terça-feira, 13 de agosto de 2019

Jerusalém: Vem aí o Terceiro Templo



Na sequência de:



A propósito do Tisha b'Av, o dia do luto pelo Templo Sagrado, a chegar, abordamos a importância de Jerusalém, e neste caso, do Templo e do Monte do Templo - o ponto focal de Jerusalém.

O Primeiro e Segundo Templos ficavam situados em Jerusalém, no Har Habayit, o Monte do Templo, conhecido como o Monte Moriah em toda a Bíblia. Hoje, uma famosa mesquita da cúpula de ouro ocupa o local.
Ao contrário do conceito popularmente generalizado, o Templo Sagrado era muito mais do que uma sinagoga. Era o centro de toda a vida judaica, tanto espiritual como material. Do Sumo Sacerdote e do Tribunal Superior às lojas e cambistas ao longo do seu passeio exterior, o Templo Sagrado foi o coração da vida judaica em Jerusalém e, por extensão, do mundo inteiro.

Pesquisa arqueológica revela os Templos em Jerusalém:

 

De acordo com a tradição judaica, a criação do mundo começou a partir do Monte do Templo. Além disso, Deus usou a Terra do Monte do Templo para criar Adão e Eva. De acordo com alguns relatos, os primeiros sacrifícios oferecidos por Noé depois de desembarcar da Arca foram no Monte do Templo. Foi também o local da Akeida, o sacrifício-teste de Isaque no altar por seu pai, Abraão, a mando de Deus.
Na verdade, esse evento ocorreu na "rocha" que pode ser vista hoje na mesquita conhecida como Domo da Rocha.
A Bíblia diz-nos que o Primeiro Templo foi construído em 957 ante da Era Comum, pelo Rei Salomão. Antes desse tempo, as pessoas podiam oferecer sacrifícios a Deus em qualquer momento e lugar, mesmo no seu próprio quintal. Uma vez que o Templo foi concluído, tornou-se proibido oferecer sacrifícios em qualquer outro lugar

O Templo substituiu o Tabernáculo do deserto



O Templo Sagrado (cortesia Instituto do Templo)


O Templo substituiu o Tabernáculo, a sinagoga portátil que acompanhou o povo judeu durante os seus 40 anos a vaguear no deserto, bem como na Terra de Israel até o Templo ser construído. O primeiro templo foi destruído pelos Babilónios em 586 AEC..
De acordo com o Livro de Ezra, a construção do Segundo Templo foi autorizada pelo Rei Ciro e começou em 538 AEC, após a queda do Império Babilónico no ano anterior. Foi completado 23 anos depois, no terceiro dia de Adar, no sexto ano do reinado de Dario, o Grande (12 de Março de 515 AEC). A cerimónia de dedicação foi liderada pelo governador judeu Zorobabel. O pátio principal tinha 13 portões dos quais um dava para o Templo e o Monte do Templo.
O Segundo Templo foi quase destruído em 332 AEC, quando os judeus se recusaram a reconhecer a deificação de Alexandre, o Grande da Macedónia. Alexandre foi supostamente "parado na sua raiva" à última hora por alguma diplomacia e lisonja astuta.
Após a morte de Alexandre, em 13 de Junho de 323 AEC, os Ptolomeus vieram a dominar a Judeia e o Templo. Sob os Ptolomeus, os judeus receberam muitas liberdades civis, apesar de viveram sob seu domínio. No entanto, quando o exército ptolemaico foi derrotado por Antíoco III dos Selêucidas em 198 AEC, esta política mudou. Antíoco queria helenizar os judeus. Uma rebelião seguiu-se e foi brutalmente esmagada, mas nenhuma outra acção de Antíoco foi tomada.

Rebelião judaica contra Antíoco III
Antíoco Epifânio IV imediatamente adoptou a política anterior de seu pai, de helenização universal. Os judeus rebelaram-se novamente e Antíoco, em fúria, retaliou em força.

A palha que quebrou as costas do camelo para o povo judeu foi quando Antíoco proibiu a observância do Sábado e a circuncisão. Além disso, quando Antíoco erigiu uma estátua de Zeus no Templo e os sacerdotes helénicos começaram a sacrificar porcos (o sacrifício usual oferecido aos deuses gregos na religião helénica), a ira dos judeus começou a estalar. Quando um oficial grego ordenou a um sacerdote judeu que realizasse um sacrifício helénico, o sacerdote, Matatias, matou-o.


A violência muçulmana contra os visitantes judeus e cristãos está no Monte do Templo é permanente. (Foto: veooz.com)

Em 167 AEC, os judeus levantaram-se em massa guiados por Matatias e seus cinco filhos, para lutar e ganhar a liberdade e a emancipação da autoridade Selêucida. O filho de Matatias, Judas Macabeu, rededicou o templo em 165 AEC, e os judeus celebram este evento até hoje como uma parte importante do festival de Chanucá.
Durante a ocupação romana da Judeia, o Templo permaneceu sob o controle do povo judeu. Mais tarde, foi destruído pelos romanos em 70 EC durante o cerco de Jerusalém. Durante a última revolta dos judeus contra os Romanos, em 132-135 EC, Simon bar Kokhba e o rabino Akiva queriam reconstruir o Templo, mas a revolta do bar Kokhba falhou e os judeus foram banidos de Jerusalém.
Após a conquista muçulmana de Jerusalém no século 7, o califa Umayyad Abd al-Malik ibn Marwan ordenou a construção de um santuário islâmico, conhecido hoje como o Domo da Rocha, no local do Templo. O santuário está no monte desde 691 AEC.
A que é conhecida como Mesquita Al-Aqsa, aproximadamente do mesmo período, também fica no pátio do Templo. 

NOTA DO TRADUTOR: A Mesquita de Al-Aqsa não fica nem jamais ficou em Jerusalém.

O Monte do Templo, juntamente com toda a Cidade Velha de Jerusalém, foi capturado à Jordânia por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias, permitindo que os judeus mais uma vez orassem no seu local mais sagrado desde 1948.
Serviço tradicional em grande parte inalterado desde os tempos do Templo
Grande parte do serviço tradicional judaico da manhã, especialmente o Shema e o Shemoneh Esrei (a oração devocional silenciosa), mantém-se praticamente inalterado desde o culto diário no Templo. Além disso, o Shemoneh Esrei tem um novo significado em que corresponde e lembra a oferta diária do Templo.
O Templo Sagrado é mencionado extensivamente nos serviços ortodoxos, incluindo:

- Recitação diária de passagens Bíblicas e Talmúdicas relacionadas com os sacrifícios realizados no Templo;


- Referências à restauração do Templo e cultos sacrificiais nos três dias Shemoneh Esrei;


- Apelo à reconstrução e restauração do Templo em vários pontos em cada um dos três serviços diários;
e
- Recitação do Salmo do dia - o Salmo cantado pelos levitas no Templo para aquele dia durante o serviço diário da manhã.

Judaísmo ortodoxo: reconstruindo o Templo
O judaísmo ortodoxo acredita no futuro edifício de um Terceiro Templo e na retomada das oferendas, embora haja desentendimento sobre como a reconstrução deve ocorrer. A maioria das autoridades rabínicas acredita que a reconstrução do Templo só deve ser realizada pelo Messias na era messiânica, embora alguns acreditem que o povo judeu deveria reconstruir o seu próprio Templo. De acordo com outro ensinamento, Deus mesmo enviará o Templo Terceiro, e Final, do céu.
Bem conhecido pelas suas posições polémicas sobre a soberania judaica sobre o Monte do Templo, o rabino Shlomo Goren, rabino-chefe do IDF (e depois rabino-chefe do Estado de Israel) após a captura do Monte em Israel em 1967, começou a organizar a oração pública para os judeus no local.  

Em 15 de Agosto de 1967, o rabino Goren liderou um grupo de 50 judeus no Monte do Templo. Lutando contra os guardas muçulmanos e contra a polícia israelita, eles realizaram um serviço de oração.  

O rabino Goren continuou a rezar por muitos anos num prédio com vista para o Monte do Templo, onde realizou serviços de festividades anualmente. O seu pedido para o estabelecimento de uma sinagoga no Monte do Templo foi posteriormente reiterado pelo seu cunhado, o Rabino Chefe de Haifa, Shear Yashuv Cohen.

Pelo rabino Ari Enkin



United With Israel, hiperligações no original. 

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https://unitedwithisrael.org/br/



Curso-relâmpago sobre os Tempos Sagrados de Jerusalém

Na sequência de:
O dia 8 de Av e o luto pela destruição dos Templos é filmado desde que existem câmaras:




1. O TABERNÁCULO

O primeiro templo judaico foi o Tabernáculo.


 Recriação do Tabernáculo, o templo portátil dos judeus durante o Êxodo

O Tabernáculo era um templo portátil, com que os judeus viajavam, na sua peregrinação pelo deserto, após a famosa fuga do cativeiro egípcio, comandada por Moisés e pelo seu irmão Aarão. No Livro do Êxodo (um dos cinco livros da Torá, e o segundo do Antigo Testamento) encontram-se as instruções para a construção do Tabernáculo, seus artefactos e vestuário dos sacerdotes. Este belíssimo vídeo mostra como era o Tabernáculo:




2. O PRIMEIRO TEMPLO 

O Primeiro Templo de Jerusalém foi construído no reinado de Salomão.
Foi erguido no local onde Abraão havia oferecido o seu filho Isaac como sacrifício. Foi arrasado por Nabucodonosor II da Babilónia, em 586 a.C.. Os seus tesouros foram saqueados e transportados para a Babilónia, e grande parte dos judeus foram feitos cativos. O Exílio Babilónico ou Cativeiro em Babilónia, foi um período particularmente doloroso na História judaica.



Seria assim o Primeiro Templo de Jerusalém

Se falarmos no Salmo 137, possivelmente não se vos acenderá nenhuma luzinha. Mas experimentemos a transcrição da sua passagem mais conhecida:

Junto aos rios da Babilónia - Balada do Exílio

1 Sentados junto aos rios da Babilónia, chorámos, recordando-nos de ti, Sião.
2 Nos salgueiros que lá havia pendurámos nossas harpas.
3 Os que nos levaram cativos pediam-nos uma canção; os que nos tinham oprimido pediam que os alegrássemos e diziam: "Cantem-nos uma cantiga de Sião!"
4 Mas como podíamos nós cantar um cântico do Senhor, estando numa terra estranha?
5 Se me esquecer de ti, Jerusalém, fique inutilizada a minha mão direita.
6 Se de ti me não lembrar, Jerusalém, se não fizer de ti a minha suprema alegria, que a língua se me pegue ao céu-da-boca.

Se não estão a reconhecer, experimentem escutar este clássico de reggae, cuja letra foi extraída do Salmo 137:

A rapaziada que viveu a euforia do disco-sound deve lembrar-se disto...

 3. O SEGUNDO TEMPLO

Em 516 a.C., após o regresso de mais de 40.000 judeus do Cativeiro Babilónico, foi iniciada a construção, no mesmo local, do Segundo Templo.
Este foi destruído em 70 d.C., pelos Romanos, sob o comando do general Tito, como represália pela Grande Revolta Judaica.


Desde há mais de 4 mil anos que a Terra de Israel conhece periodicamente invasões e chacinas, mas os judeus sempre se bateram bravamente, sempre houve resistentes que ficaram, e dos que partiram, muitos tiveram a felicidade de voltar.

Os Romanos arrasaram o Templo, saquearam as suas riquezas, e levaram (um)a Menorá, como ficou imortalizado no famoso Arco do Triunfo de Tito, em Roma

Esta é a mais famosa das pinturas que retratam a destruição do Segundo Templo. É da autoria de Francesco Hayez (1791 - 1882), considerado um mestre do Romantismo histórico.


Tito deu ordens pouparam um dos muros de suporte do Templo, de modo a que as gerações vindouras fizessem uma ideia da dimensão da construção. A porção de muralha é conhecida como Muro das Lamentações, e é ainda hoje usado como lugar de oração. 



 Jerusalém em tempo real, via Internet, para todo o Mundo

Graças às maravilhas da tecnologia, esse resto de muralha (chamado Kotel), pode ser visto em directo em qualquer parte do mundo, através da KOTEL CAM. Há outras câmaras em Jerusalém, neste e em outros sites, onde qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pode ver o que lá se passa, em tempo real.

4. O TERCEIRO TEMPLO
Desde o ano 70 da nossa era que o Templo aguarda a reconstrução. Romanos, Persas, Bizantinos, Árabes, Turcos, Cruzados, Mamelucos, Mongóis, Franceses, Aliados da I Grande Guerra, Britânicos, e mais uns quantos, foram invasores da Terra de Israel, também conhecida como a Terra Santa. Apenas sob o domínio judeu Israel e Jerusalém conheceram paz e convívio harmonioso entre credos e povos.




 Jovem judeu no Instituto do Templo, junto à maqueta do Segundo Templo


Em 1948, os Árabes levaram mais de 80% de Israel e inventaram a Jordânia.

 Antevisão: este terceiro milénio, erguer-se-á em Jerusalém o Terceiro Templo


Israel consentiu, em nome da paz... Dos 20% que restaram e após muitas concessões territoriais, muitas tentativas de anexação, muitas guerras desiguais movidas pelo mundo islâmico, os judeus não abrirão mão. Porque ceder mais território tornaria indefensável o pequeno Estado.

Pelo contrário, neste terceiro milénio, Israel construirá o seu Terceiro Templo. O Instituto do Templo está a tratar disso.


Actualmente, é praticamente proibido aos judeus o acesso ao Monte do Templo, o local mais sagrado do Judaísmo e de Israel. Os colonos muçulmanos ocupam o local, com a ajuda dos terroristas do Hamas e do ISIS. Mas este lamentável estado de coisas não será eterno. A Mesquita de Omar, que é uma profanação e de um local sagrado, pode ficar no seu lugar. Mas o Templo será reerguido no seu devido local também. Esperemos que se cumpra o velho ditado luso, e que às três, seja de vez!

Chaim Richman, director internacional do Instituto do Templo, com uma réplica da réplica da Arca da Aliança

Na ficção, muitos têm sido os aventureiros que, como Indiana Jones, procuraram a Arca da Aliança. Os seus colegas do mundo real, não tiveram ainda a sorte de encontrar. Mas quem nos diz que um dia destes não aparece? Seria realmente a cereja em cima do bolo, reconduzir a Arca ao seu devido lugar. 

Que o Terceiro Templo marque uma era de  Paz para toda a Humanidade são os nossos votos.

domingo, 11 de agosto de 2019

EID al-Adha - A época mais feliz do ano para os muçulmanos

A época mais feliz do ano para os muçulmanos - EID al-Adha - o "Festival do Sacrifício", também conhecido como torturar até à morte de animais totalmente conscientes.
Ver AQUI.

Um cheirinho das lindas festividades:

Maravilhoso, não é?


Onde estão os auto-proclamados "amigos dos animais"? Isto ocorre em todo o lugar do Mundo onde haja muçulmanos.



Este post fica na nossa secção

ANIMAIS
 


Quase 2.000 judeus sobem ao Monte do Templo em Tisha B'Av (VÍDEOS)




Hoje: Colonos islamistas tentam impedir judeus de subirem ao Monte do Templo.


Na sequência de:


Apesar dos tumultos árabes, quase 2.000 judeus ascenderam ao Monte do Templo, o local mais sagrado do judaísmo, em Tisha b'Av, o dia em que ocorreu a destruição do Templo Sagrado em Jerusalém.
A Polícia israelita inicialmente proibiu os judeus de subirem ao Monte do Templo este domingo - Tisha b'Av - temendo revoltas muçulmanas.

Tisha b'Av, o nono dia do mês hebraico de Av, é o dia comemorativo da perda do primeiro e segundo templos sagrados em Jerusalém, em 586 AEC e em 70 EC, respectivamente. No mesmo dia deste ano, os muçulmanos estão a celebrar o Eid al-Adha (ou “Festa do Sacrifício”), que começa no domingo e vai até a quinta-feira.


Dezenas de milhar de muçulmanos acorreram ao local para impedir que os judeus subissem.


A Polícia israelita, após confrontos com manifestantes muçulmanos, reverteu uma decisão anterior e permitiu que os judeus subissem ao Monte.







Na maior parte dos países islâmicos os judeus não podem entrar sequer. Nos locais sagrados e nas mesquitas, nem judeus nem cristãos nem ninguém a não ser muçulmanos podem entrar. Em Israel, os muçulmanos podem ir onde bem entendam, até ao Muro das Lamentações, parte do cmplexo do Monte do Templo. Em Israel os muçulmanos controlam o próprio Monte do Templo. Mas os judeus enfrentam a ira de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos sempre que querem subir ao seu lugar mais sagrado.

Entretanto, a festa islâmica do  Eid Al-Adha, a época mais feliz do ano para o Islão, em que eles torturam animais como pode ser visto em profusão AQUI.
Um cheirinho das lindas festividades:

Hoje como desde há 2 mil anos, os judeus choram o Templo Sagrado (VÍDEOS)


Hoje é o dia mais triste da História dos Judeus. Ou melhor: foi ontem, mas assinala-se hoje, porque ontem foi Shabbat, o dia semanal de louvor a Deus, em que a tristeza não tem lugar. O dia 9 do mês Hebraico de Av assistiu a numerosas tragédias ao longo dos séculos. As mais conhecidas do público não judaico foram a destruição de ambos os Templos Sagrados em Jerusalém, a derrota na Batalha de Betar (contra os ocupantes Romanos), a expulsão dos judeus de Espanha e de Inglaterra e o começo das duas Guerras Mundiais.

O Segundo Templo era assim


Ininterruptamente desde a destruição do Segundo Templo pelos Romanos, os judeus choram a tragédia e rezam pela reconstrução do que será o Terceiro Templo, que eles esperam não venha a sofrer o mesmo destino dos dois anteriores.
Hoje em Jerusalém os judeus ainda não são livres de subir ao Monte do Templo, o local mais agrado do Judaísmo, ocupado pelos colonos muçulmanos. Só muito excepcionalmente lhes é permitida a entrada, sob a condição de não rezarem e sempre sob os impropérios e as agressões da turba islâmica.
Depois de esperarem durante horas no calor escaldante sem comida ou água, os peregrinos judeus que esperavam para entrar no Monte do Templo no dia em que lembra a destruição dos dois Templos,tiveram finalmente autorização para entrar:


Hoje há o vídeo, as transmissões em directo no Facebook e até as câmaras que transmitem em directo de vários locais de Jerusalém (nomeadamente do Kotel, conhecido como o Muro das Lamentações - esta é uma dessas câmaras).
Mas a estada ininterrupta há quase 4 milénios, dos judeus na Terra de Israel, tem sido documentada historicamente.
O dia 8 de Av e o luto pela destruição dos Templos é filmado desde que existem câmaras:

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Harry e Meghan Markle: só 2 filhos para a Terra não aquecer


Príncipe Harry e Mgan Markle só querem "no máximo" duas crianças, por causa do aquecimento global
Num esforço para salvar o planeta, o príncipe Harry e o seu irmão, o Príncipe William, encontraram-se com a doutora Jane Goodall.
Num momento em que é extremamente importante tomar todas as medidas possíveis para salvar o planeta da iminente crise climática, o casal real Harry e Duquesa de Sussex Meghan Markle prometeram que terão apenas dois filhos no máximo, por uma boa causa. Os pais amorosos do filho Archie tomaram a decisão para salvar o planeta e desacelerar a mudança climática. (...)
Inner Splendor


"Dois no máximo". O Príncipe Harry discute quantas crianças vai ter no meio desta crise ecológica, com a D.ra Jane Goodall - Vogue.

Príncipe Harry e Meghan Markle terão apenas 2 filhos para ajudar a salvar o planeta


O príncipe Harry prometeu que só terá no máximo dois filhos, dizendo que mais seria irresponsável para o planeta.
O jovem da realeza fez o comentário durante uma entrevista com a mundialmente famosa primatologista Jane Goodall para a revista Vogue.

Enquanto o casal discutia o estado enfermo do nosso planeta, o Príncipe Harry prometeu ter "dois, no máximo" depois de a Dr.a Goodall, insinuando o impacto ambiental da superpopulação, lhe ter implorado  que "não tivesse muitos filhos".


"Nós somos a única espécie neste planeta que parece pensar que este lugar nos pertence, e só a nós", disse o Príncipe Harry à Dr.a Goodall. (...)
NewsHub

A notícia também veio por exemplo no The Sun e no Daily Mail. entrevistas e sobejas provas. Pelos vistos o Harry e o mano William saíram ao lunático seu pai, que por exemplo culpa as "alterações climáticas" pelo terrorismo islâmico (tema amplamente coberto no nosso blogue).


Esta semana veio a público este extraordinário cartaz, exortando os portugueses a pararem de ter crianças...  por causa do "aquecimento global":


A demente Alexandria Ocasio-Cortez, extrema-esquerdista, pró-islamização, pró-fronteiras abertas e poster-girl do Partido Democrata dos Estados Unidos, apela abertamente ao fim das viagens de avião e a que as pessoas parem de ter filhos:




Dois pontos importantes a salientar:
1.  Esta urgência em promover o "declínio populacional" é defendida pelas mesmíssimas pessoas que promovem entusiasticamente a islamização do Mundo Livre.
Os muçulmanos são polígamos e extremamente eficientes a fazer filhos. Donde se conclui que o que estas pessoas querem não é o que propõem como "declínio populacional", mas a "substituição populacional".
Odeiam os seres humanos. Mas não todos. Apenas os que são ocidentais, brancos, conservadores e judeo-cristãos:


1.  O "aquecimento global provocado pela actividade humana" é uma TRETA!
A ONU é cúmplice neste alarmismo injustificado.  O objectivo é paralisar a economia do Mundo Livre, com restrições que não aplicam a grandes poluidores como a China ou a Rússia e extinguir as populações "inconvenientes" acima citadas. A Nova Ordem Mundial assim exige...


Aconselhamos vivamente a leitura deste post:





Este post fica na secção

Marxismo Cultural