Mais um polícia europeu assassinado em nome do Islão. Os Pulhígrafos não devem tardar aí, a provar por A + B que o assassino não era muçulmano, que o polícia se suicidou e que a Bélgica nem existe.
Ataque islamista em Bruxelas: um polícia morto à facada, o suspeito gritou "Allah Akbar".Ele tinha anunciado no dia anterior o seu desejo de matar polícias, mas foi libertado pela Justiça
A Bélgica está de luto no dia seguinte ao ataque com faca que tirou a vida de um jovem policial nesta quinta-feira à noite em Bruxelas.Este jovem policial é Thomas Monjoie, um jovem de 29 anos de Donceel que viveu na região de Liège por vários anos.
Thomas tinha um irmão gémeo e uma irmã.Ele era músico, baterista e teve aulas no Atelyé de Waremme. Tinha trabalhado na indústria de catering antes de mudar de emprego e se tornar polícia há alguns anos.
Uma patrulha interveio após o ataque e neutralizou o suspeito.Ele foi levado ao hospital, onde morreu devido aos ferimentos.
(Se tivesse sido em Israel, já haveria por aí aí histeria e condenações internacionais, porque os polícias abateram o pobre terroristazinho)
Segundo as nossas informações, o atacante, Y.M., nascido em 1990, consta do Common Data Bank (BDC), classificado pela OCAM (Coordinating Body for Threat Analysis), na categoria “extremistas potencialmente violentos”.Segundo fontes policiais, ele apresentou-se numa Polícia em Evere no início do dia a fazer ameaças.
Note que, no cumprimento do novo código jornalístico de protecção ao islamismo, as autoridades só divulgam as iniciais do terrorista.
Vários meios de comunicação relatam que o homem que atacou a polícia supostamente gritou "Allahu Akbar", mas a promotoria não pode confirmar ou negar neste momento.De acordo com nossas informações, a pista terrorista está a ser considerada.
“Uma das nossas patrulhas foi atacada por um homem armado com uma faca”, disse a zona policial de Bruxelas-Norte. “Os dois agentes então pediram reforços. Um polícial de outra patrulha usou a sua arma de fogo para neutralizar o agressor. Os dois inspectores feridos e o agressor foram levados ao hospital. O Ministério Público de Bruxelas foi informado dos factos”, disse a zona policial.
Bruxelas: uma cena incrivelmente violenta filmada no metro de Bruxelas.Um transeunte é esfaqueado com uma faca na frente de todos (vídeo) Um vídeo circulando nas redes sociais mostra um homem atacando com uma faca uma pessoa caída no chão.A promotoria de Bruxelas não está comenta.
Ninguém faz nada, é claro! Se alguém se atrever a defender as vítimas arrisca ser preso por "racismo e islamofobia".
A senhora Merkel, os governos de Esquerda, o Papa, a União Europeia e a ONU adoptaram a política das fronteiras abertas (vulgo islamização do Mundo Livre).
Obedecendo a uma longa tradição, muitos europeus culpam os judeus pela invasão islâmica da Europa. Os governos europeus, a UE e a ONU assumem a importação de muçulmanos, mas muita gente culpa "os judeus".
Dizem que "os judeus mandam os muçulmanos invadir a Europa". Não é a essas pessoas que nos dirigimos; é a quem tem algumas células cerebrais ou honestidade.
apresentamos neste post imagens do Carnaval belga que insiste nos estereótipos da propaganda antissemita.
Os inteligentes do costume, sem saberem sequer de que se trata, dirão de imediato que "Atão mas ist' agora é proibido brincar com os judeus?".
Claro que não se trata de "brincar". É que Carnavais destes precederam o Holocausto e o que está aqui em causa é apenas o aproveitar do Carnaval para fazer (ainda mais) propaganda antissemita.
Além, de que se trata apenas de propaganda antissemita, NINGUÉM na Europa de hoje se atreveria fazer qualquer graça que pudesse desagradar aos muçulmanos.
