Um judeu hassídico foi atacado na terça-feira às 22 horas,por vários afro-americanos no bairro de Williamsburg no Brooklyn.Os agressores não foram presos.
Mais um caso. Já caiu na rotina. Estamos prestes a assistir a mais uma época de "caça ao judeu" por parte da comunidade afro-descendente dos Estados Unidos. Da última vez que isso aconteceu, as autoridades não mexeram uma palha. Desta vez será pior, infelizmente. Os jovens afro-descendentes são o grupo de convertidos ao Islão que mais cresce nos Estados Unidos.
Como é do conhecimento geral, a esquerda eco-fascista está agora a usar as crianças na sua causa. Exigem a paralisação de toda a actividade industrial, a proibição dos combustíveis fósseis e o controlo populacional através da eugenia (eliminação física de pessoas - porque, segundo eles, "há gente a mais, e isso é mau para o planeta").
Segundo o discurso dos eco-fascistas, se não saltarmos imediatamente todos para a Idade da Pedra, o mundo acaba dentro de meia-dúzia de anos. Há décadas que o anunciam e a profecia não se cumpre, o que prova que são uns aldrabões.
As crianças estão a ser vítimas de lavagem cerebral, obrigadas a faltar às aulas para ir às manifestações, e aterrorizadas como a MENTIRA do "aquecimento global antropogénico".
Estão a criar uma geração de doentes. CONFIRA:
Enquanto está a ler esta postagem, os seus filhos estão a ser levados ao desespero com a ALDRABICE do aquecimento global antropogénico.
Vamos lá:
EPIDEMIA DE CRIANÇAS TRATADAS POR 'ECO-ANSIEDADE' POR CAUSA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Via:
Hiperligações no artigo original
Um
número crescente de crianças está a ser tratado por causa de um terror
avassalador da "destruição ambiental", enquanto os alarmistas do clima
espalham o medo de um desastre climático iminente, informou o Daily
Telegraph.
"Protestos de grupos como o Extinction Rebellion, os
recentes incêndios na Amazónia e os avisos apocalípticos da adolescente
activista Greta Thunberg, provocaram um 'tsunami' de jovens que procuram
ajuda", informou o correspondente científico do Telegraph na
segunda-feira.
"Muitos pais estão a procurar terapia para os
filhos e a tendência aumentou muito neste Verão", disse a psicoterapeuta
Caroline Hickman, da Climate Psychology Alliance (CPA).
"Os
sintomas são os mesmos [da ansiedade clínica], os sentimentos são os
mesmos, mas a causa é diferente", disse ela. "O medo é da destruição
ambiental - que todos nós vamos morrer".
Um aumento no trauma
psicológico sobre o aquecimento global não deve surpreender, uma vez que
os alarmistas do clima vêm intencionalmente ampliando a rectórica sobre
um apocalipse ambiental iminente.
Como o Breitbart News relatou,
os activistas estudaram a resposta emocional das pessoas às expressões
climáticas e propositadamente seleccionaram a terminologia que provoca a
reacção mais forte.
"Em vez de 'mudança climática', os termos preferidos são 'emergência climática, crise ou colapso'.
"A expressão 'mudança climática', por exemplo, parece bastante passiva e
gentil quando aquilo de que os cientistas falam é uma catástrofe para a
Humanidade", disse Katharine Viner, editora-chefe do Guardian e firme
defensora do iminente apocalipse climático.
"Cada vez mais,
cientistas e organizações do clima da ONU estão a alterar a
sua terminologia e a usar uma linguagem mais forte para descrever a
situação em que estamos", disse ela.
Até o Papa Francisco tem
adoptado uma rectórica mais forte para descrever o que ele vê como uma
emergência climática em todo o mundo.
Na sua recente Mensagem
para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, o Papa empregou a
linguagem apocalíptica incentivada pelos alarmistas climáticos.
Os
seres humanos causaram "uma emergência climática que ameaça gravemente a
natureza e a própria vida", disse ele, pedindo "medidas drásticas" para
combater o aquecimento global.
