quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Trump: Futuro pertence aos patriotas, não aos globalistas

Este post fica na nossa secção



Os me(r)dia estão de cabeça perdida. Donald Trump continua a dizer as VERDADES evidentes, algo que nestes tempos de politicamente correcto é altamente mal visto.
Nas televisões portuguesas, o Presidente da República de Portugal está a ser apresentado como o Dono da Virtude, que bateu o pé ao Papão Trump, ao promover o globalismo na assembleia geral da ONU.
Temos uma pequena secção dedicada a esse lamentável moço de recados da Nova Ordem Mundial que dá pelo nome de MARCELO REBELO DE SOUSA.



O nosso futuro pertence aos patriotas, não aos globalistas

O presidente Donald J. Trump fez hoje um discurso importante perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, traçando um futuro próspero para os países do mundo todo - baseado no fortalecimento dos cidadãos e no respeito pela soberania nacional.

 


“O futuro não pertence aos globalistas - o futuro pertence aos patriotas. O futuro pertence a nações soberanas e independentes que protegem os seus cidadãos, respeitam os seus vizinhos e honram as diferenças que tornam cada país especial e único”, afirmou o presidente.

ENTENDA, DE UMA VEZ POR TODAS, O QUE É AFINAL O GLOBALISMO, DE QUE TANTO SE FALA:

 

Da Newsletter da Casa Branca:
Os Estados Unidos são hoje um excelente exemplo do sucesso que pode ser obtido quando um país começa a concentrar-se no bem do seu próprio povo.
Antes da posse do presidente Trump, muitos líderes em todo o mundo, inclusive o nosso, gastavam grande parte do seu tempo e energia atendendo às opiniões de outras elites globais. Perdidos na confusão deste concurso de popularidade estavam os interesses da classe trabalhadora que construiu este país. Os empregos eram terceirizados e um punhado cada vez menor de pessoas de dentro do Sistema ficou mais rico às custas de todos os outros.

"O globalismo exerceu uma influência religiosa sobre os líderes anteriores, fazendo com que eles ignorassem os seus próprios interesses nacionais", disse o presidente Trump.

É uma história diferente agora, pois os EUA testemunharam um renascimento económico centrado em políticas pró-crescimento e pró-trabalhadores, como cortes históricos de impostos, desregulamentação e reforma comercial. O presidente Trump lembrou hoje aos líderes mundiais que os resultados dessa agenda estão a valer a pena para aqueles que foram deixados para trás anteriormente.
“Os salários estão a subir. Os rendimentos estão a aumentar. E 2,5 milhões de americanos foram retirados da pobreza em menos de três anos”, afirmou Trump.

Ao longo do discurso de hoje, Trump defendeu a aplicação de abordagens semelhantes para as questões mais prementes do nosso tempo. Todas essas ideias têm uma coisa importante em comum: colocam os interesses do povo americano em primeiro lugar.



    Combate ao comércio desleal: antigos acordos comerciais que terceirizaram os nossos empregos estão a ser descartados, substituídos por outros mais justos - como o USMCA, que reformula o NAFTA - que dão aos nossos trabalhadores condições equitativas
    Protecção das liberdades individuais: os Estados Unidos estão a liderar o caminho na promoção da liberdade como uma questão de direitos humanos em todo o mundo, incluindo a defesa do papel económico das mulheres nas nossas sociedades.
   Combate aos defensores das fronteiras abertas: Acções sem precedentes estão a ser tomadas para interromper a imigração ilegal e pôr fim ao contrabando humano de uma vez por todas. 
    Responsabilização do Irão: o Presidente Trump pediu aos líderes mundiais que se unam aos Estados Unidos para enfrentar o Irão, o principal patrocinador mundial do terrorismo. 
    Promoção de um Hemisfério Ocidental livre: a América está com o povo da Venezuela, e os eventos que ocorrem lá devem lembrar a todos que o socialismo acaba sempre por conduzir à pobreza e ao autoritarismo.


Construir um futuro melhor começa em casa. É uma mensagem simples que o presidente Trump incentivou os seus colegas líderes mundiais a abraçar desde o início. Se o projecto americano for seguido - colocando os cidadãos antes da classe dominante e defendendo a soberania democrática sem hesitação - a verdadeira prosperidade nunca estará muito atrás.


É por isto que os me(r)dia estão em pânico, tentando (ainda mais) denegrir a acção de Trump. Povo feliz é o maior inimigo da Esquerda.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Justin Trudeau, um racista recalcado



Justin Trudeau, o Primeiro-Ministro do Canadá, é daquelas pessoas que não valem a tinta que se gasta a escrever uma linha sobre elas. Raramente falamos deste promotor da jhad global, e quando fazemos é com o dedo no nariz.
É um daqueles lunáticos islamófilos neo-esquerdistas que poderia bem andar mascarado  nas manifestações dos Antifa. Em vez disso, por via do papá Pierre Trudeau ex-Primeiro-Ministro do Canadá, deu consigo mascarado de Primeiro-Ministro do Canadá.

