019
"Enquanto o Le Monde, Yann Brossat do PCF, Askolovitch e outros, afirmam falsamente que Israel proíbe os cristãos de Gaza de virem celebrar o Natal em Belém, eles ficam calados sobre o que está a acontecer em Gaza. Um 'palestino' corajoso teve que escrever a verdade". - G-William Goldnadel (@GWGoldnadel) 23 de Dezembro de 2019
IMAGINE
QUE ERA ISRAEL A PROIBIR O NATAL, OU A FAZER MAL AOS CRISTÃOS, QUE
IRIA POR ESSAS TELEVISÕES E POR ESSE MUNDO... ASSIM, NEM UMA PALAVRA!...
Mais um Natal, o mesmo genocído islamista. O Mundo dormita. Como sempre.
As pessoas no Ocidente estão-se nas tintas para os judeus, os yazidis, os curdos, os budistas. Estão-se nas tintas para os cristãos em terras islâmicas e estão-se mas tintas para si mesmas, pois os milhões de colonos maometanos continuam a destruir, a estuprar, a matar, e a maior preocupação é "não provocar o ódio"...
Já fizemos centenas de postagens a denunciar o Holocausto dos Cristãos. Nesta revisitamos um artigo publicado no AMIGO DE ISRAEL 1.0 e juntamos algumas coisas novas. Isto é apenas mais uma pálida amostra da realidade do Islão. Há anos e anos que publicamos os vídeos de padres decapitados pelas hordas islâmicas e outras atrocidades, que aparentemente deixam a população do Mundo Livre indiferente.
Mais um Natal e mais uma rodada de perseguição aos cristãos em todo o mundo islâmico. Kamal Tarazi chegou a Belém há sete meses.Ele disse à i24NEWS que "o Hamas sequestrou a sociedade cristã em Gaza".
Os 1300 cristãos de Gaza serão executados se se atreverem a celebrar o Natal. A esquerda convive bem com isso e apoia o Hamas e quantos grupos terroristas há em Gaza. Afinal, a luta da esquerda é a mesma do Islão: esmagar judeus e cristãos, que são o maior obstáculo às respectivas versões do Paraíso na Terra!
O Mundo despeja milhões em Gaza, a título de "ajuda humanitária", que vão engordar as fortunas dos senhores da guerra maometanos e comprar armas para matar judeus e cristãos.
“Ó crente, não tomes os judeus e os cristãos como aliados.Eles são aliados um do outro.E quem tome por aliado um deles entre vós - então, de facto, ele é um deles.De facto, Alá não guia as pessoas que estão erradas.” (Alcorão 5:51)
Um hadith afirma que Muhammad disse:
"Quem imita um povo é um deles."
(Sunan Abu Dawud 3512)
Execuções públicas em Gaza, de pessoas que de alguma forma "ofenderam o Islão" - por exemplo ouvindo música!
Matança num casamento em Gaza (nem a noiva escapou) porque tocaram música:
Clique nas imagens para ver as fontes:
Etc....
Israel é apenas 0,5% do Médio Oriente, mas tem a maior Árvore de Natal do Médio Oriente. É o único país do Médio Oriente onde os cristãos gozam de direitos totais. Em todos os 57 países muçulmanos, os cristãos são perseguidos ou já foram exterminados, juntamente com os judeus.
TERRORISTAS DE GAZA ALERTAM MORADORES: "CELEBRAR O NATAL É O MAL!".
O panfleto distribuído apresenta um verso do Alcorão alertando os muçulmanos, para "não para seguirem o caminho dos judeus e dos cristãos, na verdade, Alá não gosta das pessoas más".
Um panfleto com uma árvore de Natal em chamas e ameaças em árabe proibindo a celebração do Natal foi publicado pelas Brigadas Al-Nasser Salah al-Deen, também conhecida como Brigada Especializada, em Gaza, antes do feriado cristão.
Um verso do Alcorão, citado no lado esquerdo do panfleto, adverte os muçulmanos "não seguirem o caminho dos judeus e dos cristãos, na verdade, Alá não gosta das pessoas más". As Brigadas acrescentaram que é "absolutamente proibido"celebrar a festividade cristã, seja de que forma for.
Demonizados pela esquerda e pelos media, Robert Spencer (cristão) e Pamela Geller (judia) fundaram a American Freedom Defense Initiative (AFDI), que faz campanha incessantemente contra o Holocausto dos Cristãos.
Segundo uma fonte do governo, o panfleto visa não apenas os muçulmanos, mas também os cristãos árabes que vivem na Faixa. A organização não-governamental Freedom House relata regularmente que os direitos políticos e as liberdades civis dos moradores de Gaza são severamente limitados por múltiplas camadas de interferência.
