sexta-feira, 3 de maio de 2019

Trump é Batman?

De acordo com o The Hill, Debbie Wasserman Schultz chamou ao presidente Trump um "vilão de histórias em quadradinhos" em resposta à política de imigração do Presidente. Porque é que a opinião de uma ex-presidente do Partido Democrata, que teve de renunciar ao cargo em 2016, devido a fraudes em favor de Hillary Clinton, tem algum peso? A honestidade não é o seu forte. Para mim ela é simplesmente uma fala-barato. Mas a comparação de Debbie não deixa de ser interessante.

Eu tinha enviado um e-mail a Tucker Carlson no início do mês passado sobre algo engraçado que ele disse, sobre Michael Cohen ser uma distracção nas acusações de conluio eleitoral com a Rússia. Ele explicou com humor que os detractores do Presidente ainda não viram qualquer fruto dos seus esforços, apesar das intermináveis investigações. Ele gracejou que Putin talvez tenha “algo horrível e incriminatório contra Donald Trump. Uma foto do presidente vestido de Batman, ou talvez um vídeo com prostitutas a fazer algo estranho”. Por mais engraçada que eu achasse a ideia de Trump mascarado, isso cristalizou algo em mim. E respondi-lhe:
Acho que Trump é ... Batman. A identidade secreta de Batman era Bruce Wayne, um rico playboy americano, filantropo e proprietário da Wayne Enterprises. Trump era conhecido como um rico playboy americano, filantropo e dono da organização Trump. Ele ajudou todo tipo de pessoas durante anos, mas era mais conhecido no mundo inteiro pelo seu estatuto de celebridade. Agora o herói saiu do armário e tenta salvar o mundo em grande escala. 
Apesar do estatuto de super-herói, Batman não tinha superpoderes. Ele confiava nos seus pontos fortes: um intelecto genial, vasta riqueza, coragem e vontade indomável. Soa como alguém que conhecemos? Trump é como o herói fictício, motivado por um desejo de justiça. Ele quer restaurar a lei e a ordem e pôr as coisas de novo nos eixos, torná-las grandes novamente. 
Apesar das dificuldades insuperáveis, Batman venceu sempre, salvando Gotham, uma cidade incrivelmente parecida com a amada Nova Iorque de Trump. Uma personagem do filme Batman falou sobre morrer como herói ou viver o suficiente para se ver no papel do vilão. E a Imprensa mundial está agora a tratar essa figura anteriormente popular como um vilão. 



Debbie Wasserman Schultz 


Suponho que isso fosse presciente em relação ao que estamos a ouvir da insuportável congressista. Trump é o vilão no mundo dela, também conhecido como Bizarro World entre os fãs de histórias em quadradinhos e fãs do senso comum. A última coisa com que os esquerdistas se importam é com as pessoas comuns. 
Quem se importa com a multidão de cidadãos comuns representados como pontos, nas ruas sobre as quais os super-heróis lutam? Eu vou dizer-vos quem se importa. Donald Trump importa-se. E é por isso que ele é o Batman. Talvez ele também saiba disso em algum nível, porque no outro dia ele twittou um vídeo que alguns fãs fizeram sobre ele com músicas de The Dark Knight Rises. Talvez os poderes também saibam, já que a Warner Bros rapidamente mandou retirar o vídeo por infracção de direitos de  autor.
A luta continua ... 
Kapow!

Via GELLER REPORT.

Na nossa opinião, Trump é um homem escolhido por Deus.  
Veja, antes que o Youtube retire:





POST-SCRIPTUM


quinta-feira, 2 de maio de 2019

O antissemitismo é uma expressão de inveja?



Hoje é Dia Internacional da Recordação do Holocausto. O antissemitismo nunca esteve tão em alta. Eu, que nunca fui antissemita, não entendo os motivos para tanto ódio. (Não gostar, embirrar, ter aversão a um grupo humano, também não consigo conceber, mas daí não vem muito mal ao mundo. Já perseguir e exterminar pessoas de um dado grupo, é um bocadinho aborrecido).
Os argumentos actuais para o antissemitismo mereceram-nos há dias uma Carta Aberta aos Neo-Nazis.

