quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

"Mundial de Futebol é conspiração sionista"


 TEM ALGUM PROBLEMA?´

CULPE OS JUDEUS!

Você sabia que o Campeonato do Mundo de Futebol é uma conspiração sionista para impedir que os muçulmanos rezem?

Assim é, de acordo com o imã britânico, Abu Usamah At-Thahabi, que afirma que assistir “alguns homens correndo e chutando uma bola com as suas partes íntimas à mostra” no Campeonato do Mundo “faz com que os muçulmanos desconsiderem os momentos de oração e desonrem os seus pais."



Num sermão de sexta-feira, 2 de Dezembro de 2022 no Al-Rahma Faith Center em Leeds, Reino Unido, o imã britânico Abu Usamah At-Thahabi alertou os seus ouvintes contra uma conspiração sionista supostamente descrita nos Protocolos dos Sábios de Sião para manter as pessoas distraídas com desportos e jogos. Ele disse que assistir a “alguns homens correndo e chutando uma bola com suas partes íntimas à mostra” no Campeonato do Mundo, faz com que os muçulmanos desconsiderem os momentos de oração e desonrem os seus pais. At-Tahahabi também disse: “Homens a sério não ficam sentados a ver as pessoas chutarem uma bola.” O sermão de At-Thahabi foi postado no canal do Al-Rahma Faith Center no YouTube. Para saber mais sobre At-Thahabi, consulte os clipes de TV MEMRI nºs 9894, 7521, 5706 e 4481.

Traduzido de:



Os judeus são os culpados - os únicos culpados de tudo o que acontece à Humanidade. Até roubam as nuvens ao Irão!


"O Ataque do Tubarão Sionista"



P.S.: Ó senhor imã, os seus rapazes fartaram-de rezar!!!

Terroristas do Hamas apoiam selecção marroquina

A propósito de:

Motins em toda a Europa após vitórias Marrocos no Mundial do Qatar

Como todo o mundo árabe-muçulmano, o movimento terrorista Hamas apoia Marrocos. Os terroristas viram o França-Marrocos como uma vingança e uma luta religiosa e civilizacional contra o Ocidente

NDT: "FRAMAR" designa o França-Marrocos. 


Traduzido de:
 

Amor com amor se paga - Marrocos celebrou com a bandeira dos terroristas "palestinos":


Para os muçulmanos, varrer os judeus da face da Terra é uma ideia fixa. É a razão nº 1 para viver e para morrer.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Motins em toda a Europa após jogos de Marrocos

Marrocos foi esta noite eliminado pela França. Desta vez a causa dos motins será a frustração e o orgulho islâmico e árabe feridos.

 

 

A EUROPA ASSISTIU A  VIOLÊNCIA EM MASSA APÓS A VITÓRIA DE MARROCOS SOBRE A ESPANHA - VEJA OS VÍDEOS NO REMIX

“Fora com a escória criminosa” Geert Wilders pede a deportação de muçulmanos que se revoltaram nas cidades holandesas e em outros países da UE após as vitórias no Mundial.


Depois dos tumultos que eclodiram em toda a Europa após a vitória de Marrocos sobre a Espanha no Mundial, o principal político holandês anti-invasão muçulmana, Geert Wilders, que lidera o Partido da Liberdade (PVV), partido conservador da Holanda, postou uma ilustração no Twitter retratando um avião realizando deportações para Marrocos dos manifestantes muçulmanos que incitam à violência. 

 

REMIX News O renomado político anti-imigração muçulmana, Geert Wilders, lidera o partido número um na Holanda, de acordo com as sondagens. 

 

Motins islâmicos na Holanda, após França e Bélgica:


“Fora com a escória criminosa”, diz o post de Wilders, com o político retratado observando, enquanto o avião, que exibe a bandeira marroquina, descola, presumivelmente para deportar migrantes marroquinos residentes na Holanda.

A postagem de Wilders foi uma resposta a relatos de que adeptos marroquinos estavam mais uma vez a levar a cabo motins na Holanda.  