As Brigadas Al-Nasser Salah al-Deen são a ala militar dos Comités de Resistência Popular, uma coligação de grupos armados "palestinos" considerados uma organização terrorista por Israel e pelos Estados Unidos, e acredita-se que seja a terceira maior facção em Gaza depois do Hamas e da Jihad Islâmica. O grupo é responsável por vários ataques terroristas contra Israel e tem uma relação próxima com o Hezbollah.
O panfleto está em contraste com os esforços de Israel para garantir que os cristãos em Gaza possam celebrar o feriado.
Em reunião com líderes cristãos em 19 de Dezembro, o major-general Kamil Abu Rukun, chefe Coordenador de Actividades Governamentais nos Territórios (COGAT), delineou medidas que a unidade tomará para permitir a liberdade de culto, segundo o seu site. As medidas incluem permitir a entrada em Gaza para aqueles que desejam visitar as suas famílias e permitir viagens mais flexíveis, bem como voos para o exterior via Aeroporto Ben-Gurion. As medidas estão em vigor desde a semana anterior ao Natal.
Há aproximadamente 1.000 cristãos a viver na Faixa de Gaza. Cerca de 600 pessoas receberam permissão especial para as festas, disse uma fonte ao The Jerusalem Post.
Demonizados pela esquerda e pelos media, Robert Spencer (cristão) e Pamela Geller (judia) fundaram a American Freedom Defense Initiative (AFDI), que faz campanha incessantemente contra o Holocausto dos Cristãos.
Nota: Na Judeia e Samaria também existem cristãos, que, como em Gaza, já só constituem 1% da população. A perseguição jihadista da chamada "Autoridade Palestina" tem-nos obrigado a deixar os seus lares. E o Mundo assobia para o lado, como sempre. A foto acima é de Belém.
Dennis Prager é judeu, e deseja FELIZ NATAL:
O Judaísmo não é proselitista, salvacionista ou exclusivista.
Árabes da Universidade de Tel-Aviv realizam protesto anti-IDF em resposta à escalada do conflito com Gaza
Tu estendes uma mesa para mim, à vista dos meus inimigos
Salmo 23: 5
Em resposta à recente escalada no conflito Israel-Gaza, dezenas de estudantes árabes da Universidade de Tel Aviv fizeram um protesto hoje (quinta-feira) contra Israel e as Forças de Defesa de Israel.
”O sangue dos mártires fluirá; De Jaffa a Gaza, o chão tremerá; Gaza está dizendo claramente: não queremos ver sionistas", foram alguns dos slogans cantados pelos estudantes que se reuniram segurando bandeiras da OLP na praça Entin da Universidade.
Uma contra-demonstração foi realizada por activistas do grupo de controle pró-Israel Im Tirtzu, que entoaram slogans pró-Israel, agitaram bandeiras israelitas e acusaram os estudantes árabes de serem hipócritas e incitadores.
Shai Rosengarten, coordenadora da filial da Universidade de Tel-Aviv do Im Tirtzu, presente na manifestação, disse: “Estamos aqui a apoiar os residentes do sul e os nossos bravos soldados do IDF que trabalham noite e dia para que estes estudantes mimados e hipócritas possam beber regaladamente os seus expressos na Universidade de Tel-Aviv.”
“Em vez de apoiarem Israel e a sua guerra ao terror, estes estudantes estão unidos aos terroristas e incitam a violência. Se a vida é tão má para eles aqui em Israel, eles podem ir para Gaza”, disse Rosengarten.
"O Im Tirtzu continuará a defender os soldados de Israel e das Forças de Defesa de Israel contra todos aqueles que pretendam prejudicá-los", concluiu Rosengarten.
Tal como todos os muçulmanos em Israel, estes estudantes são INVASORES violentos de terra alheia.
Tal como todos os muçulmanos em Israel, estes estudantes apoiam a jihad, o terrorismo, a destruição e o extermínio dos "infiéis" - que são TODOS os não-muçulmanos e os muçulmanos de seitas rivais.
Tal como todos os muçulmanos em Israel, estes estudantes têm tudo de graça (educação, saúde, isenção de impostos, isenção de servir nas Forças Armadas, etc., etc.) mas queixam-se de "racismo", de "apartheid", apesar de gozarem de todos os direitos dos cidadãos da única democracia do Médio Oriente, mas de muito mais privilégios.
E mais uma vez fica demonstrado que o problema da hostilidade islâmica a tudo e a todos não é uma questão de falta de instrução, como muitos defendem. Israel gasta rios de dinheiro a formar estes canalhas, gratuitamente, e estes retribuem tornando-se militantes anti-Israel.
Muita gente ri-se, goza o prato, regala-se a ver os terroristas chacinarem a porcaria dos judeus, que não vieram ao mundo para outra coisa. Muita gente pensa que se apoiar os muçulmanos na sua luta eterna contra os judeus, os muçulmanos vão ficar reconhecidos e vão poupá-los. Puro engano. Na primeira oportunidade eles matam até quem lhes tenha salvo a vida.