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terça-feira, 19 de março de 2019

Christchurch: "Se ficarem caladinhos, não vos acontece nada"


"Se ficarem caladinhos, não vos acontece nada" - Mohammad Atta, terrorista do 11 de Setembro para os passageiros do avião.
 No post
e acerca do VÍDEO DO ATAQUE, escrevemos:
"As autoridades da Nova Zelândia lembraram os cidadãos de que eles podem apanhar até 10 anos de prisão por “conscientemente” possuírem uma cópia do vídeo de filmagem da mesquita da Nova Zelândia - e até 14 anos de prisão por compartilhá-lo. Corporações (como os anfitriões da web) enfrentam uma multa adicional de 137.000 dólares sob a mesma lei. Dá a ideia de que querem esconder alguma coisa...
A jihad prossegue com o seu cortejo de atrocidades - nomeadamente assassinatos. Ainda ontem, um bando de orcs assassinou mais 3 pessoas na Holanda aos urros de Allahu Akbar.
Os jornaleiros amestrados continuam a dizer que "os motivos são desconhecidos". Já na provável farsa do ataque às mesquitas na Nova Zelândia não há dúvidas de que se trata de "islamofobia". Ainda que o putativo autor seja provavelmente um maometano convertido.

Adolescente da Nova Zelândia enfrenta pena de 14 anos de prisão por compartilhar vídeo de massacre
, Jihad Watch 
O ataque às mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, foi errado e desprezível. Dito isto, também deve ser afirmado que todas as vidas importam igualmente. Nas sociedades ocidentais, as vidas dos muçulmanos são iguais às dos cristãos, judeus, ateus, gays e todos os outros. Não há superioridade legal dos muçulmanos sobre os infiéis na lei ocidental. 
Mas os grupos da Fraternidade Muçulmana e os jihadistas islâmicos, bem como seus facilitadores ocidentais, assumem constantemente a supremacia do Islão e dos muçulmanos sobre todos os outros sistemas e grupos de crenças, de acordo com a lei islâmica, a Sharia. 
Uma notícia acaba de chegar: "Um homem da Nova Zelândia enfrenta acusações enquanto a Polícia continua a pedir ao público que não compartilhe o vídeo do ataque terrorista de Christchurch". E este não foi o único caso. 

 

Em outro caso, um rapaz de 18 anos enfrenta 14 anos de prisão por compartilhar o vídeo. O jovem também é acusado de incitar a violência, e deverá vir a enfrentar as consequências disso. 14 anos de prisão por compartilhar um vídeo e incitamento, enquanto os jihadistas que assassinaram e torturaram para a Al Qaeda e para o Estado Islâmico circulam livremente no Reino Unido e em outros lugares. 
Além disso: alguma vez as autoridades interpelaram as mesquitas que apelam ao assassinato de judeus e o incitamento na Internet contra judeus e outros infiéis? Nem por isso. 
É preocupante que as autoridades não estejam a fazer os mesmos esforços extenuantes contra a jihad que fazem quando os muçulmanos são atacados. Em vez disso, é cada vez mais difícil até discutir abertamente a jihad. 
Os ataques da jihad contra o Ocidente, e contra Israel, contra os cristãos e os yazidis, e contra todos os outros infiéis e apóstatas em todo o mundo, devem poder ser discutidos livremente em debates abertos entre todos os cidadãos, e isso deve ser encorajado por políticos e outros líderes, bem como pelos media. Mas isso não está a acontecer. Dizem aos cidadãos que calem a boca e, essencialmente, que aceitem a missão da jihad de conquistar os infiéis com violência e furtividade. 
Um exemplo disso é o facto de que, enquanto a polícia da Sharia está a caçar quem quer que seja - daqueles percebidos como incitando a violência àqueles que simplesmente não usam as palavras certas para condenar o ataque como “islamofóbico” (a expressão “fanatismo anti-muçulmano” já não chega)  há pouca discussão sobre informações importantes sobre a mesma mesquita onde a maioria dos tiroteios ocorreu: a mesquita Al Noor.
Um artigo de 2014 intitulado “Mesquita de Christchurch ligada a suspeito da Al Qaeda” declarou: 

"Uma mesquita de Christchurch foi ligada ao assassinato com um drone do suspeito da Al Qaeda da Nova Zelândia, Daryl Jones. Os pais de um australiano morto ao lado de Jones dizem que o seu filho aprendeu o islamismo radical em Christchurch, onde também conheceu Jones ... Os seus pais, Neill e Bronwyn Dowrick, dizem que o seu filho contou  que Jones aprendeu o islamismo radical na mesquita de Al Noor, em Addington".

O assédio moral contra quem chama à jihad o que ela é atingiu níveis totalitários. Qualquer um que não se apresente como um dhimmi (NDT: um infiel submisso, um escravo do Islão) perante os jihadistas e os supremacistas islâmicos, será agora levado para a fogueira, incluindo pessoas que não fazem parte do movimento contra-jihad. Esquerdistas e supremacistas islâmicos conseguiram difamar e silenciar os contra-jihadistas, e agora já perseguem qualquer um que simplesmente tenha inadvertidamente deixado de satisfazê-los. 
Tomemos, por exemplo, o Canadá, onde o líder da oposição conservadora, Andrew Scheer, tem sido sensível sobre os tiroteios na mesquita da Nova Zelândia. Mas porque ele não conseguiu usar as palavras preferidas exigidas pelos supremacistas islâmicos e seus facilitadores esquerdistas,foi duramente criticado.
Scheer postou no Twitter e no Facebook que “a liberdade foi atacada” e referiu-se a “adoradores pacíficos” e ao “acto desprezível do mal”. Mas sua declaração não foi suficiente para servir aos novos guardiões do discurso aceitável. Ele foi atacado por não incluir as palavras “Islamofobia” ou “Muçulmano”. O Conselho Nacional de Muçulmanos Canadianos (ex-CAIR-CAN) declarou: 
“Enquanto alguns dos nossos líderes eleitos infelizmente preferem não mencionar 'muçulmano' ou 'mesquita' quando denunciam os ataques de Christchurch, a realidade é que esses horríveis tiroteios e os da Mesquita do Quebeque em 29 de Janeiro de 2017 deixaram comunidades muçulmanas canadianas - e os muçulmanos de todo o mundo - sentindo-se muito vulneráveis ​​e inseguros”. 
Ihsaan Gardee, director executivo do Conselho, disse ainda: 
“Portanto, é essencial que nossos líderes eleitos falem clara e inequivocamente contra estes ataques e os nomeiem como ataques terroristas islamofóbicos que são.”
E quanto à multidão de vítimas da jihad? Os assassinos da jihad não são muçulmanos? (E não, o facto de que eles o são, não significa que "todos os muçulmanos são terroristas", como os ideólogos de esquerda acusam os inimigos da jihad de reivindicar.
"Eu culpo esses crescentes ataques terroristas à actual islamofobia pós-11 de Setembro (onde) 1,3 biliões de muçulmanos foram culpados colectivamente por qualquer acto de terror", disse o primeiro-ministro paquistanês, Imra Khan.
    O processo de liquidação é um "Processo Civilizatório-Jihadista", em todos os sentidos da palavra. A Ikhwan [Irmandade Muçulmana] deve entender que o seu trabalho na América é uma jihad centrada em eliminar e destruir a civilização ocidental a partir de dentro e “sabotar” a sua miserável casa, pelas suas mãos e pelas mãos dos crentes, para que seja eliminada e  a religião de Alá seja vitoriosa sobre todas as outras religiões.

Essa missão da Irmandade Muçulmana está a avançar muito bem por todo o Ocidente.


“Nova Zelândia aprisiona adolescente por compartilhar vídeo da filmagem da Mesquita - jovem de 14 anos na prisão”
por Jim Hoft, Gateway Pundit, 18 de março de 2019:

    Um adolescente de 18 compareceu no Tribunal Distrital de Christchurch na segunda-feira e foi acusado de partilhar o vídeo da transmissão ao vivo dos tiros na mesquita, esta sexta-feira.

    O juiz negou fiança. A data da próxima audiência da adolescente é em Abril.


O  Nine News, da Austrália, relatou:

    Um neozelandês de 18 anos acusado de partilhar uma transmissão ao vivo de um tiroteio em massa em duas mesquitas que causou 50 mortos foi preso sem direito a fiança.

    A Polícia disse que o homem - que ainda não pode ser identificado - não esteve envolvido no ataque em Christchurch supostamente realizado pelo supremacista branco australiano Brenton Tarrant, 28, na sexta-feira.

    Aparecendo no Tribunal Distrital de Christchurch na segunda-feira, o acusado recebeu a supressão temporária do nome, mas foi recusado sob fiança pelo juiz Stephen O'Driscoll.

    Os detalhes por trás da decisão de fiança não podem ser publicados.

    Ele vai comparecer no tribunal novamente em Abril.

Islã: fonte de problemas no relacionamento com o resto do mundo (vídeo)




O site THE RELIGION OF PEACE faz a contabilidade diária do horror islamista.
Na semana passada, 25 ataques, 149 mortos, 91 feridos graves, 12 países atingidos.
34741 ataques terroristas desde o 11 de Setembro.
Em Fevereiro, 151 ataques, 888 mortos, 555 feridos graves, 23 países atingidos.
Atrocidade da semana: 3mil escravas sexuais do ISIS executadas pelo califado.


Neste dia... 
19 de Março de 2015: Cabul, Afeganistão 
A jovem Farkhunda Malikzada é espancada até a morte por uma multidão de muçulmanos, depois de ser falsamente acusada por um imã de queimar um Alcorão: 1 morto

O Islão é uma ideologia mais mortífera e maléfica que o Comunismo e o Nazismo:





A cada cinco minutos é assassinado um cristão

Cento e cinco mil cristãos são assassinados anualmente devido às convicções religiosas, o que indica que em cada cinco minutos morre um cristão por causa da fé, alerta o perito em temas de liberdade religiosa Massimo Introvigne.

sábado, 16 de março de 2019

Christchurch: 1 contra 34720





Mulheres muçulmanas em êxtase celebram mais um massacre contra os cristãos coptas, no Egipto.
Este ataque na Catedral Copta de São Marcos, no Cairo, visou mulheres e crianças, matando 25 e deixando dezenas de feridos. A mulher no vídeo diz que o "profeta" Mohammad estava numa mesquita próxima, ouviu os cristãos criticando-o, e "respondeu" com esta explosão, que trará os cristãos para a união com os muçulmanos e com a fé islâmica. 

Um Cristão é Massacrado a Cada Cinco Minutos - Raymond Ibrahim


Ouviu falar do massacre que as mulheres acima celebram? Na TV ou nos jornais não foi, de certeza. Nós só soubemos através dos sites de contra-jihad, nomeadamente no do cristão copta egípcio Raymond Ibrahim, actualmente refugiado nos Estados Unidos.
Diariamente acedemos a informações como esta, de massacres de dezenas de cristãos e outros infiéis (às vezes centenas ou mesmo milhares, como já aconteceu na Nigéria). Já desistimos de reportar tais massacres, pois, desgraçadamente, os muçulmanos matam em escala industrial e as pessoas já se habituaram. Não é nada de novo e os posts nem têm visualizações.
O actual período de jihad iniciou-se  11 de Setembro, com o famoso ataque suicida contra as Torres Gémeas em Nova Iorque. Desde aí é até ontem, registaram-se 34720 ataques, tolerados pelos "infiéis" e celebrados pelos muçulmanos.


Muçulmanos de todo o mundo celebraram o 11 de Setembro. Como celebram todos os ataques jihadistas, a sua "guerra santa".


Só na semana de 2 a 8 de Março deste ano, 145 inocentes foram massacrados em nome da Religião da Paz. E é assim há 1400 anos, sem cessar. 670 milhões de mortos e um cortejo de HORROR!
 
34720 massacres islâmicos desde o 11 de Setembro, até ao massacre de ontem em Christchurch. 
O número de mortos e feridos dos últimos 30 dias também pode ser visto AQUI, no site The Religion of Peace, que faz a contabilidade.


Turcos gritam 'Allahu Akbar' e assobiam o minuto de silêncio pelas vítimas do Massacre do Bataclan.

Ontem, lamentavelmente, desgraçadamente, alguns "infiéis" responderam na mesma moeda, e o Mundo continua a desabar. Os jornaleiros e os politiqueiros a soldo do Islão não têm mãos a medir. A oportunidade esta a ser aproveitada para CALAR toda a denúncia do horror jihadista.
Mas ainda há quem ponha os pontos nos ii. O australiano Fraser Anning, deplorando (como nós) o massacre de ontem, chama a atenção para que a responsabilidade é dos políticos que abrem as portas à presente hégira (colonização islâmica). A troco do voto islâmico e do petro-dólar, acrescentamos nós...

O político australiano Senador Fraser Anning, de Queensland, ataca os muçulmanos após os tiroteios de Christchurch: "Eles são os perpetradores"

NZ Herald: O senador Fraser Anning, de Queensland, foi criticado pelos seus comentários audaciosos, qualificados como “nojentos”, após o massacre da mesquita de Christchurch.  
Numa declaração divulgada esta tarde que tem sido amplamente condenada nas redes sociais, o senador Anning disse que os ataques destacaram o "crescente medo da crescente presença muçulmana" nas comunidades australianas e neozelandesas.  
Ele afirmou que a causa real do derramamento de sangue que deixou pelo menos 49 pessoas mortas é a política de imigração da Nova Zelândia. "Sou totalmente contra qualquer forma de violência dentro de nossa comunidade e condeno totalmente as acções do atirador", disse o senador Anning.  
“No entanto, embora esse tipo de vigilantismo violento nunca possa ser justificado, o que ele destaca é o crescente medo na nossa comunidade, tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia, da crescente presença muçulmana.  
“Como sempre, os políticos de esquerda e os meios de comunicação apressar-se-ão a afirmar que as causas dos tiroteios de hoje estão nas leis de armas ou naquelas que têm visões nacionalistas, mas isso é um cliché absurdo. 
"A verdadeira causa do derramamento de sangue nas ruas da Nova Zelândia hoje é o programa de imigração que permitiu que os fanáticos muçulmanos migrassem para a Nova Zelândia".



Fatos
— O “homem-bomba do sapato” era um muçulmano
— Os franco-atiradores da Beltway eram muçulmanos
— O atirador de Fort Hood  era muçulmano
— O “homem-bomba da cueca” era um muçulmano
— Os homens-bomba do USS Cole eram muçulmanos
— Os homens-bomba do trem em Madri eram muçulmanos
— Os homens-bomba da discoteca em Bali eram muçulmanos
— Os homens-bomba do metrô de Londres eram muçulmanos
— Os homens-bomba do Teatro de Moscou eram muçulmanos
— Os homens-bomba da maratona em Boston eram muçulmanos
— Os homens-bomba do vôo 93 da Pan-Am eram muçulmanos
— Os sequestradores do avião da Air France para Entebe eram muçulmanos
— O sequestro e prisão ilegal de 52 pessoas mantidas como reféns por 444 dias na embaixada americana no Irã foi obra de muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana em Beirute eram muçulmanos
— A embaixada dos EUA na Líbia foi atacada pelos muçulmanos
— Os homens-bomba suicidas em Buenos Aires eram muçulmanos
— Os atletas olímpicos de Israel foram atacados e mortos por muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana no Quênia eram muçulmanos
— Os homens-bomba das torres de Khobar eram muçulmanos
— Os homens-bomba do quartel marinho em Beirute eram muçulmanos
— A escola russa de Beslan foi atacada por muçulmanos
— Os primeiros homens-bomba das Torres Gêmeas em Nova Iorque eram muçulmanos (1993)
— Os atentados na cidade de Mumbai na Índia, foram feitos por muçulmanos
— Os sequestradores do navio-cruzeiro Achille Lauro eram muçulmanos
— Os assassinos no shoping de Nairóbi, Quênia, eram muçulmanos  
— Os sequestradores dos aviões em 11 de Setembro de 2001 eram muçulmanos
— O sequestrador que fez reféns na cafeteria Martin Place Lindt em Sydney era muçulmano
— Os assassinos das crianças na escola em Peshawar no Paquistão eram muçulmanos
— As 276 meninas sequestradas na Nigéria foram sequestradas por muçulmanos
— A revista Charlie Hebdo e o supermercado kosher em Paris foram atacados por muçulmanos
— O grupo terrorista nigeriano Boko Haram que matou mais de 5 mil civis é muçulmano
Pense nisso:
Hindus morando com judeus = Nenhum problema
Baha’is morando com judeus = Nenhum problema
Judeus morando com ateus = Nenhum problema
Siques morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema
Cristãos morando com os judeus = Nenhum problema
Judeus morando com budistas = Nenhum problema
Xintoístas morando com ateus = Nenhum problema
Budistas morando com siques = Nenhum problema
Baha’is morando com os cristãos = Nenhum problema
Budistas morando com xintoístas = Nenhum problema
Budistas morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com cristãos = apenas alguns problemas raros
Ateus morando com budistas = Nenhum problema
Confucionistas morando hindus = Nenhum problema
Ateus morando com confucionistas = Nenhum problema
Cristãos morando com xintoístas = Nenhum problema
Xintoístas morando com confucionistas = Nenhum problema
Confucionistas morando com os Baha’is = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema
Muçulmanos morando com judeus =  problema
Muçulmanos morando com siques =  problema
Muçulmanos morando com hindus =  problema
Muçulmanos morando com os Baha’is =  problema
Muçulmanos morando com xintoístas =  problema
Muçulmanos morando com budistas =  problema
Muçulmanos morando com cristãos =  problema
Muçulmanos morando com ateus =  problema
MUÇULMANOS MORANDO COM MUÇULMANOS = PROBLEMA MUITO GRANDE!
Sunitas odeiam xiitas. Xiitas odeiam sunitas. São todos muçulmanos.
***** Então isto leva a… *****
Eles não estão felizes em Gaza
Eles não estão felizes no Egito
Eles não estão felizes na Líbia
Eles não estão felizes no Irã
Eles não estão felizes no Iraque
Eles não estão felizes no Iêmen
Eles não estão felizes no Paquistão
Eles não estão felizes na Síria
Eles não estão felizes no Líbano
Eles não estão felizes na Nigéria
Eles não estão felizes no Quênia
Eles não estão felizes no Sudão
Eles não estão felizes no Marrocos
Eles não estão felizes no Afeganistão
ETC ETC ETC ETC
******** Pois onde eles estão felizes? **********
Eles estão felizes na Austrália e na nova Zelândia
Eles estão felizes na Bélgica
Eles estão felizes na França
Eles estão felizes na Holanda
Eles estão felizes na Itália
Eles estão felizes na Alemanha, na Áustria e na Suíça
Eles estão felizes na Espanha
Eles estão felizes na Suécia
Eles estão felizes na Dinamarca
Eles estão felizes nos Estados Unidos e no Canadá
Eles estão felizes na Noruega e na Índia
Eles estão muto felizes na Inglaterra, com toneladas de serviços sociais
Eles estão felizes na Argentina e no Brasil
Eles estão felizes em quase todos os países que não são islâmicos! E quem eles culpam? Não o Islã… Não os seus governos… Não eles mesmos… ELES CULPAM OS PAÍSES EM QUE ELES ESTÃO FELIZES!! E eles querem mudar os países em que eles estão felizes, para parecerem-se com os países de onde eles vieram e estavam infelizes! *PQP*!
Jihad Islâmica: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ISIS: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Qaeda: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Talibã: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Boko Haram: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Nusra: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Abu Sayyaf: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Badr: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Irmandade Muçulmana: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Lashkar-e-Taiba: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Ansaru: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Jemaah Islamiyah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Brigadas de Abdullah Azzam: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Shabab (Somália): UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hamas: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hezbollah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Frente de Libertaçao da Palestina: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
E isso é apenas a ponta do iceberg do terrorismo islâmico.
Existe mais, muito mais. 
Obrigado, "religião da paz"!
Por favor, compartilhe este vídeo para ajudar a disseminar pelo mundo que virtualmente todo os terrorismo hoje no mundo é ISLÂMICO
E arriscar ser chamado de “intolerante preconceituoso” por dizer a verdade sobre os intolerantes preconceituosos islâmicos.                                        
Grato ao autor I. Q. Al-Raouli.
Traduzido com algumas modificações e adendos sobre o original.
Contribuição de Gustavo Bourbon e Laura Laura.



O Islão é uma ideologia mais mortífera e maléfica que o Comunismo e o Nazismo:


sexta-feira, 15 de março de 2019

3-2-1... Cá está! A culpa é do "Trâmpe, pá!"

Só na semana de 2 a 8 de Março deste ano, 145 inocentes foram massacrados em nome da Religião da Paz. Ninguém falou disso. Dizer a VERDADE sobre o Islão é "islamofobia".
Hoje, finalmente (e lamentavelmente!), acontece um ataque terrorista que vitima 49 muçulmanos, e o Mundo está em choque, é o Apocalipse!
Isto vai ser usado, obviamente, para silenciar definitivamente toda a crítica ao Islão.
Ainda que os autores do massacre tenham sido aliados dos muçulmanos, a extrema-esquerda e os Islão têm finalmente o pretexto pelo qual tanto aguardaram. 


 
"Não deve tardar muito para começarem a culpar 'o Trâmpe, pá'... Breivik confessou ter feito o seu ataque para desacreditar o movimento de contra-jihad. Os terroristas de Christchurch deram uma contribuição enorme para esse fim"  - escrevia-se no nosso blogue há pouco. Et voilá!
Os muçulmanos mataram, apenas na semana de 2 a 8 de Março deste ano, 145 inocentes (do que a Imprensa fez eco, pois muitos mais foram massacrados se se saber). 27 ataques terroristas, dois por bombistas suicidas, 283 feridos e 10 países atingidos. Numa semana. Ninguém falou disso. Dizer a VERDADE sobre o Islão é "islamofobia":

O número de mortos e feridos dos últimos 30 dias também pode ser visto AQUI, no site The Religion of Peace, que faz a contabilidade. 34720 massacres desde o 11 de Setembro. E o Mundo arroja-se aos pés do Islão.
Os mortos não muçulmanos não valem nada. Os mortos muçulmanos valem tudo.


15.3.2018, faz hoje um ano: Crianças usadas pelo ISIS para executar prisioneiros. O ISIS nunca foi considerado não-islâmico pelas cúpulas da religião da Paz. Pelo contrário. O ISIS é o Islão.



O CAIR (Conselho para as Relações Islamo-Americanas), ligado ao Hamas, explora o massacre da Nova Zelândia para tentar acabar com a oposição ao terrorismo jihadista
O Conselho para as Relações entre os EUA e o Islão (CAIR) e os seus aliados, há anos que tentam acabar com toda a oposição à violência da jihad e à opressão da Sharia contra mulheres, gays e outros. Eles conseguiram enganar muita gente, levando-a a pensar que é “fanatismo” e “racismo” alguém opor-se ao terror da jihad, e fizeram com que aqueles que discutem a ideologia motivadora por trás do terror da jihad sejam tóxicos na praça pública.
Agora, o CAIR, ligado ao grupo terrorista Hamas, está a tentar usar o massacre da Nova Zelândia para alcançar a vitória total: o fecho completo de todas as plataformas  aos inimigos do terror da jihad e da opressão da Sharia.
Na sua conferência de Imprensa sobre os disparos na mesquita da Nova Zelândia, Nihad Awad nomeou Donald Trump como responsável pelo massacre, apesar do facto de que no “manifesto” insano do assassino, ele se perguntar:
“Você era um defensor de Donald Trump?” e responder: “Como um símbolo de identidade branca renovada e propósito comum? Sim. Como formulador de políticas e líder? Meu Deus, não!”.
A parte do “símbolo da identidade branca renovada” é tudo o que a Imprensa está a citar. Ele nunca diz que foi incitado à violência por Trump, nem diz seja o que for sobre Trump e os mçulmanos. Awad também nomeou Pamela Geller e a mim:
“Há alguns anos, quando outro terrorista atacou na Noruega, ele citou islamófobos como Robert Spencer e Pamela Geller”.
Sim, mas ele também citou Barack Obama, John F. Kennedy, Charles Darwin e muitos outros. Ele disse que se inspirou em acções violentas da al-Qaeda. Awad, claro, não diz nada sobre isso.

De qualquer forma, a conferência de Imprensa do CAIR foi um apelo completo à censura, e pintou, mais uma vez, um grande alvo nas nossas costas para os esquerdistas cada vez mais desequilibrados e violentos, bem como para os jihadistas.
O CAIR pede um silenciamento total em todas as plataformas dos chamados "grupos de ódio", ou seja, aqueles que ousam fazer notar que os terroristas da jihad são inspirados por textos e ensinamentos islâmicos. E não será de todo surpreendente se eles conseguirem silenciar-nos completamente. Se o formos e quando formos, no entanto, a jihad não vai parar. Porque já não haverá ninguém que ouse opor-se ao seu avanço.

Anders Breivik (nazi e islamista) e o Massacre de Christchurch


 


O hemisfério ocidental acordou hoje com a notícia de um massacre em duas mesquitas em Christchurch, Nova Zelândia, no qual morreram pelo menos 40 pessoas. Vídeos e fotos no BARE NAKED ISLAM. 

Quando na Nigéria ou na Somália (por exemplo) os islamistas matam inocentes às dezenas, centenas e milhares de cada vez, o Mundo nem pestaneja. Mas desta vez, finalmente, houve um ataque terrorista contra muçulmanos, e nada será como dantes.

Aquando do Massacre de Las Vegas, o Sistema julgou ter finalmente o seu "direitista" a fazer um ataque terrorista. Mas depressa se verificou que era um elemento extrema-esquerdista e convertido ao Islão.
Também os autores do massacre de hoje, por muito que os jornaleiros lhes chamem de "extrema-direita", não o são. Eles são seguidores de Anders Breivik,  um nacional-socialista, coerentemente pró-islâmico.
Breivik confessou ter feito o seu ataque para desacreditar o movimento de contra-jihad. Os terroristas de Christchurch deram uma contribuição enorme para esse fim. 

O "sol negro" da mitologia nazi é bem visível no arsenal dos terroristas.

"Mas não faz sentido, se eles são aliados dos muçulmanos, terem atacado muçulmanos" - dirão, com razão, os desavisados. É que o Nazismo, tal como o Islão, é uma ideologia supremacista que se considera detentora do direito de vida e de morte sobre os "infiéis". E, como o Islão, tanto faz alianças como mata, dependendo apenas dos seus interesses.

Sugerimos a (re)leitura deste artigo: 

 OCULTISMO, NEW-AGE, NAZISMO, COMUNISMO E ISLÃO

Sobre o lamentável massacre de hoje na Nova Zelândia, muita  tinta vai correr. Para já, temos por exemplo o patrocinador nº 1 do ISIS, o ditador Erdogan, a amaldiçoar os autores do ataque. Nunca o ouvíramos a condenar ataques terroristas...
Não deve tardar muito para começarem a culpar "o Trâmpe, pá"...  


999 em cada 1000 pessoas (na melhor das hipóteses) não sabem que Anders Breivik é um nazi e um supremacista islâmico. A Imprensa, sempre alinhada à esquerda e politicamente correcta, esconde-o!

- É sabido que a Alemanha Nazi contou com a colaboração dos muçulmanos, na guerra e no Holocausto, mas é politicamente incorrecto falar-se disso.
- É sabido que o Islão dito radical mata mais gente num ano, nos nossos dias, do que a Inquisição matou em 350 anos (quando os tempos eram diferentes e a pena de morte se aplicava com toda a ligeireza). Mas é politicamente incorrecto falar-se disso.
- É menos sabido que Anders Breivik, o terrorista que matou 77 pessoas na Noruega em 2011, é um nazi assumido e simpatizante da jihad islâmica, mas é politicamente muito incorrecto falar-se disso. 
É politicamente incorrecto chamar-se nazi a um nazi assumido. Porque deu um jeitão à esquerda islamófila ter havido um Breivik.  
De cada vez que a jihad islâmica comete mais um atentado, os defensores da islamização e do terrorismo islâmico jogam a sua cartada mágica, o seu joker invencível: "Pois, mas o Breivik não era muçulmano!". Pois não era. Era nazi e apoiante da jihad islâmica.
Assim que se soube do ataque terrorista, o mundo muçulmano e extrema-esquerdista rejubilaram, e culparam pessoas como Robert Spencer de serem os autores morais da tragédia, por serem "islamofóbicos".  
Para os comunistas e os nazis, como para os islamistas, contar a VERDADE, relatar os FACTOS, sobre as duas sinistras ideologias, é "difamar"!


 Anders Breivik, dentro do cículo encarnado, na companhia de outros nazis.