 

Os "festejos" chegaram a Milão: 


Os tumultos na Holanda incluíram polícias atacados em Amsterdão e Haia. No entanto, não foi a primeira vez que as vitórias do Marrocos no Mundial se transformaram em caos nas ruas.  
A Holanda tem visto tumultos de cada vez que Marrocos vence qualquer jogo para o Mundial, inclusive após a vitória de Marrocos contra a vizinha Bélgica no mês passado. 
Wilders está actualmente a liderar todas as sondagens, com o seu partido PVV a obter 21% numa sondagem Peil de Novembro. O político holandês é conhecido pela sua oposição ao Islão e à imigração em massa. 
Marrocos vence a Espanha, então os muçulmanos marroquinos revoltam-se por toda a Europa!

 

Traduzido de:



COMENTÁRIO

Os muçulmanos são antes de tudo muçulmanos. A seguir vem a tribo a que pertencem. Só depois vem a nacionalidade. 
Uma vitória de Marrocos é uma vitória da Nação Árabe e acima de tudo uma vitória do Islão, a confirmação de que Alá concedeu aos "melhores dos seres humanos" mais uma vitória sobre os "infiéis".

No nosso AMIGO DE ISRAEL 1.0 demos conta desses motins a pretexto do futebol, inúmeras vezes. 


"NÃO É O AQUECIMENTO GLOBAL QUE AMEAÇA O MUNDO. É O ISLÃO GLOBAL"

- Geert Wilvers

 

Não são apenas marroquinos que partem tudo quando Marrocos ganha. Ou quando perde. São árabes e muçulmanos de todos os quadrantes. Alá exige a submissão e aniquilação dos "infiéis" - ganhar um jogo de futebol é uma boa ocasião para isso!
Muitas pessoas ainda ficam surpreendidas por verem bandeiras argelinas, tunisinas e outras, de países islâmicos. Como ficam surpreendidas por eles partirem tudo quando perdem e quando ganham. A ignorância e a propaganda dos media vai custar-nos caro a todos.

Há guerra em Marrocos? Na Tunísia? Na Argélia? Então porque raio temos de receber matulões em idade militar sob o título de "refugiados", a viveram à custa dos nossos impostos, a espalharem o crime e o terrorismo no Velho Continente? Para parvos bastam os israelitas, que albergam mais de 2 milhões destes invasores e não conhecem um dia de paz na vida!

 


O ALCORÃO EXPLICA:

 

1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3

2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30

3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34

4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13

5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57

6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4

7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111

8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89

9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4

10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5 

11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60

12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)

13. Tu deves mentir para fortalecer o Islã. Alcorão 3:28, 16: 106

14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216

15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51

16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106

17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6

18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101

19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29

20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

FIFA, que vergonha!...

Na sequência de:

Mundial do Qatar - repórteres israelitas de esquerda acordam, finalmente!

A FIFA "escolheu" o Qatar...


JUDEUS NÃO SÃO BEM-VINDOS!


A FIFA deveria envergonhar-se por conceder ao Qatar a honra de acolher o Mundial de 2022. 
Alegadamente, UM BILIÃO DE DÓLARES EM SUBORNOS GARANTIU A HONRA. 
De acordo com o jornal The Guardian, durante os preparativos e construção pré-Mundial da FIFA, 6.500 trabalhadores migrantes da Índia, Paquistão, Nepal, Bangladesh e Sri Lanka morreram no Qatar. 
No Qatar, os líderes dos Taliban, Hamas e Al Qaeda são bem-vindos.
Os gays são submetidos a terapia de conversão, prisão e morte.
Tanto a comida kosher quanto a oração judaica são proibidas. 
Mohsen Rezaei Mirghaed (responsável pelo ataque de 1994 ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que matou 85 pessoas) está em visita ao Qatar. O governo argentino pediu ao Qatar que o prendesse e deportasse. SEM ÊXITO, obviamente!
A Organização QAYON (Juventude do Qatar Oposta à Normalização) condenou a presença de atletas israelitas no país e está a promover activamente protestos e a presença de bandeiras "palestinas" em eventos e locais de hospitalidade pela cidade. 
FIFA, QUE VERGONHA!


Traduzido de:


COMENTÁRIO 


6500 trabalhadores-escravos mortos. Este Mundial joga-se em túmulos.

Comecemos por aqui: o Mundial do Qatar desenrola-se no Inverno europeu. Imagine-se se um hipotético Mundial em Israel fosse disputado no Inverno. 

