terça-feira, 30 de abril de 2019

Carta aberta ao cartoonista nazi António

POST-SCRIPTUM: Informam-nos que o cartunazista António, cãozinho de colo do magnata Globalsemão globalista Bilderberg,  é um extrema-esquerdista raivoso do Bloco de Esquerda (o partido mais radical em Portugal, o partido do Mamadou e dos jihadistas que vivem em Portugal, apoiante das ditaduras comunistas e islamistas, do Maduro da Venezuela, da islamização da Europa, do Hamas, do Hezzbollah e de todos os terroristas islâmicos que matam judeus, da engenharia social globalista, da substituição populacional Eurislâmica, o partido que quer ver Portugal a arder, etc.). Ladra, António.

Bloco de Esquerda em manifestação islamista, comunista, anti-semita e neo-nazi,  de apoio ao grupo terrorista Hamas, em Lisboa.

Os antissemitas são sempre escumalha podre, sejam comunas como o cãozinho de colo António, ou nazis (os nazis são comunas de inspiração alemã).

Cartoon nazi de António (à esquerda) e cartoon nazi da época do Holocausto (à direita). A mesma ideologia.
P.S.: O jornal antissemita New York Times jamais publicou os cartoons de Maomé que quase toda a Imprensa publicou, em solidariedade com o Charlie Hebdo. O New York Times jamais publicou qualquer crítica à Religião da Paz. E o cartoonazista António também não desenha charges às atrocidades globais islâmicas, amplamente apoiadas pelos muçulmanos, que vão destruindo o Mundo Livre. Pelo contrário, o NYT e o António apoiam o Islão, a sharia, a jihad, o Comunismo e o Globalismo.

O cartoon do New York Times publicado na sua edição internacional copia a propaganda nazi do período do Holocausto. 
O desenho em questão, publicado na quinta-feira, retrata o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu como um cão, com o símbolo da Estrela de David judaica. A trela de Netanyahu vai segura pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que é retratado como um homem cego. 

António está em grande. Conseguiu mais um escândalo com mais uma machadada na Verdade. Um terceiro desenho do Papa com um preservativo no nariz ou na cabeça já estava estafadote.


O cartoon saiu na 5ª feira. No sábado, um jovem neo-nazi de 19 anos entrou numa sinagoga e abriu fogo de metralhadora sobre os judeus. O António deve estar feliz.

No sábado, o jornal twittou um aviso de que o desenho era assumidamente "antissemita" e depois apagou-o. Mais que antissemita, é nazi.
O cartoon do Times é em tudo semelhante aos da Lustige Blätter, uma revista satírica alemã que, durante a era nazi, frequentemente apresentava caricaturas e ilustrações anti-semitas que também atacavam inimigos da Alemanha, como Winston Churchill e Franklin Roosevelt. 
O cartoon acima, à direita do do New York Times, foi publicado em 1940, e inclui a legenda: "A liderança da Inglaterra está em boas mãos", e mostra um judeu de aparência estereotipada liderando Churchill. O António copiou a propaganda nazi.
Entretanto, cartoonistas israelitas publicaram esta resposta:

O New York Times cego, puxado por um cão-guia que tem como cabeça a ficção antissemita "Protocolos dos Sábios do Sião" (inspiradora de Hitler) e uma coleira a dizer BDS, o conhecido movimento jihadista e nazi que visa a destruição total de Israel e o genocídio dos judeus.
O que o New York Times faz rotineiramente, tal como praticamente todos os media globais, é demonizar os judeus e Israel, mascarando os seus ataques como "crítica legítima de Israel".
Organizações como a HONEST REPORTING dedicam-se a responder às mentiras diárias:

https://honestreporting.com/brasil-artigos/

A cada vez mais suja e miserável Imprensa lusa, diz que "a crítica a Trump levou à censura do cartoon".
O cartoonista português António, o autor, diz que o "cartoon do New York Times "não ataca os judeus, mas sim a política criminosa de Israel na Palestina".



O querido Antóniozinho trabalha há anos na folha de propaganda do senhor Globalsemão Bilderberg da Nova Ordem Mundial, cujos maiores inimigos são os Estados Unidos e Israel.

