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sábado, 11 de maio de 2024

PALAESTINA Ex Monumentis Veteribus Illustrata

Neste famoso livro, já em 1695, um especialista verificou pessoalmente que a Palestina (assim era o nome da região geográfica onde fica Israel, tal como nós vivemos na Península Ibérica, que não é nem nunca foi um país)  era povoada por uma maioria de judeus.

Este livro foi escrito em Latim. Em 1695, Hadriani Relandi descrevia o que então era chamado de Palestina.

Hadriani Relandi foi geógrafo, cartógrafo, viajante, filólogo, conhecia várias línguas europeias, árabe, grego antigo, hebraico.

Ele visitou quase 2.500 assentamentos mencionados na Bíblia.

Ele fez um censo populacional por assentamentos.

Aqui estão as principais conclusões e alguns factos:

* O país está principalmente vazio, abandonado, escassamente povoado, a maior parte da população está em

Jerusalém, Akko, Tsfat, Jaffa, Tveria e Gaza.

* A maior parte da população é judaica, quase todos os demais são cristãos, muito poucos muçulmanos, principalmente beduínos.

* A única exceção é Nablus (hoje Shchem), onde aproximadamente 120 pessoas de uma família muçulmana.

Natsha conta aproximadamente 70 "shomronims" (samaritanos).

 


 Israel (a amarelo) e o mundo islâmico (a encarnado).


domingo, 11 de junho de 2023

Há 56 anos

Foto histórica de soldados das forças especiais israelitas, junto ao Kotel (Muro das Lamentações), na Jerusalém recém-libertada, faz hoje 56 anos:

Em 11 de Junho de 1967, a Guerra dos Seis Dias entre Israel e os países árabes vizinhos, terminou oficialmente quando um cessar-fogo mediado pela ONU entrou em vigor. Israel, contra todas as probabilidades, derrotou as quatro nações árabes que atacaram o minúsculo Estado judeu, protegendo assim todos os cidadãos de Israel, judeus e não judeus.

 


As pessoas que repetem a propaganda antissemita dos media (quase todos dominados pelo dinheiro das potências islâmicas e por jornaleiros esquerdistas), bem ganhariam em estudar a História, em vez de regurgitarem alarvidades tais como as dos "territórios ocupados" ou da "Palestina". 

De qualquer forma, por muito que chorem e berrem, NUNCA MAIS os judeus serão desterrados da Terra Santa, que é pequenina mas da qual eles são o povo nativo. 

 


MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

sexta-feira, 19 de maio de 2023

Libertação de Jerusalém – Quando o Céu Alterou o Curso da História

 


Não há maneira racional de explicar as notáveis circunstâncias que levaram à libertação da Cidade Velha de Jerusalém em 1967.
Este pequeno vídeo, produzido por World Mizrachi especialmente para Yom Yerushalayim, o aniversário da libertação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, destaca as reviravoltas políticas e militares totalmente inesperadas que guiam o épico e histórico retorno à Cidade Santa pela primeira vez em quase dois milénios.

Uma vez que todas as tentativas diplomáticas falharam, Israel não teve escolha a não ser defender-se, já que o pequeno país estava cercado por inimigos com a intenção de o destruir.

Foi um dos fenómenos mais inesperados e inexplicáveis da História da Guerra. Como o falecido rabino Joseph B. Soloveitchik, um dos maiores líderes espirituais do século 20, explicou na época: “O destino divino bateu à porta”.




quinta-feira, 27 de abril de 2023

75 anos da Restauração da Independência de Israel

 

Navio Cheio de Sobreviventes do Holocausto Canta Hatikva em 1945

O ano é 1945 e um navio chamado "Unafraid", cheio de sobreviventes do Holocausto de Buchenwald, acaba de ser informado de que serão presos por tentarem entrar em Israel, então ocupado pelos ingleses. Os passageiros saem do esconderijo, levantam a bandeira de Israel e cantam Hatikva, o futuro hino nacional do Estado judeu:


Parabéns, Israel!


Abençoarei os que te abençoarem
e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem;
e por meio de ti
todos os povos da terra
serão aben­çoados".

Génesis, 12:3


Coro de igreja na África do Sul canta o hino nacional de Israel, HaTikvah.



quarta-feira, 30 de novembro de 2022

75 anos da independência de Israel (Árabes recusaram ter um Estado)

Há 75 anos, em 29 de Novembro de 1947, o Estado judeu renasceu na sua terra ancestral. Os árabes, por sua vez, recusaram criar um Estado… (os “palestinos” não existiam na época) 


(8 de Dezembro de 1947) As Nações Unidas chegaram a uma decisão sobre a partição da Palestina e os Estados judeu e árabe foram delineados. No dia seguinte, o povo judeu celebrou nas ruas de Jerusalém, mas nos dias seguintes os árabes começaram a fazer tumultos e saques.