Talvez os foliões de Aalst pensem que com estas demonstrações de antissemitismo ficam ao abrigo do terrorismo islâmico. É o que vemos na Europa, os nativos a adaptarem-se à cultura dos invasores.
A Bélgica, que já sofre tanto com o terrorismo e o supremacismo dos colonos muçulmanos, descarrega nos judeus. Nada de novo. Os bodes expiatórios servem para tudo.
Carnaval antissemita alemão da década de 30. A História repete-se.
O notório Carnaval na Bélgica apresentou novamente estereótipos judaicos, apesar da condenação generalizada em 2019.
Por Associated Press via UNITED WITH ISRAEL O desfile do Carnaval de Aalst incluiu representações estereotipadas de judeus pelo segundo ano consecutivo e o governo belga disse que o antissemitismo no festival de três dias embaraçava a nação e colocava em risco a sociedade. O Carnaval foi retirado da lista de património imaterial da UNESCO no ano passado, depois de um carro alegórico repleto de símbolos antissemitas ter recebido condenação em todo o mundo. Apesar de todas as advertências, este ano voltaram a atacar os judeus.
O presidente de Aalst,Christoph D'Haese, com um folião.
"Embora
o Carnaval da Aalst seja muito mais do que isto, estes factos prejudicam
os nossos valores e a reputação do nosso país", afirmou a primeira-ministra
Sophie Wilmes em comunicado. No início desta semana, Israel pediu
à Bélgica que desistisse dos motivos antissemitas no Carnaval de Aalst. No entanto, um grupo
no domingo andou pelo desfile vestido como insectos, com exagerados chapéus de pele
usados por alguns judeus ultraortodoxos.
O presidente do comité
do festival, Dirk Verleysen disse que carros alegóricos ou indivíduos
"que excedam todos os limites" da decência seriam retirados do desfile,
mas elementos ofensivos apareceram.
Wilmes sugeriu que as autoridades verificassem se poderiam agir.
“A
Bélgica é um Estado de Direito. Cabe ao Departamento de Justiça e às
autoridades interessadas verificar se os eventos durante o Carnaval
estão a violar a Lei. ”
Ele disse que estereótipos que
estigmatizam “levam à divisão. Põe em perigo a sociedade.
Especificamente quando se trata de acções repetidas e conscientes.”
O
presidente do município de Aalst, Christoph D'Haese, que foi criticado por tomar
medidas insuficientes após a acção ofensiva do ano passado, chamou Wilmes (...) e acrescentou que "eu não vi um desfile antissemita
ou racista. Pelo contrário, eu vi uma grande massa de liberdade de
expressão e criatividade.” Ele tirou um tempo para posar com um folião
do Carnaval usando um nariz estereotipado em forma de gancho.
O
rabino-chefe Pinchas Goldschmidt, presidente da Conferência dos Rabinos
Europeus, rebateu a opinião de D'Haese e disse que “a parada satírica
com estereótipos caluniosos antissemitas em Aalst, Bélgica, é extremamente ofensiva e
abusa do poder da liberdade de expressão, que é um ingrediente tão essencial em qualquer democracia liberal."
DOIS VÍDEOS DO FESTIVAL ANTISSEMITA:
O escritório da UE do Comité Judaico Americano solicitou imediatamente à União Europeia que investigasse o desfile.
"As
autoridades belgas não fizeram nada para impedir as demonstrações antissemitas,
que claramente violam os valores fundamentais da UE, baseados nas
lições do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial", disse Daniel
Schwammenthal, director do Instituto Transatlântico da AJC em Bruxelas. A
esmagadora maioria das mais de 75 entradas oficiais na 92ª edição do
desfile poderia ter tratado qualquer tema, desde as políticas da câmara municipal
até ao Brexit ou às mudanças climáticas globais, mas destacaram novamente
o tema que causou tanto tumulto.
Grupos de Carnaval
afirmam que o seu festival de três dias tem o direito de zombar de tudo. Mas mesmo o presidente da
Flandres belga do norte, onde o festival é realizado, alertou contra
insultos ou zombarias excessivas.
Um carro alegórico denominado
“Tribunal de Aalst” satirizava o que é aceitável como humor e tinha três bonecos, cada um com algumas representações estereotipadas de
um judeu, um muçulmano e um padre católico romano. Alguns grupos menores
também contavam com estereótipos judaicos para as suas apresentações.
O
Carnaval na cidade industrial de Aalst tem as suas raízes na Idade Média e
geralmente apresenta carros alegóricos satíricos que visam os
políticos locais e os poderosos.
As festividades do ano passado exibiram um carro alegórico com judeus com características exageradas em cima de sacos de dinheiro.As caricaturas recordavam a propaganda antissemita da Idade Média e da Alemanha nazi.
Aalst é um dos Carnavais mais famosos da Europa e geralmente é uma celebração de humor e sátira desenfreados e sem restrições.Políticos, líderes religiosos e ricos e famosos são incansavelmente ridicularizados durante o festival de três dias antes da Quaresma Católica Romana.
A UNESCO, grupos judaicos e a UE condenaram o carro do ano passado como antissemita, com a UE dizendo que evocou visões da década de 1930.
POST-SCRIPTUM
Entretanto, chegou-nos mais esta, de Espanha; alguém achou boa ideia homenagear os 6 milhões de judeus (que foram mais de 8 milhões) assassinados no Holocausto, usando um desfile de Carnaval:
A intenção é boa, mas não é uma boa ideia. Como não seria uma boa ideia homenagear assim as vítimas dos massacres do Ruanda, as vítimas do Comunismo soviético, chinês ou norte-coreano, e toda e qualquer pessoa assassinada pelos regimes tirânicos deste mundo. Sobretudo quando há ainda tantos sobreviventes que perderam familiares e amigos nessas tragédias.
Toda a argumentação sobre "sentido de humor" e "é Carnaval, ninguém leva a mal", cai por terra ante a evidência de que NINGUÉM NA EUROPA SE ATREVERIA A SATIRIZAR O ISLÃO, por muito que seja Carnaval.
A Bélgica tem sido varrida por ataques terroristas islâmicos, mas quem eles odeiam é aos judeus, o eterno saco de pancada de todas as frustrações.
Desfile antissemita da Bélgica ridiculariza judeus como insectos
"Este tipo de antissemitismo lembra alguns dos momentos mais sombrios do passado da Europa", disse o rabino Pinchas Goldschmidt, presidente da Conferência dos Rabinos Europeus.
Imagens perturbadoras surgiram no domingo do Carnaval anual de Aalst, na Bélgica, mostrando um número impressionante de temas, roupas, exibições e declarações antissemitas.
O jornalista israelita Raphael Ahren documentou pessoas vestidas como caricaturas de judeus ortodoxos, um falso "muro das lamentações" que atacava os críticos do desfile, e personagens e bonecos flagrantemente antissemitas, vestindo roupas tradicionais judaicas e narizes enormes.
Há também um vídeo de participantes vestidos com imitações exageradas de roupas usadas por judeus hassídicos com pernas de insecto presas ao seu torso. (Nota do Tradutor: contamos fazer mais uma postagem a mostrar as imagens).
O rabino Pinchas Goldschmidt, presidente da Conferência dos Rabinos Europeus, condenou a marcha numa declaração dizendo: “O cortejo satírico com calúnias antissemitas em Aalst, na Bélgica, é extremamente ofensivo e um abuso do poder da liberdade de expressão, que é tão ingrediente essencial em qualquer democracia liberal". "O pior é que este tipo de antissemitismo é um lembrete de alguns dos momentos mais sombrios do passado da Europa: não víamos judeus rotulados com uma estrela de David amarela desde os anos 30", disse ele.“Não podemos fingir que estas imagens são algum tipo de brincadeira ou não causam medo.Simplesmente não é aceitável que líderes mundiais, como o Rei da Bélgica, declarem 'nunca mais' há uma semana e depois permaneçam alheios quando esses símbolos aparecerem nas ruas apenas algumas semanas depois”. "Após os protestos internacionais do ano passado contra motivos antissemitas no Carnaval de rua de Aaalster ... os organizadores deveriam ter percebido que esses motivos antissemitas contribuem precisamente para o ressurgimento do antissemitismo na Europa", afirmou Goldschmidt. O embaixador de Israel nas Nações Unidas, Danny Danon, também condenou a marcha e a sua "demonização do povo judeu". Como o Algemeiner relatou na quinta-feira, este Carnaval é um evento anual enraizado desde os tempos medievais e foi reconhecido em 2010 pela UNESCO - a agência cultural e educacional da ONU - como pertencente à "Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade". No ano passado, esse status foi revogado, devido ao que a UNESCO condenou como uma "repetição recorrente de representações racistas e antissemitas".
O último desfile de Carnaval, em Março de 2019, incluiu um carro alegórico com duas figuras gigantes de judeus religiosos, representados como caricaturas com cachos laterais e narizes grandes, sentados em grandes sacos de dinheiro. Outro carro alegórico apresentava dançarinos usando toda a parafernália do Klu Klux Klan, enquanto outros bonecos em exibição zombavam grosseiramente dos negros. Dezenas de foliões foram vistos usando “blackface”. Os Carnavais anteriores incluíram um carro alegórico que mostrava indivíduos vestidos como oficiais das SS nazis ao lado de judeus ortodoxos, com uma exibição de cartuchos rotulados como "Zyklon B" - o gás venenoso usado pelos nazis no campo de extermínio de Auschwitz.
A mulher belga que convidou grupos de imigrantes ilegais para acamparem no seu jardim, agora (2 anos depois!) lamenta a sua decisão. Não consegue que eles saiam, após incidentes de violência e agressão.
Neonnettle - A família Simon-Hody permitiu que os imigrantes acampassem no seu jardim por quase dois anos na cidade de Spy.A maioria dos migrantes estava a caminho do Reino Unido, e usou o jardim como última paragem.
Mas depois de uma série de incidentes, a família esquerdista decidiu que não queria lá os migrantes, segundo o Sudinfo.
O acampamento improvisado ter-se-ia deteriorado tanto que a família parou toda a ajuda aos migrantes, alegando que o álcool e a violência fizeram com que o acampamento se tornasse ainda mais perigoso.Um membro da família disse: "Já não nos sentíamos seguros".
O acampamento foi divulgado pelo site Breitbart em Abril, quando os vizinhos da família começaram a expressar preocupação com a presença dos migrantes, alguns exigindo que a Polícia os removesse completamente.
Améline, a mulher que convidou os ilegais, expressou satisfação na altura, argumentando que, embora respeitasse a Polícia, não permitiria que os agentes entrassem na sua propriedade privada, onde 100 migrantes estavam hospedados - embora ela tenha notado que se sentia "exausta".
Os migrantes são alimentados, abrigados e limpos por Améline e a sua família."Tentamos fazer o melhor possível, limpa-mo-los ... andamos sempre atrás deles, mas não é fácil para nós, estamos a começar a ficar exaustos", disse Améline.Enquanto pelo menos um vizinho ajuda a Améline, vários outros exigem que a Polícia aja e remova os imigrantes ilegais da aldeia, com um morador argumentando que o acampamento cheira terrivelmente no Verão.
Via:
COMENTÁRIO
1. Não se pense que este caso é inédito.
Há muitos, por toda a Europa ocidental. Achámos este engraçado e decidimos dar-lhe destaque apenas porque, ao contrário de tantos outros, não houve (ainda) consequências graves. Outros esquerdistas, insuflados de superioridade moral, acabaram decapitados pelos seus hóspedes.