Justin Trudeau/Narciso, perdidamente apaixonado por si mesmo.


Justin Trudeau é um verdadeiro Narciso encarnado (e vermelho também) e  tem envergonhado regularmente o seu país, mascarando-se de tudo e mais alguma coisa.
À nulidade que é como político e ser humano, Trudeau junta uma vaidade incontrolável que o leva a fazer as mais tristes figuras. As danças "Bollywood" que tem protagonizado fazem corar quem assiste: 



Estão agora a aparecer publicamente testemunhos de que as mascaradas são um velho hábito do Justin. E nem sempre são do melhor gosto. No Liceu mascarou-se Harry Belafonte para cantar o célebre "Banana Boat" e para isso pintou a cara de preto:

Pintar a cara de preto para imitar africanos denomina-se em Inglês"blackface". 
Os media, sempre amigos da Esquerda, tentam aliviar a coisa,  cunhando o termo "brownface" (cara castanha) que, estranhamente, é considerado menos ofensivo do que "blackface" (cara negra)...
Aqui podemos ver e ouvir Harry Belafonte, cantando o  "Banana Boat" original:


Pintar a cara de preto para interpretar figuras de origem africana é considerado de mau gosto por diversas razões. 
Quando a música jazz se popularizou, havia clubes que não contratavam músicos negros, optando por músicos brancos de cara pintada de preto.
No Reino Unido, o "Black and White Minstrel Show" esteve na TV de 1958 a 1978, apresentando actores brancos de cara pintada de preto - e reforçando estereótipos das pessoas negras como pouco inteligentes, preguiçosas, sexualmente insaciáveis, etc., etc.:



A escolha do Justin (um homem que chama racista a toda a gente) foi bastante questionável, mas ele era jovem, estava no Liceu. 
Eis que aparece então mais um conjunto de fotos de Justin Trudeau com 29 anos (já um homenzinho) mascarado de árabe numa festa com o tema Mil e Uma Noites. 
Para além do óbvio mau gosto, o nosso amigo Trudeau (um homem que chama machista a toda a gente e canta as maravilhas do movimento #MeToo) pode ser visto a pôr a mãozinha marota no peito da sua parceira de foto:



Justin Trudeau posando com dois sikhs, embaraçados com o racista.
 
Como se a coisa não fosse suficiente, aflorou agora um vídeo do Trudeau, outra vez de cara preta, dentro de uma jaula, com uma t-shirt com desenhos de bananas, um falso pénis gigante, a fazer carantonhas e momices, numa alusão à lamentável analogia entre pessoas africanas e macacos:



Como as pessoas começam a perguntar-se quantas vezes Trudeau se mascarou de africano com a cara preta, ele deu uma conferência de Imprensa declarando que "não se lembra de quantas foram". Devem ter sido mais que estas três vezes, portanto.
Três observações sobre este caso:
1 -  Se se tratasse de um político conservador, estava frito. Se fosse o Trump, haveria neste momento manifestações globais a exigir a demissão. Como é um esquerdista islamófilo, está desculpado.
2 - Este caso é bem ilustrativo de quem são, afinal, os racistas. As pessoas de esquerda, regra geral, têm os  africanos e os afro-descendentes em muito fraca consideração. Nesta série de entrevistas de rua, Amy Horowitz recolhe opiniões de esquerdistas norte-americanos que pensam que os "pretinhos" não sabem ler, não são capazes de tratar do bilhete de identidade, em suma: são umas crianças grandes que precisam do amparo dos beneméritos esquerdistas brancos:

3 - Justin Trudeau tem importado milhões de colonos muçulmanos hostis para o Canadá, de modo a ter votos que assegurem a sua reeleição. Trudeau tem desculpado a criminalidade e os ataques terroristas islâmicos no Canadá e no Estrangeiro, pagando até subvenções vitalícias aos terroristas. Por serem muçulmanos. 

Aqui podemos ver Trudeau em algumas visitas a mesquitas, mascarado, como é seu timbre: 

Na nossa secção CANADÁ damos alguns pequenos exemplos da islamização do Canadá promovida por Trudeau, um racista perturbado que projecta nos outros os seus conflitos interiores.

Detestamos malhar em quem está por baixo, mas não deixa de ser poético que Justin Trudeau, o Grande Pai Branco dos Muçulmanos, dos Comunistas, das Mulheres, dos Gays e de todos os oprimidos imaginários, que Trudeau, o Deus da Nova Era do Politicamente Correcto, esteja agora metido nesta alhada. Assim haja gente a abrir os olhos e a ver quem são, afinal, os racistas.