 

O renascimento de uma nação 
Em 29 de novembro de 1947, um sonho de 2.000 anos tornou-se realidade: um estado judeu nasceu na sua pátria ancestral. Naquele dia, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 181 e adoptou um plano para dividir o Mandato Britânico em dois Estados, um judeu e um árabe. 
Tendo governado a região desde 1917, o Reino Unido anunciou o fim, em Fevereiro de 1947, do seu mandato. A Comissão Especial nomeada pela Assembleia Geral recomendou a criação de dois Estados distintos, um Estado judeu e um Estado árabe, que estariam ligados numa união económica, ficando a área Jerusalém-Belém sob administração internacional.

As fronteiras propostas estavam longe do que a comunidade judaica esperava e deixaram-na sem acesso a lugares de grande significado histórico e religioso. No entanto, os líderes judeus responderam positivamente à proposta internacional, cientes do carácter histórico desta oportunidade: foi a primeira vez em 2.000 anos que o povo judeu teve a chance de renovar a sua soberania sobre a sua terra natal. Os líderes judeus também esperavam que o plano da ONU ajudasse a encontrar uma solução para pacificar a região.
A Resolução 181 foi adoptada pela Assembleia Geral da ONU em 29 de novembro de 1947, com 33 países votando a favor, 13 países votando contra e 10 países se abstendo. Essa votação histórica foi seguida de um entusiasmo inigualável no rádio entre os judeus de todo o mundo, pois a feliz notícia levou milhares de pessoas para dançar e comemorar nas ruas do novo estado. 
A Resolução 181 foi veementemente rejeitada pela população árabe local e pelos Estados árabes. Negando o direito do povo judeu à autodeterminação, os países árabes declararam abertamente a sua intenção de impedir, por todos os meios, a criação de um Estado judeu. Uma onda de ataques violentos foi lançada contra a população judaica e quando Israel declarou a sua independência em 14 de Maio de 1948, cinco exércitos árabes invadiram o novo Estado naquela mesma noite, buscando a sua aniquilação. Israel venceu o que hoje é chamado Guerra da Independência, mas pagou um preço alto: 1% da população total perdeu a vida.
A população árabe do território também sofreu com a recusa árabe em aceitar o plano de partição. Cerca de 700.000 pessoas ouviram apelos para fugir de seus líderes ou partir depois de se envolverem nos combates. Os árabes que permaneceram tornaram-se cidadãos israelitas plenos com direitos iguais para todos, enquanto os seus irmãos foram mantidos em condição perpétua de refugiados pelos seus anfitriões árabes, para servir como peões no conflito político com Israel.

Durante esse tempo, 800.000 judeus foram expulsos dos países árabes e encontraram refúgio em Israel, onde construíram um novo lar.

No final da guerra, o Egipto assumiu o controle da Faixa de Gaza e a Jordânia anexou a "Cisjordânia" (Judeia e Samaria). Nenhum dos dois países considerou adequado estabelecer um Estado "palestino" no território que controlariam por 19 anos até à Guerra dos Seis Dias em 1967.
Israel tornou-se membro das Nações Unidas em 11 de Maio de 1949 e permaneceu um Estado democrático com direitos iguais para todos desde a sua criação.

A relevância da Resolução 181 hoje  
A Resolução 181 da Assembleia Geral permanece relevante até hoje por três razões principais:

A Resolução 181 confirmou o reconhecimento da comunidade internacional em 1922 de que o povo judeu merecia o seu próprio Estado – um Estado judeu – na sua terra natal.

A resolução pede a criação de dois Estados para dois povos – judeu e árabe – entre o Mediterrâneo e o Jordão, cada um satisfazendo as aspirações nacionais das suas respectivas populações. Esta proposta continua a ser a posição de Israel nas negociações de paz. Um Estado "palestino", portanto, só poderia ser estabelecido hoje por meio de compromisso e reconhecimento mútuo.

A recusa da população árabe de aceitar a Resolução 181 provou que eles não estavam interessados ​​em criar o seu próprio Estado se isso significasse aceitar a existência de um Estado judeu. Essa resistência ao reconhecimento do direito de existência de um Estado judeu permanece no centro do conflito.

