SELVAGENS IRANIANOS MUÇULMANOS divertem-se a apedrejar um pequeno filhote de urso até à morte, embora ele não represente ameaça para ninguém
Imagens angustiantes do incidente mostram dois homens apedrejando o animal agonizante, em Savadkuh, no norte do país, no início desta semana.Mais vídeos revelam que o grupo conseguiu atar uma corda ao redor do pescoço do animal exausto e sangrando e atirou-o para a traseira de um camião.
Daily Mail - Um usuário de redes sociais que postou imagens do ataque no Instagram, afirmou que o nariz do urso estava completamente fechado, o animal impossibilitado de respirar e com a boca cheia de sangue.O homem também afirmou que o urso estava incapaz de ver de um olho, que estava cheio de sangue.
Os guardas florestais foram chamados e tentaram levar o urso para tratamento - mas ele morreu antes que os veterinários pudessem cuidar dele.Um homem foi preso durante o ataque, segundo o site, enquanto um segundo - seu empregado - está a ser procurado.
Um terceiro vídeo mostra o urso - que está inconsciente ou morto - sendo arrastado.
1 - Se esta cena se tivesse passado, digamos, em Israel, e se os autores fossem judeus, correria o Mundo inteiro e haveria represálias. Assim, a preocupação é relativizar, esconder, justificar o injustificável.
De bárbaros espera-se barbárie. Aos civilizados exige-se até o impossível.
2 - "Podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais" - parece que foi Kant que disse. O tratamento dos animais nas sociedades islâmicas é deplorável.
No Bare Naked Islam pode ter uma ideia da barbárie vigente nas sociedades islâmicas (também no que aos animais diz respeito).
2 - As associações que se auto-proclamam amigas dos animais, os partidos que se dizem amigos dos animais (como o extrema-esquerdista PAN), não dizem uma palavra sobre as atrocidades islâmicas.
TODA a carne que os europeus comem provém de animais abatidos com extrema violência, de forma "halal", à muçulmana, para não ofender os nossos amos. E os "amigos dos animais" estão CALADINHOS!
Eles estão-se nas tintas para os animais. Eles odeiam é as pessoas:
NOTA - Não é de admirar que os maometanos tratem assim os animais; muitos deles ainda não aprenderam sequer a andar na vertical:
Tabu: quase metade dos muçulmanos são fruto de casamentos consanguíneos. Como é que isso afecta a inteligência e saúde? E existe uma conexão com o terrorismo e a violência?
Em 3 de Agosto de 2014 Israel estava em guerra com o Hamas, depois de o país inteiro ter estado paralisado duas semanas, debaixo de bombardeamentos vindos de Gaza. Milhares de mísseis, os jornaleiros calados e o Mundo a gozar o prato.
Nunca na História um país tinha suportado duas semanas de bombardeamento sem responder. A partir do momento em que Israel respondeu, sucederam-se as calúnias antissemitas.
Escrevíamos assim nesse dia:
"Israel, hoje de manhã, atacou dois terroristas do Hamas que circulavam em motociclos carregados de explosivos que, ao deflagrarem, atingiram uma escola da ONU. Esta imagem de um tweet de um jornalista do The Wall Street Journal evidencia isto mesmo:
O que é que diz o Al-Público? Simples: «um míssil lançado a partir de um avião atingiu a entrada de uma escola em Rafah», causando «pelo menos dez pessoas morreram e cerca de 30 ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo a uma escola gerida pela ONU na Faixa de Gaza». Não, não senhores "jornalistas" do órgão de desinformação do Hamas em Portugal (nem o se desculparem com as "agências" os exime de serem rigorosos): Israel não atacou nenhuma escola; Israel atingiu dois terroristas e se estes não estivessem carregados de explosivos ninguém na escola da ONU teria falecido ou ficado ferido. Isto mesmo é admitido pelo Ministro dos Negócios estrangeiros britânico (quando censura Israel por realizar um ataque "nas vizinhanças" de tal escola) e, espante-se, o The New York Times e o The Washington Post. Como é evidente, pedir a Israel para não atacar terroristas que circulam, cheios de explosivos, em zonas com civis é apenas estar a convidar estes a continuarem a instrumentalizar os civis como escudos humanos.
