sábado, 25 de maio de 2019

Nestas eleições, vote nos passarões!

É o novo Renascimento Europeu, juram a pés juntos os nossos políticos.   
Continuamos a ser injectados com doses cavalares de propaganda mediática sobre o fabuloso "enriquecimento cultural para a Europa" que a imigração muçulmana em massa da África e do Médio Oriente nos traz.
Via BARE NAKED ISLAM 

Refugiados muçulmanos (viúvas e órfãos, nitidamente) pedem delicadamente entrada na Grécia e Macedónia  (o cartaz diz ABRAM OU MORREM) a caminho da Alemanha, para enriquecerem culturalmente a Europa.

HOLANDA: Cultura de rua vibrante


ALEMANHA: Jantar de Ramadão ao ar livre e ouvindo o que Barack Hussein Obama chama “o som mais doce da terra” na venerável cidade barroca de “Ludwigsburg” em Baden-Württemberg


ALEMANHA: Onde até andar de autocarro nunca é aborrecido


BÉLGICA: A cidade de Molenbeek é um exemplo brilhante das contribuições dos muçulmanos para a sociedade


SUÉCIA… que em breve será conhecida como Suedistão


ITÁLIA: Onde até os turistas podem "desfrutar" o novo enriquecimento cultural


ALEMANHA: Diversão de domingo para toda a família

POLÓNIA: Reunião multicultural num restaurante em Cracóvia


Nestas eleições, vote nos passarões!
NESTE ACTO ELEITORAL, VOTE NO ENRIQUECIMENTO CULTURAL!

https://observador.pt/2019/05/24/sondagens-ps-continua-a-frente-e-69-dos-portugueses-nao-sabem-o-nome-de-nenhum-eurodeputado-portugues/

Todos os deputados do Polvo Soros no Parlamento Europeu

Polvo Soros controla 1/3 do Parlamento Europeu

 Ana Gomes e todos os deputados portugueses de George Soros


sexta-feira, 24 de maio de 2019

Ataque terrorista em Lyon: ainda se pode?...




Um homem numa moto parou e deixou o saco com a bomba no meio da multidão. O engenho explodiu, atingindo os transeuntes com pregos, parafusos e pedaços de metal. Um banho de sangue. Uma menina de 8 anos gravemente ferida.


Há muitos anos que a Europa não assistia a terrorismo nas ruas. Mesmo os comunistas das Brigadas Vermelhas, da ETA, das FP-25 e outros bandos de assassinos, não visavam expressamente as multidões, dirigindo os seus ataques a alvos políticos determinados.
Estamos em Maio, é Primavera. A Rua Victor Hugo deve o seu nome ao eterno campeão da Liberdade e dos Direitos Humanos em França. Uma criança de 8 anos está entre a vida e a morte. Levou com uma bomba.


Num primeiro momento ainda conseguimos sentir a indignação, o horror perante o Mal. Vemos as faces e as vidas das pessoas que passeavam tranquilamente ou vinham do trabalho para junto das suas famílias neste ameno final de tarde.
Depois, as vítimas começam a desvanecer-se no meio de um nevoeiro pestilento. "Não tiremos conclusões precipitadas..", sopra um. "Há gente boa e má em todo o lado...", assobia outro. "Don't look back in anger...", trauteia um terceiro.
Na TV, os jornalistas (sem ofensa para os dignos profissionais que dantes honravam este ofício), jogam ao "ignorar o óbvio".  Com o ar mais sério deste mundo, um anuncia, muito solene: "Macron acaba de dizer que se tratou de um ataque!".
Extraordinário! Não fosse Macron dizê-lo, e  uma bomba com pedaços de metal cortantes deixada para explodir no meio das pessoas, poderia ser um acidente, um mal-entendido, um feitiço do Harry Potter que correu mal.

 
O presidente do município de Lyon, Denis Broliquier, foi ainda mais sagaz: "Certamente, era um dispositivo destinado a ferir, era um artefacto explosivo ... Fui avisado por várias testemunhas directas. O explosivo estava numa mochila, depositada por um homem, filmado pela CCTV da cidade de Lyon". Um sherloque!

Do alto dos seus 24 anos, o hippie bloquista, arquétipo do Velho Sábio (em versão Jovem Ignorante), sentencia: "Eh pá... Não falem disso... Olhem que essa merda pode provocar o ódio...".