 

Resumo da votação da Assembleia Geral sobre a Resolução 181, 29 de Novembro de 1947

Adoptado na 128ª sessão plenária: 
A favor: 33 Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, República Socialista Soviética da Bielorrússia, Canadá, Costa Rica, Checoslováquia, Dinamarca, República Dominicana, Equador, França, Guatemala, Haiti, Islândia, Libéria, Luxemburgo, Holanda, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Filipinas, Polónia, Suécia, República Socialista Soviética Ucraniana, União da África do Sul, Estados Unidos da América, URSS, Uruguai, Venezuela. Contra: 13 Afeganistão, Cuba, Egipto, Grécia, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia Saudita, Síria, Turquia, Iémen. Abstenções: 10 Argentina, Chile, China, Colômbia, El Salvador, Etiópia, Honduras, México, Reino Unido, Jugoslávia.

(...)

Traduzido de:



É claro que nenhuma quantidade de informação chega para quem baseia as suas opiniões no mais puro ódio.  
Além do mais, ser contra Israel é uma causa sancionada pela moda vigente. Dá razão de viver e traz sentimento de pertença e de virtude.



terça-feira, 13 de agosto de 2019

Jerusalém: Vem aí o Terceiro Templo



Na sequência de:



A propósito do Tisha b'Av, o dia do luto pelo Templo Sagrado, a chegar, abordamos a importância de Jerusalém, e neste caso, do Templo e do Monte do Templo - o ponto focal de Jerusalém.

O Primeiro e Segundo Templos ficavam situados em Jerusalém, no Har Habayit, o Monte do Templo, conhecido como o Monte Moriah em toda a Bíblia. Hoje, uma famosa mesquita da cúpula de ouro ocupa o local.
Ao contrário do conceito popularmente generalizado, o Templo Sagrado era muito mais do que uma sinagoga. Era o centro de toda a vida judaica, tanto espiritual como material. Do Sumo Sacerdote e do Tribunal Superior às lojas e cambistas ao longo do seu passeio exterior, o Templo Sagrado foi o coração da vida judaica em Jerusalém e, por extensão, do mundo inteiro.

Pesquisa arqueológica revela os Templos em Jerusalém:

 

De acordo com a tradição judaica, a criação do mundo começou a partir do Monte do Templo. Além disso, Deus usou a Terra do Monte do Templo para criar Adão e Eva. De acordo com alguns relatos, os primeiros sacrifícios oferecidos por Noé depois de desembarcar da Arca foram no Monte do Templo. Foi também o local da Akeida, o sacrifício-teste de Isaque no altar por seu pai, Abraão, a mando de Deus.
Na verdade, esse evento ocorreu na "rocha" que pode ser vista hoje na mesquita conhecida como Domo da Rocha.
A Bíblia diz-nos que o Primeiro Templo foi construído em 957 ante da Era Comum, pelo Rei Salomão. Antes desse tempo, as pessoas podiam oferecer sacrifícios a Deus em qualquer momento e lugar, mesmo no seu próprio quintal. Uma vez que o Templo foi concluído, tornou-se proibido oferecer sacrifícios em qualquer outro lugar

O Templo substituiu o Tabernáculo do deserto



O Templo Sagrado (cortesia Instituto do Templo)


O Templo substituiu o Tabernáculo, a sinagoga portátil que acompanhou o povo judeu durante os seus 40 anos a vaguear no deserto, bem como na Terra de Israel até o Templo ser construído. O primeiro templo foi destruído pelos Babilónios em 586 AEC..
De acordo com o Livro de Ezra, a construção do Segundo Templo foi autorizada pelo Rei Ciro e começou em 538 AEC, após a queda do Império Babilónico no ano anterior. Foi completado 23 anos depois, no terceiro dia de Adar, no sexto ano do reinado de Dario, o Grande (12 de Março de 515 AEC). A cerimónia de dedicação foi liderada pelo governador judeu Zorobabel. O pátio principal tinha 13 portões dos quais um dava para o Templo e o Monte do Templo.
O Segundo Templo foi quase destruído em 332 AEC, quando os judeus se recusaram a reconhecer a deificação de Alexandre, o Grande da Macedónia. Alexandre foi supostamente "parado na sua raiva" à última hora por alguma diplomacia e lisonja astuta.
Após a morte de Alexandre, em 13 de Junho de 323 AEC, os Ptolomeus vieram a dominar a Judeia e o Templo. Sob os Ptolomeus, os judeus receberam muitas liberdades civis, apesar de viveram sob seu domínio. No entanto, quando o exército ptolemaico foi derrotado por Antíoco III dos Selêucidas em 198 AEC, esta política mudou. Antíoco queria helenizar os judeus. Uma rebelião seguiu-se e foi brutalmente esmagada, mas nenhuma outra acção de Antíoco foi tomada.

Rebelião judaica contra Antíoco III
Antíoco Epifânio IV imediatamente adoptou a política anterior de seu pai, de helenização universal. Os judeus rebelaram-se novamente e Antíoco, em fúria, retaliou em força.

A palha que quebrou as costas do camelo para o povo judeu foi quando Antíoco proibiu a observância do Sábado e a circuncisão. Além disso, quando Antíoco erigiu uma estátua de Zeus no Templo e os sacerdotes helénicos começaram a sacrificar porcos (o sacrifício usual oferecido aos deuses gregos na religião helénica), a ira dos judeus começou a estalar. Quando um oficial grego ordenou a um sacerdote judeu que realizasse um sacrifício helénico, o sacerdote, Matatias, matou-o.


A violência muçulmana contra os visitantes judeus e cristãos está no Monte do Templo é permanente. (Foto: veooz.com)

Em 167 AEC, os judeus levantaram-se em massa guiados por Matatias e seus cinco filhos, para lutar e ganhar a liberdade e a emancipação da autoridade Selêucida. O filho de Matatias, Judas Macabeu, rededicou o templo em 165 AEC, e os judeus celebram este evento até hoje como uma parte importante do festival de Chanucá.
Durante a ocupação romana da Judeia, o Templo permaneceu sob o controle do povo judeu. Mais tarde, foi destruído pelos romanos em 70 EC durante o cerco de Jerusalém. Durante a última revolta dos judeus contra os Romanos, em 132-135 EC, Simon bar Kokhba e o rabino Akiva queriam reconstruir o Templo, mas a revolta do bar Kokhba falhou e os judeus foram banidos de Jerusalém.
Após a conquista muçulmana de Jerusalém no século 7, o califa Umayyad Abd al-Malik ibn Marwan ordenou a construção de um santuário islâmico, conhecido hoje como o Domo da Rocha, no local do Templo. O santuário está no monte desde 691 AEC.
A que é conhecida como Mesquita Al-Aqsa, aproximadamente do mesmo período, também fica no pátio do Templo. 

NOTA DO TRADUTOR: A Mesquita de Al-Aqsa não fica nem jamais ficou em Jerusalém.

O Monte do Templo, juntamente com toda a Cidade Velha de Jerusalém, foi capturado à Jordânia por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias, permitindo que os judeus mais uma vez orassem no seu local mais sagrado desde 1948.
Serviço tradicional em grande parte inalterado desde os tempos do Templo
Grande parte do serviço tradicional judaico da manhã, especialmente o Shema e o Shemoneh Esrei (a oração devocional silenciosa), mantém-se praticamente inalterado desde o culto diário no Templo. Além disso, o Shemoneh Esrei tem um novo significado em que corresponde e lembra a oferta diária do Templo.
O Templo Sagrado é mencionado extensivamente nos serviços ortodoxos, incluindo:

- Recitação diária de passagens Bíblicas e Talmúdicas relacionadas com os sacrifícios realizados no Templo;


- Referências à restauração do Templo e cultos sacrificiais nos três dias Shemoneh Esrei;


- Apelo à reconstrução e restauração do Templo em vários pontos em cada um dos três serviços diários;
e
- Recitação do Salmo do dia - o Salmo cantado pelos levitas no Templo para aquele dia durante o serviço diário da manhã.

Judaísmo ortodoxo: reconstruindo o Templo
O judaísmo ortodoxo acredita no futuro edifício de um Terceiro Templo e na retomada das oferendas, embora haja desentendimento sobre como a reconstrução deve ocorrer. A maioria das autoridades rabínicas acredita que a reconstrução do Templo só deve ser realizada pelo Messias na era messiânica, embora alguns acreditem que o povo judeu deveria reconstruir o seu próprio Templo. De acordo com outro ensinamento, Deus mesmo enviará o Templo Terceiro, e Final, do céu.
Bem conhecido pelas suas posições polémicas sobre a soberania judaica sobre o Monte do Templo, o rabino Shlomo Goren, rabino-chefe do IDF (e depois rabino-chefe do Estado de Israel) após a captura do Monte em Israel em 1967, começou a organizar a oração pública para os judeus no local.  

Em 15 de Agosto de 1967, o rabino Goren liderou um grupo de 50 judeus no Monte do Templo. Lutando contra os guardas muçulmanos e contra a polícia israelita, eles realizaram um serviço de oração.  

O rabino Goren continuou a rezar por muitos anos num prédio com vista para o Monte do Templo, onde realizou serviços de festividades anualmente. O seu pedido para o estabelecimento de uma sinagoga no Monte do Templo foi posteriormente reiterado pelo seu cunhado, o Rabino Chefe de Haifa, Shear Yashuv Cohen.

Pelo rabino Ari Enkin



United With Israel, hiperligações no original. 

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https://unitedwithisrael.org/br/