A Questão do "Povo Escolhido"
Mesmo as pessoas que não são tão dementes e tão básicas como os neo-nazis, demonstram por vezes uma certa má-vontade que se prende com a velha questão do "Povo Escolhido". Ciúmes? Inveja? De quê? A mesma Bíblia que milhões de cristãos seguem e milhões de muçulmanos respeitam, apresenta os judeus como Povo Escolhido. Temos logo aí um contra-senso. Aceitam a Bíblia como a Palavra de Deus, mas não aceitam a Palavra de Deus em relação aos judeus. A Bíblia é a História do Povo Judeu.
O Judaísmo é a religião tradicional dos judeus. Alguém por aí sabe em que consiste a religião dos Drusos, por exemplo? Alguém se incomoda por eles se consideraraem escolhidos de Deus? Alguém se perguntou, quando vai ao templo da sua religião, se é abusivo que o respectivo sacerdote se refira aos fiéis como o Povo de Deus? Afinal, todas as religiões partem do princípio de que são a Religião de Deus, e de que estão pelo menos mais perto de Deus do que as outras.
Tratando-se de ateus, o caso é igualmente absurdo. Se a Bíblia não passa de um "conto de fadas", porquê ficarem tão ofendidos com o que lá está escrito?
Mais importante ainda: a Bíblia estabelece os judeus como Povo Escolhido, mas nunca diz para quê!
Não existe qualquer implicação de que os judeus sejam melhores ou mereçam mais os favores de Deus. Os judeus foram "escolhidos" porque os outros povos recusaram a missão de empunhar o facho do monoteísmo. Se algum preço o ser "escolhido" acarreta é mais responsabilidade ética e muito mais dificuldades em sobreviver, como a História dos Judeus atesta.
Não só o Judaísmo estabelece que um não-judeu justo tem mais mérito que o Sumo-Sacerdote, como o Judaísmo não é exclusivista ou racista, e aceita novos membros na tribo - ao contrário dos Xintoístas, dos Drusos, dos Hindus e de todas as religiões tribais, como o Judaísmo.
Em suma, parece-nos que o antissemitismo é um indicador seguro de que a Revelação do Judaísmo encerra pelo menos uma grande dose de verdade. Como diz  ditado, não se atiram pedras a árvores sem frutos.

Nota: Os judeus não chegam a ser 0,2% da Humanidade. Metade dos 13 milhões de judeus existentes são laicos (agnósticos, ateus, "não praticantes", "não ligam a religião", etc.). Da outra metade, a maioria dos judeus são reformistas e não acreditam no pacto entre Deus e o povo judeu no Sinai. Apenas uns 2 milhões de judeus são ortodoxos, e crêem nesse pacto eterno.
Temos para nós que é mais razoável estudar, frequentar umas aulas de Judaísmo numa sinagoga ortodoxa, marcar uma entrevista com um rabino, e tirar as dúvidas, em vez de pegar numa metralhadora e desatar a matar judeus, como fez o jovem neo-nazi de San Diego no passado sábado. Ou mandar os judeus aos milhões para campos de extermínio, só por se desconhecer a teologia judaica ortodoxa ou eventualmente se discordar dela. 
Vamos ao artigo:


Guido Maisuls en exclusiva para Diario Judío México

Artículo original de © israelnoticias.com | Autorizado para su difusión incluyendo este mensaje y la dirección: https://israelnoticias.com/antisemitismo/mal-le-hecho-los-judios-la-humanidad
Guido Maisuls en exclusiva para Diario Judío México

Artículo original de © israelnoticias.com | Autorizado para su difusión incluyendo este mensaje y la dirección: https://israelnoticias.com/antisemitismo/mal-le-hecho-los-judios-la-humanidad
O anti-semitismo é uma expressão de inveja? Ao longo da História, muitos tentaram exterminar os judeus: os amalequitas, os assírios, os babilónios, os gregos, os romanos, os persas, os inquisidores espanhóis, os nazis e agora o ISIS, o Hamas, o Hezbollah, o Irão nuclear e todo o espectro do jihadismo islâmico. Que mal, em toda a História, os judeus fizeram à Humanidade?
Hoje é ouvido em quase todas as grandes cidades do mundo "Fora com os judeus do meu país", "Judeus para a câmara de gás", "Morte aos judeus", "Morte a Israel". Hoje, ser anti-semita já não é percebido como reprovável, mas como uma atitude politicamente correcta e acertada.
Como exemplo, em França, 37% dos entrevistados expressam abertamente o seu ódio aos judeus; na Alemanha cerca de 27%; na Itália 20%; na Polónia depois de milhões dos seus judeus terem sido massacrados em Auschwitz,  45%; e na Grécia e na Hungria ultrapassam os 60%.

Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite. 

A inveja, de acordo com as definições da Real Academia Espanhola, é a tristeza ou o pesar pelo bem dos outros e o desejo por algo que não é possuído.
A validade do arquétipo do judeu de sempre e que prevalece hoje mais do que nunca no mundo é a de um indivíduo de inteligência aguda, com uma personalidade independente, com uma forte inclinação para aprender, com uma acentuada aspiração a uma educação superior e sempre muito disposto a intervir em todas as inovações oferecidas por novos tempos.
A inveja ocorre como uma consequência de duas tendências que levam o indivíduo a desejar o que ele não conseguiu e a comparar-se com outros em vários aspectos do empreendimento humano.
O povo judeu, por causa das suas idiossincrasias, por causa dos sofrimentos intermináveis ​​experimentados durante os seus mais de 3.300 anos de vida, conseguiu valorizar a acumulação de aprendizado, a adaptação e a experiência que colocou em prática em todos os países onde teve uma chance de viver, desenvolvendo aspectos marcantes de pluralidade e tolerância em relação a outras religiões e aceitando democraticamente todas as correntes judaicas internas, sejam ortodoxas, conservadoras, reformistas e liberais.

Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite. Estas senhoras, em Gaza, seriam severamente punidas, por usarem calças e saias, terem o cabelo à mostra, não serem muçulmanas, etc..

O anti-semitismo é uma expressão de inveja?
O Prémio Nobel foi concedido a 846 pessoas, das quais 194 são judeus, 23% do total dos prémios, embora os judeus sejam menos de 0,2% da população mundial.
Do total dos prémios, os judeus têm 26% no Nobel da Física, 27% na Fisiologia e Medicina, 41% na Economia, 20% na Química, 12% na Literatura e 9% dos Prémios Nobel da paz.
Entre os valores mais invejados estão o prestígio, o reconhecimento, o status profissional, o dinheiro, o poder, a qualidade de vida e os bens materiais.
Ao longo da História, os judeus trouxeram uma dose de talento vital à Humanidade em todos os campos do empreendimento humano: cultura, literatura, artes, jornalismo, medicina, ciência, filosofia, política, pesquisa, indústria, negócios, finanças e entretenimento.
"A inveja e o ódio estão sempre unidos, eles fortalecem-se pelo facto de perseguirem o mesmo objecto" - do escritor francês Jean de la Bruyère.

Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite.

O ódio é inveja encoberta?
Como é que Israel se tornou uma nação próspera e voltada para a inovação, desenvolvimento e criatividade, tão rapidamente? O Estado de Israel priorizou desde os seus começos desenvolver uma excelente educação pública e um sistema inteligente de colonização da terra em forma de comunidade, através dos "kibutzim", tornando o Estado de Israel um verdadeiro exemplo do que é capaz de alcançar um povo a quem é negado o direito de viver.

Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite.

São essas as causas da inveja?

Hoje, o fenómeno empresarial israelita é eminentemente cultural, baseado numa mentalidade não estruturada que não funciona com base em cânones tradicionais, sempre investindo em educação, empreendedorismo e inovação.
O sucesso deve-se ao facto de Israel ter escolhido a inovação criativa, o enriquecimento do material humano e a interconexão produtiva gratuita com a economia global, atraindo investimentos, encorajando a estabilidade económica e aliviando barreiras regulatórias.
Apostou-se na criação de incentivos reais para a formação de novas empresas, no desenvolvimento de centros de pesquisa inovadores, na capacidade inovadora das universidades e das forças armadas e num plano ambicioso para a abertura gradual da economia ao mundo desenvolvido .


Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite.

Por tudo isto, há emoções contraditórias e misturadas, como o desejo de ter o que outra pessoa tem, a dor de não o ter, o desgosto pelo que o outro alcançou, a indignação de considerar injusta a diferença que nos mostra a realidade, e a incerteza por não entender as diferenças óbvias que ocorrem entre os seres humanos.

Manifestação de muçulmanos, comunistas, gays, feministas, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite. Metade desta malta seria executada num país islâmico (por serem gays, por consumirem álcool e drogas, por serem ateus, etc.).

O antissemitismo é uma expressão dessa inveja?