quer estar informado sobre o que se passa no conflito Hamas-Israel?
não leia o órgão de desinformação do Hamas em Portugal
UPDATE 1: sublinhado a amarelo
UPDATE 2: As imagens que correram mundo acerca de tal inexistente ataque são totalmente falsas e manipuladas. Um jornalista do The Telegraph confirma isto mesmo ao referir que a única e mínima evidência do ataque aos terroristas do Hamas que circulavam em motos carregadas de explosivos encontram-se na rua adjacente à escola".
O libelo do "ataque à escola da ONU" pegou. Desde aí Israel é acusado de "bombardear escolas".
A 13 de Junho deste ano, o Hamas voltou a bombardear Israel (como faz regularmente) e alvejou uma escola:
A Imprensa mundial (a tal que dizem que é "controlada pelos judeus") ficou CALADA, como sempre.
Se tivesse sido ao contrário, teria havido 'pogroms' globais.
No segundo ataque de mísseis de Gaza num dia, a cidade de Sderot, no sul de Israel, foi atingida por um projéctil terrorista.NoTimes de Israel, Judah Ari Gross relata que o míssil danificou uma escola, mas, graças a Deus, ninguém ficou ferido:
Um míssil disparado da Faixa de Gaza atingiu uma escola religiosa judaica na cidade de Sderot, na noite de quinta-feira, causando danos, mas sem feridos, disseram as autoridades.
Foi o segundo ataque de mísseis contra o sul de Israel a partir de Gaza em menos de 24 horas, marcando um aumento significativo no nível de violência do enclave costeiro.
O ataque fez disparar as sirenes na cidade de Sderot e na comunidade vizinha de Ivim, pouco depois das 21h.
UM MILAGRE, MÍSSIL POR POUCO NÃO ATINGE ESTUDANTES
Como o Stand for Israel informou logo após o ataque, um míssil disparado pelos terroristas de Gaza atingiu uma escola judaica na cidade de Sderot. Embora o ataque e o dano causado fossem chocantes, poderia ter sido muito, muito pior. O Times of Israelrelata que se o projéctil tivesse embatido apenas a alguns metros de distância ou apenas alguns minutos antes, a devastação poderia ter sido catastrófica:
A maioria dos estudantes já tinha saído, mas várias pessoas numa escola religiosa em Sderot ainda ficaram nas instalações, na quinta-feira à noite. Três delas estavam sentadas a estudar Salmos bíblicos quando o alarme de mísseis soou, um pouco antes das 9 da noite. Segundos depois, um míssil embateu numa parede a poucos passos de distância, fazendo voar cimento e vidro, mas deixando os estudantes ilesos. Testemunhas disseram que se o míssil tivesse atingido o alvo alguns minutos antes, quando a sala de estudos principal estava cheia de estudantes, ou a poucos metros de distância, poderia ter sido uma história muito diferente. "Aconteceu a dois metros de mim", disse Shalom Kahlon, um ex-aluno que estava na sala de estudo no momento da explosão, falando para o site de notícias Ynet. “O míssil bateu na parede, a três metros de onde eu estava sentado. Se o tivesse batido meio metro ao lado, não sei se estaria agora aqui a falar”, acrescentou.
Organizações como a HONEST REPORTING dedicam-se a responder às mentiras diárias contra Israel:
Israel está cercado de terroristas, de 57 países islâmicos e de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos, cuja religião ordena que "limpem" a Terra de judeus.
Aqui, podemos ver uma família israelita a ser bombardeada pelos terroristas, a partir de Gaza:
São estas pessoas que os jornalistas consideram os "criminosos".
Aqui, podemos ver os sacrossantos "palestinos" tentando invadir Israel, enquanto gritam que vão comer o coração aos judeus:
São estas pessoas que os jornalistas retratam como as "vítimas".