Visto que os activistas tentam
assustar as pessoas e encorajam-nas a tornarem-se guerreiros ecológicos,
não é surpresa que as crianças sofram psicologicamente como resultado,
uma vez que não possuem as habilidades de pensamento crítico necessárias
para separar os factos da propaganda. Quando ouvem que o mundo está a
acabar ou que a civilização humana tem apenas dez anos para existir, as
crianças tendem a acreditar.
A Climate Psychology
Alliance afirmou que drogas psiquiátricas foram administradas a algumas
crianças que se queixam de eco-ansiedade. O grupo está agora a
pressionar pelo reconhecimento oficial da eco-ansiedade como um fenómeno
psicológico.
Em 2017, a American Psychological Association
divulgou um relatório reconhecendo o impacto da eco-ansiedade e
solicitando mais pesquisas sobre as consequências das mudanças
climáticas para a saúde mental.
Hickman disse que os pais devem aprender a usar linguagem mais gentil ao conversar com os seus filhos sobre o aquecimento global.
"O
que você não quer é que a criança entre em colapso ou num poço de
depressão, dizendo 'qual é o sentido de ir para a universidade' ou 'qual
é o sentido de fazer os meus exames', como já ouvi crianças dizerem",
afirmou Hickman.
Uma das características do Islão é a extrema crueldade para com os animais. As Forças Armadas e a Polícia de Israel arriscam frequentemente vidas humanas para salvar animais dos maus tratos dos maometanos. Neste caso entrarem mesmo em Gaza para salvar cachorrinhos torturados e atirados para o lixo. Mas os maus são os judeus. E os bons são os maometanos.
Também é interessante verificar que as pessoas e as associações dedicadas à protecção dos animais não têm uma única palavra para condenar as atrocidades islâmicas cometidas contra os animais. Os mesmos cidadãos que pedem a pena de morte para toureiros e aficionados têm acesso de cólera desvairada quando se lhes mostra como o Islão trata os animais.
Visite a nossa pequena mas ilustrativa secção ANIMAIS
Os queridos "palestinos" em especial, adoram torturar animais, acusando-os de serem Sionistas:
Este mês dedicamos especial atenção ao 11 de Setembro, início da actual jihad global: MANHÃ
Toda a gente se lembra do que estava a fazer a 11 de Setembro de 2001.
A cada aniversário de ataques terroristas "importantes", os jihadistas fazem questão de comemorar. As Polícias e Forças Armadas do Mundo Livre entram sempre em alerta vermelho. É o caso, por exemplo, do 11 de Março, data da famosa chacina islâmica de Madrid.
"Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas na derrocada de dois prédios em Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Foi na zona Leste do Bairro de Harlem e antes da derrocada houve uma explosão seguida de incêndio" - Al Público (também conhecido como a Al-Jazeera portuguesa)
8 da manhã, café da esquina, bicas a sair em ritmo de hora de ponta. Toda a gente comenta as ameaças do ISIS, da Al-Qaeda e de outros grupos islamistas, de assinalarem o aniversário do 11 de Setembro com mais terrorismo:
- Então, já se sabe alguma coisa? - Ainda é cedo... - Mas "ELES" ameaçaram. - Ameaçam sempre, não é... - Ai, Deus queira que não haja nada!
Não há qualquer referência à autoria e ao mobile destes ataques, que iniciaram a presente jihad (guerra santa muçulmana), a qual, passados 18 anos, vai assim:
35614 ataques terroristas desde 11 de Setembro de 2001 até 11 de Setembro de 2019, que marcou o quatrocentésimo aniversário da derrota islâmica às Portas de Viena e o início do Jihad Global actual.
Só em Agosto de 2019: 155 ataques, 734 mortos, 1176 feridos, 13 ataques suicidas, 27 países atingidos.
O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, quando as mentalidades eram diferentes das actuais. Eles estão em guerra connosco. Nós oferecemos-lhes abraços e flores.
Número incontável de vítimas. Decapitações, estupro colectivo, escravatura, escravatura sexual, raptos, tortura, profanação de artefactos sagrados e templos de outras religiões, execuções em massa, bombas, bombistas suicidas, espancamentos, esfaqueamentos, canibalismo, enterramento e incineração de pessoas vivas, amputações, crucificações, etc., etc., etc..
Não temos tempo nem espaço para mostrar tudo. Mas há quem tente mostrar tudo quanto pode. Por exemplo:
11 de Setembro: lágrimas para os "infiéis", celebração para os maometanos:
"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf
"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf
À hora de almoço, os noticiários lembram a tragédia. Nem uma referência à autoria e ao mobile destes ataques.
Na
TV, finalmente, vai-se vendo alguma coisa deste horror, mas só desde que
o ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) começou a publicar as
decapitações de "infiéis" e a ser impossível negar que o Iraque e a
Síria já eram, que parte do Norte de África também já era, e que já
ameaçam a Europa (a começar por Portugal e Espanha).
Os irmãos muçulmanos Malik e Barack Obama. Na foto da esquerda podemos ver o tesoureiro da jihad global com a famosa ècharpe dos terroristas «palestinos», que tem a inscrição "JERUSALÉM, ESTAMOS A CHEGAR".
No Iraque e na Síria, o Estado Islâmico chacina sistematicamente os cristãos, yazidis, curdos, e muçulmanos da seita "errada". São gente como nós. Não são "números" nem "notícias".
Toda esta catástrofe teve o contributo do muçulmano Obama, que retirou as tropas norte-americanas do Médio Oriente (após baixas inéditas, graças à incúria presidencial), que deixou material de primeira qualidade aos jihadistas, que financiou e armou organizações terroristas como a Irmandade Muçulmana e o Free Syrian Army, que libertou os terroristas detidos em Guántanamo Bay, que mandou retirar todas as alusões ao terrorismo islâmico dos manuais de Defesa interna e externa dos Estados Unidos, que permitiu a instalação de regimes fundamentalistas islâmicos nos países de onde os EUA se têm retirado, que se está nas tintas para o massacre de norte-americanos às mãos dos islamistas (vide Benghazi), que teve o seu gabinete cheio de membros da organização terroristas supremacista Irmandade Muçulmana, e que liderou a Jihad contra Israel. Entre outras malfeitorias.
O deus Obama - durante o seu mandato presidencial - declarou que o Estado Islâmico, não só não existe, como não é islâmico.
18 anos de terrorismo islâmico islâmico diário. 18 anos de negação. E continua!
E agora, o medo paralisante. A Europa sente que o Califado está a porta. E já vê as patrulhas-sharia nas ruas:
Pelas ruas das cidades europeias, bandos de muçulmanos já se constituíram em polícia religiosa, como as que existem nos seus países de origem. A Polícia, propriamente dita, já foge deles. As ruas, as escolas, a política, estão nas mãos deles.
O mundo islâmico alastra de dia para dia. os muçulmanos vêem o Califado Global cada vez mais perto. Por incúria ou cumplicidade, Obama é o homem ideal para eles. P.S. - Não se esqueça de procurar Israel ( a grande potência "expansionista" que ameaça e oprime o mundo muçulmano) no mapa.
Há quem argumente que os terroristas islâmicos não compreendem o Islão. Para além de que estão a cumprir o que o seu livro sagrado determina e o seu profeta exemplificou, essa questão é capaz de ser um bocadinho secundária para quem é chacinado...
Ingénuos, os europeus e os ocidentais em geral, prodigalizam ao Islão gestos de "apaziguamento" - que eles interpretam como medo. Brevemente, se nada for feito, a Europa irá parar ao século VII muçulmano, de onde o Islão nunca saiu.
Este mês dedicamos especial atenção ao 11 de Setembro, início da actual jihad global:
A primeiravítima do 11 de Setembro, um ex-oficial do IDF (Forças de Defesa de Israel), foiumherói
DanielLewin, cidadão israelita eex-oficial das Forças Armadas, foi a primeira vítimadosataques terroristas de 11de Setembro de 2001. Foi mortoa bordo deum dos aviões, apóster tentadolutar contra ossequestradores. Daniel serviu por quatro anosnas Forçasde Defesa de Israel, naSayeretMatkal, unidade de combate de elite do IDF. Deixou o Exércitoapós alcançara patente de capitão, graduou-se pelo Instituto de Tecnologia Technion, em Haifa,e recebeuuma bolsa de estudo parainiciar os estudosde pós-graduação em FilosofianoMIT.Enquanto esteve no MIT, ajudou a descobrir algoritmosinovadorespara permitir aossites lidarem com o tráfegointenso.Vários sites deixam de funcionarquando têm tráfego intenso eele descobriucomo distribuir otráfegoentrevários servidores.Co-fundoua AkamaiTechonologies, que teveclientes comoa Microsoft, Yahoo, GoogleeApple.
Daniel Lewin tinha 31 anos, era casado, pai de dois filhos, tinha uma carreira militar, académica e profissional brilhantes. Era um homem digno e bom. Morreu a tentar salvar os inocentes que iam a bordo.
Na manhãde 11 deSetembro de 2001,Danielestava sentado noassento 9b da classe executiva, novoo da AmericanAirlines11, a caminho de umareunião de negócios emLosAngeles.Os sequestradoresnunca imaginaramque poderiam vir a ser confrontados comum soldado israelita deelite, quando tentaramassumir o controlo do avião.
Os terroristas islâmicos Mohamed Atta (à dir.) e Abdulaziz al-Omari (ao centro) passando pela máquina de raios-x do Aeroporto Internacional de Portland (Maine), pouco antes de embarcarem para o Aeroporto Internacional de Boston, de onde tomariam o Voo American Airlines 11 rumo à Nova Iorque.
Relatóriosda Comissão FAA do FBI, sobre o 11 de Setembro, indicam queDanielentrou em acçãopara tentar impedir MohamedAttade entrar nocockpit.Danielnão terianotadoSatamal-Suqami,que estava sentado atrás. Os relatóriossugerem quealSuqamiassassinou Daniel poresfaqueamentona garganta. DanielLewinfoi oficialmente considerado como a primeiravítima dosataques de 11 de Setembro. Deixou a suaesposa, Anne, e os seus dois filhos, EitaneItamar, que tinham respectivamente cinco e oito anosquando opai foi morto.
Neste dia em que lembramostodas asvítimas dos ataques, vamos todos lembrarDanielLevin,um soldado israelita deelite,mortoheroicamente quando tentava impedir os ataquesde se concretizarem.
- É esta a diferença entre a civilização e a barbárie. Uns edificam, amam, contribuem para o Bem comum. Outros, destroem, odeiam e semeiam o caos e o sofrimento. De que lado está você?
Logo após o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001, os muçulmanos tomaram as ruas (aqui é na celebrada Gaza) para comemorar, como se vê:
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O site The Religion of Peace faz a compilação permanente dos ataques terroristas islâmicos mortais desde o 11 de Setembro:
35614 ataques terroristas desde o 11 de Setembro, que marcou o quatrocentésimo aniversário da derrota islâmica às Portas de Viena e o início do Jihad Global actual.
Só em Agosto de 2019: 155 ataques, 734 mortos, 1176 feridos, 13 ataques suicidas, 27 países atingidos.
O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, quando as mentalidades eram diferentes das actuais. Eles estão em guerra connosco. Nós oferecemos-lhes abraços e flores.
Aos "pacifistas", queremos informar que por fecharmos os olhos, o perigo NÃO DESAPARECE!
Robert Spencer sobre o 11 de Setembro: Neste dia, 7 de Dezembro de 1957
E se a Segunda Guerra Mundial tivesse sido combatida como a jihad global está a ser?