 

O novo pecado capital da Civilização Ocidental: sentir "ódio" por quem assassina inocentes a sangue frio. Isso é que é grave. O tal "ódio". As pessoas agonizantes com o corpo cheio de pregos e parafusos, são testemunhos vivos da "lei do retorno" de que falava aqui ontem um amigo. 
O que vem a ser a "lei do retorno"? Nós explicamos, esperando que ele não se ofenda:
Se o Rei Leopoldo da Bélgica matou, torturou e mutilou milhões de africanos inocentes no Congo, entre  1805 e 1908, então manda a "lei do retorno" que em 2019 um muçulmano largue uma bomba para trucidar transeuntes inocentes em França.
Note-se que os muçulmanos continuam hoje, como há 1400 anos, a traficar escravos africanos, a mutilá-los, torturá-los, estuprá-los e matá-los a seu bel-prazer*, mas compreender a "lei do retorno" não está  ao alcance de gente estúpida como nós (ainda por cima "cheios de ódio", como estamos permanentemente).
* A nossa secção ÁFRICA mostra uma fracção infinitesimal disso mesmo, com vídeos elucidativos.
As caras das vítimas dissolvem-se ainda mais. Já praticamente deixaram de ser pessoas como nós, que respiram, riem, choram, sonham. Agora são criminosos, por serem brancos e "privilegiados", enquanto no resto do Mundo se passa fome e blablabla. Elas e todos nós somos pessoalmente responsáveis pela corrupção de todos os governos do Mundo, que até da ajuda humanitária se apoderam (para luxos pessoais ou para comprar armamento para estilhaçar o povo sofrido).


"Ai sim? Foram atingidos 10? E quantos foram atingidos pelo colonialismo europeu?".
Já não são pessoas. São números. Se lhes lembramos que o Islão já matou mais de 670 milhões de inocentes (muito mais que o Rei Leopoldo), e que continua a matar diariamente, somos "racistas".
Apenas as pessoas brancas são más. Todas as pessoas não brancas são boas. Aventar a possibilidade de uma pessoa não-branca proceder mal, é "racismo". As pessoas "inteligentes" conseguem "compreender" que a culpa é sempre das pessoas brancas. 
Esta menina chora porque detesta ser branca, pois todos os dias lhe chamam racista:


Já aprendeu a regra do bom viver.
A única maneira de uma pessoa branca exorcizar a sua maldade inerente é apoiar a sua própria destruição. Mais que isso é "ódio", como lembra o hippie, enquanto passa a mão pelos cabelos louros trançados à Bob Marley.
Flores, velas, bandeiras e ursinhos de peluche na Rua Victor Hugo - ainda está na moda? Meter uma bandeira da França no perfil do Facebook - a partir de quantos mortos é que é aceitável?
Ainda se pode, ou agora é fatela?
E não será racista?...
Agora as 10 vítimas do ataque em Lyon já são claramente os maus nesta história. Por causa deles, agora a comunidade islâmica está  a ser vista com maus olhos. Temem-se represálias (que nunca acontecem e que desaprovamos).

Desde o 11 de Setembro, 35061 ataques terroristas em nome do Islão. Todos os dias. Número incontável de mortos e feridos, mas pode tentar contar aqui.


Um das recentes vítimas, de Moçambique, o clérigo católico Frei Landry Ibil Ikwel, de 34 anos, e uma freira, a Irmã Inés Nieves Sancho, de 77 anos, foram chacinados em nome da Religião da Paz.
Mas... que vemos nós?!!!... O padre Landry era Negro! Como é que se aplica aqui a "lei do retorno"? Não sabemos. Somos tão estúpidos...


Já passou uma boa hora. "Oh pá, já mete nojo! Não se calam com isto! Tanta gente que morre no mundo e estão tão preocupados só porque são franceses e brancos, pá!".
Agora os 10 feridos já suscitam viva hostilidade.  São "racistas".
O Ramadão, "o mês da jihad e da conquista" continua, com os números habituais. Na semana de 11 a 17 de Maio, 37 ataques, 162 mortos e 98 feridos. 


Em Abril, 133 ataques, 822 mortos e 1374 feridos.  16 ataques suicidas. 24 países atingidos.
Tudo discriminadinho AQUI.
Não são números. São pessoas como você e eu.
Este ataque em Lyon foi apenas mais perto de nós, geográfica e culturalmente. Os mortos e os feridos em nome do Islão são de todas as cores, de todas as etnias, de todas as religiões, de todo o Mundo. Iguais aos de Lyon.
Os terroristas também são muito diversos, mas seguem todos uma religião: a da Paz.
Note-se que a Polícia e as Forças Armadas, massivamente presentes nas ruas de França, estão cada vez mais eficientes a prevenir ataques jihadistas, mas não podem evitar tudo, com centenas de milhar de jovens "radicalizados".
"'As armas matam!' Buhhh! Morte à bófia, man! As armas só são fixes nas mãos do Hamas e do Hezzbolah e do ISIS e da Al-Qaeda!""



Aquela da qual não se pode dizer o facto incontestável de que é diferente. É mais fácil agir como se o problema fosse de quem não se conforma em ser bombardeado, esfaqueado, atropelado, mutilado, estuprado, torturado, alvejado, decapitado, degolado.
As 10 vítimas do ataque em Lyon já são menos que uma neblina. Na razão inversa do Califado, que se materializa perante os nossos olhos atónitos.


O Apóstolo de Alá disse: "Fui enviado com as mais curtas expressões, com os mais amplos significados, e fui vitorioso com o terror (lançado nos corações do inimigo), e enquanto estava dormindo, as chaves dos tesouros do mundo foram trazidas para mim e colocadas na minha mão". Abu Huraira acrescentou: O Apóstolo de Alá deixou o mundo e agora vós, gentes, trazei esses tesouros (ou seja, o Profeta não se beneficiou deles).
Bukhari (4.52.220)
Movimento de Ex-Muçulmanos da Bélgica

"Eh pá... Não falem disso... Olhem que essa merda pode provocar o ódio...
Quando é que a malta faz outra manife contra Israel? Iá, o Hamas, bué de fixe! E o Hezzbollah... Altamente, man! Porcos dos Sionistas, altos lagartos espaciais, man...
E o Festival Islâmico de Mértola? Alta curte!".

EURÁFRICA - Vêm aí 150 a 200 milhões de africanos



"Existe hoje, na Europa, toda uma geração que se envergonha dos pecados de seus antepassados, cometidos na era colonial. Para reparar as supostas injustiças desta época, estão dispostos a fazer todo tipo de concessão no âmbito político e econômico, e assim favorecer aqueles povos que foram supostamente defraudados nos séculos passados. Este fenômeno, conhecido como complexo de “Culpa Branca”, tem levado a muitos caucasianos no Ocidente a se sentirem culpados pelas mazelas do chamado “terceiro mundo” e a adotarem a autoflagelação cultural e ideológica — elevando tudo e todos acima de seus próprios valores e tradições — na construção de um mundo mais “justo” e “melhor”. Em parte, o “white guilt” explica a aceitação irrestrita de alguns povos da Europa com relação à imigração islâmica em massa, decisão da qual muitos já colhem amargos frutos e se arrependem". 


NOTA: Não temos nada contra a presença de pessoas africanas na Europa - desde que respeitem a cultura dos países de acolhimento e se mostrem elementos ordeiros na sociedade. Mas mudar a África para a Europa parece-nos tão errado como mudar a Europa para África. O pior é que o grosso dos africanos que chegam são muçulmanos - e por isso naturalmente hostis aos nossos valores e desejosos de cumprir o desígnio islâmico de conquista e submissão dos "infiéis".


Migração em massa: "Dentro de trinta anos, a Europa terá entre 150 e 200 milhões de africanos, contra 9 milhões hoje". 
Via:



. Hoje, 510 milhões de europeus enfrentam 1,3 bilião de africanos. Se os africanos tomarem o exemplo dos mexicanos que demandam os Estados Unidos, "dentro de trinta anos ... A Europa terá entre 150 e 200 milhões de africanos europeus, contra os 9 milhões hoje". Smith chama esse cenário de "Euráfrica". 
. O já controverso sistema de cotas para migrantes falhou. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou a Hungria por deter migrantes. Os governos europeus não podem impedir a entrada, expulsar, prender ou até mesmo repatriar migrantes. O que sugerem as autoridades em Bruxelas? Trazer todos para a Europa? 
. De acordo com um artigo assinado, entre outros, pelo ex-presidente francês Nicholas Sarkozy, e o ex-primeiro-ministro francês Manuel Valls, os judeus franceses estão a ser vítimas de uma forma de limpeza étnica. 
. "Longe de levar à fusão, a crise migratória está a levar a Europa à fissão", escreveu recentemente Niall Ferguson, professor de História em Stanford. "Está cada vez mais claro que a questão da migração será considerada pelos futuros historiadores como o dissolvente mortal da UE". Semana após semana, a previsão de Ferguson vai tomando forma. 

NÃO SE ESQUEÇA DE ASSINAR:





A Europa não só está a fracturar-se à medida que avança a corrente da anti-imigração, como a crise migratória levou o governo italiano, e outros governos, incluindo a Áustria, a considerarem a Europa sem fronteiras de Schengen, o mais simbólico dos projectos europeus após a Segunda Guerra Mundial, uma  "área de risco". 
A imigração está obrigar à redefinição do contrato intra-europeu.
A República Checa, a Hungria, a Polónia e a Eslováquia, conhecidos como Grupo Visegrad, apelaram recentemente à defesa das fronteiras externas da UE. "Precisamos ter uma Europa que possa defender-nos", disse o chanceler austríaco, Sebastian Kurz, depois de ser convidado a integrar o Grupo Visegrad.


Na cimeira em 21 de Junho, o chanceler austríaco Sebastian Kurz (segundo da esquerda) foi convidado a juntar-se aos líderes dos quatro países do "Grupo de Visegrad" (República Checa, Hungria, Polónia e Eslováquia). A migração em massa e a protecção das fronteiras estiveram no topo da agenda. (Fonte da imagem: Gabinete do Chanceler Federal da Áustria).

Depois de 700.000 imigrantes terem invadido a costa italiana nos últimos cinco anos, o novo governo populista italiano adoptou uma política de imigração inflexível. O ministro do Interior, Matteo Salvini, fechou os portos italianos aos navios de migrantes. Na Alemanha, o confronto entre a chanceler alemã e o seu ministro do Interior, Horst Seehofer, sobre a questão da migração, poderá levar ao "fim da era de Merkel". 
"O novo governo populista italiano enfrentou o status quo europeu. Não sobre o euro, como a maioria dos observadores esperava, mas sobre a questão da migração, um caso em que o establishment europeu é particularmente vulnerável ", comentou Walter Russell Mead no Wall Street Journal.


Caos: "Migrantes" chegam à Polónia:



A onda migratória teve um impacto quase sísmico no consenso político europeu. A tal ponto que o New York Times acredita que a questão dos migrantes se tornou a questão política "mais tóxica" do momento. A recusa das elites políticas da UE em considerar os problemas gerados pela imigração maciça descontrolada está, de facto, no centro da crise.
Os fluxos migratórios maciços dos últimos anos desestabilizaram a Europa em profundidade, particularmente em termos de segurança. De acordo com um novo relatório da Heritage Foundation:
"Desde 2014, quase 1.000 pessoas foram feridas ou mortas em ataques terroristas relacionados com a questão da migração. Nos últimos quatro anos, 16% dos ataques - ou ataques terroristas - na Europa, foram cometidos por requerentes de asilo ou refugiados. O ISIS tem estado em contacto directo com quase todos esses ataques. A Alemanha foi o seu alvo mais frequente, e os sírios, mais do que qualquer outra nacionalidade, estão envolvidos nesses ataques. Quase três quartos dos terroristas entraram em acção dois anos depois de chegarem à Europa". 
"Desde Janeiro de 2014, 44 refugiados ou requerentes de asilo estiveram envolvidos em 32 ataques terroristas islâmicos, que deixaram 814 feridos e 182 mortos na Europa".
A imigração também representa um sério desafio para a coexistência étnica e religiosa na Europa. Uma declaração assinada pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy e pelo ex-primeiro ministro francês Manuel Valls, entre outros, afirma que os judeus franceses são agora vítimas da limpeza étnica. "Dez por cento dos cidadãos judeus na região de Paris foram recentemente forçados a mudar-se por causa da insegurança em alguns subúrbios", disse o fórum. "É uma limpeza étnica discreta".



Um vislumbre da islamização/africanização da Europa na nossa secção

FRANÇA




Stephen Smith, especialista em África e autor elogiado pelo presidente francês Emmanuel Macron, expôs claramente o perigo que a Europa enfrenta, caso se recuse a controlar as fronteiras. Em "Rumo à Europa: A Jovem África a Caminho do Velho Continente", Smith observa que 510 milhões de europeus enfrentam agora 1,3 mil milhões de africanos. Mas "em trinta e cinco anos, 450 milhões de europeus enfrentarão cerca de 2,5 biliões de africanos, cinco vezes mais". 
Se os africanos seguirem o exemplo dos mexicanos nos Estados Unidos, por exemplo, "em trinta anos, a Europa terá entre 150 e 200 milhões de afro-europeus contra os 9 milhões de hoje", diz Smith. 
Smith chamou a esse cenário "Euráfrica". A maior onda de migração na Europa desde a Segunda Guerra Mundial representa um problema urgente para uma Europa onde as populações indígenas continuam a envelhecer e a diminuir.  




O controverso sistema de cotas instituído pela UE para os migrantes já fracassou. Mas os governos europeus também não podem expulsar os migrantes. Desde 2012, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (CEDH) tem multado o Governo italiano - em vários milhares de euros - por ter recambiado para a Líbia duas dúzias de imigrantes. Da Líbia, os migrantes foram interceptados no Mediterrâneo quando tentavam chegar à ilha italiana de Lampedusa. Três anos depois, o Tribunal Europeu considerou a deportação injustificada e condenou o governo italiano. 
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos também condenou a Espanha pela expulsão de 75 a 80 migrantes do enclave de Melilla. O CEDH condenou a Hungria por deter migrantes. A Europa não pode opor-se, expulsar, deter ou mesmo repatriar migrantes. O que sugerem as autoridades em Bruxelas? Fronteiras abertas? 
Andrew Michta, decano da Faculdade de Estudos de Segurança Internacional no Centro Europeu de Estudos de Segurança George C. Marshall, escreveu recentemente que esta migração em massa dirigida às democracias europeias acarreta um risco de "decomposição" . Não é a "fusão" da União Europeia que está em causa, mas a destruição da civilização ocidental.




COMENTÁRIO
1. Naturalmente que, como acontece sempre que há problemas no globo terrestre, "a culpa é dos judeus". A invasão islâmica do Mundo Livre também é imputada aos judeus. 
No entanto, a União Europeia, que rivaliza em anti-semitismo com a ONU (financia os terroristas que atacam Israel, recebe-os no Parlamento Europeu, lança boicotes e condenações contra Israel, branqueia o islamismo, etc.), é a autora do programa oficial de islamização da Europa.