Aqui, por exemplo, temos o massacre da família judaica Fogel e a celebração por parte dos "palestinos":
As fotos da família judaica massacrada são frequentemente usadas em propaganda que inflama o ódio popular. Apresentam as fotos e dizem que se trata de vítimas dos israelitas. Fácil, não é? Também, o público antissemita não é exigente...
Israel tem as Forças Armadas e a Polícia mais morais da História. Mas os amigos dos jihadistas, à falta de imagens de "palestinos" mortos para apresentarem como vítimas dos judeus, usam de novo a propaganda global nazi, encenado putativos massacre cometidos por Israel.
Tem aqui um exemplo de como se produzem os vídeos com as "vítimas":
Os adorados assassinos de crianças judias:
O site PALLYWOOD desmonta a propaganda "palestinianista":
O que querem os inimigos de Israel? Que os judeus façam fila para se deixarem massacrar pelos terroristas do Hamas, da Fatah, da FPLP, do ISIS, da Al-Qaeda, do Hezzbollah, e de todos os milhentos grupos terroristas que cercam Israel e atacam a única democracia do Médio Oriente?
A China tem neste momento 10 milhões de muçulmanos em campos de extermínio. A Rússia trata-os com a mesma mão de ferro. Os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, todos os países atacados pela jihad, bombardeiam populações civis para matarem terroristas. Os muçulmanos exterminam-se mutuamente. Os muçulmanos exterminam todos os não-muçulmanos. E os jornalistas bocejam...
Terroristas do Hezzbollah, grupo dedicado à destruição de Israel, fazem a saudação nazi. Para a jornaleirada, são uns gajos porreiros.
Não chega que Israel use padrões humanitários ridículos, que mais ninguém usa, para lidar com os terroristas.
Os judeus hoje já não fazem fila para as câmaras de gás, defendem-se dos seus inimigos e VENCEM, apesar de Israel ser apenas 0,4% do Médio Oriente e de os judeus serem 0,02% da Humanidade, ao passo que os muçulmanos são 25%, e todos viverem para destruir Israel.
Os judeus são povo nativo de Israel, com uma presença ininterrupta há 3800 anos.
A patranha soviética da "Palestina Árabe" continua a enganar quem quer ser enganado:
E se duvidassem, poderiam investigar por conta própria, para saber quem fala VERDADE.
Mas os jornaleiros, mais os seus amigos nazis, comunistas, islamistas, globalistas e antissemitas em geral, querem lá saber da VERDADE... Mesmo que tenham cérebro para lerem um livro inteiro e para procurarem a verdade com sentido crítico e raciocínio lógico, escolhem conscientemente o ódio genocida.
Os jornaleiros:
"Trá-lá-lá-lá-lá.. Não-estou-a-ouvi-ir!!!"
Nem a papinha toda feita, em vídeo, os consegue convencer a deixarem a propaganda e abraçarem a realidade:
O que dói aos jornaleiros é que Israel é a nação mais antiga do Mundo, e continua a existir, apesar de ser a mais fustigada da História, alvo de gente como o Stalin, o Hitler, o Haman, o Maomé e tantos outros que tentaram extinguir os judeus.
Os antissemitas, não podendo matar Deus, matam os judeus, o povo mais pequenino do Mundo, o último a quem Deus propôs ser o porta-estandarte do monoteísmo, e o único que aceitou.
Israel continuará a existir. Não por mérito dos judeus, que são apenas gente como qualquer outra gente. Mas porque Deus assim quer. Os jornaleiros, os Stalins, os Hitleres, passam. Israel fica.
E como Deus não dorme, os adeptos das Trevas terão o devido pagamento pelo Mal que propagam. Até ao último tostão. Lembrem-se disso, jornaleiros, quando chegar a hora de se encontrarem com o vosso Criador.
Dizem-nos que somos obrigados a receber os "refugiados da guerra da Síria", senão somos racistas, nazis e islamofóbicos.
Os "refugiados da guerra da Síria" vão chegando.Marroquinos, afegãos, paquistaneses, libaneses, somalis, senagaleses... alguns até sírios!!!
Imagine o que seria se os nossos jornalistas islamizadores mostrassem estas imagens verdadeiramente comoventes do enorme sofrimento que vai pela Síria:
No site da nossa amiga Pamela Geller podemos ver muitos mais casos como este, ocorridos nos Estados Unidos, até há poucos anos um porto seguro para os judeus. Não há dúvida de que a onda de antissemitismo global está a crescer. Ignorar esse facto é enterrar a cabeça na areia. Por favor, amigos judeus, ponham-se a salvo.
De Blasio é um aldrabão, como todos os da sua ideologia. Ele nunca ousará culpar os seus eleitores da esquerda pelo surto de ataques contra os judeus de Nova Iorque.
Encontro de antissemitas: O comunista de Blasio e a islamista Linda Sarsour.
Muitos dos ataques anti-semitas de Nova Iorque têm sido cometidos por afro-americanos que apoiam o bando islamo-nazi BDS e outras organizações anti-Israel.Nenhum líder Negro da América condenou esses actos violentos de anti-semitismo, apesar de os judeus terem desempenhado um papel importante e proeminente no Movimento dos Direitos Civis.
Sempre com a mania de se ralarem com o mal dos outros, os judeus norte-americanos estiveram na vanguarda do movimento para o fim da segregação racial no país. Poucos anos depois estalaram os primeiros 'pogroms' de afro-americanos contra os judeus.
Mas vamos ao vídeo de mais este incidente antisssemita em Nova Iorque:
Este distinto cavalheiro, que grita que Hitler devia ter exterminado ainda mais judeus, é considerado sub-humano pela ideologia nazi. Mas não importa, o antissemitismo une as ideologias mais contraditórias. O ódio aos judeus é a única coisa que une quaisquer grupos humanos:
Homem grita com judeu hassídico em Nova Iorque: "Hitler não matou suficientes 'ratos judeus'"
No domingo à noite, um homem na cidade de Nova Iorque dirigiu comentários anti-semitas a um judeu hassídico que estava a caminho de visitar o local de descanso do rabino Menachem Mendel Schneerson em preparação para o 25º aniversário de sua morte.
O alegado assaltante, que ainda não foi identificado, atacou verbalmente Menachem B. quando ele estava a caminho para prestar homenagem ao Rabino Menachem Mendel Schneerson, conhecido por muitos como o Rebe de Lubavitch.
"Estamos a preparar-nos para o seu 25º aniversário, que é em 6 de Julho", disse Menachem ao The Daily Wire.
De acordo com Menachem, o homem aproximou-se dele e do seu amigo Moshe R. quando eles estavam a sair de uma barbearia em Brooklyn e começou a gritar com eles: “Vocês roubaram-me”.
Menachem tentou que o homem se acalmasse para que pudesse descobrir qual era o problema dele, mas então o homem começou a fazer comentários antissemitas.
"Hitler não matou foi suficientes filhos da p*** como vocês", pode ser visto e ouvido no vídeo o homem a gritar. “Hitler não matou o suficiente. Ele tinha o direito de matar todos porque [inaudível] ratos judeus. Os ratos judeus".
A Imprensa "séria" não disse nada sobre este caso hediondo. Estas coisas são demasiado popularuchas para merecerem a atenção das pessoas politicamente correctas e evoluídas, imbuídas de ideologia de género e outros modernismos.
Mulher e a sua amante cortaram o pénis do filho de 9 anos, tentando transformá-lo numa menina. Verificando que não conseguiram, decapitaram-no ainda vivo e apunhalaram-no no coração, cortaram-no em pedaços, assaram-no numa grelha e deitaram o corpo em pedaços para um esgoto.
O corpo do menino Rhuan Maicon da Silva Castro, de 9 anos, foi encontrado na noite de sexta-feira (31 de Maio), em Samambaia, no Distrito Federal. A mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, e a sua companheira, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos, confessaram o crime e foram presas no sábado (1 de Junho).