Imaginemos
que hoje é 7 de Dezembro de 1957, o 16º aniversário do ataque de Pearl
Harbor, e o presidente Adlai E. Stevenson fala na TV. Ele olha resolutamente para as câmaras e diz:
Caros compatriotas americanos: lembramos, e nunca esqueceremos, as 2.403 vidas que nos foram tiradas com tanta crueldade. Estamos unidos em oração e em gratidão pela força que nos alentou durante estes 16 anos. Acima de tudo, permanecemos fiéis ao espírito deste dia, defendendo não só o nosso país, mas também os nossos ideais. 16 anos volvidos desde o início desta luta, não caímos jamais na tentação de demonizar
e estigmatizar nações inteiras pelos actos de alguns extremistas. Os alemães não são nossos inimigos. Os japoneses não são nossos inimigos. Estamos
a lutar contra os pequenos remanescentes de ideologias extremistas que
infelizmente sequestraram as nobres tradições da religião xintoísta no
Japão e o do nacional-socialismo na Alemanha. E prevaleceremos. Mas prevaleceremos de mãos dadas com os moderados japoneses e
alemães que foram as primeiras e mais numerosas vítimas desses
extremistas. É
por isso que hoje, depois de consultar os representantes do Conselho
Para as Relações Sino-Americanas e o Centro de Direitos da Pobreza
Nazi, publiquei uma proclamação declarando este 16º aniversário desse
dia terrível como um Dia de Solidariedade Contra a Germanofobia e a Sinofobia.
Fizemos o luto pela perda de vidas inocentes nos nossos campos de batalha na Califórnia e
no Connecticut, mas grupos como os extremistas xintoístas e nazis sabem
que nunca serão capazes de derrotar uma nação tão grande e tão forte
como a América. Por isso,
eles tentam aterrorizar-nos, na esperança de poderem alimentar o
medo, para que nos voltemos uns contra os outros e mudemos quem
somos ou como vivemos.
E é por isso que é tão importante hoje que reafirmemos o nosso carácter de nação, rejeitando todo o ódio e medo.Se hoje virem um representante do Japão imperial ou da Alemanha nazi, dêem-lhe um abraço. Mostrem-lhes que somos maiores que o ódio dos extremistas em ambos os lados.Pois sabemos que nossa diversidade - a nossa herança comum - não é uma fraqueza; é, e sempre será, uma das nossas maiores forças. Que Deus abençoe os Estados Unidos da América.
Peço desculpas a Adlai Stevenson por colocar estas parvoíces na sua boca. Os eleitores democratas da sua época não eram tão espectacularmente insanos
quanto os actuais (grande parte da verborreia aqui usada foi retirada directamente de
uma das arengas de Barack Obama sobre o 11 de Setembro).
Mas as coisas estão realmente tão más hoje como eu fiz parecer com este discurso imaginário? Esta
guerra dura há 16 anos. É muito tempo. E, apesar de todas as reminiscências e elogios, considerações e lamentações, praticamente ninguém explicou a que se deve esta guerra, pelo
simples motivo de que praticamente ninguém, entre as elites políticas e
mediáticas a compreende.
Toda a intelligentsia ocidental, a totalidade das nossas elites
políticas e mediáticas, recusam-se firmemente a reconhecer exactamente o
que é a ideologia motivadora dos terroristas e de
onde ela vem.
E porque eles fizeram o diagnóstico errado, eles continuam a aplicar os remédios errados.
Políticas que não lidam com o problema real continuam a ser aplicadas e
re-aplicadas, ao custo de milhares de vidas americanas, biliões de
dólares americanos e nada há para mostrar que justifique todo esse sacrifício, a não ser a
perda forte e contínua do poder e prestígio americanos.
Os
jihadistas que atingiram os EUA em 11 de Setembro de 2001 fizeram
avanços imensos desde então, não porque sejam fortes, inteligentes
ou capazes, mas porque nós somos fracos, de vistas curtas e firmemente resolvidos a não lutar
contra eles, e em vez disso em mantermos o nosso estado de negação sobre quem são e o que eles querem.
Todos os passos dados contribuíram não para os determos mas para os ajudarmos a alcançarem os seus objectivos. Uma
das principais razões pelas quais esta guerra se desenrola ainda, 16 anos após o 11 de Setembro, estava implícita no discurso do "Presidente
Stevenson": milhões aceitam passivamente o dogma de que
falar com honestidade e precisão sobre os motivos e objectivos da jihad é
descer ao "racismo" e ao "fanatismo", e pôr em perigo os muçulmanos inocentes.
16 anos depois do 11 de Setembro, ainda é quase inaudito falar-se da jihad,
pois não há ainda no mainstreamuma discussão sincera sobre os motivos e objectivos dos jihadistas.
16 anos depois do 11 de Setembro, e mesmo após a eleição de Donald Trump
como presidente dos Estados Unidos, o Ocidente livre continua de todo o
coração comprometido com a negação, com a ignorância deliberada e com políticas auto-destrutivas, ao ponto de suicídio.
À luz disto, o surpreendente não é que esta guerra tenha durado tanto tempo, mas que tenhamos perdido tanto tempo. A
menos que a paisagem política se altere consideravelmente e esta
negação seja decididamente rejeitada e descartada, dias sombrios, muito sombrios, se aproximam.
Republicação do Amigo de Israel 1.0. Mantém-se actualissimo:
Umdocumentário sobre areacção árabeeiraniana ao9/11Incorporafilmagens devárias estaçõesde TV e satéliteno Médio Oriente . É narradopelo aclamadoactorRon Silver. Este é um excerto.
"Quandoas torres gémeasdesabaram...os meus pulmõesencheram-se de ar eeu respireide alívio,como nuncatinha respiradonunca antes."
Ali 'Uqleh 'Ursan, Presidenteda Associação de Escritores Sírios Árabes. Al-USBU 'Al-Adabi(Damasco) 15 de Setembro de 2001
Desdeosataques de 11 deSetembro de 2001,o Institutode Pesquisa dos Mediado MédioOrientetem acompanhado, traduzido, e divulgado tudo o que foi dito e escritona Imprensaárabe eiranianasobre esse dia. Proeminentesjornalistas, membros daacademia, figuras religiosas eaté mesmo líderesdo governoe funcionários, têm alimentado as teorias da conspiraçãosobre o que"realmente"aconteceu.A colecçãojá está disponívelem formato PDFe incluiuma compilação deartigose editoriaisdaimprensaárabee persamainstream,assim como transcriçõesdeprogramas de televisão.
- O documentário e os artigos podem ser visualizados e descarregados AQUI.
As teorias da conspiração islâmicas encontram eco na esquerda ocidental, e entre os antissemitas em geral, que culpam os judeus literalmente por TUDO de mal que acontece no Mundo. Ainda que as filmagens tenham sido divulgadas, que centenas de milhar de pessoas tenham testemunhado o embate dos aviões, que as investigações sejam públicas e conclusivas, e que os próprios terroristas tenham assumido a autoria, há fanáticos e desequilibrados que continuam a negar os atentados de 11 de Setembro.
Osama bin Laden, o cérebro assumido do atentado e líder da Al-Qaeda, é visto por essa gente como uma vítima inocente e um herói.
E depois, há aquela sensação voluptuosa de se "saber" o que os outros não sabem. "Toda a gente pensa que a Al-Qaeda fez o atentado, mas eu cá é que 'sei' que não foi". Enfim, quando o doente não colabora, a psiquiatria pouco pode fazer...
Muçulmanos nos Estados Unidos festejam o massacre de 11 de Setembro, apelam à destruição dos Estados Unidos e de Israel. Louvam Osama bin Laden como um herói, que "não fez nada de contrário ao Corão", gritam pela morte à democracia e aos "infiéis", e.. afirmam que "o Islão é a Religião da Paz"!
Uma nota curiosa, e triste, é a limpeza de todos os comentários que condenem o 11 de Setembro, em jornais tão insuspeitos como o CORREIO DA MANHÃ. As pessoas podem dizer onde estavam no 11 de Setembro, mas se se referem aos autores, ou descrevem os festejos (os que estavam em países islâmicos), os comentários "evaporam-se". Ainda há pouco, no artigo hiperligado, um leitor contava os festejos histéricos que presenciou na Turquia. O comentário foi imediatamente retirado.
'abme' sabe TUDO! E o CORREIO DA MANHÃ já se borra todo ao ouvir a voz do dono.
Portanto: Foi uma "implosão", não houve aviões, não houve ataque terrorista, não houve reivindicação dos ataques pelo bin Laden e pela Al-Qaeda, não houve imagens dos terroristas a embarcarem, não houve nada do que o Mundo viu e do que se provou. É tudo uma conspiração "feita pela a Mossada e da Cia do Yom kupper dia Nacional de israel".
Quando os vídeos da Internet sobre os lagartos espaciais judeus substituem a informação, quando não há educação, e quando o cérebro é fraco, o resultado é este.
Hão-de estar a ser decapitados, como o islamista Foley, e a culpar Israel, os judeus, os Estados Unidos, a CIA e a "Mossada".
Há dezoito anos, a América e o mundo mudaram para sempre. Confrontados com uma série de actos covardes de terror, os Estados Unidos mais uma vez demonstraram ao mundo a força inigualável da determinação e o poder indomável de carácter.
O presidente Donald J. Trump e a primeira-dama Melania Trump - juntamente com os americanos em todo o país - honraram e lamentaram as quase 3.000 vidas perdidas.
No relvado sul da Casa Branca, o presidente e a primeira-dama lideraram um momento de silêncio a partir das 8:46 da manhã - o horário exacto em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center. A eles juntaram-se as famílias das vítimas daquele dia, enquanto a bandeira da Casa Branca flutuava a meio mastro por trás deles.
Pouco depois, o Presidente a Primeira Dama viajaram para Arlington, Virgínia, onde o Presidente falou na Cerimónia de Homenagem às Vítimas do 11 de Setembro, no Pentágono. Dirigindo-se às famílias das vítimas e aos membros das Forças Armadas, ele explicou como este dia está gravado na alma de todos os americanos. O Presidente Trump testemunhou os eventos em Nova Iorque, como morador da cidade.
"Lembro-me vividamente da primeira vez que ouvi as notícias", disse ele, acrescentando que estava à janela quando viu o segundo avião colidir com o World Trade Center. Logo depois, como muitos outros nova-iorquinos, ele desceu ao Ground Zero, procurando ajudar no que fosse possível.
“Mas para as famílias que se juntam a nós, este é o seu aniversário de perda pessoal e permanente. É o dia que se repetiu na sua memória milhares de vezes", disse ele.
“Vocês esperaram, oraram, responderam ao telefonema mais temido e a vossa vida mudou para sempre. A cada um de vocês: A Primeira Dama e eu estamos unidos convosco no vosso pesar. Viemos aqui sabendo que não podemos apagar a dor ou reverter o mal daquele dia sombrio e miserável, mas oferecemos tudo o que temos: a nossa lealdade inabalável, a nossa devoção eterna e a nossa promessa eterna de que os vossos entes queridos nunca serão esquecidos".
No meio do ataque, o mundo também testemunhou o incrível poder da força e determinação americanas. Isso pode ser visto na perseverança dos corajosos socorristas em Nova Iorque e no Pentágono, bem como nos 40 passageiros e tripulantes a bordo do voo 93.
Um desses heróis foi o coronel aposentado do Exército Rick Rescorla, que deu a vida para salvar muitos outros. Depois de uma carreira militar brilhante, servindo na Guerra do Vietname, Rick tornou-se responsável pela segurança do World Trade Center. Em 11 de Setembro, Rick morreu enquanto resgatava pessoas na Torre Sul.
Rick Rescorla
Estima-se que as suas acções naquele dia salvaram 2.700 vidas. Nesta manhã, o presidente Trump honrou o incrível sacrifício de Rick, concedendo-lhe a Medalha de Cidadão de Mérito.
“O futuro da nossa nação é garantido pela vigilância do nosso povo: os bravos homens e mulheres que atravessaram os portões do inferno para salvar os feridos. . . Cada uma das suas vidas conta uma história de coragem e carácter, virtude e bravura, resiliência e resolução, lealdade e amor”, afirmou o Presidente.
"Esta manhã, fazemos um voto sagrado de continuar esse nobre legado".
Este ano, o presidente Trump também assinou uma lei com a autorização permanente do Fundo de Compensação às Vítimas do 11 de Setembro, que cumpre o dever sagrado da América de proteger e apoiar as vítimas, as suas famílias, os socorristas e todos aqueles na linha de frente das operações de resgate e recuperação no Ground Zero.