Do prestigioso historiador alemão Theodor Mommsen (Prémio Nobel de Literatura em 1902): 
"Estão enganados se acreditam que se pode combater o anti-semitismo pela razão... Os anti-semitas só dão ouvidos ao seu ódio e inveja, aos seus piores instintos ... O anti-semitismo é uma epidemia terrível, como a da cólera: não é possível explicá-la ou curá-la".

A inveja é ódio e o anti-semitismo é inveja? E você, o que acha?

Artigo original de © israelnoticias.com | Autorizado para a sua divulgação, incluindo esta mensagem e o endereço: https://israelnoticias.com/antisemitismo/mal-le-hecho-los-judios-la-humanidad

Manifestação de muçulmanos, comunistas, feministas, gays, nazis e hippies em Lisboa, em apoio ao grupo terrorista, islamista e nazi Hamas, a propósito da Operação Protecção-Limite. A bandeira gay em apoio ao islamismo é cúmulo! Este senhor seria executado sumariamente na maior parte dos países islâmicos.



Os Maoístas portugueses do Bloco de Esquerda na manifestação nazi-jihadista.



Garcia Pereira e Arnaldo Matos, membros do MRPP, apoiantes do Comunismo mais radical (que passa pelo assassinato dos opositores, estilo Venezuela, Coreia do Norte, etc.) e entusiastas do Estado Islâmico e do terrorismo jihadista global, foram à manifestação:



As ideologias mais assassinas, mais odiosas, colhem sempre adeptos fervorosos entre pessoas com mau íntimo, invejosas, ressentidas. E entre os oportunistas, que sonham sair da mediocridade à custa da ideologia e do aparelho partidário.
Os comunistas culpam a sociedade capitalista pelos seus insucessos pessoais, e sonham com o dia em que poderão finalmente saquear os bens dos "ricos" em proveito pessoal.
Não olham à labuta que produz a riqueza e o status daqueles a quem invejam. Culpam a sociedade, "o sistema". E, olhando para os estratos ricos da sociedade inevitavelmente vêem lá judeus (como veriam se olhassem para as camadas mais pobres). São pois, para eles, os judeus que "controlam o sistema". São os judeus então a causa da sua infelicidade. 
Os nazis, uma variante do comunismo, acusavam os judeus pobres de serem uns incapazes indignos de viver e os judeus ricos de serem excessivamente ricos para sua condição de judeus. Voltamos a ver comunistas e nazis juntos no mesmo desígnio: eliminar quem melhor incarna os valores que odeiam. Com a agravante de ambas as ideologias serem furiosamente anti-Deus, e de os judeus serem o povo da Bíblia.
Os muçulmanos, escravos de uma ideologia que os condena ao fracasso a todos os níveis, procedem de igual modo.
Os comunistas mataram 6 milhões de judeus. Os nazis mataram outros tantos. A Europa ficou sem os seus judeus, que foram a base do seu sucesso durante 2 milénios. Agora, que a Europa troca alegremente alguns judeus por já mais de 55 milhões de muçulmanos, instala-se o caos, o terrorismo, a guerra civil. Quem é que os anti-semitas culpam? Os judeus, pois claro! São os judeus - dizem eles - que mandam para cá os muçulmanos, vede bem! Na maior parte dos países islâmicos nem é permitida a entrada de judeus, e os que havia foram exterminados, mas "são os judeus que mandam os muçulmanos invadir a Europa"!
Em todas as épocas, o anti-semitismo foi um traço característico dos seres humanos frustrados e mal-formados. Rivalizaram com as atrocidades dos nazis as que foram cometidas pelas populações locais dos países que aguardavam a invasão nazi. Em países como a Lituânia, a inveja longamente recalcada explodiu em massacres cometidos pela turba, que queimava os judeus vivos e a seguir lhes saqueava os bens e lhes ocupava as casas.
Hoje, questionados sobre os motivos do seu ódio, e rebatidas as infantilidades da propaganda "palestina" e da sua máquina de mentiras neo-nazi, os eternos odiadores apresentam o seu argumento de eleição:
"Se foram perseguidos e expulsos de toda a parte, por alguma razão foi"!
Estudar? Averiguar os factos? Ora! Vai agora uma pessoa abdicar de um ódio que a faz tão feliz! E é tão bom ver os vídeos do David Icke, e da sua teoria de que os judeus são lagartos espaciais que dominam a Terra!
Durante 2 mil anos, os judeus eram mandados para Israel. Agora que o seu micro-país (o único fundado por Deus) é de novo independente, os odiadores querem os judeus de lá para fora.
Há sempre um motivo para os frustrados odiarem os judeus - sejam ricos ou pobres, ignorantes ou sábios, arrogantes ou humildes, esquerdistas ou direitistas, ateus ou religiosos, os judeus serão são sempre acusados de uma coisa e do seu oposto.
Mas antes odiarem-nos do que chorarem lágrimas de crocodilo pela sua extinção!

EUA: Papa financia SEIS CARAVANAS de invasores

Mais um post para a nossa modesta secção


Não queremos de modo alguma ofender a Igreja Católica ou os seus seguidores (de que já fizemos parte). O nosso problema é com este Papa.


Este Papa Francisco I, que de forma enviesada substituiu Benedito XVI, continua a insistir para que dois países (Estados Unidos e Israel) deitem abaixo as cercas que os protegem de terroristas, criminosos e invasores.
Os outros países todos do Mundo podem manter as cercas que quiserem. Nomeadamente o Vaticano, que ainda não deitou abaixo os altos muros que construiu para se proteger dos invasores maometanos.

"Uma pessoa que só pensa em construir muros, onde quer que estes estejam, e não em construir pontes, não é um cristão"

Papa Francisco I


Vejam! A "Ponte" do Vaticano!

Soldados italianos guardam as muralhas do Vaticano devido à ameaça jihadista.


"Roma será conquistada!" - promete o Islão sem cessar, há 1400 anos.



 Um la-mi-ré da islamização da vizinhança do Papa na nossa secção:


Uma das maiores ameaças na fronteira dos Estados Unidos com o México são os terroristas islâmicos, dos quais já foram capturados milhares. Anteontem, mais uma notícia da infiltração de jihadistas nos Estados Unidos, que jamais chega à Imprensa institucional.
Países como a Venezuela comunista estão cheios de terroristas islâmicos, nomeadamente do Hezzbollah/Irão, que ajudam o ditador Maduro a reprimir a população com mão de ferro.
Pela fronteira sul dos Estados Unidos passam traficantes de droga, traficantes de armas, traficantes de mulheres e crianças para prostituição (as  mulheres são sistematicamente estupradas). Passam gansgsters dos mais perigosos, como o tristemente famoso MS-13, que assassinam pelo simples gosto de assassinar. E passam jihadistas. A todos o Papa Francisco e a extrema-esquerda louvam como "pobres migrantes que procuram uma vida melhor".



MS-13, louvados pelos media do Sistema.

Ajudar  as pessoas carenciadas na América Latina? Mas decerto. Mas pelas vias legais. Ajudá-los nos seus países? Ainda melhor. Os Estados Unidos não podem, nem têm a obrigação de importar o Mundo inteiro. Aliás:


Papa Francisco, não fã de "construtores de muros", doa 500 mil dólares a migrantes

Por: Market Watch, 30 de Abril de 2019
(...) O dinheiro será usado para abrigar e alimentar migrantes e será dividido entre 27 projectos em 16 dioceses mexicanas e congregações religiosas.

Quase 75 mil imigrantes vindos de Honduras, El Salvador e Guatemala, disse o Vaticano, foram "presos" perto da fronteira mexicana e "não podem entrar nos Estados Unidos, sem uma casa ou meios de subsistência".

Bergoglio compara os terroristas do ISIS aos Apóstolos de Jesus:


Papa Francisco distribui 500 mil dólares a imigrantes na fronteira dos EUA
Por Bruce Walker, 30 de Abril de 2019:
Do Vaticano chegou a notícia de que o Papa Francisco havia doado 500 mil dólares para ajudar na situação dos migrantes concentrados na fronteira entre os EUA e o México. (...)

Mas a filantropia do Papa é percebida com desconfiança por Michael Hichborn, presidente do Instituto Lepanto.

"Não tenho certeza, exactamente, do que o Papa Francisco espera alcançar", escreveu ele num e-mail à Church Militant. "O dinheiro foi ostensivamente enviado para 'abrigar e alimentar' os 75 mil 'migrantes encalhados'. Mas 500 mil divididos entre eles são 6,66 dólares, o que é suficiente para comprar a todos uma única refeição Whopper no Burger King".

Hichborn continuou: “Isto tem toda a aparência de um golpe publicitário caro destinado a cutucar os Estados Unidos nos olhos, mas tudo o que realmente conseguirá é provar que não se pode simplesmente atirar dinheiro sobre um problema e esperar que isso conserte as coisas".