Elas disseram à Polícia que Rhuan foi morto durante o sono com uma faca no coração. Então o corpo foi esquartejado e elas ainda tentaram queimá-lo num churrasco. Sem sucesso, colocaram as partes do corpo numa mala e atiraram-nas para um esgoto no bairro onde moram. Era cerca de uma e meia da manhã e os jovens que jogavam à bola perto do local ficaram surpresos e foram ver o que havia na mala. A Polícia foi chamada.
Ainda havia membros da criança em duas mochilas em casa - eles seriam descartados depois. A meia-irmã de Rhuan, uma menina de 8 anos que é filha de Kacyla, estava a dormir quando o crime aconteceu. Ela foi encaminhada para o Conselho Tutelar de Menores após a prisão da sua mãe. Através de desenhos, ela contou como passou a ver partes do corpo do seu irmão.
Segundo o Conselho Tutelar, Rhuan teve o pénis cortado há 1 ano pela mãe. A conselheira Cláudia Regina Carvalho disse à Uol que Rosana e Kacyla queriam fazer de Rhuan uma menina.
“Foi uma espécie de cirurgia de mudança de sexo. Depois de removerem o pénis, elas costuraram a região mutilada e improvisaram uma versão de um órgão genital feminino, fazendo um corte entre as pernas”.
As duas infanticidas confessam o crime:
A postura das duas mulheres perante os homens também influenciou a filha de Kacyla, que tem uma
forte aversão aos homens. O pai da menina, Rodrigo Oliveira, foi ao
Distrito Federal buscar a filha, que no início se recusou a estar com ele.
Ele não via a filha há cinco anos e só conseguiu falar com ela depois de
insistir muito. "Ela (filha de Kacyla) disse que não gostava do seu
irmão adoptivo porque era um homem", dsse o conselheira. “A criança não
olhava directamente para o rosto do pai, ela só segurava a minha
mão, ele ainda passou algum tempo no abrigo para se readaptar a família
que não via há muito tempo“, contou a conselheira.
O crime chamou a atenção da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que
visitou o Conselho Tutelar de Samambaia e disse estar “chocada” com o
caso. "Vocês conseguem imaginar quanta dor esta criança tem sofrido?",
perguntou num vídeo postado no Twitter. Ela disse que quer "saber onde
a rede de segurança falhou".
O Conselho Tutelar diz que
nunca recebeu denúncias sobre as crianças - elas não iam à escola e
viviam sob prisão privada.
Sequestrado
O
pai de Rhuan, Maycon Douglas Lima de Castro, tinha a custódia da
criança, mas depois da separação a mãe fugiu com o menino. “Tentámos
salvar o Rhuan, colocámos pedidos de ajuda nas redes sociais, fomos à Polícia e ao
Conselho Tutelar, ninguém nos ajudou”, diz Maycon.
Ele e
Rosana tiveram um relacionamento de dois anos no Acre, de onde ambos são.
Rhuan nasceu em Rio Branco. Eles só se separaram porque Rosana o traiu
para Kacyla. Rosana, Kacyla e as duas crianças saíram do Acre e moraram
em Sergipe, Goiás e finalmente no Distrito Federal.
Em Novembro de 2015,
Maycon obteve a custódia provisória do filho, mas nunca o localizou.
“O meu pai contou-me a notícia (do assassinato de Rhuan) e quando vi as
fotos das duas eu não acreditei, quando o meu filho
desapareceu todos ficámos desesperados. A Justiça do Brasil não ajuda e
o resultado foi este”, lamenta.
Desempregado, Maycon juntava dinheiro para tentar encontrar Rhuan - ele recebeu
informações de que o seu filho estaria no Distrito Federal. Agora o corpo do menino
retornará ao Acre, com os custos pagos pelo escritório do promotor.
Já há alguns anos que chamamos a atenção para a nefasta ideologia de género, que postula que o género de uma pessoa não é biologicamente determinado, mas sim uma "construção social".
Ou seja: Segundo esta nova loucura do Marxismo Cultural, não se nasce menino ou menina; cada um decide mais tarde se é menino, menina ou um dos quase 100 "géneros" que os proponentes desta teoria dizem existir (por agora...).
A National Geographic, como a generalidade da Imprensa (toda nas garras da esquerda) faz campanha desenfreada pelo ideologia de género.
Este caso ocorreu no Brasil, mas por todo o Mundo encontramos casais de lésbicas neo-feministas odiadoras de homens que tratam de mudar o sexo dos seus filhos rapazes.
Grã-Bretanha: Casal de duas mulheres "que se identifica como casal herossexual" (o que quer que isso queira dizer) procede à mudança de sexo no seu filho, que terá o pénis cirurgicamente removido. Um caso entre muitos.
A ideologia de género está institucionalizada na Europa e quem se manifesta contra arrisca sérios problemas (acusações de machismo, homofobia, fascismo, nazismo, etc.).
(AQUI HAVIA UM VÍDEO,QUE FOI CENSURADO PELOS BANDIDOS DO YOUTUBE)
O objectivo desta teoria é lançar a confusão generalizada, esterilizar as novas gerações e ajudar a destruir o Mundo Livre. Os comunistas nunca ganharam eleições e já não conseguem chegar ao poder pela força. Então usam a substituição populacional, a política de fronteiras abertas, o neo-feminismo, a ultra-liberalização das drogas, o gayzismo, a ideologia de género e outros estratagemas para chegarem onde pelo voto ou pelas armas não conseguem chegar. O Marxismo Cultural é isso.
Em Portugal o Bloco de Esquerda é o principal impulsionador do Marxismo Cultural. Aconselhamos vivamente este vídeo, de uma das poucas vozes corajosas no nosso Portugalinho todo acagaçado do politicamente correcto:
- Mas
sabe o que é que se deveria evitar? Não é decepar o pénis a uma criança e decapitá-la. Não é a ideologia de género. Nem se deve falar nisso, porque "pode provocar o ódio".
Assim falam Isabelinha Gomes e todos os bem-pensantes!
O Minnesota (de onde vem a terrorista somali Ilhan Omar*) é o Estado que mais jihadistas recruta em todo o país. Já mostrámos um bocadinho do enriquecimento cultural que vai pelo Minnesota, graças à invasão de maometanos da Somália:
ALEMANHA: "Isto é pelo Afeganistão", grita o muçulmano antes de enfiar uma garrafa de cerveja na cara do alemão.
O jovem alemão estava ao lado do muçulmano, que falava alemão.Não sei se eles se conheciam ou não, mas o golpe deixou o homem sangrando no chão, a gritar de dor.
É precisamente por isto que eu não falo com muçulmanos, mudo de passeio quando vejo algum, evito as áreas que eles frequentam e recuso aproximar-me deles. Nunca se sabe quando têm um dos seus episódios da síndrome de jihad súbita.
Summit News- De acordo com as estatísticas do governo alemão, o crime violento na Alemanha aumentou 10% entre 2015 e 2016, quando o país começou a aceitar um grande número de imigrantes muçulmanos, muitos deles jovens.Mais de 90% do aumento foi atribuído a jovens invasores muçulmanos do sexo masculino.Veja o vídeo abaixo.
Some more benefits of immigration (Germany) – He says ‘this is for Afghanistan’ pic.twitter.com/qc8i0yvkCG
A Esquerda ingénua ainda não enfiou na cabeça que estas pessoas não pensam como nós. Eles são criados numa ideologia que lhes ordena que nos odeiem e destruam.
Marine Le Pen vai a julgamento. O seu crime? Twittar imagens das atrocidades do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS)
A presidente do partido anti-islamização Rassemblement National, de França, Marine Le Pen, vai ser julgada por ter publicado imagens das atrocidades do Estado Islâmico no Médio Oriente, incluindo uma foto do corpo decapitado do repórter James Foley.O chamado "crime" de liberdade de expressão é punido com até três anos de prisão e multa de 75.000 euros.
James Foley era um jornalista ao serviço do Islão, como quase todos os jornalistas. Mas foi ainda mais longe no desejo incontrolável de lamber as botas aos patrões e converteu-se.
Esta e outras vítimas do ISIS podem ser vistas após o tratamento que a Religião da Paz lhes proporcionou, no Bare Naked Islam.
NENHUMA autoridade islâmica condena o ISIS ou qualquer outro grupo jihadista. O ISIS é o Islão.
Marine Le Pen está a ser perseguida por mostrar as atrocidades islâmicas, o que, segundo a ideologia oficial, configura crime de "islamofobia".
Na Alemanha de Hitler era proibido dizer a verdade sobre o Nazismo. Na União Soviética era proibido dizer a verdade sobre o Comunismo. No mundo islâmico é proibido dizer a verdade sobre o Islão.
Na França, onde os políticos estão quase todos comprados , também é proibido dizer a verdade sobre o Islão:
O The Local, uma dependência da ultra-comunista Agence France Presse, rejubila:
The Local- Um juiz em Nanterre emitiu a decisão depois de Le Pen ter sido acusada em Fevereiro de 2018 de fazer circular "mensagens violentas que incitam ao terrorismo ou pornografia ou prejudicam seriamente a dignidade humana" e que podem ser vistas por um menor.
Nota do tradutor: Repare bem na HIPOCRISIA dos islamistas! É com este mesmo argumento (de que é "violento") que eles censuram quem diz a verdade sobre o Islão. Aliás, eles estão a usar a mesma estratégia para branquear o Nazismo, aliado do Islão.
Em Dezembro de 2015, promotores franceses abriram uma investigação sobre a série de tweets da líder da Frente Nacional, Le Pen, que incluía uma foto do corpo decapitado do repórter norte-americano James Foley.As imagens foram publicadas apenas algumas semanas após os ataques terroristas em Paris.
Nota do tradutor: No Massacre do Bataclan, em 2015, os muçulmanos arrancaram os olhos e cortaram os genitais das vítimas e enfiaram-lhos na boca, um procedimento habitual neles. Os muçulmanos culparam a "islamofobia".
Chegámos a um ponto em que os massacres muçulmanos são bem vistos e o que é mal visto é divulgá-los e alertar as pessoas:
A decisão de um juiz em Nanterre, nos arredores de Paris, veio depois de a Assembleia Nacional ter votado em Novembro o levantamento da imunidade parlamentar da presidente da Frente Nacional, por causa das três fotos da violência do ISIS.
Nota do tradutor: Tal como em Portugal, o sistema judicial francês está nas mãos da extrema-esquerda.
Em Março de 2017, parlamentares do Parlamento Europeu votaram para retirar a Marine Le Pen a imunidade, a fim de permitir que o processo prossiga.
"Isto
só mostra aos cidadãos franceses o que é a União Europeia, o que é o Parlamento
Europeu e que tudo faz parte do sistema que quer calar a representante do
povo francês que eu sou", disse Le Pen, anti-UE, em resposta à decisão.
Le
Pen recusou-se a comparecer a uma entrevista policial sobre a
investigação realizada pela Polícia no subúrbio parisiense de Nanterre,
citando o seu estatuto de eurodeputada.
"Estou a ser acusado de ter condenado os horrores do Daesh", disse Le Pen àAFP."Em outros países, isso render-me-ia uma medalha".
Em Setembro de 2018 Marine Le Pen foi mandada comparecer a um exame psiquiátrico, para avaliar a sua sanidade mental, por ter condenado os massacres do ISIS:
Nos países comunistas, dizer a verdade sobre as atrocidades do Comunismo era e é considerado doença mental. A União Europeia é um projecto que em pouco difere da URSS ou da China comunista.
A Europa está sob um regime do calibre do Nazismo e do Comunismo. O potencial da Nova Ordem Mundial globalista/islamista/comunista é aterrador.
Se julga que isto são teorias da conspiração deve andar muito distraído ou ter sido sujeito à lavagem cerebral dos merdia.
Confira o EURISLAM, o plano oficial de islamização e substituição populacional da Europa:
Temos muitas visitas de França, provavelmente de emigrantes portugueses. A esses e a todos os francófonos, aconselhamos estes sites, que temos em destaque na barra lateral: