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domingo, 20 de junho de 2021

Onda de antissemitismo actual cumpre as profecias de Daniel (VÍDEOS)


Dois homens judeus vestidos com roupas ortodoxas foram atacados no Brooklyn nos últimos dias em dois incidentes separados.

 

Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.

Daniel 12:10

 



A onda actual de antissemitismo faz parte da purificação profetizada por Daniel antes da redenção, diz rabino

Um rabino conhecido pelas suas aulas de fim de dia na Internet explicou que a recente onda de antissemitismo que acompanhou o ataque genocida do Hamas contra Israel foi prevista pelo Profeta Daniel como um meio de eliminar os odiadores de Israel. 

No próximo estágio, o rabino previu, haverá milhões de judeus em Israel reconstruindo o Reino de David, acompanhados por dezenas de milhões de não-judeus, Justos entre as Nações.

Rabino Weisberg: Vendo a verdade 

O rabino Isser Z. Weisberg do Machon Mishne Torah em Lakewood, New Jersey, lançou recentemente um vídeo no qual discutiu o recente surto de antissemitismo que acompanhou o conflito entre Israel e Gaza e como ele foi profético e necessário antes da redenção final

“A mini guerra árabe-israelita de Maio de 2021 levou a que muitas pessoas se manifestassem; os bons e os maus”, começou o rabino Weisberg. “Infelizmente, os maus superaram os bons em cerca de dez para um. Mas é assim que deveria ser. Em tempos de exílio e escuridão, quando Deus esconde a Sua presença, somente aqueles que realmente querem ver, podem ver a verdade.


Neste momento da História da Humanidade, aqueles que nos odeiam, mais aqueles que não se importam, são a maioria da Humanidade. Mas muitas pessoas de muitas religiões, incluindo muitos cristãos maravilhosos, budistas, hindus, ateus, até mesmo alguns progressistas de esquerda, bem como alguns muçulmanos muito gentis e muito corajosos, usam as plataformas que têm nas redes sociais, foram até para as ruas, para vocalizar o seu apoio ao povo judeu. 
 
A guerra também revelou os muitos hipócritas que falaram sobre como realmente se preocupam com Israel e os judeus, ao mesmo tempo que nos ordenavam que parássemos de nos proteger destruindo a máquina de guerra do Hamas, porque isso poderia causar acidentalmente a morte de civis em Gaza. 
 
Esses hipócritas também encorajaram o governo israelita a parar de antagonizar os muçulmanos, exibindo qualquer forma de soberania em Jerusalém e especificamente no Monte do Templo. Não basta, imploravam e suplicavam, permitir que os muçulmanos, que já têm controle total sobre o Monte do Templo, rezem quando quiserem e se prostrem no chão de frente para Meca, de costas para o Santo dos Santos, onde está a presença da Shechina (NDT: do Espírito de Deus) e de onde nunca mais saiu. 
 
Não é suficiente impedir os judeus de proferirem sequer uma palavra de oração no Monte do Templo. Mas, para sermos sensíveis aos sentimentos dos muçulmanos, devemos permitir que eles se revoltem e atirem pedras e até granadas aos fiéis no Kotel (NDT: Muro Ocidental ou Muro das Lamentações). Porque se a Polícia tentar de alguma forma impedir isso, ela irá antagonizar os muçulmanos cujo único desejo é viver em paz connosco (sarcasmo intencional).”

 


BREVE NOTA

 


Enquanto decorria a Operação Guardião das Muralhas, em que os malvados judeus se atreveram mais uma vez não se deixar massacrar por terroristas, como fazem TODAS as nações do Mundo, se puderem, decorria o habitual genocídio de cristãos em África.
Alguém se incomodou? Alguém teve pachorra para ler as poucas notícias sobre o evento? Alguém foi para a rua manifestar-se? Alguém se deu ao trabalho de meter uma bandeira do Burkina-Faso no Facebook?
Bahhh... É lá longe, o que é que interessa? A malta vai para as ruas é repetir os velhos pogroms que tantas saudades deixaram o no Inconsciente Colectivo.  Desopila o fígado e é de borla!