POST SCRIPTUM

Como Israel está a salvar os recifes de coral


Pesquisadores israelitas projectam recifes de coral em 3D para substituir os danificados 
'Louvai a Deus, vós que estais na Terra, todas as criaturas marinhas, das profundezas do oceano'. Salmos 148: 7 
Os recifes de coral estão em perigo em todo o mundo. Os pesquisadores israelitas encontraram uma maneira diferente de os salvar. Cientistas da Universidade Ben-Gurion do Negev, em Beersheba, e do Instituto de Tecnologia de Haifa, desenvolveram vários corais artificiais impressos em 3D que poderão tornar-se novos habitats. Em alguns casos, os peixes até os preferiam aos corais naturais. 


Como resultado das mudanças climáticas, causas naturais e actividade humana (particularmente a colheita de corais para aquários) os recifes de coral em todo o mundo estão a passar por um processo contínuo de deterioração. 
A pesquisa, publicada no The Design Journal, focou-se em encontrar maneiras de criar corais artificiais feitos de bioplásticos. Eles experimentaram diferentes materiais, cores, tamanhos e formas com base num modelo de coral natural digitalizado. 



Embora outros projectos de substituição de recifes estejam em andamento em todo o mundo, incluindo o Recife Tamar no Golfo de Eilat, por pesquisadores da BGU (Universidade Ben-Gurion, Israel), esta iniciativa é a primeira a focar-se na reprodução precisa de corais que simulam a estrutura e a funcionalidade dos corais vivos naturais. Esses atributos incluem o fluxo de água em torno das estruturas dos corais, tamanhos específicos que se ajustam à diversidade de espécies de peixes e proximidade com os alimentos (plâncton). 
O estudo faz parte de uma colaboração entre a equipa da BGU liderada pelo Prof. Nadav Shashar do Programa de Biologia Marinha e Biotecnologia da BGU e o Laboratório de Design e Tecnologia liderado pelo Prof. Ezri Tarazi no Instituto Technion.


As alterações climáticas estão a afectar o sincronismo na reprodução dos corais - Times of Israel.

O laboratório de Shashar está focado em abordar questões fundamentais relacionadas com a forma como os animais percebem, comunicam e interagem dentro do seu ambiente físico. Os pesquisadores estão especialmente interessados ​​nas interacções entre seres humanos e natureza e nos efeitos socioeconómicos da conservação e restauração de habitats marinhos, incluindo recifes de coral. 
No estudo, os pesquisadores israelitas usaram ferramentas de design 3D para scanear colónias de corais naturais e depois manipular estrutural e espacialmente as varreduras para imprimir as artificiais. 
Os pesquisadores trabalharam com vários materiais diferentes e numa variedade de impressoras para alcançar os modelos 3D. Por fim, eles instalaram quatro formas diferentes de corais impressos em várias cores. O objectivo era examinar o que faz um "bom lar" e qual o desenho preferido dos peixes. 
Depois de os abrigos terem sido impressos em 3D, foram instalados num recife na costa nordeste do Mar Vermelho e perto do Instituto Interuniversitário de Ciências Marinhas, em Eilat. 
Os biólogos marinhos de Shashar mergulharam continuamente nos locais de pesquisa durante vários meses e rastrearam a colonização dos modelos por peixes que ocorrem naturalmente. Os peixes não apenas aceitaram prontamente os corais impressos em 3D, como também preferiram alguns desenhos e cores aos corais vivos naturais. "Ficámos surpreendidos ao descobrir que a cor importava", disse Shashar. 
"Os humanos não levam em consideração as cores externas de uma casa ao decidir comprar uma, talvez porque possam repintá-la. Os peixes, por outro lado, indicaram que a cor do seu potencial novo lar era um factor decisivo. As espécies de peixes que conseguem ver cores mostraram uma clara preferência por abrigos coloridos em vez de aborrecidos”. 


Shashar observou que as observações e intervenções do designer foram importantes durante o processo de validação do conceito. Ao entender o processo de impressão 3D e os materiais utilizados, os designers puderam rapidamente encontrar soluções para os problemas que surgiram durante o processo. 
No seu próximo estágio de estudo, os pesquisadores querem projectar grandes unidades de recife em vez de corais únicos. 
"Queremos entender o que faz com que algumas estruturas funcionem melhor do que outras", disse Shashar. “A nossa abordagem destaca o potencial de enfrentar os desafios ambientais por meio do design. Usando ferramentas e métodos de design digital, podemos ajudar o esforço global a encontrar melhores práticas futuras para proteger e restaurar os recifes de coral que estão a ser rapidamente aniquilados”.
Um novo conceito, “Design Centrado na Natureza”, de acordo com Tarazi, resume a sua abordagem para esses enormes desafios. "Nenhuma disciplina sozinha pode enfrentar esses desafios", concluiu Shashar. “Existe uma clara necessidade de colaboração interdisciplinar. Provámos que a incorporação de designers no tratamento de questões biológicas urgentes é benéfica e pode servir de modelo para incorporar o pensamento do design para tratar de questões biológicas e sustentar a natureza”.

Via:




Enquanto os malvados dos judeus salvam os recifes do coral, os bonzinhos dos árabes torturam animais acusando-os de serem "Sionistas".
Os árabes acusam regularmente diversos animais são regularmente de serem "Sionistas",  pelo que aguardamos as acusações contra estes corais.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Vídeo: Mais um judeu ortodoxo atacado no Brooklyn




Um judeu hassídico foi atacado na terça-feira às 22 horas, por vários afro-americanos no bairro de Williamsburg no Brooklyn. Os agressores não foram presos.
https://worldisraelnews.com/watch-african-americans-assault-orthodox-jew-in-brooklyn/?utm_source=MadMimi&utm_medium=email&utm_content=Netanyahu%27s+Likud+Trails+by+1+with+90_+of+Votes+Counted%3B+Netanyahu%3A+We+Will+Block+Anti-Zionist+Coalition+with+Arabs%3B+Arab+List+May+Endorse+Gantz&utm_campaign=20190918_m154081033_Netanyahu%27s+Likud+Trails+by+1+with+90_+of+Votes+Counted%3B+Netanyahu%3A+We+Will+Block+Anti-Zionist+Coalition+with+Arabs%3B+Arab+List+May+Endorse+Gantz&utm_term=_0D_0A_09_09_09_09_09_09_09_09_09_09Watch+Now_0D_0A_09_09_09_09_09_09_09_09_09



Mais um caso. Já caiu na rotina. Estamos prestes a assistir a mais uma época de "caça ao judeu" por parte da comunidade afro-descendente dos Estados Unidos. Da última vez que isso aconteceu, as autoridades não mexeram uma palha. Desta vez será pior, infelizmente. Os jovens afro-descendentes são o grupo de convertidos ao Islão que mais cresce nos Estados Unidos.

Epidemia global de 'eco-ansiedade' atinge crianças


Como é do conhecimento geral, a esquerda eco-fascista está agora a usar as crianças na sua causa. Exigem a paralisação de toda a actividade industrial, a proibição dos combustíveis fósseis e o controlo populacional através da eugenia (eliminação física de pessoas - porque, segundo eles, "há gente a mais, e isso é mau para o planeta").
Segundo o discurso dos eco-fascistas, se não saltarmos imediatamente todos para a Idade da Pedra, o mundo acaba dentro de meia-dúzia de anos. Há décadas que o anunciam e a profecia não se cumpre, o que prova que são uns aldrabões. 
As crianças estão a ser vítimas de lavagem cerebral, obrigadas a faltar às aulas para ir às manifestações, e aterrorizadas como a MENTIRA do "aquecimento global antropogénico".
Estão a criar uma geração de doentes. CONFIRA:


Enquanto está a ler esta postagem, os seus filhos estão a ser levados ao desespero com a ALDRABICE do aquecimento global antropogénico.
Vamos lá:
EPIDEMIA DE CRIANÇAS TRATADAS POR 'ECO-ANSIEDADE' POR CAUSA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


Via:
https://www.breitbart.com/environment/2019/09/17/epidemic-of-kids-treated-for-eco-anxiety-over-climate-change/
Hiperligações no artigo original

Um número crescente de crianças está a ser tratado por causa de um terror avassalador da "destruição ambiental", enquanto os alarmistas do clima espalham o medo de um desastre climático iminente, informou o Daily Telegraph.
"Protestos de grupos como o Extinction Rebellion, os recentes incêndios na Amazónia e os avisos apocalípticos da adolescente activista Greta Thunberg, provocaram um 'tsunami' de jovens que procuram ajuda", informou o correspondente científico do Telegraph na segunda-feira.
"Muitos pais estão a procurar terapia para os filhos e a tendência aumentou muito neste Verão", disse a psicoterapeuta Caroline Hickman, da Climate Psychology Alliance (CPA).
"Os sintomas são os mesmos [da ansiedade clínica], os sentimentos são os mesmos, mas a causa é diferente", disse ela. "O medo é da destruição ambiental - que todos nós vamos morrer".
Um aumento no trauma psicológico sobre o aquecimento global não deve surpreender, uma vez que os alarmistas do clima vêm intencionalmente ampliando a rectórica sobre um apocalipse ambiental iminente.
Como o Breitbart News relatou, os activistas estudaram a resposta emocional das pessoas às expressões climáticas e propositadamente seleccionaram a terminologia que provoca a reacção mais forte.
"Em vez de 'mudança climática', os termos preferidos são 'emergência climática, crise ou colapso'.
"A expressão 'mudança climática', por exemplo, parece bastante passiva e gentil quando aquilo de que os cientistas falam é uma catástrofe para a Humanidade", disse Katharine Viner, editora-chefe do Guardian e firme defensora do iminente apocalipse climático.
"Cada vez mais, cientistas e organizações do clima da ONU estão a alterar a sua terminologia e a usar uma linguagem mais forte para descrever a situação em que estamos", disse ela.
Até o Papa Francisco tem adoptado uma rectórica mais forte para descrever o que ele vê como uma emergência climática em todo o mundo.
Na sua recente Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, o Papa empregou a linguagem apocalíptica incentivada pelos alarmistas climáticos.
Os seres humanos causaram "uma emergência climática que ameaça gravemente a natureza e a própria vida", disse ele, pedindo "medidas drásticas" para combater o aquecimento global.
Visto que os activistas tentam assustar as pessoas e encorajam-nas a tornarem-se guerreiros ecológicos, não é surpresa que as crianças sofram psicologicamente como resultado, uma vez que não possuem as habilidades de pensamento crítico necessárias para separar os factos da propaganda. Quando ouvem que o mundo está a acabar ou que a civilização humana tem apenas dez anos para existir, as crianças tendem a acreditar.
A Climate Psychology Alliance afirmou que drogas psiquiátricas foram administradas a algumas crianças que se queixam de eco-ansiedade. O grupo está agora a pressionar pelo reconhecimento oficial da eco-ansiedade como um fenómeno psicológico.
Em 2017, a American Psychological Association divulgou um relatório reconhecendo o impacto da eco-ansiedade e solicitando mais pesquisas sobre as consequências das mudanças climáticas para a saúde mental.
Hickman disse que os pais devem aprender a usar linguagem mais gentil ao conversar com os seus filhos sobre o aquecimento global.
"O que você não quer é que a criança entre em colapso ou num poço de depressão, dizendo 'qual é o sentido de ir para a universidade' ou 'qual é o sentido de fazer os meus exames', como já ouvi crianças dizerem", afirmou Hickman.


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Soldados israelitas resgatam cachorrinhos maltratados em Gaza


Via:


Uma das características do Islão é a extrema crueldade para com os animais. As Forças Armadas e a Polícia de Israel arriscam frequentemente vidas humanas para salvar animais dos maus tratos dos maometanos. Neste caso entrarem mesmo em Gaza para salvar cachorrinhos torturados e atirados para o lixo. Mas os maus são os judeus. E os bons são os maometanos.




Também é interessante verificar que as pessoas e as associações dedicadas à protecção dos animais não têm uma única palavra para condenar as atrocidades islâmicas cometidas contra os animais. Os mesmos cidadãos que pedem a pena de morte para toureiros e aficionados têm acesso de cólera desvairada quando se lhes mostra como o Islão trata os animais.

Visite a nossa pequena mas ilustrativa secção

ANIMAIS 

Os queridos "palestinos" em especial, adoram torturar animais, acusando-os de serem Sionistas:

O tristíssimo caso das "hienas sionistas"



11 de Setembro - Manhã, Tarde e Noite

Este mês dedicamos especial atenção ao 11 de Setembro, início da actual jihad global:

MANHÃ

Toda a gente se lembra do que estava a fazer a 11 de Setembro de 2001. 

A cada aniversário de ataques terroristas "importantes", os jihadistas fazem questão de comemorar. As Polícias e Forças Armadas do Mundo Livre entram sempre em alerta vermelho. É o caso, por exemplo, do 11 de Março, data da famosa chacina islâmica de Madrid.



"Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas na derrocada de dois prédios em Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Foi na zona Leste do Bairro de Harlem e antes da derrocada houve uma explosão seguida de incêndio" - Al Público  (também conhecido como a Al-Jazeera portuguesa)

8 da manhã, café da esquina, bicas a sair em ritmo de hora de ponta. Toda a gente comenta as ameaças do ISIS, da Al-Qaeda e de outros grupos islamistas, de assinalarem o aniversário do 11 de Setembro com mais terrorismo:

- Então, já se sabe alguma coisa?

- Ainda é cedo...

- Mas "ELES" ameaçaram.

- Ameaçam sempre, não é...

- Ai, Deus queira que não haja nada!

Não há qualquer referência à autoria e ao mobile destes ataques, que iniciaram a presente jihad (guerra santa muçulmana), a qual, passados 18 anos, vai assim:



35614 ataques terroristas desde 11 de Setembro de 2001 até 11 de Setembro de 2019, que marcou o quatrocentésimo aniversário da derrota islâmica às Portas de Viena e o início do Jihad Global actual.
Só em Agosto de 2019: 155 ataques, 734 mortos, 1176 feridos, 13 ataques suicidas, 27 países atingidos.
O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, quando as mentalidades eram diferentes das actuais. Eles estão em guerra connosco. Nós oferecemos-lhes abraços e flores.


Lista permanentemente actualizada do site:

Número incontável de vítimas. Decapitações, estupro colectivo, escravatura, escravatura sexual, raptos, tortura, profanação de artefactos sagrados e templos de outras religiões, execuções em massa, bombas, bombistas suicidas, espancamentos, esfaqueamentos, canibalismo, enterramento e incineração de pessoas vivas, amputações, crucificações, etc., etc., etc.. 
Não temos tempo nem espaço para mostrar tudo. Mas há quem tente mostrar tudo quanto pode. Por exemplo:

LEI ISLÂMICA EM AÇÃO 

TARDE
11 de Setembro: lágrimas para os "infiéis", celebração para os maometanos:







"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf






"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf
À hora de  almoço, os noticiários lembram a tragédia. Nem uma referência à autoria e ao mobile destes ataques.
Na TV, finalmente, vai-se vendo alguma coisa deste horror, mas só desde que o ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) começou a publicar as decapitações de "infiéis" e a ser impossível negar que o Iraque e a Síria já eram, que parte do Norte de África também já era, e que já ameaçam a Europa (a começar por Portugal e Espanha). 

Os irmãos muçulmanos Malik e Barack Obama.  Na foto da esquerda podemos ver o tesoureiro da jihad global com a famosa ècharpe dos terroristas «palestinos», que tem a inscrição "JERUSALÉM, ESTAMOS A CHEGAR".



No Iraque e na Síria, o Estado Islâmico chacina sistematicamente os cristãos, yazidis, curdos, e muçulmanos da seita "errada". São gente como nós. Não são "números" nem "notícias".

Toda esta catástrofe teve o contributo do muçulmano Obama, que retirou as tropas norte-americanas do Médio Oriente (após baixas inéditas, graças à incúria presidencial), que deixou material de primeira qualidade aos jihadistas, que financiou e armou organizações terroristas como a Irmandade Muçulmana e o Free Syrian Army, que libertou os terroristas detidos em Guántanamo Bay, que mandou retirar todas as alusões ao terrorismo islâmico dos manuais de Defesa interna e externa dos Estados Unidos, que permitiu a instalação de regimes fundamentalistas islâmicos nos países de onde os EUA se têm retirado, que se está nas tintas para o massacre de norte-americanos às mãos dos islamistas (vide Benghazi), que teve o seu gabinete cheio de membros da organização terroristas supremacista Irmandade Muçulmana, e que liderou a Jihad contra Israel. Entre outras malfeitorias.
O deus Obama - durante o seu mandato presidencial - declarou que o Estado Islâmico, não só não existe, como não é islâmico.
18 anos de terrorismo islâmico islâmico diário. 18 anos de negação. E continua! 
E agora, o medo paralisante. A Europa sente que o Califado está a porta. E já vê as patrulhas-sharia nas ruas:




Pelas ruas das cidades europeias, bandos de muçulmanos já se constituíram em polícia religiosa, como as que existem nos seus países de origem. A Polícia, propriamente dita, já foge deles. As ruas, as escolas, a política, estão nas mãos deles. 


O mundo islâmico alastra de dia para dia. os muçulmanos vêem o Califado Global cada vez mais perto. Por incúria ou cumplicidade, Obama é o homem ideal para eles. P.S. - Não se esqueça de procurar Israel ( a grande potência "expansionista" que ameaça e oprime o mundo muçulmano) no mapa.

NOITE

A Europa caminha passos largos para a islamização, quer pela via demográfica, quer pela via militar.  
1 em cada 6 franceses (?) apoia o califado Global. 1 jihadista em cada 3 é "francês" de origem magrebina.


Há quem argumente que os terroristas islâmicos não compreendem o Islão.  Para além de que estão a cumprir o que o seu livro sagrado determina e o seu profeta exemplificou, essa questão é capaz de ser um bocadinho secundária para quem é chacinado...

Ingénuos, os europeus e os ocidentais em geral, prodigalizam ao Islão gestos de "apaziguamento" - que eles interpretam como medo. Brevemente, se nada for feito, a Europa irá parar ao século VII muçulmano, de onde o Islão nunca saiu.
Arquivamos na nossa secção

Postagem republicada do Amigo de Israel 1.0, que se mantém actualíssima.

Logo após o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001, os muçulmanos tomaram as ruas (aqui é na celebrada Gaza) para comemorar, como se vê:



Rapaziada simpática...

O primeiro HERÓI do 11 de Setembro

Este mês dedicamos especial atenção ao 11 de Setembro, início da actual jihad global:


A primeira vítima do 11 de Setembro, um ex-oficial do IDF (Forças de Defesa de Israel), foi um herói
Daniel Lewin, cidadão israelita e ex-oficial das Forças Armadas, foi a primeira vítima dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. Foi morto a bordo de um dos aviões, após ter tentado lutar contra os sequestradores.

Daniel serviu por quatro anos nas Forças de Defesa de Israel, na Sayeret Matkal, unidade de combate de elite do IDF. Deixou o Exército após alcançar a patente de capitão, graduou-se pelo Instituto de Tecnologia Technion, em Haifa, e recebeu uma bolsa de estudo para iniciar os estudos de pós-graduação em Filosofia no MIT. Enquanto esteve no MIT, ajudou a descobrir algoritmos inovadores para permitir aos sites lidarem com o tráfego intenso. Vários sites deixam de funcionar quando têm tráfego intenso e ele descobriu como distribuir o tráfego entre vários servidores. Co-fundou a Akamai Techonologies, que teve clientes como a Microsoft, Yahoo, Google e Apple.

Daniel Lewin tinha 31 anos, era casado, pai de dois filhos, tinha uma carreira militar, académica e profissional brilhantes. Era um homem digno e bom. Morreu a tentar salvar os inocentes que iam a bordo.


Na manhã de 11 de Setembro de 2001, Daniel estava sentado no assento 9b da classe executiva, no voo da American Airlines 11, a caminho de uma reunião de negócios em Los Angeles. Os sequestradores nunca imaginaram que poderiam vir a ser confrontados com um soldado israelita de elite, quando tentaram assumir o controlo do avião.

Os terroristas islâmicos Mohamed Atta (à dir.) e Abdulaziz al-Omari (ao centro) passando pela máquina de raios-x do Aeroporto Internacional de Portland (Maine), pouco antes de embarcarem para o Aeroporto Internacional de Boston, de onde tomariam o Voo American Airlines 11 rumo à Nova Iorque.

Relatórios da Comissão FAA do FBI, sobre o 11 de Setembro, indicam que Daniel entrou em acção para tentar impedir Mohamed Atta de entrar no cockpit. Daniel não teria notado Satam al-Suqami, que estava sentado atrás. Os relatórios sugerem que al Suqami assassinou Daniel por esfaqueamento na garganta.

Daniel Lewin foi oficialmente considerado como a primeira vítima dos ataques de 11 de Setembro. Deixou a sua esposa, Anne, e os seus dois filhos, Eitan e Itamar, que tinham respectivamente cinco e oito anos quando o pai foi morto.
Neste dia em que lembramos todas as vítimas dos ataques, vamos todos lembrar Daniel Levin, um soldado israelita de elite, morto heroicamente quando tentava impedir os ataques de se concretizarem.

A História de Daniel:



Fonte: United With Israel 
- É esta a diferença entre a civilização e a barbárie. Uns edificam, amam, contribuem para o Bem comum. Outros, destroem, odeiam e semeiam o caos e o sofrimento. De que lado está você?

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

11 de Setembro - E se tivéssemos agido assim com o Nazismo?


Logo após o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001, os muçulmanos tomaram as ruas (aqui é na celebrada Gaza) para comemorar, como se vê:


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O site The Religion of Peace faz a compilação permanente dos ataques terroristas islâmicos mortais desde o 11 de Setembro:


35614 ataques terroristas desde o 11 de Setembro, que marcou o quatrocentésimo aniversário da derrota islâmica às Portas de Viena e o início do Jihad Global actual.
Só em Agosto de 2019: 155 ataques, 734 mortos, 1176 feridos, 13 ataques suicidas, 27 países atingidos.
O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, quando as mentalidades eram diferentes das actuais. Eles estão em guerra connosco. Nós oferecemos-lhes abraços e flores.

Aos "pacifistas", queremos informar que por fecharmos os olhos, o perigo NÃO DESAPARECE! 



Arquivamos na nossa secção

Postagem republicada do Amigo de Israel 1.0, que se mantém actualíssima:


Uma guerra sem fim à vista. Um artigo de Robert Spencer no FrontPage (tradução nossa):
Robert Spencer sobre o 11 de Setembro: Neste dia, 7 de Dezembro de 1957

E se a Segunda Guerra Mundial tivesse sido combatida como a jihad global está a ser?
    Imaginemos que hoje é 7 de Dezembro de 1957, o 16º aniversário do ataque de Pearl Harbor, e o presidente Adlai E. Stevenson fala na TV. Ele olha resolutamente para as câmaras e diz:
        Caros compatriotas americanos: lembramos, e nunca esqueceremos, as 2.403 vidas que nos foram tiradas com tanta crueldade. Estamos unidos em oração e em gratidão pela força que nos alentou durante estes 16 anos.

        Acima de tudo, permanecemos fiéis ao espírito deste dia, defendendo não só o nosso país, mas também os nossos ideais. 16 anos volvidos desde o início desta luta, não caímos jamais na tentação de demonizar e estigmatizar nações inteiras pelos actos de alguns extremistas. Os alemães não são nossos inimigos. Os japoneses não são nossos inimigos. Estamos a lutar contra os pequenos remanescentes de ideologias extremistas que infelizmente sequestraram as nobres tradições da religião xintoísta no Japão e o do nacional-socialismo na Alemanha. E prevaleceremos. Mas prevaleceremos de mãos dadas com os moderados japoneses e alemães que foram as primeiras e mais numerosas vítimas desses extremistas.

        É por isso que hoje, depois de consultar os representantes do Conselho Para as Relações Sino-Americanas e o Centro de Direitos da Pobreza Nazi, publiquei uma proclamação declarando este 16º aniversário desse dia terrível como um Dia de Solidariedade Contra a Germanofobia e a Sinofobia.
     Fizemos o luto pela perda de vidas inocentes nos nossos campos de batalha na Califórnia e no Connecticut, mas grupos como os extremistas xintoístas e nazis sabem que nunca serão capazes de derrotar uma nação tão grande e tão forte como a América. Por isso, eles tentam aterrorizar-nos, na esperança de poderem alimentar o medo, para que nos voltemos uns contra os outros e mudemos quem somos ou como vivemos.
     E é por isso que é tão importante hoje que reafirmemos o nosso carácter de nação, rejeitando todo o ódio e medo. Se hoje virem um representante do Japão imperial ou da Alemanha nazi, dêem-lhe um abraço. Mostrem-lhes que somos maiores que o ódio dos extremistas em ambos os lados. Pois sabemos que nossa diversidade - a nossa herança comum - não é uma fraqueza; é, e sempre será, uma das nossas maiores forças. Que Deus abençoe os Estados Unidos da América.

   
Peço desculpas a Adlai Stevenson por colocar estas parvoíces na sua boca. Os eleitores democratas da sua época não eram tão espectacularmente insanos quanto os actuais (grande parte da verborreia aqui usada foi retirada directamente de uma das arengas de Barack Obama sobre o 11 de Setembro).
     Mas as coisas estão realmente tão más hoje como eu fiz parecer com este discurso imaginário? Esta guerra dura há 16 anos. É muito tempo. E, apesar de todas as reminiscências e elogios, considerações e lamentações, praticamente ninguém explicou a que se deve esta guerra, pelo simples motivo de que praticamente ninguém, entre as elites políticas e mediáticas a compreende.
   Toda a intelligentsia ocidental, a totalidade das nossas elites políticas e mediáticas, recusam-se firmemente a reconhecer exactamente o que é a ideologia motivadora dos terroristas e de onde ela vem. 
   E porque eles fizeram o diagnóstico errado, eles continuam a aplicar os remédios errados.
   Políticas que não lidam com o problema real continuam a ser aplicadas e re-aplicadas, ao custo de milhares de vidas americanas, biliões de dólares americanos e nada há para mostrar que justifique todo esse sacrifício, a não ser a perda forte e contínua do poder e prestígio americanos.
   Os jihadistas que atingiram os EUA em 11 de Setembro de 2001 fizeram avanços imensos desde então, não porque sejam fortes, inteligentes ou capazes, mas porque nós somos fracos, de vistas curtas e firmemente resolvidos a não lutar contra eles, e em vez disso em mantermos o nosso estado de negação sobre quem são e o que eles querem.
   Todos os passos dados contribuíram não para os determos mas para os ajudarmos a alcançarem os seus objectivos.

    
Uma das principais razões pelas quais esta guerra se desenrola ainda, 16 anos após o 11 de Setembro, estava implícita no discurso do "Presidente Stevenson": milhões aceitam passivamente o dogma de que falar com honestidade e precisão sobre os motivos e objectivos da jihad é descer ao "racismo" e ao "fanatismo", e pôr em perigo os muçulmanos inocentes.
   16 anos depois do 11 de Setembro, ainda é quase inaudito falar-se da jihad, pois não há ainda no mainstream uma discussão sincera sobre os motivos e objectivos dos jihadistas.

  
16 anos depois do 11 de Setembro, e mesmo após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o Ocidente livre continua de todo o coração comprometido com a negação, com a ignorância deliberada e com políticas auto-destrutivas, ao ponto de suicídio.
   À luz disto, o surpreendente não é que esta guerra tenha durado tanto tempo, mas que tenhamos perdido tanto tempo. A menos que a paisagem política se altere consideravelmente e esta negação seja decididamente rejeitada e descartada, dias sombrios, muito sombrios, se aproximam.