Aliás, um Mundial de Futebol em Israel faria eclodir uma III Grande Guerra...

O Qatar é um dos países líderes do terrorismo global, juntamente com o Irão. 

Não existem Direitos Humanos no Qatar. 

As Mulheres são tratadas pior que gado. 

Os homossexuais são torturados e assassinados. 

Os adeptos e jornalistas "infiéis" foram advertidos de que estão em terra islâmica, e, como tal, não podem manifestar afecto em público, andar de perna ao léu, beber bebidas alcoólicas, ser homossexuais, filmar as instalações dos trabalhadores escravos que construíram os estádios, etc., etc..

Na mentalidade ocidental, tudo isso é aceite de bom grado, "porque é a cultura deles". (E nós, ocidentais, somos o único povo no mundo que não tem cultura). 

E agora não é apenas a Extrema-Esquerda que está perdida de amores pelo Islão! A Extrema-Direita está a viver um romance escaldante com  o Qatar - depois de saber como eles tratam os homossexuais! Os estramos tocam-se.

 

 

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

Mundial do Qatar - repórteres israelitas de esquerda acordam, finalmente

Repórteres israelitas assediados no Mundial do 2022 no Qatar

 
Marrocos, a equipa árabe sensação deste Mundial, segura a bandeira da entidade terrorista OLP e faz o sinal de "Um" com o dedo indicador, o sinal supremacista islâmico usado, por exemplo, pelo grupo terrorista ISIS.

 

Israel é quatro vezes menor que Portugal. Perfaz apenas 0,4% da área do Médio Oriente.É pequenino. Mas isso não impede que muita gente que lá vive não enxergue a realidade. 
Vendo o mundo pelas suas lentes ideológicas, a Esquerda israelita continua a acreditar que é possível a paz com os Árabes. 
Estes jornalistas israelitas de esquerda foram cobrir o Mundial do Qatar, cheios de boas intenções e de paz & amor, e descobriram, à sua própria custa, que acreditar na paz com os Árabes é como acreditar no Pai Natal ou no Coelho da Páscoa.



Como repórteres, nunca desejamos fazer parte da notícia, mas depois de mais de uma semana em Doha, capital do Qatar, não podemos deixar de compartilhar com os nossos telespectadores as nossas experiências aqui. 
Sentimo-nos odiados, cercados de hostilidade e indesejados. Um simpático qatariano disse que gostaria de nos receber, mas não fomos bem-vindos. "Saiam daqui, quanto mais cedo melhor", disse ele sem hesitar, ao saber que eramos israelitas. 
E isto é dito por alguém que representa o país anfitrião, não por algum turista aleatório do Líbano ou de qualquer outro lugar. 
Não nos entendam mal, cobrir este evento desportivo, o maior do mundo a seguir às Olimpíadas, é uma experiência. Tivemos a sorte de estar aqui para cobrir o desporto que amamos. Este é um sonho tornado realidade e sim, é um trabalho árduo, mas teríamos concordado em dormir na calçada e abraçar os adeptos mexicanos para nos aquecermos - se a lei do Qatar permitisse. Mas esta experiência não é "divertida". longe disso Sempre que reportamos, somos seguidos em permanência por "palestinos", iranianos, qataris, marroquinos, jordanos, sírios, egípcios e libaneses - todos lançando-nos olhares cheios de ódio. 
Estranhamente, os fãs da Arábia Saudita são diferentes e cumprimentam-nos com sorrisos. Ao princípio, explicávamos que viemos em paz. Identificávamo-nos como israelitas. Mas acabámos por nos envolver em discussões com os árabes, incluindo abusos verbais num idioma que entendemos um pouco. 
Passado algum tempo, decidimos alegar que éramos equatorianos quando alguém nos perguntava de onde éramos. Isso permitiu-nos passar uma semana fazendo reportagem junto de um grupo de mulheres iranianas, depois de termos certeza de que, como israelitas, não teríamos a chance de fazê-lo. 
Descobrimos que, assim como os israelitas, os muçulmanos são apoiantes da seleção brasileira. Depois de um jogo, abordámos os brasileiros que estavam a comemorar, para tirar algumas fotos. Mas, a cada tentativa, bandeiras "palestinas" apareciam nos nossos enquadramentos e barragens de insultos eram direccionadas contra nós. 
Certa vez, a brigada anti-Israel chegou a cercar um apoiante da cidade árabe-israelita de Kafr Qasi, que veio falar connosco, assustando-o. Quando as mulheres iranianas perceberam que éramos israelitas, insistimos nas nossas origens equatorianas para evitar o que se teria tornado um incidente violento. 