E a que política "criminosa" se refere o cartoonazista António?
Israel está cercado de terroristas, de 57 países islâmicos e de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos, cuja religião ordena que "limpem" a Terra de judeus.
Aqui, podemos ver uma família israelita a ser bombardeada pelos terroristas, a partir de Gaza:


São estas pessoas que o António considera os "criminosos".
Aqui, podemos ver os sacrossantos "palestinos" tentando invadir Israel, enquanto gritam que vão comer o coração aos judeus:


São estas pessoas que o cartoonista português António considera as "vítimas".
Provavelmente, o António nem sabe onde fica Israel. Desenhar bem, ser bom em qualquer arte, não dá a ninguém o dom da omnisciência.
Se não for um refinado cínico, ou tão nazi como os seus desenhos, o cartoonista talvez esteja com  os olhos cheios de propaganda antissemita com crianças supostamente mortas por Israel.
Aqui, por exemplo, temos o massacre da família judaica Fogel e a celebração por parte dos amigos do António, os "palestinos":

Sugerimos o post:

O Massacre da Família Fogel


 e a nossa limitada secção TERRORISMO ANTI-SEMITA.

As fotos da família judaica massacrada são frequentemente usadas em propaganda que inflama o ódio dos Antónios da vida. Apresentam as fotos e dizem que se trata de vítimas dos israelitas. Fácil, não é? Também, o público antissemita não é exigente...
Israel tem as Forças Armadas e a Polícia mais morais da História, sabia António? Mas os seus amigos jihadistas, à falta de imagens de "palestinos" mortos para apresentarem como vítimas dos judeus, usam de novo a propaganda global nazi, encenado putativos massacre cometidos por Israel.
Tem aqui um exemplo de como se produzem os vídeos com as "vítimas" que o António chora:





Os amigos do António, os assassinos de crianças judias:




Se o António fosse uma pessoa de bem, antes de lançar o seu libelo nazi, criminoso, genocida, terrorista, informar-se-ia. Poderia por exemplo visitar o site PALLYWOOD:
www.pallywood.com


Ficaria a saber como o andam a enganar, com falsas acusações, filmes e fotos ficcionais. Mas será que o António está enganado? Ou sabe bem demais o que se passa?
O que querem os inimigos de Israel? Que os judeus façam fila para se deixarem massacrar pelos amigos do António - os terroristas do Hamas, da Fatah, da FPLP, do ISIS, da Al-Qaeda, do Hezzbollah, e de todos os milhentos grupos terroristas que cercam Israel e atacam a única democracia do Médio Oriente?
A China tem neste momento 10 milhões de muçulmanos em campos de extermínio. A Rússia trata-os com a mesma mão de ferro. Os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, todos os países atacados pela jihad, bombardeiam populações civis para matarem terroristas. Os muçulmanos exterminam-se mutuamente. Os muçulmanos exterminam todos os não-muçulmanos. E o António boceja... 

Terroristas do Hezzbollah, grupo dedicado à destruição de Israel, fazem a saudação nazi. Para o António, são uns gajos porreiros.

Mas não chega para o António que Israel use padrões humanitários ridículos, que mais ninguém usa, para lidar com os mesmos terroristas.
Chateia-o que os judeus hoje já não fazem fila para as câmaras de gás, defendem-se dos seus inimigos e VENCEM, apesar de Israel ser apenas 0,4% do Médio Oriente e de os judeus serem 0,02% da Humanidade, ao passo que os muçulmanos são 25%, e todos viverem para destruir Israel.


Talvez o António não saiba que os judeus são povo nativo de Israel, com uma presença ininterrupta há 3800 anos.
Talvez o António pape a patranha soviética da "Palestina Árabe", quem sabe... 

 

A Mentira Soviético-Palestina 


Poderíamos sugerir ao António que estudasse a HISTÓRIA DE ISRAEL. Já lhe fizemos a papinha toda, António, assim você quisesse estudar um bocadinho... 
Se o António se dispusesse a estudar, poderia também ler este livro:





E se duvidasse, poderia investigar por conta própria, para saber quem fala VERDADE.
Mas o António, mais os seus amigos nazis, comunistas, islamistas, globalistas e antissemitas em geral, querem lá saber da VERDADE... Mesmo que tenham cérebro para ler um livro inteiro e para procurar a verdade com sentido crítico e raciocínio lógico, escolhem conscientemente o ódio genocida.

O António:


 "Trá-lá-lá-lá-lá.. Não-estou-a-ouvi-ir!!!"