Crítico declarado das actuais políticas de imigração dos EUA, o Papa fez comentários contra a meta do presidente Donald Trump de construir uma barreira na fronteira entre os Estados Unidos e o México.

Por exemplo, o Papa apoiou a caravana de 14 mil membros iniciada nas Honduras em Novembro passado, que exigiu que os Estados Unidos mobilizassem mais 800 soldados na fronteira para manter o controle. O número de imigrantes mostrou-se tremendamente oneroso nas cidades fronteiriças mexicanas e causou uma crise humanitária.


No mês passado, Francisco foi ainda mais longe. Depois de fazer comparações veladas entre Trump e Adolf Hitler, o pontífice declarou: "Os construtores de muros, sejam de arame farpado ou de tijolos, tornar-se-ão prisioneiros das muralhas que construírem. Isso é História".


O Papa acrescentou: "Precisamos de pontes e sentimos dor quando vemos pessoas que preferem construir muros". Os especialistas conservadores notaram que o Vaticano está protegido por um muro.

O aumento da migração para a fronteira sul dos EUA inclui moradores de El Salvador, Honduras e Guatemala.

Falando ao Washington Post em Outubro passado, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse que o presidente hondurenho, Juan Orlando Hernández, lhe disse que as caravanas eram financiadas pelo governo Marxista da Venezuela.


O assassino e ditador venezuelano, organizador das caravanas.


Pence continuou: "O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, financiou a caravana em retaliação por acusações infundadas de que os Estados Unidos tentaram assassiná-lo".
 
Pence declarou:

    As pessoas que estão a conduzir esta caravana para o norte para desafiar a nossa soberania, desafiar as nossas fronteiras, estão a fazer isto sem qualquer consideração pela vida humana, mas sim com intenção política, ou, no caso de traficantes de pessoas, estritamente por lucro financeiro. O presidente está absolutamente determinado a usar todos os meios à sua disposição e a organizar esforços para que o México faça retornar essa caravana. …

    É inconcebível que não haja indivíduos do Médio
Oriente como parte desta crescente caravana. O que o presidente está determinado a fazer é colocar a segurança do povo americano em primeiro lugar, e eu sei que o presidente abordará isso nos próximos dias, os modos de fecharmos as brechas que traficantes de seres humanos e outros indivíduos perigosos usam para atrair famílias vulneráveis ​​para fazer a longa e perigosa jornada para o norte.


Usados para atacar os Estados Unidos.

De acordo com uma notícia de 10 de Abril no The New York Times:
 
Os tribunais de imigração têm agora mais de 800.000 casos pendentes; cada um leva uma média de 700 dias para processar. E como as leis e decisões judiciais destinadas a proteger as crianças proíbem a prisão de jovens por mais de 20 dias, as famílias geralmente são libertadas.(...) 
O mesmo artigo afirma que cerca de 100.000 imigrantes chegam à fronteira a cada mês, o que soma 1 milhão de pessoas tentando atravessar a fronteira para os Estados Unidos no ano passado. Calcula-se que 27 mil crianças passaram pela fronteira dos EUA somente em Abril.

Além disso, de acordo com o jornal, as famílias migrantes subiram 560% entre Fevereiro de 2018 e Fevereiro de 2019.

Kishore Jayabalan, director do Instituto Acton para o Estudo da Religião e Liberdade em Roma, escreveu no início deste mês: “A fraqueza do Cristianismo institucional é talvez uma das razões pelas quais a imigração em massa se tornou uma crise política: não há mediador entre globalismo fronteiriço e nacionalismo étnico ”.

- Entretanto, na Venezuela os cubanos ao serviço de maduro atropelam o povo que pede pão e democracia. Os partidos de esquerda, os países islâmicos e os  apoiam incondicionalmente Maduro, o ditador venezuelano:

quarta-feira, 1 de maio de 2019

O antissemita New York Times e a obsessão com os judeus



Na sequência da nossa carta aberta ao António do Bloco de Esquerda, cãozinho de colo do senhor Globalsemão:

Carta aberta ao cartoonista nazi António

(Amigos brasileiros, o Bloco de Esquerda é o PSOL cá de Portugal - comunista, islamista, jihadista, antissemita, apoiante de Maduro, apoiante das ideologias de género, e etc., ferramenta da Nova Ordem Mundial, em suma. O senhor Globalsemão é Pinto Balsemão, magnata da Imprensa, globalista português, sinistro bilderbergue).