2. Uma das teorias da conspiração neo-nazis sobre a islamização da Europa promovida pela União Europeia é a de que o conde austríaco Kalergi planeou a coisa na primeira metade do século 20 (!!!!!). 
A ligação que os anti-semitas fazem é que o senhor terá sido casado com uma mulher de origem judaica - que decerto lhe terá segredado o plano...
Para além da aberração que tal teoria constitui, o senhor Kalergi era absolutamente contrário à descaracterização da Europa (e nunca existiu qualquer "plano Kalergi!"):




3. Outra falácia comum é a de que Israel "manda os muçulmanos invadirem a Europa".   
A ideia de os muçulmanos a obedecerem a Israel é suficientemente absurda, mas acontece que Israel recebe 10 vezes mais africanos do que a Europa:







 Recordamos o que escrevemos sobre este assunto:

A pretexto da guerra na Síria, muçulmanos de todo o mundo (nomeadamente de África) continuam a inundar e a destruir a Europa.
Certos sectores políticos acham que se deve dispensar um tratamento privilegiado às pessoas africanas ou de origem africana. Nós temos tanta dificuldade em entender o racismo positivo como o racismo negativo. Ambos são degradantes.



Judeus etíopes. Negros. Com muita honra.

Já nos países islâmicos, os africanos são escravizados pelos muçulmanos, hoje como desde há 1400 anos. Mas disso os jornalistas-islamistas não falam...
Quando por rara excepção aparecem nos media mainstream notícias sobre escravidão em países islâmicos, os mesmos esquerdistas iluminados que verberam o direito de os países livres não serem invadidos, logo se apressam a passar a conhecida receita de que "é a cultura deles e temos que respeitar".
Os mesmos muçulmanos que compram e vendem seres humanos africanos (e infiéis em geral) para as mais diversas finalidades (desde a escravatura sexual ao tráfico de órgãos), acusam Israel de racismo por deportar ilegais.  
Nada de espantar, o que é para nós irracional é a própria essência do Islão.

 

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Judeus ortodoxos britânicos mobilizam-se por Tommy Robinson


"Uma sondagem recente de jornalistas independentes revelou que muitos eleitores britânicos têm medo de perder os seus empregos se for tornado público que apoiam Robinson". 

É esta a "Europa das liberdades". A União Europeia é um projecto de tipo comunista, que nos impõe a todos a islamização e consequente substituição populacional. Quem se manifesta contra perde o emprego, é preso, é perseguido, é morto. Estas eleições europeias são a última oportunidade de reverter o processo, elegendo vozes não corrompidas para o Parlamento Europeu.


 Tommy Robinson com Pamela Geller.

De há muito que damos o maior destaque que conseguimos a Tommy Robinson, uma das últimas pessoas apostadas em manter o Reino Unido livre. Ver por exemplo:

A Demonização da Classe Trabalhadora


Avi Yemini, judeu australiano e resistente à islamização, um grande apoiante de Tommy Robinson, tem desmontado a estúpida acusação de que Tommy é antissemita. Pelo contrário, Tommy já esteve em Israel e viu a mesma ameaça jihadista que paira sobre o Reino Unido:


JUDEUS ORTODOXOS BRITÂNICOS MOBILIZAM-SE POR TOMMY ROBINSON

     Os membros das comunidades hassídicas e sefarditas instam a comunidade a "fazer a coisa certa por nós mesmos - e pelo país ao qual devemos tanto".

     Mordechai Sones, INN, 22/05/19




Um grupo de judeus ortodoxos britânicos, incluindo membros das comunidades sefarditas e hassídicas, mobilizou-se numa campanha em massa para apoiar o candidato independente ao Parlamento da União Europeia, Tommy Robinson.

Milhares de panfletos foram distribuídos em Manchester hoje, convocando “os nossos companheiros judeus ortodoxos” a votar em Robinson nas eleições de 23 de maio, chamando a Robinson “um firme amigo do nosso povo”.

"Por favor, abram os vossos corações e considerem dar o vosso voto a Tommy Robinson nas eleições europeias de quinta-feira", dizia o panfleto. “Tommy é um lutador independente e destemido por uma sociedade sã, decente, honesta e de valores tradicionais, e justiça para as vítimas de crimes terríveis, insensivelmente ignorados através pela 'correção política'”.

Uma sondagem recente de jornalistas independentes revelou que muitos eleitores britânicos têm medo de perder os seus empregos se for tornado público que apoiam Robinson.

"Todos nós sabemos que nos últimos anos a Inglaterra se tornou irreconhecível do país decente em que crescemos", continuou o panfleto. “Quem entre nós não reagiu com horror, pois cada mês traz novos níveis de declínio moral e autodestruição em nome da 'diversidade' e 'direitos humanos'?

"Por quanto tempo vamos torcer as nossas mãos impotentes, os nossos activistas tentando fazer o seu melhor, enquanto o país continua esta terrível marcha para os piores lugares, liderado por líderes tolos, corruptos e 'educados'?", questionam os autores.

“Alguém com um pingo de honestidade pode pensar que as coisas mudam se continuarmos a votar nas mesmas pessoas “esclarecidas”?
Moshe Chaim Rowe, um dos autores do panfleto, disse que “Tommy Robinson tem sido um amigo firme e positivo do povo judeu, defendendo-nos muitas vezes, tanto aqui como em Eretz Yisrael. Ele coloca-se em perigo pessoal, contra as ameaças reais que enfrentamos - precisamos apoiá-lo”.

O folheto continuou: “É claro que a Imprensa oficial o odeia e mente sobre ele dia e noite. Lembrem-se, é a mesma Imprensa que bombeia ódio e mentiras sobre Israel, sobre os nossos valores religiosos, as nossas escolas e instituições ... todos nós sabemos o que valem as suas opiniões venenosas e "notícias falsas".

“Lembrem-se - na cabine de voto só há vocês e Hashem (Deus).
 
“Não dêem ouvidos aos jornais 'judaicos' que são contra a Bíbia, não dêem ouvidos aos seus 'líderes' e aos seus 'rabinos'.
“Por favor, façam o que difícil: façam a vossa parte na luta. Façam, algo corajoso do qual tenham muito orgulho.

"Vamos fazer a coisa certa por nós mesmos - e pelo país a que devemos tanto".


Lojas de discos já PROIBEM Morrissey

Cá está o proverbial totalitarismo esquerdista. Quando são contrariados, sobretudo quando lhes mostram a REALIDADE, fazem tudo para assassinar o bom nome e roubar o sustento dos seus adversários. Quando estão no poder, simplesmente fuzilam. Ou esmagam com blindados, como ainda agora se viu na Venezuela. 
Agora a esquerda está perdida de amores pelo islamismo, e Morrisey, que se opõe ao terrorismo islâmico, à invasão islâmica e à islamização do Mundo Livre, está debaixo de fogo.
Felizmente, Morrissey tem capacidade económica para se defender. Mas o cidadão comum já vive no medo. Como nos tempos da ascensão do Nazismo.

  
LOJA DE DISCOS PROÍBE ÁLBUNS DE MORRISSEY CITANDO O SEU APOIO À EXTREMA-DIREITA
NY Post, Page Six, 23 de Maio de 2019:
O controverso endosso de Morrissey ao partido britânico de extrema-direita For Britain levou pelo menos uma loja de discos a proibir a sua música. A Spillers, que se intitula "a mais antiga loja de discos do mundo", em Cardiff, no País de Gales.
Nota do Tradutor: Hoje em dia, quem resiste à islamização, é qualificado como "de extrema-direita", "racista" e mais uns quantos mimos.
(...) O dono da Spillers, Ashli ​​Todd, disse ao Wales Online: "Só lamento não ter feito isto antes."

No início deste mês, Morrissey usou um badge do For Britain durante a sua aparição no "The Tonight Show", onde apresentou a sua versão de "Morning Starship" de Jobriath. A activista anti-islamismo Anne Marie Waters fundadora do For Britain, agradeceu a Morrissey pelo seu apoio através de um vídeo no YouTube:



(...)
Parabéns, Morrissey, por seres corajoso, além de um artista brilhante e um ser humano de excepção!

Notre-Dame: Especialistas confirmam fogo-posto


Incêndio da Notre-Dame: um fogo de tal violência seria impossível sem agente acelerador, de acordo com os testemunhos de bombeiros, carpinteiros, engenheiros ...
 Jacques CHASSAING
https://www.europe-israel.org/2019/05/incendie-de-notre-dame-un-feu-dune-telle-violence-impossible-sans-accelerateur-selon-les-temoignages-de-pompiers-de-charpentiers-dingenieurs-video/


 Os nossos posts anteriores sobre o incêndio da Catedral de Notre Dame:

Câmara captou incendiário da Notre Dame?

Confissões de um mestre-pedreiro francês

Emiratos Árabes Unidos lançam petição para transformar Notre Dame em mesquita

Clérigo Muçulmano Influente Celebra Fogo na Catedral de Notre Dame, Ameaça Jihad Contra a França

Notre Dame: Verdades, Mentiras e Ameaças

A França que se regozija com o incêndio da Notre Dam

Jornal turco celebra o incêndio de Notre Dame: "MALDIÇÃO DA TURQUIA CUMPRIU-SE"

Líder dos estudantes franceses ri do incêndio da Notre Dame e quer gasear todos os brancos

Engenheiro-chefe da Notre-Dame "estupefacto" com tese de acidente

ISIS sobre a Notre Dame: "DIGAM ADEUS AO VOSSO TEMPLO POLITEÍSTA"

Inferno na Notre Dame "foi intencional"

Adivinhe quem está a CELEBRAR o incêndio da Notre Dame...

Enquanto a Notre Dame arde

E MUITO MAIS haveria a dizer. Sobre este incêndio e sobre muitos outros, não apenas em França.


Muçulmanos anónimos, grupos terroristas, jornais de países islâmicos, clérigos islâmicos, celebraram efusivamente, como estes dois muçulmanos fotografados no local a festejar. Documentámos os factos - e muitíssimo ficou por dizer. Nos tempos que correm, celebrar um incêndio de um local de culto e de uma jóia da Arte mundial, é admissível. Documentar factos, é considerado "incitação ao ódio".


No auge do incêndio, os media já diziam que se tratara de causa acidental.

Mas essa hipótese não é aceite pelos profissionais da construção e restauro de monumentos. O aparato estatal Macron apressou-se a silenciá-los.


Infelizmente, acho que não foi um acidente
 
"Ex-aluno da École du Louvre, formado em História da Arte, visitei a Notre-Dame com arquitectos dos Edifícios de França, há vários anos. O vigamento de madeira, do século 12, estava protegido ao máximo! Cada intervenção é sempre acompanhada por arquitectos, especialistas, historiadores ... 
Nenhum início de trabalho é previsto sem extrema cautela: sem fontes de calor, sem chamas vivas, sem aparelhos eléctricos; há um sistema de alarme e monitorização de alto desempenho e muito rigoroso. Acho que um dia descobriremos que se tratou de  um incêndio criminoso. "

Não havia trabalhos de soldadura ou pontos quentes possíveis


Arquitecto-chefe de monumentos históricos e responsável pelo restauro da torre:


"Depois de várias perguntas e depoimentos, parece-me útil trazer esta informação: o trabalho de restauro ainda não havia sequer começado; o andaime estava apenas a ser erguido.

Sem solda ou sem pontos quentes possíveis, portanto. "
Eu confirmo que todas as precauções são tomadas neste tipo de construção.

"Eu compartilho esta análise. Trabalho frequentemente em ambientes sensíveis com este e confirmo que todas as precauções são tomadas neste tipo de construção, além de medidas de prevenção drásticas. É solicitado remover todo o equipamento eléctrico e todas as fontes de calor no final do dia de trabalho. Tudo é armazenado em lugares apropriados. O elevador, instalado com o andaime, também foi utilizado para isso.
 
O trabalho com fontes de calor está sujeito a autorização diária. Ele é supervisionado por especialistas que medem a quantidade de poeira no ar e a possível presença de gás, para evitar qualquer incêndio ou explosão. "

Eu absolutamente não acredito na tese de acidente.

"A cor das chamas e a libertação de fumo também são muito suspeitas: pessoalmente, eu nunca vi madeira seca produzir chamas tão brancas na sua base e tanto calor. Basta olhar para o fogo de casas antigas, onde se verifica que as vigas são a última coisa que permanece, com as paredes de sustentação, mesmo após várias horas de incêndio.

As madeiras de Notre-Dame vaporizaram-se em menos de uma hora, como se tivesse sido usado um acelerador de queima de madeira.
Eu absolutamente não acredito na tese de acidente. "

Que combustível poderia ter sido usado para incendiar aquelas vigas, com mais de 40 cm de espessura?
"Ex-bombeiro, eu faço-me uma pergunta: nunca vi um incêndio sem combustível.

A primeira pergunta que me impressiona é saber que combustível poderia ter sido usado para incendiar aquelas vigas, com mais de 40 cm de espessura.

1ª solução: Curto-circuito. Duvido, atendendo às precauções de segurança. E especialmente porque não havia nenhum combustível no local.
2ª solução: Uma chama viva direccionada para um feixe por pelo menos 15 minutos! Mas, atendendo ao modo de propagação, duvido também.

3ª solução: Um efeito de backdraft, isto é, um incêndio seguido de uma implosão após uma entrada de ar. "


Teria sido preciso um fogo latente por vários dias, sem que ninguém pudesse vê-lo, nem detectar o fumo! Impossível.

"Como ex-carpinteiro de madeira, posso assegurar-lhe que estas pilastras multicentenárias não podem queimar como uma palha vulgar!


O simples facto de terem sido protegidas durante séculos tornou-as à prova de podridão e não inflamáveis.

Teria sido necessário um fogo latente por vários dias, sem que ninguém pudesse vê-lo, nem detectar o fumo! Impossível.
Este incêndio de uma violência rara e de uma intensidade rara deixa os especalistas cépticos sobre a possibilidade de ter começado espontaneamente. Tal poder e tal propagação rápida inevitavelmente levantam questões. "

Basílica Saint-Denis foi objecto de um incêndio criminoso. Mas nada de conclusões precipitadas, nem generalizações!

"Sabe-se que de manhã e à noite há uma inspecção por bombeiros que monitorizam o local; 

que não havia trabalhadores no local;
que houve dois focos de incêndio (de acordo com a informação do LCI);
que o fogo se espalhou a uma velocidade excepcional;

que a Basílica de Saint-Denis foi alvo de um incêndio criminoso; etc.
Mas "nada de conclusões precipitadas, nem generalizações!"



"Penso que houve mais de um incêndio, para causar tal conflagração.

De facto, por volta das 18 h 20, um primeiro alarme de incêndio foi accionado.

Os agentes circularam sem perceber nada de anormal. Então, eles são estúpidos ou incompetentes: eu teria verificado o sótão, sabendo que ia haver lá obras.


Às 18h47, um segundo alarme de incêndio foi accionado, o que significava que o incêndio se espalhara 27 minutos no sótão ou que outro incêndio havia começado.
No caso da Notre-Dame, aparentemente os sótãos eram virgens: havia apenas vigas, de dimensões monstruosas.

Como lembrete, a Catedral de Nantes sofreu o mesmo incêndio, atribuído a um maçarico deixado aceso inadvertidamente.
Neste caso, a obra estava na fase de colocação de andaimes. Ainda não havia maçaricos (ou outro material).

Em suma, muitas perguntas permanecerão sem resposta ... "

As medidas de segurança são alucinantes. Todos os dias, no final da jornada de trabalho, agentes equipados com câmaras de infravermelhos circulam por cada divisão do edifício.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

"Dominaremos a Europa e o Ocidente através da 'Conquista Silenciosa'"

A Europa, hoje.


Imã mais influente do mundo: o Islão vai dominar a Europa e o Ocidente através da "Conquista Silenciosa" 
O xeque Yusuf al-Qaradawi é o líder religioso da Irmandade Muçulmana, cujos mandatários nos EUA incluem grupos como o CAIR, o MSA, o ISNA e centenas de outros grupos muçulmanos americanos, testas de ferro do terrorismo islâmico. 
Este homem que é louvado pelos media como defensor de uma “interpretação reformista do Islão e sua relação com a democracia, o pluralismo e os direitos humanos”, defende os ataques terroristas suicidas e a conquista do mundo pelo Islão. 

 
Yusuf al-Qaradawi, ao escrever sobre os “sinais da vitória do Islão”, referiu-se a um hadith: 
Perguntaram ao Profeta Maomé: “Que cidade será conquistada primeiro, Constantinopla ou Romiyya [Roma]?” Ele respondeu: “A cidade de Hirqil [governada pelo imperador bizantino Heráclio] será conquistada primeiro” - isto é, Constantinopla - Romiyya é a cidade chamada hoje 'Roma', a capital da Itália. A cidade de Hirqil [isto é, Constantinopla] foi conquistada pelo jovem otomano de 23 anos, Muhammad bin Morad, conhecido na história como Maomé, o Conquistador, em 1453. A outra cidade, Romiyya, permanece e esperamos e cremos [que também será conquistada]. Isso significa que o Islão retornará à Europa como conquistador e vitorioso, depois de ser expulso dele duas vezes - uma vez do sul, da Andaluzia e uma segunda vez do leste, quando bateu várias vezes à porta de Atenas.”
O Geller Report tem uma secção dedicada a Yusuf al-Qaradawi 
A Máfia islamista retirou o vídeo* recente em que o xeque Yusuf al-Qaradawi, o clérigo muçulmano mais influente do mundo actual, voltou a afirmar publicamente: 
*  Radical Islam in America: In Their Own Words from CAIR: Radical Islam in America on Vimeo.
“O Islão voltará a governar a Europa e o Ocidente. A conquista precisa ser realizada pela espada? Não necessariamente. Há uma conquista tranquila ou "Da'wa" (proselitismo para o Islão).
Enquanto o vídeo não volta a estar disponível (para ser retirado novamente), ficam aqui algumas declarações anteriores dele, dizendo precisamente a mesma coisa, que é, afinal, a mensagem do Islão - conquista e submissão global, escravização dos "infiéis" (que serão sempre precisos para sustentar os muçulmanos) e pena de morte para quem se opuser:



Recebido como um mensageiro de Alá pelos terroristas de Gaza:



É claro que a conquista, de "silenciosa", tem pouco. Dezenas de milhar de mortos, milhões de estupros, europeus espancados e roubados nas ruas, desalojados de suas casas para dar lugar aos colonos muçulmanos, presos por dizerem a verdade sobre o Islão, ataques terroristas diários, tudo isto é bastante sonoro. 
Mas não podemos falar, ou seremos punidos pelo governo e mortos pelos muçulmanos. Resta-nos chorar as vítimas e escrever em blogues em que contamos uns aos outros o que todos estamos fartos de saber.


Este senhor Yusuf al-Qaradawi, líder de 90% de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos, é conhecido por ser um acérrimo defensor da decapitação de quem queira deixar o Islão (uma lei em vigor em todos os países islâmicos).
Aqui o vemos, líder do grupo terrorista Irmandade Muçulmana e de 90% dos muçulmanos do Mundo, como lencinho de terrorista à Arafat, jurando substituir Israel pelo Estado islâmico da "Palestina". 

 E assim vai a Europa.


Por isso, caros amigos, percam a esperança de que se entregarmos os judeus às garras do Islão, o Islão ficará saciado e nos poupará. Não esqueçam que a seguir a Israel estamos nós, os "infiéis" da Península Ibérica, que rechaçámos a ocupação islâmica. O Islão nunca esquece. 


Rei Dom Afonso Henriques na Batalha de Ourique contra os Almorávidas em 1139.


Aqui no Norte de África, em cada aldeola há um ancião com uma caixa cheia de chaves antigas e enferrujadas, que afirma invariavelmente que são as chaves das casas que eles deixaram em Portugal e que tencionam reaver a breve trecho. Também não é raro encontrar-se quem afirme "lembrar-se do dia em que foi expulso de Portugal". Por D. Afonso Henriques ou sucessores imediatos, entenda-se. O Islão é assim, não deve nada à lógica mais elementar. Os hippies do Festival Islâmico de Mérdola e do Bloco de Esterco a-do-ram!