No Jews, no News!*

 

* - Se não há judeus envolvidos, não é notícia.


domingo, 30 de maio de 2021

Jornazistas 2 - Escondendo os ataques desde Gaza contra civis israelitas

 Continuação de:

Jornazistas 1 - Culpando Israel pela violência "palestina"

 

Os jornalistas (com raríssimas excepções) são de extrema-esquerda e cúmplices activos dos terroristas que procuram erradicar Israel e os judeus da face da Terra. Confira:


O tópico de Israel e dos "palestinos" é notoriamente controverso. Um pequeno confronto em Jerusalém tem o potencial de gerar manchetes em todo o mundo, despertar sentimentos em todo o Médio Oriente, e, por sua vez, levar a mais combates e até mesmo a guerras. É por isso que é essencial que a Imprensa conte a história com precisão. Mas as organizações de notícias distorcem repetidamente as notícias relacionadas com o conflito.

 

2. Os jornalistas não consideram os mísseis disparados de Gaza contra civis israelitas como crimes de guerra 
É surpreendente que isso precise ser enfatizado, mas os relatos da Imprensa sobre a última rodada de hostilidades entre Israel e o Hamas têm falhado rotineiramente em considerar os ataques não provocados do grupo terrorista Hamas como crimes de guerra. 
Cada vez que um míssil de Gaza atinge deliberadamente civis israelitas, isso é um crime de guerra. Cada vez que um míssil é disparado de uma área densamente povoada por civis em Gaza, isso também é um crime de guerra. 
Cerca de 4.000 mísseis foram disparados contra Israel em 10 dias. Só porque continua a acontecer, só porque é banal os terroristas atacarem Israel, não significa que seja mais aceitável e menos crime de guerra. 
Isso torna tudo pior. E, ao deixar de rotular esses actos como crimes de guerra, os jornalistas permitem que os terroristas ataquem sem que aumente a pressão pública contra eles, em oposição à pressão pública massiva sobre Israel para que pare de se defender.

 

Qualquer destes vídeos é esclarecedor:

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Jornalismo faccioso depoleta onda de antissemitismo em todo o mundo

"É VERDADE QUE A CÓLERA DOS IMBECIS INUNDA O MUNDO TODO. PODEM RIR, SE QUISEREM, ELA NÃO POUPARÁ NINGUÉM".

GEORGE BERNANOS

 


Jornazistas 1 - Culpando Israel pela violência "palestina"


O que acontece quando o mundo ignora o antissemitismo do Hamas

 

 

Ignorar o antissemitismo do Hamas levou ao recente aumento de crimes de ódio contra judeus em todo o mundo.
Não é por acaso que o recente aumento do antissemitismo em todo o mundo se seguiu à operação de defesa de Israel contra a organização terrorista Hamas.
Em vez de repudiar as declarações e acções do Hamas, de ódio aos judeus, o mundo legitima a organização terrorista, defendendo suas acções como "resistência" contra o governo israelita.
Ao ignorar o antissemitismo do Hamas, o mundo e a Imprensa internacional basicamente deram aos antissemitas permissão para atacar os judeus. O Hamas é antissemita. Não pode ser ignorado.

 

Os nossos amigos judeus do United With Israel são extremamente ingénuos. Os judeus são quase todos totós, coitados, apesar de serem inegavelmente inteligentes e na sua maioria boas pessoas, gente pacata, trabalhadora e amistosa. 

O Mundo, e sobretudo a Imprensa, sabem perfeitamente que o Hamas é um grupo islamista e nazi do mesmo calibre do ISIS ou da Al-Qaeda

Quando o ISIS ou a Al-Qaeda atacam um país ocidental, o Mundo e a Imprensa aplaudem os bombardeamentos indiscriminados de civis no mundo islâmico, para conseguirem liquidar alguns terroristas.

Quando o Boko-Haram ou a Al-Nusra massacram infiéis em África, o Mundo e a Imprensa bocejam, porque, afinal de contas, os africanos já estão habituados a sofrer (nomeadamente ás mãos dos árabes e dos europeus).

Quando o Hamas ou o Hezbollah atacam Israel, o Mundo e a Imprensa desatam a espernear, porque os judeus devem fazer fila para serem mortos, como fizeram tantas vezes para serem gaseados e incinerados pelos nazis.

O Mundo e a Imprensa levam muito a mal que os judeus não se deixem matar. Por isso mesmo, quando Israel responde aos ataques do Hamas, é uma oportunidade de ouro para desencadear um novo Holocausto. Os jornaleiros amestrados fazem tudo quanto está ao seu alcance para que tal aconteça.

Os antissemitismo é uma expressão de inveja (injustificada, irracional, mas real). Os judeus não podem fazer praticamente nada para o evitar. O antissemitismo só terminará quando entrarmos na Era Messiânica, no Fim dos Tempos, ou como lhe queiramos chamar.

Aos judeus só resta serem judeus, orgulhosamente. Ingénuos, totós que salvam a vida de quem a seguir volta para os bombardear, inventores da Consciência (segundo a acusação de Hitler e dos seus seguidores), irracionalmente optimistas, doidos que acreditam no impossível, Davides que enfrentam Golias - e que, com a permissão do Criador, VENCEM!

E desenganem-se, antissemitas de todos os matizes: NINGUÉM poderá, jamais, derrotar Israel ou extinguir os judeus. Não por mérito dos judeus, que são pessoas iguaizinhas a quaisquer outras, mas porque Deus assim o decretou. E assim será, para sempre.

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Imprensa institucional ao serviço do Hamas chora criança "mártir" imaginária


Propaganda do Hamas: a fotografia do pequeno Gregory faz as pessoas acreditarem na morte do pequeno Ismail Ashur, um imaginário "mártir palestino" ... divulgado pela Imprensa francesa!
A propaganda do Hamas está a disseminar nas redes sociais a imagem de uma criança, "Ismail Ashur", que supostamente morreu por bombas israelitas. No entanto, a imagem é do pequeno Grégory, uma criança encontrada morta em França há 437 anos.
O corpo de Grégory foi resgatado nas águas de Vologne, em Lépanges. O que é mais dramático é que a Imprensa francesa é tão anti-Israel que retransmite todas as informações falsas e propaganda do Hamas, sem nunca verificar a sua veracidade.
Se a criança "Ismail Ashur" tivesse morrido como um "mártir", teria sido fácil para o Hamas divulgar a sua foto real!

 


 

 

De facto morreram crianças em Gaza: mortas pelos próprios mísseis do Hamas. O mesmo Hamas que obriga crianças-escravas a escavar os seus túneis de terrorismo e depois as assassina, para que não contem a ninguém a sua localização. Mas com isso ninguém se preocupa.

Os jornaleiros amestrados são assim. Divulgam notícias da morte de crianças "mártir" imaginárias e festejam a o assassinato de crianças israelitas pelos seus camaradas terroristas do Hamas. Foi o caso do pequeno Ido Avigal, de 5 anos, massacrado em Sderot, Israel, por um míssil do Hamas:

 

 
Ido Avigal, de 5 anos, israelita, foi morto pelos terroristas do Hamas (veja vídeo no final). Mas disso os jornaleiros não falam.


Os jornaleiros são os principais responsáveis pelos massacres cometidos contra os judeus. Os terroristas atacam desde Gaza para terem a cobertura cúmplice dos seus camaradas da Imprensa global(ista).

As massas enraivecidas pela propaganda dos jornaleiros atacam judeus. Os jornaleiros só ficarão felizes quando provocarem mais um Holocausto. É para isso que eles trabalham. É para isso que eles são pagos. "Pallywood" é uma indústria de antissemitismo global:

 


PALLYWOOD

  Atreva-se a conhecer a VERDADE!

 

Os terroristas do Hamas matam israelitas inocentes: 

Israel responde abatendo os terroristas do Hamas

 

 

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Se anti-Sionismo não é antissemitismo...


... então porque é que hordas de esquerdistas e maometanos estão a atacar judeus em todo o Mundo, raivosos porque Israel responde aos ataques dos terroristas do Hamas? 

"Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado. APOIE ISRAEL! DERROTE A JIHAD!"

Os antissemitas (pessoas que odeiam judeus) costumam argumentar que "apenas são contra a presença dos judeus em Israel". Desde que os judeus se recusem a viver na Terra de Israel, também conhecida como Terra Santa, Judeia ou Sião, "aí eles nada têm contra os judeus". 
O que eles não gostam é do Sionismo (o movimento pela restauração da independência de Israel, em 0,4% do Médio Oriente, no pedacinho que resta da sua pátria ancestral). É o que eles gostam de apregoar.

No entanto, por estes dias, acicatados pelos media globais (em Portugal a RTP/RDP e a SIC são os mais imundos antissemitas dentre os imundos media) brigadas de comunistas maometanos e racistas Negros (Black Lives Matter) andam a caçar e a atacar judeus pelas ruas...


VÍDEO: Bandidos pró-"palestinos" espancam, bombardeiam e assediam judeus ao redor do mundo
O conflito israelo -"palestino" está enraizado no ódio aos judeus, e aqui está a prova.
Activistas anti-Israel costumam alegar que ser anti-sionista não os torna anti-semitas. Eles dizem que ser contra a existência do Estado judeu não tem nada a ver com odiar os judeus.
Sério? A explosão de crimes de ódio contra judeus em todo o mundo nas últimas semanas desde que o grupo terrorista Hamas atacou Israel prova que esses odiadores de judeus estão errados. De Los Angeles a Nova Iorque, à Europa e além, os horríveis ataques antissemitas demonstram o que está por trás do conflito.

 

POST-SCRIPTUM: A CENSURA esquerdista/islamista do Youtube está a retirar todos os vídeos, aproveite enquanto pode ver no Youtube (com restrições). Nós fizemos uma cópia. É revoltante. As Forças do Mal querem um novo Holocausto.

 


P.S.: Mais dois vídeos que os nojentos antissemitas do Youtube já censuraram, porque não lhes interessa mostrar os judeus a serem atacados em todo o Mundo; o que lhes interessa é a narrativa do árabe e do comunista bonzinhos, que só fazem "manifestações pacíficas", como as dos Black Lives Matter, em que se apela ao genocídio das pessoas Brancas:


 

 

 


domingo, 23 de maio de 2021

A grande MENTIRA "palestina"



 

Vá a uma biblioteca e abra um dicionário de 1925. Verá que a Palestina descrita como a terra dos judeus.

Já em 1896, os primeiros sionistas eram judeus que fugiram dos 'pogroms' da Rússia e que pagaram preços altíssimos aos beduínos pelos desertos e pântanos, onde que construíram jardins exuberantes. 

Em 1948, foram os líderes árabes que convenceram, não os "palestinos", mas os árabes, a deixar Israel "durante o tempo necessário para lançar os judeus ao mar" ... 

Eles não tiveram sucesso. Os árabes perderam todas as guerras eles declararam contra o IDF, um exército "defensivo" com uma alta ética que nenhum outro exército no mundo possui. 

Quanto a essa falácia de colonização, como é que se explica que quase já não há judeus nos países árabes islamizados do Médio Oriente? Os judeus deixaram tudo para escapar da perseguição que se seguiu após a independência de Israel. E desde há várias décadas, são os cristãos que têm sido o objecto da perseguição islamista.

Sou quebequense, não sou judeu nem cristão, mas sei ler, também sei ver que em Israel 20% da população é árabe-muçulmana, alguns dos quais são médicos, juízes, parlamentares, professores universitários, atletas, cantores, policiais, tenentes do exército das Forças de Defesa de Israel. ....... 

O Larousse de 1925 diz que a Palestina era um estado judeu, com Jerusalém como sua capital.

Hélène Anna Massé

 


Bandeira da Palestina em 1939

 

No nosso blogue O Melhor de O Amigo de Israel temos uma secção chamada História de Israel.Veja também, por exemplo:

A Mentira Soviético-Palestina

 

 

   

sábado, 22 de maio de 2021

Jornazistas 1 - Culpando Israel pela violência "palestina"

Criminosamente, os jornaleiros amestrados fazem todo o possível para provocar um novo Holocausto. Os jornaleiros são hoje o grupo mais abjecto de seres humanos à face da Terra. Confira:

 

O tópico de Israel e dos "palestinos" é notoriamente controverso. Um pequeno confronto em Jerusalém tem o potencial de gerar manchetes em todo o mundo, despertar sentimentos em todo o Médio Oriente, e, por sua vez, levar a mais combates e até mesmo a guerras. É por isso que é essencial que a Imprensa conte a história com precisão. Mas as organizações de notícias distorcem repetidamente as notícias relacionadas com o conflito.

 

1. Culpando Israel pela violência "palestina"

Desde o início da escalada mais recente, Israel tem sido responsabilizado pelas decisões dos terroristas "palestinos". Considere, por exemplo, esta manchete do The New York Times, sugerindo que o lançamento de mísseis a partir de Gaza foi em resposta às acções das forças de segurança israelitas em Jerusalém: “Após o ataque à mesquita de Aqsa, mísseis de Gaza e ataques aéreos israelitas”.

 

Repetidamente, os jornalistas enquadraram a decisão do Hamas de lançar projécteis contra civis israelitas em todo o país como uma resposta a um “ataque” israelita. Na realidade, as forças de segurança israelitas foram obrigadas a entrar na mesquita depois de os "palestinos" a transformarem numa fortaleza, acumulando pedras e pedregulhos destinados a serem atirados contra os judeus e usando fogos de artifício como mísseis improvisados:

 


Ao mesmo tempo, árabes em vários locais atiraram pedras em pedestres e motoristas judeus e tentaram linchar pelo menos um judeu perto do Monte do Templo. Apesar da “incursão”, o Hamas não tinha justificativa para alvejar civis israelitas. Sugerir que os ataques com mísseis dos terroristas "palestinos" ocorreram “depois” de Israel reprimir manifestantes violentos confunde - seja intencionalmente ou maliciosamente - causa e efeito.

Mais recentemente, o comediante John Oliver gravou um segmento no qual acusava Israel de cometer “crimes de guerra” e “assassinato de crianças” em Gaza. Mas a responsabilidade pelas mortes de civis em Gaza é do Hamas, que tem um modus operandi de colocar recursos militares em áreas residenciais densamente povoadas. A lei internacional é muito clara sobre isso: o Hamas, e não Israel, é o culpado pelas baixas resultantes do uso de "palestinos" como escudos humanos.

 

O New York Times escreveu: "Pelo menos 26 "palestinos", incluindo nove crianças, foram mortos em cerca de 130 raides israelitas na segunda-feira, de acordo com os responsáveis em Gaza. Duas pessoas em Israel foram mortas em raides na cidade costeira de Ashkelon na terça-feira."
Contexto: o "gatilho imediato" da violência desta semana foi o raide policial no complexo da "Mesquita de Al-Aqsa", um lugar sagrado para cristãos, muçulmanos e judeus.


 

O HONEST REPORTING repõe a VERDADE:

1. Um míssil disparado de Gaza falhou, matando seis crianças na segunda-feira. Israel não pode ser culpado. 

2. Falar apenas do "gatilho imediato" deixa os leitores mal informados: o Hamas está desesperado para derrubar a Fatah, e está a usar a situação em Jerusalém em seu benefício.

Operação Guardião das Muralhas concluída com sucesso


As Forças de Defesa de Israel (IDF) concluiu com sucesso a Operação Guardião das Muralhas.
Resumo da operação de 12 dias:

Mais de 4.360 mísseis disparados pelos terroristas contra Israel 

90% dos mísseis foram interceptados pelo sistema Cúpula de Ferro

Mais de 1.500 alvos terroristas foram atingidos em Gaza

675 bases de lançamento de ,mísseis em Gaza foram destruídas

Mais de 200 terroristas foram abatidos

Cerca de 100 quilómetros de túneis do grupo terrorista Hamas foram destruídos.

13 pessoas assassinadas em Israel pelos terroristas do Hamas

680 mísseis do Hamas caíram no território de Gaza.

Israel Defense Forces



A jornaleirada amestrada não consegue esconder a sua mágoa. O compadre do Ricardo Salgado é dos mais aziados (aos seus delírios já estamos habituados; dizem que tem a cabeça toda queimada de abusar da Coca-Cola):

 


Lamentamos que este vídeo não esteja traduzido; é do grupo  AMIGOS DO IDF

 


quinta-feira, 20 de maio de 2021

VÍDEO: Israel destrói 100 quilómetros da rede de túneis dos terroristas do Hamas

Quando saíres à peleja contra teus inimigos, e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, deles não terás temor; pois o SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, está contigo.

Deuteronômio 20:1

"Quando saíres à peleja contra teus inimigos, e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, deles não terás temor; pois o SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egipto, está contigo."

O Hamas passou a última década a construir o túnel de terror conhecido como ‘O Metro’. Em apenas cinco dias, as Forças de Defesa de Israel neutralizaram-no.

Chamada de ‘Metro’, esta rede de túneis e bunkers passa por baixo de áreas residenciais em Gaza. Os terroristas do Hamas usam o ‘Metro’ para armazenar armas, proteger-se e executar ataques.
Ao longo da Operação Guardian of the Walls (Guardião das Muralhas), jactos de combate, tanques, unidades de artilharia e infantaria de Israel ao longo da fronteira têm trabalhado juntos para atacar centenas de alvos terroristas e neutralizar os túneis.
Em 20 de Maio de 2021, Israel neutralizou mais de 100 quilómetros do sistema de túneis terroristas ‘Metro’ do Hamas. O IDF (Forças de Defesa de Israel) disse em comunicado: “O nosso objectivo é preservar o Estado de Israel, proteger a sua independência e impedir que os seus inimigos perturbem a vida quotidiana dos cidadãos e residentes de Israel.

 



(...) a destruição parcial do túnel pelo IDF desferiu um grande golpe na infraestrutura militar do Hamas, ajudando a desacelerar a intensidade do lançamento de mísseis em áreas de longo alcance, incluindo Tel Aviv, nos últimos dias. 

Ao mesmo tempo, o lançamento de mísseis do Hamas continuou tendo como alvo o sul de Israel e áreas próximas à Faixa de Gaza. Enquanto isso, o oficial sénior do IDF também apontou que a rede de túneis do Hamas ainda era estimada estender-se por centenas de quilómetros, já que a organização terrorista opera em cinco brigadas. 

O custo de construção do túnel é estimado em cerca de 50 milhões de dólares. 

Inicialmente, o chamado projecto do túnel "Metro" começou com poços individuais cavados no subsolo e usados ​​como esconderijos para terroristas do Hamas após o lançamento de mísseis. Com o tempo, a rede de túneis cresceu e ramificou-se, para se tornar um sistema interno de túneis em toda a Faixa de Gaza para treino militar e é usada para mobilidade, armazenamento de armamento e para gerenciar operações militares. 

A infraestrutura do terror está inserida em áreas civis e usa edifícios civis como pontos de entrada, bem como cobertura para os próprios túneis.

 


Veja com atenção: esta foto foi tirada logo depois de o Hamas ter lançado mais uma enxurrada de mísseis contra Israel de uma área residencial em Gaza. Veja o que está perto do local de lançamento: escolas, um prédio da ONU, um centro de saúde, mesquitas e dezenas de prédios de apartamentos. O Hamas coloca todos em perigo.


 Israel Defense Forces

Israel Defense Forces

Em resposta ao disparo contínuo de mísseis contra civis israelitas, as Forças de Defesa de Israel lançaram a Operação Guardião das Muralhas há uma semana. Aqui está o que aconteceu até agora:

 

Israel Defense Forces Israel Defense Forces


Entre 10 de Maio e 17 de Maio:

Mais de 820 alvos terroristas atacados em Israel 

Mais de 130 terroristas neutralizados

460 mísseis do Hamas caíram em Gaza 

3.150 mísseis disparados contra Israel

10 israelitas mortos

90% dos mísseis do Hamas interceptados pelo sistema Cúpula de Ferro