Mas os nossos esforços foram capturados em vídeo e tornaram-se virais nas redes sociais árabes, como uma forma de mostrar como os jornalistas israelitas são covardes. Infelizmente, a direita israelita também compartilhou os vídeos, também para demonstrar a nossa “covardia”. (Nota do Tradutor: ou para mostrar que a vossa ideologia de Esquerda, de constantes cadências aos terroristas, é desmentida pela realidade dos factos?)
Apesar de acreditarmos, como pessoas de esquerda e de mente aberta que somos, que o conflito com o mundo árabe é entre governos e não entre o povo, o Qatar ensinou-nos que o ódio existe antes de tudo na mente do homem comum. Eles realmente gostariam de nos ver varridos da face da Terra, e qualquer noção de Israel provoca-lhes o mais seu completo desgosto.  
Vista do Qatar, a luta política em Israel parece ridícula. Se não encontrarmos uma maneira de nos unirmos, se continuarmos a lutar uns contra os outros, não seremos capazes de resistir ao ódio dirigido contra nós. Estamos ansiosos para voltar para casa, para o nosso amado país.

 

Traduzido de:




NOTA AOS NOSSOS AMIGOS

Desejamos expressar a nossa profunda gratidão aos nossos leitores e amigos, que, após o fim das postagens regulares, passaram a visitar o nosso blogue com o dobro da frequência.

Como os nossos visitantes assíduos sabem, não somos judeus nem israelitas. Os nossos inimigos (que veneram o país mítico da "Palestina" e os países islâmicos em geral) chamam à nossa amizade para com a única democracia do Médio Oriente "servilismo" em relação a Israel. 

O antissemitismo é ódio cego, e os odiadores enleiam-se nas próprias contradições.

 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Qatar 2022: vitória de Marrocos provoca cenas de guerra civil em França

 

Vitória de Marrocos sobre a Espanha provoca cenas de guerra civil em toda a França: Polícia atacada, autocarro apedrejado em Nice, tumultos urbanos e morteiros em Lille, bandeira marroquina na câmara municipal de Amiens, bandeira israelita queimada nos Champs-Elysées.

 

Nota do Tradutor: Esta é a regra de cada vez que qualquer equipa árabe ganha ou perde. Quando ganham, partem tudo para celebrar. Quando perdem, partem tudo por frustração e ódio ao "infiel" que os derrotou. Não passa, jamais, nos media do Sistema.  


Nos Campos Elíseos, a obrigatória queima da bandeira de Israel:

Uma bandeira marroquina foi hasteada no edifício da Câmara Municipal de Amiens:


Lille 
"Inadmissível. Estamos em França. Os marroquinos e o seu Rei nunca tolerariam um 1/10 destas desordens em Marrocos. Chega!


Os Campos Elíseos após a vitória de Marrocos:


Os franceses não podem ter armas de fogo, mas os árabes podem ter o armamento que quiserem e usá-lo impunemente.

O artigo original tem muitos mais vídeos, fotos, tweets e notícias da Imprensa Livre:



BREVE COMENTÁRIO

A Selecção marroquina festejou a vitória sobre a Espanha com a omnipresente bandeira de um país que não existe: a bandeira da entidade terrorista OLP. O Mundo aplaude. 

Marrocos tem 17 jogadores nascidos fora do país entre os 23 convocados. 8 desses jogadores, nasceram em França.

Nas sondagens de opinião, os franceses revelam um ódio esmagador aos judeus (que são uma  micro-minoria no país), a par de ligeiro ressentimento para com os árabes (que por este andar em breve serão maioria).  

Se alguma vez judeus ousassem "celebrar" assim, em França ou em qualquer outro país, seria primeira página e abertura de telejornais durante uma semana.