Judeus e pessoas que se indignam com a propaganda nazi do New York Times resolveram protestar frente à sede do jornal. Numa altura em que não se pode fazer piadas com nada nem com ninguém (Mulheres, Gays, Transsexuais, Negros, Asiáticos, Muçulmanos, etc.), fazer cartunes que replicam a propaganda nazi, é considerado "crítica legítima de Israel". Se não tivessem reagido, no entanto, teriam sido acusados de passividade. Os judeus nunca podem acertar...


O NEW YORK TIMES É ANTISSEMITA DESDE A SUA ORIGEM

O Conselho Americano para o Judaísmo (um nome equivocado) foi formado em 1942 unicamente para combater restauração da independência de Israel e a criação de um Estado judeu na Palestina* - e impediu activamente os judeus de fugirem da Alemanha, enquanto 20.000 judeus estavam a ser enviados para a morte nos campos de extermínio polacos-alemães, todos os dias.
* - Note-se que "Palestina" nunca foi um país, foi sim nome de uma região geográfica. A Península Ibérica também nunca foi um país. Os Romanos deram o nome "Palestina" à Terra de Israel em referência aos Filisteus, um povo então já extinto, para esmagarem a identidade judaica - deram-se mal, pois já não existem Romanos e ainda existe Israel, e existirá sempre.

Um dos seus membros fundadores era o proprietário do New York Times, Arthur Hays Sulzberger.

O New York Times nunca se desculpou por esse acto hediondo.


Agora podemos entender as profundas raízes da postura anti-Israel, anti-religiosa e pró -"palestina" do New York Times hoje, patente em quase todos os artigos sobre judeus e Israel.

Mais recentemente, Matt Seaton, editor da secção de opinião do The New York Times, disse que o jornal continuará a permitir todas as expressões do racismo "palestino", “até que os 'palestinos' tenham um Estado soberano próprio”. (Algemeiner, 30 de Outubro de 2014).

Esse padrão aplica-se a outras organizações terroristas como o Hezbollah, o ISIS, a Irmandade Muçulmana, os Taliban, a Al Queda, etc.?
Claro que não. Apenas as organizações terroristas que matam judeus são premiadas, reconhecidas, aduladas, agraciadas, amadas, veneradas, recebidas pelo Papa, pela ONU, pelo Parlamento Europeu, pelos Parlamentos do Mundo!
E até o mega-terrorista Arafat (em nada melhor que Bin Laden) ganhou o Prémio Nobel da Paz!!! 
Não existiu nunca nenhum país chamado Palestina, nem os Árabes alguma vez foram outra coisa em Israel senão invasores. Tal como aqui em Portugal e na Espanha, países a seguir a Israel na lista das reconquistas para o Califado Global.
Os judeus não "invadiram" a Terra onde sempre viveram, e que foi ocupada e oprimida por sucessivos Impérios (Assírio, Babilónio,  Persa, Grego, Romano, Cristão, Árabe, Otomano, Britânico, apenas para nomear alguns).



Sugerimos a leitura de:

A Mentira Soviético-Palestina

 quiçá o estudo da


mais os

(Dá trabalho estudar, é claro! É mais fácil repetir os chavões da propaganda antissemita).



Os judeus são povo nativo de Israel, onde vivem sem interrupções pelo menos há 3800 anos.  Israel é a nação mais antiga do Mundo que ainda vive. Negar aos judeus o direito de viverem na ridícula língua de terra que resta do Israel Bíblico, é GENOCÍDIO.

 

Max Frankel, ex-editor de página editorial do jornal, que trabalhava separadamente da Redacção, disse que esta postura está de acordo com o espírito do jornal e esse "ethos" ainda está vivo no New York Times.




"Pacifistas"...

Na recente violência de Gaza causada pelo Hamas - para mencionar apenas um caso - o New York Times denominou as barragens de cocktails Molotov, ataques com drones, bombas incendiárias, pedras, tiros e tentativas de derrubar a cerca de fronteira com grandes pneus de tractor em chamas, como uma “experiência com protesto não violento.'”
No vídeo seguinte podem ver-se os terroristas do Hamas em frenesi de sangue, brandindo facas, usando todos os meios para tentarem invadir Israel e gritando que querem comer o coração aos judeus:

Existe algum país no Mundo que abra as suas fronteiras para os terroristas massacrarem os seus cidadãos?  A Israel não se exige menos que isso.
Arthur S. Brisbane, na sua última coluna como editor público do New York Times (ombudsman, cargo criado unicamente após o grande escândalo de 2003, quando Jayson Blair escreveu 36 histórias imaginárias como factos) disse isto:

“Em muitos departamentos do jornal, muitos compartilham um tipo de progressismo político e cultural - por falta de um termo melhor - essa cosmovisão corre nas veias do Times.”

O ódio a Israel por parte do New York Times nunca vai acabar.

É por isso que o jornal mente, difama e calunia.

O jornalismo deve fazer reportagens e não vil propaganda antissemita.


A OBSESSÃO COM OS JUDEUS

O abjecto cartunazista António, extrema-esquerdista raivoso do Bloco de Esquerda (o partido mais radical em Portugal, apoiante das ditaduras comunistas e islamistas, da islamização da Europa, dos terroristas islâmicos que matam judeus, da engenharia social, da substituição populacional Eurislâmica, etc.) odeia Israel. Porque os judeus não são todos de extrema-esquerda como ele.
O nazi que este sábado entrou numa sinagoga em San Diego e metralhou os judeus, odeia Israel. Porque os judeus não são todos nazis como ele. No seu manifesto citava os Evangelhos como justificação para o seu acto "amoroso" (sic), tal como Hitler e todos os nazis.


Os judeus são uma gente realmente má. Nem a arder nas fogueiras da Inquisição aprenderam o que é o famoso amor incondicional ao próximo, e persistiram em professar uma religião errada as que foram inspiradas no Judaísmo...

Os muçulmanos odeiam os judeus. Porque Maomé foi ter com os judeus para eles se converterem e eles não quiseram. E desde aí os muçulmanos têm ordens expressas para matarem todos os judeus (o que eles fazem com muita alegria).
A Cristandade, durante séculos, odiou e perseguiu os judeus, queimando-os vivos, torturando-os nas masmorras da Inquisição, executando-os sumariamente, levando a cabo ondas espontâneas de matança (os 'pogroms'). Porque os judeus não querem ver a Luz do Cristianismo.
Hoje ainda, há cristãos e Igrejas cristãs que odeiam os judeus, e esperamos que os nossos leitores cristãos não se ofendam - afinal, os canalhas fundadores do New York Times, como alguns dos seus jornaleiros ainda hoje, eram judeus, e profundamente antissemitas.
Há 13 milhões de judeus no mundo, hoje. Metade são religiosos e metade são laicos.  Metade são de esquerda e metade são de direita. Mas cada antissemita generaliza em todos os judeus aquilo de que não gosta em alguns.
Mas nem são precisas razões tão estruturais e tão intelectuais para desencadear o ódio aos judeus (típico  das pessoas de pior carácter). Basta uma má resposta de um judeu e temos antissemita para a vida. O autor da ficção antissemita Protocolos dos Sábios do Sião trabalhou para um judeu, a quem roubou e foi despedido. Os Protocolos foram a vingança. E são considerados uma obra real por islamistas e comunistas como o António.
Há quem apresente o ódio universal aos judeus como a "prova" de que eles são todos muito maus. À falta de provas, o próprio ódio justifica o ódio.
Eu, que não sou judeu, acho que tamanho ódio e tamanha obsessão provavelmente indicam algo de muito escuro na alma dos antissemitas. Os judeus, que não são melhores nem piores que quaisquer outras pessoas, talvez conservem a marca do imortal encontro no Sinai.

Aprendi na catequese católica que Deus se revelou à humanidade através dos judeus, no Monte Sinai. Concordei. Ainda não mudei de opinião.

Os judeus não são nenhumas entidades privilegiadas ou supra-naturais, entenda-se. É natural detestar o judeu A, o judeu B, o judeu C.  Odiar colectivamente os judeus, com ódio gratuito, é outra coisa.
Sendo os judeus diversos entre si, não estando unidos por nenhuma cartilha religiosa ou política comum, o ódio irracional a todos, é, na nossa opinião, a marca inconfundível do ódio a Deus. Como não podem queimar Deus,  gasear Deus, fazer explodir Deus, decapitar Deus, fazem-no aos judeus,  que, para mal dos respectivos pecados, foram o Povo que Deus escolheu para a Revelação acima retratada.



Voltando ao nosso ponto inicial, os motivos da Esquerda para odiar Israel: