Alemanha: Condutor atira o carro contra desfile de Carnaval; cerca de 30 feridos.
Um
condutor atirou o carro contra um desfile de Carnaval na cidade alemã
de Volkmarsen, esta segunda-feira, ferindo 30 pessoas, incluindo
crianças, algumas delas gravemente, informou a Polícia.
A emissora
regional Hessenschau disse que a Polícia acredita que o motorista,
identificado como um cidadão alemão de 29 anos, tenha agido
deliberadamente, mas que nada se soube imediatamente sobre a sua
motivação.
O condutor atirou o carro contra o desfile de Carnaval em Volkmarsen, Alemanha, em 24 de Fevereiro de 2020. Foto: Elmar Schulten / Waldeckische Landeszeitung via Reuters.
O site de notícias alemão HNA citou testemunhas dizendo que o homem parecia ter como alvo crianças e se atirou "acelerando a todo o gás" contra a multidão, que se reuniu para um cortejo tradicional antes da temporada cristã da Quaresma.
Questionado sobre quantas pessoas ficaram feridas, um porta-voz da Polícia do centro regional de Kassel disse: "Eu diria cerca de 30".
A Polícia disse no Twitter que algumas pessoas ficaram gravemente feridas, incluindo crianças. O jornal Bild disse que um terço dos ferimentos eram graves e alguns ameaçavam a vida.
A Polícia assumiu que foi um ataque, mas não havia indicações de que fosse motivado politicamente, disse o Bild. A Polícia cancelou todos os desfiles de Carnaval no Estado alemão de Hesse, onde fica Volkmarsen, como medida de precaução, mas disse que não estava informada de qualquer perigo em outros lugares da Alemanha. O incidente ocorre menos de uma semana depois de um homem ter assassinado 11 pessoas, incluindo ele próprio, num dos piores ataques racistas na Alemanha desde a Segunda Guerra Mundial.
O Carnaval é imensamente popular em partes do oeste da Alemanha, especialmente em cidades da Renânia, como Colónia e Düsseldorf, onde as festividades atingem o pico na “Rose Monday”, com dezenas de milhares de pessoas participando nos desfiles de rua com carros alegóricos ou satíricos.
Carros da Polícia e ambulâncias acorreram ao local em Volkmarsen, uma pequena cidade no norte de Hesse, 420 quilómetros a oeste de Berlim. “Estamos no terreno com grande número de agentes. Uma investigação está em andamento”, disse a Polícia do norte de Hesse no Twitter após o incidente, que ocorreu por volta das 14h45. (13:45 TMG).
Fotos amadoras publicadas online mostraram polícias parados ao lado de um carro prateado da marca Mercedes-Benz, que parece ter estado envolvido. A Imprensa alemã disse que o condutor rompeu deliberadamente as barreiras de plástico colocadas pela Polícia em torno da área do desfile, onde 1.500 pessoas deveriam reunir-se.
O carro continuou a sua marcha sobre a multidão por cerca de 30 metros antes de parar, disse uma testemunha ao Hessenschau. A Polícia não conseguiu interrogar o motorista por enquanto, disse o jornal Welt, sem dar detalhes. Em 2016, um homem tunisino com laços militantes islâmicos entrou com um camião no mercado de Natal em Berlim, matando 12 pessoas. Mais tarde, ele foi morto a tiro pela Polícia italiana, depois de ter fugido da Alemanha.
Em 2015 era assim. De lá para cá, as coisas pioraram, desde logo porque passou a ser PROIBIDOaos franceses (e aos europeus em geral) dizerem a VERDADE sobre o Islão:
Transcrição do vídeo:
00:00 Apresento-vos a minha mãe, Mme (nome?) 00:04 que vive em (endereço omitido por tradutor para a segurança da senhora). 00:08 Esta rua deveria ser chamado de "Rua Migrante". 00:12 Ela vive aqui há 45 anos. Ela perdeu o marido, 00:16 então ela vive sozinha. Ela nunca foi aconselhada 00:20 pelas autoridades sobre a chegada dos migrantes à sua rua, 00:24 nem eles têm qualquer autoridade. Ela é incapaz de falar 00:28 porque ela ainda está em choque 00:32 e tem dificuldades em se expressar. Então eu continuo: 00:37 Eu vou tentar ser breve.
00:41 Mais de 3.000 migrantes aterrorizam uma pessoa que vive sozinha. 00:45 Ninguém 00:49 para a ajudar. Então tivemos que 0:53 instalar segurança, um portão, 0:57 instalar uma câmara e sensores, 01:01 arame farpado, etc.. 01:05 Nove intervenções policiais por causa de nove arrombamentos 01:09 e roubos. A minha mãe vive em 600 euros por mês, 01:13 Peço ajuda às associações humanitárias: 01:17 Ela já não pode 01:21 sair, não faz as suas compras, 01:25 por isso, se você tem algumas batatas que sobraram, como eu vejo saco após saco na rua 01:30, não hesite em deixar um ou dois aqui, serão bem-vindos.
01:34 Eu não espero muito da Polícia, 01:38 tornaram-se invisíveis, excepto quando acompanham os migrantes para 01:42 as suas refeições no centro. À noite 1:46 ela está sozinha. Houve um motim no dia 30 de Maio. 01:50 Ligámos o número de emergência duas vezes, houve uma "guerrilha" entre 400 migrantes 01:54 e bombas incendiárias. Nós ainda estamos à espera da Polícia.
01:58 Então eu vim sozinha às 03:00 02:02 com cinquenta imigrantes armados na rua. 02:11 Eu não tinha escolha, e ela estava na cave. 02:15 Sim, ela estava trancada na cave, a casa estava a ser apedrejada. 02:19 A polícia estava no final da rua e disse-me: 02:23 "Não vá lá." Mas era meu dever proteger a minha mãe, porque ninguém o faz mais. 02:27 Eles disseram: "Nós estamos à espera dos bombeiros, que não vão lá sem nós."
02:39 Então eu faço o trabalho de aplicação da lei, eu faço o trabalho 02:43 do Estado, e 2:47 eles não fazem nada.
Eles (os imigrantes) é-nos dito que estão "traumatizados". 02:51 Supostamente eles viram as suas famílias assassinadas diante dos seus olhos, é o que dizem ... 02:55 quando eu os vejo a jogar futebol, quando os vejo a rir, 03:00 quando os vejo a cantar, eu acho que eles estão numa festa, afinal
03:04 então eu penso nos nossos antepassados que lutaram pelo país 03:08 nas guerras de 1914-1918 e 1939-1945, que tiveram a coragem 3:12 para defender a França, tiveram a coragem de 03:16 defender o azul-branco-vermelho, a igualdade, a fraternidade, 3:20 e tudo isso, essas grandes palavras, 3:24 e agora, as pessoas de Calais, como todos os franceses, trabalham, trabalham duro 03:28 trabalham longas horas para que esses migrantes vivam bem, melhor do que nós, 3:32 e, em seguida, eles pedem-nos 03:36 que não haja luzes de rua, porque isso vai incitá-los a fazer festas ruidosas
03:40 (claro) ... Nós precisamos de iluminação pública. 03:44 Se não podemos ter luzes de rua, pelo menos, instalamos câmaras 03:49 Madame Presidente está bem informada, ela "gere", diz ela. 03:53 Então, uma pequena câmara em cada casa seria bem-vinda. 03:57 Não vai custar muito caro; 04:01 as bases estão lá, então são necessários apenas mais alguns cabos. 04:05 Eu gostaria de saber mais sobre o procedimento.
04:09 O que acontece quando os migrantes invadem a casa da minha mãe? 04:13 Será que vou chamar a polícia? 04:17 Eles não vêm. Então eu faço o trabalho da Polícia. 04:21 Eu viro-me para os migrantes. Eu digo-lhes que eu vou buscar a minha arma, como uma brincadeira, 04:25 mas também para expressar minha raiva, e então eu sou chamada perante a lei. 04:29 Eles tomam o meu DNA, as minhas impressões digitais; 4:33 eles tiram-me uma foto. Eu sou classificada como uma criminosa,
4:38 Cá fora, os migrantes apedrejam-me e fazem sinal de que me vão decapitar
04:42e o caso é arquivado. É assim, emFrança, 04:46o que está a acontecer? Françajá não é dos franceses, eu estou com medo. 04:50É sópara ajudar"os outros". 04:54Os francesesestão cá apenas parapagar.
04:58Eu gostaria desaber: o quefoi assinadonesse acordode Touquet? 05:02Seriabom sabera verdade. 05:06Seria bomse os francesesacordassem, especialmente as pessoas deCalais. 05:10Os que ainda não têmdestes problemasàsuaporta, têm ainda uma vidacalma, 05:18a sua casinha. Amanhã 05:22vocês terãoestes horroresàs vossas portas, eentão eu vouaplaudir, 05:27mas depois nãovenham procurar-me. Voilà.
Tal como Israel, a Europa conhece, desde há alguns anos, os problemas gerados pela invasão islâmica. Os media, maioritariamente da Esquerda lunática, ou acorrentados ao politicamente correcto, escondem que está em curso uma invasão islâmica do Mundo Livre.
Os políticos, que são por nós eleitos para nos representarem, traem-nos abertamente. São qualificados por Caroline Alamachère como "FILHOS DA PUTA, BANDIDOS E CAGALHÕES DESPREZÍVEIS"!
E quem somos nós para discordar?
Os Cagalhões Desprezíveis mudaram, mas a m**** é a mesma...
França destruída - Muçulmanos e esquerdistas são uma coisa só
Já falámos bastante deste assunto. Temos documentado a vida regalada que os muçulmanos levam na Europa - à nossa custa - enquanto os europeus empobrecem de dia para dia; temos exposto a realidade da guerra demográfica deliberada; temos denunciado a estratégia do ISIS de fazer implodir a Europa através destas vagas de invasores; temos mostrado vídeos e testemunhos do comportamento bárbaro dos muçulmanos na Europa; temos alertado para a total incompetência dos nossos políticos - quando não a cumplicidade dos que são eleitos com o voto islâmico.
O sonho multiculturalista: a Europa destruída; o Ocidente destruído:
Quem só sabe pensar por slogans e repetir ideias-feitas da propaganda esquerdista radical, é capaz de qualificar a RiposteLaïque como reaccionária, racista, islamófoba, etc.. Portugal tem centenas de milhar de emigrantes em França. Nunca deram problemas, colectivamente. E os que os dão individualmente são sancionados pela Lei. Estes invasores da Europa, estão acima da Lei.
O
testemunho que hoje vos trazemos é um entre milhares. A
Europa soçobra. Os Governos são, cada vez mais, meros
fantoches. Porque a força, essa, está nas mãos dos islamistas. Triste
fim para uma Civilização.
Tem sido intensa ultimamente a cobertura mediática da crisedos imigrantes naárea ao redor deCalais,ondeimigrantes ilegaisatacam quase continuamentea entradado túnel da Mancha, nas suas tentativaspara chegar àTerra Prometida, também conhecida como Grã-Bretanha.
O vídeodaRiposteLaïque, descreveuma outra facetadamesma crise: a situação dosnativos franceses, cujas vidas estão a ser perturbadas - se nãodestruídas-pelas hordas debárbarosdo Terceiro Mundoacampadosà sua porta.
Este governo é a escória do nosso país, a vergonha da nossa nação! Para
Hollande, (presidente da França) Valls, (primeiro-ministro francês),
Cazeneuve, (Ministro do Interior), Taubira, (ministro da Justiça), e seus
associados, e todos os outros que permitem que os franceses vivam com
medo por causa da sua negligência e da sua submissão
a ditames superiores de países estrangeiros que não vale a pena mencionar:
Vocês põem as pessoas à mercê das hordas de bárbaros que vêm não se sabe de
onde, de indivíduos que a Imprensa retrata como infelizes vítimas da
guerra, para que possam ser alimentados com o dinheiro daqueles a quem aterrorizam.
O
testemunho de duas residentes Calais, mãe e filha, assustador na
sua dureza, no seu horror, na sua sinceridade, no silêncio traumático de
uma residente Calais, encontrada um dia refugiada na sua cave, aterrorizada pelos tumultos dos ilegais - de quem até mesmo os polícias têm medo de se aproximar. A filha dela diz tudo, sem rodeios, freneticamente, com pressa, com angústia. E ela acusa. Ela acusa estes imprestáveis, estes idiotas, este lixo de governantes, por permitirem que este mal destrua tudo no seu caminho. Filhos da puta é o que vocês são, bandidos, cagalhões desprezíveis!
Esta
mulher corajosa diz, em poucos minutos, o inconcebível, a extrema
pobreza da sua mãe, a segurança que teve que montar em torno da sua
casa, onde só falta uma torre de vigia, os jogos dos
imigrantes ilegais que se divertem e esquecem que lhes foi dito para fazerem olhar triste e abatido, a inacção dos agentes da polícia e
do município para fazerem o seu trabalho, e no topo de tudo, o risco de uma acção
judicial. Obrigado Taubira! (Ministro francês da Justiça)
E
os franceses, que sofrem as represálias, as agressões, e que são obrigados
a pagar, pagar e pagar, uma e outra vez, até sangrar, até que não tenham o suficiente para comer, para que outros possam viver com fartura na nossa
terra, à nossa custa, comprarem os últimos smart-phones, para que eles
possam desfrutar do espaço, jogar
futebol na rua, enquanto você está fechado no seu quarto, atrás da sua porta
blindada, e os bombeiros esperam por um momento de calma
antes de entrarem na cidade proibida, para não arriscarem as suas
vidas, com a ajuda de polícias, os mesmos que nunca vêm quando são
chamados, quando uma senhora idosa silenciada pelo medo está em perigo a
ponto de ter de correr para a sua cave, como um rato, e a sua filha tem que vir sozinha, às 3:00 da manhã, para a ajudar.
Holland, Valls, Cazeneuve, Taubira, você são monstros, hidras.Vocês não têm legitimidade para governar o meu país, vocês são culpados das mortes diárias devido à vossa complacência, à vossa traição. E tu, povo francês, onde estás ?! Vais finalmente acordar da tua apatia? Sim ou não? O que esperas, que o teu filho seja morto? Quantos ataques ainda, até que faças alguma coisa?
O post original tinha três vídeos. Só um ainda não foi censurado pelo Youtube.
É inacreditável como os capitais muçulmanos e a cumplicidade da esquerda encheram o Youtube de propaganda islamizante e censuraram quase tudo o que diz a VERDADE sobre o Islão, uma ideologia mais diabólica e mortífera que o Nazismo, ainda que se enfeite com o título de religião.
Tinhamos escolhido três exemplos, aleatoriamente, e apenas em França, para ilustrar um fenómeno a que os europeus não estavam habituados: a cada Ramadão, os ataques islamistas multiplicam-se. Porque:
a) Ramadão é mês de matar (ainda mais) infiéis.
b) Os muçulmanos passam um mês inteiro sem comer nem beber durante o dia e ficam nervosos.
c) Não lhes cabe na cabeça que, sendo Ramadão, haja quem se atreva a comer e beber durante o dia.
Aqui, um muçulmano desata a partir garrafas, porque é Ramadão:
Estes exemplo serve para ilustrar:
a) a natureza intrinsecamente violenta e bárbara do Islão;
b) a incapacidade que os muçulmanos têm de tolerar outras culturas e deixar de impor a deles;
c) o espírito supremacista e conquistador do Islão, que, onde quer que chegue, trata imediatamente de esmagar os nativos, começando pelas mais disparadas exigências.
O único problema dos muçulmanos com Israel é que este é um país não islâmico no meio de um vasto continente islâmico, algo que eles não toleram, nem em termos geográficos nem em termos pessoais. A visão islâmica do mundo é que quem não é muçulmano deve ser morto, e ponto final.
Massacre de Manchester: o terrorismo islâmico é a expressão da total intolerância e do mandamento religioso de exterminar os "infiéis". Seja em Londres, seja em Jerusalém.
França destruída - Muçulmanos e esquerdistas são uma coisa só
Lei islâmica em Nantes: cliente muçulmano atira café a escaldar à cara da empregada e dá-lhe um soco, porque ela o serviu com a mão esquerda "reservada para actos impuros"
Um cliente insatisfeito com o serviço da empregada atirou-lhe o café à carae depois esmurrou-a. Explicou à Polícia que ela deveria tê-lo servido com a mão direita. Esta cena surreal aconteceu na manhã desta quinta-feira em Nantes.
Com 25 anos, ele já é conhecido nos tribunais por casos de violência voluntária.
A Sunnah do nosso Profeta Maomé (...) convida-nos a começar sempre com a mão direita os actos mais honrados.Assim, ela recomenda-nos que ponhamos a mão direita sobre a esquerda durante a oração.Ela também recomenda que comecemos sempre com a mão direita as abluções, escrevamos com a mão direita, comamos com a mão direita, cumprimentemos as pessoas com a mão direita, comecemos sempre pela direita quando distribuímos bebidas ou comidas. Para entrar em casa ou na mesquita, ela recomenda que usemos o pé direito e, para sair, usemos o pé esquerdo.
Quando se trata de actos impuros ou repugnantes, ela recomenda que revertamos a situação, ou seja, usemos a mão esquerda.Então ela convida-nos a usar essa mão para assoar o nariz, para lavar as nossas partes íntimas depois de atender às nossas necessidades, etc.
Para que não nos acusem de "fake-news" (apesar de citarmos sempre as fontes) de há muito que só fazemos postagens sobre a islamização acompanhadas de vídeo.
Claro, que depois a CENSURA retira os vídeos, e ficamos apenas com os vídeos de baixa definição, que dão muito trabalho a descarregar e que pouca gente tem paciência de ver, mas esta é uma luta desigual de cidadãos anónimos contra os gigantes mediátios, pagos com capitais islâmicos.
O Islão é uma ideologia supremacista, que ensina aos seus seguidores que os "infiéis" existem apenas para os servir e que eles (muçulmanos) têm direito de vida e de morte sobre todos os não muçulmanos (veja o vídeo no final).
Não temos o vídeo deste ataque com café a escaldar, mas temos vídeos a acompanhar as últimas três postagems sobre a islamização da França:
Este post não fica na secção França, mas na secção Jihad Fecal, porque vale a pena visitar essa secção e verificar como os muçulmanos fazem questão de nos fazerem engolir os seus dejectos, mas reagem assim quando são servidos com a mão esquerda (uma regra que eles entendem que nós temos o DEVER de conhecer!!!).
Nota: Mesmo assim, esta jovem empregada teve sorte. Um conhecido viajante motociclista que tem uma série de TV, atravessava o Sudão e cumprimentou um grupo de muçulmanos levantando a mão esquerda (as motos têm o acelerador à direita). Levou um tiro. Já falámos do caso neste blogue.
"O sangue e as propriedades dos "infiéis" pertencem aos muçulmanos":
Gangue de "racailles" espanca violentamente uma jovem branca no chão com o grito de "Matem-na, Wallah!" ("em nome de Alá")
O site Samhällsnytt compartilhou um vídeo mostrando como uma gangue de "racailles" muçulmanos espancando uma garota solitária, atingindo-a na cabeça.
Actualmente, não está claro onde é que mais esta violência brutal ocorreu. Segundo as informações disponíveis, o vídeo foi filmado no início de Fevereiro e partilhado por um certo "Hussein" na popular plataforma Snapchat.
"Matem-na Wallah!" ("em nome de Alá")
O vídeo mostra como várias pessoas pisam e atingem a jovem em todo o corpo. Também ouvimos a pessoa que filma gritando "matem-na, wallah" (em Árabe, jurar por Alá).
Além disso, a mesma pessoa diz aos que maltratam a menina "fo***-lhe as costelas" e "rebentem-lhe as costelas".
Ensinados desde o berço que os muçulmanos são superiores e têm direito de vida e de morte sobre os infiéis (ver vídeo abaixo), a reacção natural destas hordas é atacar os nativos:
Quem abra abre a boca para protestar, vai parar à cadeia. Em França apanha 2 anos, apenas por apontar o óbvio: O ISLÃO ESTÁ A DESTRUIR A EUROPA.
A União Europeia e os governos da Europa Ocidental assim querem. São subornados pelos potentados petrolíferos islâmicos, pelo nazi George Soros e outros globalistas e ainda ganham com o voto islâmico, que lhes permite aceder ao poder.
Quem se trama é o povão - que, de qualquer maneira, está condenado pelo programa de substitituição populacional EURISLAM.
De vez em quando mostramos um ou outro espancamento de "infiéis" pelos invasores muçulmanos, nomeadamente em França:
Nem por sombras somos exaustivos. Seria impossível, mesmo que nos restringíssemos à França. Mesmo assim, temos centenas de vídeos que mostra como os muçulmanos espancam impunemente os nativos. Quem protestar, é preso por "racismo".
O sangue e as propriedades dos "infiéis" pertencem aos muçulmanos:
Menos de 600 míseras visualizações no Youtube. A Europa capitulou.
APÊNDICE
Muçulmanos no metro em Paris gritam o seu habitual Allahuakbar, com promessas de que matarão os franceses todos. Quem for contra é "racista".
No vídeo seguinte, o costume: pancadaria nos infiéis.
No vídeo seguinte (um dentre milhares), podemos ver
muçulmanos a divertirem-se na Europa, atacando mulheres. O
costume.
Grécia: Projecto para construir um muro anti-imigração flutuante para restringir a migração. Existem 87.000 requerentes de asilo no país.
Para controlar a entrada de migrantes que chegam por via marítima, a Grécia acredita que encontrou a solução. No final de Janeiro, Atenas anunciou a construção de uma parede flutuante no mar Egeu. Uma decisão que despertou fortes reacções.
Desde 2015, a crise migratória intensificou-se, com a chegada de refugiados, especialmente da Síria e da África Subsaariana. Havia um milhão em 2015 tentando entrar na Europa, um número que diminuiu ao longo dos anos. Mas a sua jornada está cheia de mortes, principalmente no mar. De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase 2.000 migrantes morreram enquanto tentavam atravessar em 2019.
A Grécia é um dos destinos preferidos para quem atravessa o Mediterrâneo. O seu influxo maciço criou uma situação tensa entre imigrantes e habitantes locais. As manifestações multiplicaram-se no país desde o final de Janeiro. Por um lado, os moradores denunciam a proliferação de campos de migrantes e, por outro, os migrantes reclamam de condições de vida insalubres. No total, o país possui 87.000 requerentes de asilo registados oficialmente.
Em Atenas, o governo decidiu agir e planeia construir um muro anti-imigração flutuante, para restringir o fluxo de migrantes "em caso de emergência".
“Não podemos continuar assim. Resta ver se [esse obstáculo] funcionará", disse Nikolaos Panagiotopoulos, ministro da Defesa Nacional à rádio privada Skai.
Num concurso lançado pelo Ministério da Defesa no final de Janeiro, o governo conservador pede a construção de "um sistema de protecção flutuante", a fim de gerir "o fluxo de refugiados e migrantes aumenta constantemente".
Uma barreira que se estenderá 2,7 km e subirá 50 cm acima da água, se não mais. Um muro que será testado no norte da ilha de Lesbos e cuja construção em quatro anos é estimada em 500.000 euros, como diz o jornal le Parisien.
O anúncio provocou fortes reacções internacionais. As ONGs criticaram fortemente a iniciativa, que (dizem) apenas pioraria a situação dos migrantes. A Human Rights Watch vê o projecto como "sem sentido e ameaçador".
COMENTÁRIO
Não somos contra migrantes nem contra refugiados. Desde que o sejam de facto. O que se verifica é que a Europa está a ser invadida desde há anos por milhões de muçulmanos com propósitos de colonização e conquista (o modus operandi islâmico por excelência).
No meio dessa massa islâmica chegam criminosos, estupradores e terroristas, com os resultados catastróficos que conhecemos. Chegam também simples oportunistas, que vêm desfrutar do generoso "apoio aos refugiados", vivendo à custa dos contribuintes europeus e fazendo periodicamente as suas férias na terra natal (onde muitas vezes vão combater nas fileiras jihadistas da al Qaeda, ISIS, Boko Haram, Hamas, etc.).
Os governos europeus pelam-se pelo voto islâmico, é claro. A substituição populacional é uma ambição da União Europeia:
Nesta postagem até vamos deixar o futebol de fora. Aqui na Europa, mesmo que não esteja Israel, israelitas ou judeus em campo, as saudações nazis, as suásticas, os apelos a "mais 6 milhões para as câmaras de gás", são o pão nosso de cada dia.
O canal de TV Kombat Sport transmitiu recentemente o combate para título mundial entre Jimmy Vienot (França) e Ilya Grad (Israel), em Muay Tahi.
É revoltante e assustador constatar o anti-semitismo reinante em França, que não poupa nem o desporto.
Nunca tínhamos visto um atleta ser tão apupado pelo público, e muito menos tal desrespeito por um hino nacional:
NOTA: o vídeo original foi CENSURADO pelo lobi islamista-comunista do Youtube.
Não é aquela hostilidadezinha ao forasteiro, que de vez em quando acontece, até num desporto limpo como o Muay Thai. É ódio a um povo e a um país. É o velho ódio antissemita que persiste e se metamorfoseia segundo os tempos e as circunstâncias.
O consagrado mestre de cerimónias Daniel Allouche, também conhecido como "The Voice" ("A Voz"), teve que intervir, lembrando que há valores que merecem sempre respeito, tais como o amor e o desporto.
Sob os assobios da assistência, Allouche teve a coragem de defender um judeu, o que em França, nos tempos que correm, representa perigo de vida.
Daniel Allouche
Com que disposição terá Ilya Grad encarado o combate, perante uma assistência sedenta do seu sangue e do dos seus irmãos?
Se tivessem oportunidade, os árabes sentados na sala teriam feito ao lutador israelita o que os árabes de Ramallah fizeram há alguns anos a dois soldados israelitas, aos quais mataram e esventraram, numa orgia demoníaca típica da Religião da Paz:
O lutador israelita ganhou por KO no primeiro assalto, COMO TODA A GENTE VIU, mas o título foi atribuído ao francês, ou o resultado seria possivelmente o mesmo que em Ramallah:
A Imprensa francesa (completamente rendida ao Islão) declara que o israelita deu uma cabeçada no francês!
O comentador do Kombat Sport viu e relatou o que toda a gente viu (uma cotovelada que deixou o islamófilo Vienot KO) e também ficou surpreendido com a decisão do júri. Mas em Portugal a realidade ainda não é modificada ao gosto do islamismo.
Vienot perdeu, mas como o adversário era um judeu, ganhou! É DISTO QUE A A FRANÇA GOSTAAAAA!!!
Quanto aos franceses, parecem felizes com o seu Califado. Os colonos maometanos, que já se aproximam dos 15% da população, exploram-nos, espancam-nos, violam-nos e matam-nos sem dó nem piedade.
A cada massacre jihadista (Charlie Hebdo, Bataclan, Nice, etc.) o amor dos franceses ao Islão duplica, e o seu ódio aos judeus (menos de 1% da população), quadruplica!
Os judeus franceses estão a fugir do país, pois são o alvo nº1 dos invasores maometanos.
Confirme o que dizemos (e que é pouco, pois somos apenas um blogue e não uma agência de notícias).
Massacre do Bataclan:
"Il faut sourtout pas faire la mélange, quoi!!!!" - é a exclamação indignada deles, quando alguém lhes chama atenção para que os maometanos estão a destruir a França.
Os franceses da esquerda estão mais interessados em ser "tolerantes", em adoptarem a teoria de que "nem todos os muçulmanos são terroristas", do que nas vítimas do Islão. Claro que nem todos os muçulmanos são terroristas! Também nem todos os nazis eram das SS!
Anti-semitismo no desporto não é novidade
Em todo o Mundo, os desportistas israelitas competem sob a brutal pressão do anti-semitismo. Não podem sequer entrar na maior parte dos países muçulmanos, e quando vão, não podem usar a sua bandeira nem é tocado seu hino.
Aqui foi nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro: o judoca egípcio recusa cumprimentar o israelita, para "não envergonhar o Islão":
Aqui foi no Abu Dhabi Grand Slam de Judo, onde o israelita Itay Gal teve que cantar o seu hino nacional, porque os organizadores se recusaram a tocar o hino nacional israelita.E também teve que comemorar a sua vitória sob a bandeira da Federação Internacional de Judo, porque o emirado proíbe a exibição de símbolos israelitas:
O anti-semitismo islâmico baseia-se no Alcorão, que ordena aos maometanos que matem judeus (e também cristãos e infiéis em geral). Segundo os livros sagrados islâmicos, Maomé ele mesmo decapitou cerca de 900 judeus. Porque estes recusaram converter-se à Religião da Paz:
As pessoas não suportam que os judeus não partilhem as suas ideias.
Os esquerdistas arrancam cabelos por haver judeus conservadores. Os
conservadores arrancam cabelos porque Marx era comunista. Cristãos e
muçulmanos não suportam que os judeus não se convertam às suas religiões
(ainda que a maior parte dos judeus, nos tempos que correm, nem tenha
religião - infelizmente, mas nisso acompanham a tendência global).
A obsessão global com os judeus persiste. Até no Muai Thai.