Nem a papinha toda feita, em vídeo, os consegue convencer a deixarem a propaganda e abraçarem a realidade:

 

O que dói ao António (se não for um mero cão de fila do senhor Globalsemão Bilderberg) é que Israel é a nação mais antiga do Mundo, e continua a existir, apesar de ser a mais fustigada da História, alvo de gente como o António, o Stalin, o Hitler, o Haman, o Maomé e tantos outros que tentaram extinguir os judeus.
Os antissemitas, não podendo matar Deus, matam os judeus, o povo mais pequenino do Mundo, o último a quem Deus propôs ser o porta-estandarte do monoteísmo, e o único que aceitou.
Israel continuará a existir. Não por mérito dos judeus, que são apenas gente como qualquer outra gente. Mas porque Deus assim quer. Os Antónios, os Stalins, os Hitleres, passam. Israel fica.
E como Deus não dorme, os adeptos das Trevas terão o devido pagamento pelo Mal que propagam. Até ao último tostão. Lembre-se disso, António, quando chegar a hora de se encontrar com o seu Criador.



Israel - o primeiro Estado indígena do mundo moderno

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Viral: 'Orcs' molestam criança em parque infantil

Nota: Neste caso não consumaram, mas só no Reino Unido, em 10 anos os "orcs" estupraram 1 milhão de crianças.

 Um exemplo:

Migrante muçulmano viola menina em idade escolar em “ataque sexual vil” com duração de mais de 30 minutos


FRANÇA: Muçulmanos adultos filmam-se molestando sexualmente uma criança chinesa num parque infantil
- BARE NAKED ISLAM



Legendas (verificadas por falantes de Francês) mostram os homens rindo e dizendo ordinarices, enquanto a criança chora, antes de conseguir fugir.

EU Times - A Polícia francesa tem tentado encobrir o incidente removendo todos os vestígios deste vídeo para impedir que ele se espalhe online. Não há nada gráfico sendo mostrado, mas os comentários dos assediadores são repugnantes. Sobre tudo o que se sabe é que aconteceu na França em um parquinho infantil. A menina parece não ter mais de 4 ou 5 anos e o cara que filmou foi um dos muçulmanos que encurralou a garota.


 

O vídeo deve desaparecer em breve do Youtube:

Infelizmente, a tradução do vídeo é 100% precisa, como foi confirmado pelo nosso correspondente francês.

- Tu veux ma bite dans ta tèche? (Tu queres o meu car**** na tua c*** ?)

- J'vai te baiser maintenant arrête de pleurer. (Vou-te f ****, agora pára de chorar.)

Ele então parece citar o Alcorão.

 Camião de escravas sexuais infantis chega ao mercado:


É o Islão.

Não é que haja apenas muçulmanos com estas "ideias". Infelizmente não é assim. A diferença é que, enquanto todos os sistemas jurídicos do mundo condenam o abuso sexual de crianças, o Islão permite o casamento com meninas a partir de 1 ano de idade e  aprova a escravatura sexual (nomeadamente a de crianças).
Uma pequena amostra, só do nosso blogue, que nem é especializado nisto:

Pedofilia: pedra angular do Islão

"Noiva" de 8 anos morre nas "núpcias"

Obama reconheceu pedofilia como parte do Islão

Menina de onze anos prefere morrer a casar

"Escrava desflorada, vende-se, idade 13. Corpo: magro, alto. Preço: 9,000 dólares"

ISIS - Escravas sexuais de 1 ano a 172 dólares 

Os Jovens Leões do Califado ("As crianças, pá")

Leu o post anterior?


"Regresso de mulheres ligadas ao grupo Estado Islâmico levanta dúvidas jurídicas"

Pois bem. Uma das coisas que habitualmente ouvimos, é: "As mulheres são terroristas, não devem vir, mas as crianças, pá...".
Aqui vai um exemplo (entre MILHARES, frisamos sempre) das "crianças, pá":

VÍDEO DO ISIS: Menino muçulmano britânico de quatro anos ‘Jihadista Junior’ faz explodir 4 pessoas dentro de um carro, enquanto grita "ALLAHU AKBAR! VAMOS MATAR OS INFIÉIS!".

 

O menino britânico Isa Dare, 4 anos, aperta o botão que explode quatro homens desarmados
Jay Akbar para Mailonline:

Isa Dare, filho da muçulmana convertida Grace "Khadija" Dare, do sudeste de Londres, aperta o botão que explode quatro supostos espiões sentados num carro branco atrás dele.





Em pé triunfante ao lado dos restos carbonizados do carro, a mão erguida para o céu, o garoto grita: "Allahu Akbar".

É a segunda vez que o menino, que sofreu uma lavagem cerebral depois de sua mãe o ter levado para a Síria há três anos, apareceu num dos vídeos de propaganda dos extremistas.

NOTA: O vídeo acima foi banido do Youtube e de outras redes sociais, mas ainda pode ser visto no site do Mailonline. Quando se digita Isa Dare, Grace "Khadija" Dare ou outras palavras-chave para este vídeo, o Youtube oferece-nos o habitual branqueamento do terrorismo e da terrorista mãe deste menino, que também está em vias de regressar. O avô do menino também foi entrevistado:

O Mailonline conta a história. Grace Dare era uma jovem cristã britânica. Começou a frequentar a mesquita e passado algum tempo partiu para a Síria, onde se juntou ao ISIS e criou o seu filho nos mesmos princípios:


Há milhares, muitos milhares, talvez milhões de "Jovens Leões do Califado", que estão prestes a regressar, com as suas mães terroristas e os seus pais terroristas. Porque "as crianças, pá".
Não incluímos aqui imagens explícitas dos "Jovens Leões do Califado" a executarem "infiéis", geralmente por decapitação. Muitas destas crianças desempenharam funções de carrascos.
Os pais, ou foram de vez, ou têm andado, durante anos, entre as "férias" na jihad e as estadas cá na Europa, pagos pela segurança social, pelos contribuintes europeus.
Enquanto as nossas crianças são educadas para amar o próximo, as crianças deles são ensinadas a matar as nossas.

 



Etc., etc., etc., etc., etc. ...

"Regresso de mulheres ligadas ao grupo Estado Islâmico levanta dúvidas jurídicas"


O título deste post é o de um artigo do OBSERVADOR, que ajunta:

"Portugal, como outros governos europeus, prepara o regresso de mulheres e crianças que se encontram nos campos de detenção de 'jihadistas', mas a operação levanta muitas dúvidas".
Enlouquecemos. Estamos oficialmente loucos. Mas onde é que TERRORISTAS podem levantar outras "dúvidas jurídicas" senão a pena de morte, a prisão perpétua, ou, na melhor das hipóteses, ficarem o mais longe possível das pessoas que juraram matar?
Elas e eles foram para lá de livre vontade matar infiéis. Nunca se arrependeram nem se renderam. Se tivessem regressado vitoriosos teria sido para nos exterminarem: 


Os países dhimmi (submissos ao Islão) na Europa está a recebê-los de volta.

Quando perguntada sobre o que elas acham das decapitações, elas citam o que o Alcorão diz: "Cortem-lhes os pescoços, cortem-lhes as pontas dos dedos. É isso o que fizemos, decapitar é uma Sunnah do Profeta".
 Para ajudar a tirar as "dúvidas", veja o que pensam estas mulheres:

Muçulmanas do Estado Islâmico no campo de refugiados dos EUA: "Queremos sair do campo para que possamos combatê-los novamente"

 

A repórter sénior da Al-Arabiya Network, Rola Al-Khatib, entrevistou integrantes do ISIS e seus filhos, no acampamento de Al-Hol para mulheres estrangeiras que eram membros do ISIS.
O campo é um dos três administrados pela Administração Civil das Forças Democráticas da Síria (SDF) apoiadas pelos EUA. As mulheres estão vestidas de preto da cabeça aos pés, o rosto e as mãos estão cobertos, muitos dos olhos das mulheres também estão cobertos. As mulheres falam com Al-Khatib de dentro do acampamento, atrás da cerca.
Segundo Al-Khatib, “as mulheres começaram a atirar-nos pedras. Fomos informados de que elas queimaram a tenda de uma mulher que tirou a cobertura do rosto. A nossa segurança não poderia ser garantida se entrássemos no campo, então nós conduzimos as entrevistas por trás da cerca”,

Al-Khatib diz que, embora estas mulheres se tenham entregue às Forças Democráticas da Síria, “elas ainda seguem o caminho e a ideologia do ISIS. Uma das mulheres do ISIS disse que queria sair do campo para combater o regime sírio novamente.
Quando perguntada sobre o que elas acham das decapitações, uma integrante do ISIS disse o que o Alcorão diz: “'Cortem-lhes os pescoços, cortem-lhes as pontas dos dedos. Foi isso que fizemos, a decapitação é uma Sunnah do Profeta”.
Outra mulher disse: "Lamentamos não ficar em Al-Baghouz para morrer em nome de Alá". As mulheres dizem que nem todas querem voltar para os seus países de origem, algumas desejam permanecer na Síria e continuar a lutar.

Outra mulher disse: "Ouça, não nos veja como monstros ou bárbaros, não. Nós não somos bárbaros e o Islão é bom. [...] Nós lutamos contra aqueles que lutam contra Alá e o Seu Profeta ...”.
As mulheres disseram a Al-Khatib que se os seus maridos fossem mortos, elas casariam novamente porque não poderiam permanecer na “Terra da Jihad” sem um guardião masculino.
Uma das mulheres disse que a sua mãe foi quem a deixou no aeroporto na sua viagem para a Síria e ela continua a encorajá-la a ser firme e vitoriosa e pede que ela não retorne às terras infiéis.
Al-Khatib conversou com Abdullah, de 10 anos, filho de uma das mulheres, que veio do Uzbequistão. Abdullah diz que não foi autorizado a combater em Al-Baghouz por medo de ser baleado. Ele disse a Al-Khatib que tinha treinado com armas Kalashnikov. A reportagem foi para o ar em 16 de Abril de 2019.

Clique aqui para ver este clip na
TV MEMRI
NOTA: O MEMRI é o Instituto de Monitorização dos Media do Médio Oriente. Todos os clipes e notícias do site foram extraídos dos meios de comunicação dos países da região.


"Tirem-nos daqui para continuarmos a lutar. Alá vai castigar os infiéis"


"Cortem-lhes os pescoços e as pontas dos dedos" 

Peço a Alá para me conservar na terra da Síria. Nós esperamos o al-Mahdi"

Nota: O al-Mahdi é o Messias dos muçulmanos, que eles esperam que venha ajudá-los a liquidar de vez judeus e cristãos e estabelecer o Islão em todo o Mundo.

 "Treinaste com armas" - pergunta a repórter ao menino de 11 anos.

Ele responde: "Sim".

domingo, 28 de abril de 2019

San Diego: os rostos e a alma das vítimas

As pessoas justas perecem. Os que seguem Deus morrem antes de serem velhos, e ninguém parece preocupar-se, ninguém pergunta porque é que acontece assim. Ninguém parece dar-se conta de que é afinal Deus que os está a livrar da calamidade. Porque, os que amam Deus, morrendo, repousarão em paz.


As vítimas do Massacre de Pittsburgh, em Outubro de 2018. O autor do massacre, Robert Bowers, tinha como lema, expresso nos seus tweets e nas suas páginas das redes sociais:
 "os judeus são filhos do diabo"

Lemos atentamente o manifesto do terrorista de San Diego, que entrou numa sinagoga este sábado e disparou sobre as pessoas que lá se encontravam. As mesmas velhas acusações de que os judeus conspiram na sombra para dominar o mundo. Provas, nem uma. Apenas ódio e declarações de amor a pessoas como Adolf Hitler.
Ainda assim, fizemos um post respondendo às actuais acusações dos neo-nazis, e dos antissemitas em geral, contra os judeus:

San Diego: CARTA ABERTA AOS NEO-NAZIS



John Earnest, o terrorista, afirma que "os judeus querem acabar com as pessoas brancas". No seu longo manifesto não consta uma única prova de tão grave acusação.

Pessoas como John Earnest, nunca precisaram de provas para fazerem acusações contra os judeus e para passarem à acção, eliminando-os fisicamente.
Que distância, entre as descrições fantasiosas que Earnest faz dos judeus, como demónios sombrios e traiçoeiros, e os seres humanos que ele alvejou, reunidos na sinagoga para festejarem o encerramento da Páscoa...
Ele, o auto-proclamado Homem Branco, moralmente superior aos judeus e a todas as "raças", entra numa sinagoga e atira sobre pessoas indefesas, incluindo crianças.
Os judeus, os "maus", os "inferiores", arriscam a vida e dão a vida para salvar outras vidas:
  
Lori Kaye deu a vida para salvar o rabino



Conta o World Israel News: O rabino Yonah Fradkin, director-executivo do Chabad do Condado de San Diego, anunciou em comunicado que Lori Kaye, 60 anos, de Poway, foi morta no ataque mortal a uma sinagoga Chabad no sábado.

De acordo com relatos da Imprensa após o tiroteio, uma amiga da vítima, Audrey Jacobs, explicou que Kaye saltou para a frente do rabino Mendel Goldstein "para levar a bala por ele e salvar-lhe a vida".
A vítima mortal deste acto terrorista deu a sua vida para salvar o guia espiritual da sua comunidade (foto abaixo), que ficou ferido e teve vários dedos amputados .
Que diferença entre a ideia que os antissemitas fazem dos judeus e quem os judeus na realidade são. Provavelmente nem nunca viram um judeu, e pintam-nos com as cores da imaginação perturbada.
Eu já vi alguns judeus desde que colaboro neste blogue. São pessoas como as outras, nem melhores nem piores, nem são todos iguais entre eles. Posso assegurar que são seres humanos, não têm cornos nem nada.

Podemos ler no Breaking Israel News: A sinagoga estava cheia, com aproximadamente 100 fiéis no momento do tiroteio, devido a uma celebração de Páscoa. Um anúncio na página da sinagoga no Facebook convidou a comunidade para um serviço especial de Páscoa que incluiu o Yizkor (um serviço comemorativo daqueles que morreram) e uma festa especial realizada no final da Páscoa chamada Seudat Mashiach (Festa do Messias). E também para a bênção sacerdotal em que os descendentes de Aarão abençoam Israel com paz.

"O que é terrivelmente irónico é que, quando o atirador entrou na sinagoga, os fiéis estavam a orar pelos seus entes queridos falecidos e ouviam os cohanim locais (sacerdotes) entoar a bênção Aharónica que culmina numa oração pela paz", disse o rabino Tuly Weisz de Israel. . "O Seder celebra a nossa redenção passada, enquanto a refeição final é celebrada em antecipação a Mashiach e à próxima redenção. No próximo ano em Jerusalém!".
O atirador disparou pelo menos dez tiros de um espingarda automática estilo AR-15, mas uma tragédia maior foi evitada por um agente da Polícia de Fronteiras que estava de folga e se encontrava na sinagoga.
 

Família israelita ferida no ataque na Califórnia buscou refúgio dos mísseis do Hamas nos EUA

  
Almog Peretz, de 34 anos, ficou ferido ao salvar as crianças.

Relata o World Israel News: Duas das pessoas feridas pelo atirador que irrompeu na sinagoga Chabad este sábado na Califórnia deixaram a cidade israelita de Sderot após terem sobrevivido aos mísseis de Gaza que destruíram as suas casas.

Durante o ataque, Almog Peretz, de 34 anos, salvou heroicamente várias crianças, ao retirá-las do santuário, quando John Earnest, de 19 anos, entrou e começou a atirar. Ele usou a sua experiência com os constantes ataques de mísseis desde Gaza contra a sua cidade natal israelita, para reagir tão rapidamente. 
 

"Isto é triste, mas eu sou originalmente de Sderot, então estamos habituados a ser alvejados por mísseis Kassam", disse Peretz ao Canal 12 de Israel, no Centro Médico Palomar Poway, onde recupera de uma ferida de bala na perna.


 Noya Dahan, de 8 anos, foi alvejada. Na opinião do terrorista e de muita gente, esta criança merece morrer, apenas por ter nascido no povo judeu.

A sua sobrinha, Noya Dahan, de oito anos, foi ferida por estilhaços no rosto e numa perna. Embora o cirurgião do centro médico de Poway tenha dito que todos os feridos estão a "recuperar dos seus ferimentos", ela foi transferida para um hospital infantil para observação durante a noite.

O pai de Noya disse à Rádio Israel que transferiu a sua família para a Califórnia há alguns anos, depois de a sua casa em Sderot ter sido atingida por vários bombardeamentos vindos de Gaza ao longo dos anos, tendo a família ficado ferida num deles. 

"Nós viemos do fogo para o fogo", disse ele, acrescentando: "Isto pode acontecer em qualquer lugar. [Mas] somos fortes ”.

Este incidente, embora muito mais sério, não foi a primeira vez que sua família experimentou o anti-semitismo nos EUA, explicou, relatando um incidente no qual a sua casa na Califórnia foi pintada com suásticas.




É muito tentador, quando a vida não nos corre bem, ou quando vemos as imperfeições do Mundo, arranjar bodes expiatórios. Os judeus, nem que seja por hábito adquirido, continuam a servir para descarregar os maus fígados. 
Actualmente, a extrema-esquerda ataca furiosamente os judeus, acusando-os de serem todos uns capitalistas malvados, e a extrema-direita faz o mesmo, acusando-os de serem todos uns comunistas malvados.
A onda de antissemitismo voltou e está para durar. Os media (que dizem que são controlados pelos judeus, Ah, Ah!) lideram o festim de ódio:


Neo-nazi de 19 anos ataca sinagoga em San Diego

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