 Robert Spencer, escreveu assim, a 12 de Janeiro de 2014:
Noruega: o assassino Breivik  revela ser nazi, diz que fabricou o seu "manifesto" para destruir o movimento contra-jihad
- Embora os  esquerdistas e os supremacistas islâmicos, bem como a extrema-esquerda, os governantes e os media, continuem a insistir que há algo de errado com a oposição ao terrorismo jihadista e ao supremacismo islâmico, por causa deste assassino em massa, e vão continuar a reclamar que eu e outros de alguma forma o "inspirámos", ficou claro desde há algum tempo que Breivik não é de todo um contra- jihadista, e que não foi nem poderia ter sido incitado à violência por parte do movimento contra-jihad. Agora, ele admitiu finalmente que todo o seu "manifesto" foi destinado exclusivamente a desacreditar o movimento contra-jihad, e foi com essa finalidade que cometeu os seus assassinatos.

No entanto, não esperem que o New York Times, que me colocou na sua primeira página à conta deste ataque terrorista, ou o Daily Mail, ou qualquer um dos outros meios de comunicação que culpou o movimento contra-jihad pelos assassinatos, venham a emitir correcções ou desculpas, ou sequer fazerem eco destas revelações:


"Breivik quer deportar judeus 'desleais'"
uma tradução do artigo em Sueco no Expo idag, 10 de Janeiro:

    O terrorista Anders Behring Breivik enviou uma carta aos meios de comunicação internacionais. Na carta, ele descreve-se como um lutador para a "sobrevivência da raça nórdica", e exige um território para os brancos na Noruega.

    Anders Behring Breivik enviou uma carta para a Imprensa internacional, a que o Expo idag teve acesso. Ele descreve a carta como uma espécie de primeiro passo para uma "negociação de paz" com os seus adversários políticos. Na carta, Anders Behring Breivik, em certa medida muda a retórica que usou no seu chamado manifesto. 
Breivik diz que usou retórica "contra-jihadista" no manifesto, para proteger os camaradas "etno-nacionalistas", provocando uma campanha nos media contra os partidários da contra-jihad e os anti-nacionalistas. Chama a essa estratégia "dupla psicologia".

    Anders Behring Breivik afirma que busca um "ideal nórdico puro". Argumenta que a "raça nórdica" está a ser erradicada, e quer formar um partido nazi na Noruega, como o Partido dos Suecos. M
enciona vários notórios extremistas de direita na Noruega,  a quem quer para liderar o partido, incluindo Varg Vikernes e Erik Blucher.

    "Perdemos a guerra civil europeia (II Guerra Mundial)", escreve Brevik, abordando os nacionalistas, que ele acredita que devem endossar a sua "proposta de paz".

    Breivik também se identifica como parte do "movimento fascista da Europa Ocidental". Para que haja paz, Breivik acredita que o sudoeste da Noruega deve ser oferecido aos "nacionalistas", para garantir "a sobrevivência dos noruegueses nativos e escandinavos". Breivik quer ver parcelas semelhantes de terra distribuídas aos brancos em vários países europeus.

    Breivik escreve que o seu amor a Israel consiste apenas na sua função futura, como um lugar para deportar "judeus desleais".

    Anders Behring Breivik também escreve que não acha que vá sobreviver na prisão, onde afirma ter sido torturado.
- Outra prova de que Breivik nunca foi um contra-jihadista vem da sua recomendação de que os europeus deveriam fazer causa comum com os jihadistas: "Uma aliança com os jihadistas pode ser benéfica para ambas as partes, mas será demasiado perigosa (e pode vir a ser ideologicamente contra-produtiva). Nós compartilhamos um objectivo comum".
Ele mesmo  apelou junto dos seus camaradas para a união de esforços com o Hamas, em actos de terrorismo jihadista: "Aproximem-se de um representante de um grupo Jihadista Salafista. Entrem em contacto com um líderJihadista. Apresentem os vossos termos e ele transmiti-los-á aos seus superiores. Convidem-nos a fornecer um composto biológico produzido pelos cientistas muçulmanos no Médio Oriente. O Hamas e vários grupos jihadistas têm laboratórios, e têm potencial para fornecer tais substâncias. O problema deles é encontrarem mártires adequados que consigam iludir os controlos policiais na Europa Ocidental. É aí que nós entramos. Vamos contrabandear essas substâncias para a União Europeia e lançá-las contra um alvo à nossa escolha. Devemos dar-lhes garantias de que não estamos a prejudicar quaisquer muçulmanos, etc.".