domingo, 16 de agosto de 2020

Sacerdote católico: “Islão não é religião de paz. Diálogo é inútil."

França, Suécia, Dinamarca, Reino Unido, Espanha, todos os países que importaram maometanos para fins eleitorais e a troco de subornos "petrolíferos" já não se verão livres da islamização sem guerra e sofrimento. Em França os colonos maometanos já pedem (por enquanto) a metade sul do país (como temos exaustivamente demonstrado). A Alemanha é a principal responsável pela islamização (como temos exaustivamente demonstrado) porque é velha aliada do Islão e conta com eles para a 'revanche' das duas derrotas que sofreu no século passado. Cá em Portugal, como prevíramos, a coisa está a ser ainda mais fácil. A contratação do Jorge Jesus gera muito mais interesse do que perda da soberania e o regresso a Idade das Trevas. Salvam-se países como a Itália, que talvez ainda vá a tempo:



Aqui está a tradução de um artigo do jornal italiano La Verità, que postou (na última quinta-feira) uma entrevista com um padre católico romano, Pe. Mario Alexis Portella, sobre o problema islâmico, especialmente à luz da sua recente viagem ao Iraque.

 Nem todos os maometanos são terroristas, claro! Uns matam, os outros festejam:



 Via:

https://gellerreport.com/wp-content/themes/pamela-geller/assets/img/logo.png

Entrevista com Mario Alexis Portella impressa pelo jornal italiano La Verità em 22 de Novembro de 2018:

Eu vi os massacres no Iraque e digo: ter um diálogo com o Islão é impossível ”
O padre americano fala depois de ter publicado um livro "Islão: Religião de Paz? A violação dos direitos naturais e o encobrimento ocidental", sobre a “falsidade” da “religião da paz”. 
Ele diz: “A violência está nas páginas do Alcorão. Não há uma autoridade única que fale por eles, isso facilita os extremistas”.

"Islão Religião da Paz? - A Violação dos Direitos Naturais e o Encobrimento Ocidental" 

Este vídeo  do espectáculo público da decapitação de um sacerdote católico na Síria está permanentemente a ser retirado, porque é considerado"discurso de ódio"  mostrar os FACTOS:



Os cristãos dos países islâmicos gritam ao mundo o seu pedido de socorro. Mas o mundo está ocupado a condenar Israel por não se deixar massacrar pelo Islão.


Entrevistador: Marcello Mancini.

Que tipo de diálogo se pode ter com aqueles que querem uma mulher como Asia Bibi morta - o seu crime foi oferecer um copo de água a mulheres muçulmanas?
Não é um diálogo com a religião, mas com aqueles que falam em nome da religião. Desde que Ataturk eliminou o califado em 1924, muitos islamistas aproveitaram o vácuo político para representar o Islão à sua maneira. Aqui fala-se de chefes de Estado e, acima de tudo, dos imãs. Como não há autoridade central a representar o islamismo, é difícil individualizar um interlocutor.
O Islão não é uma religião de paz, como dizem muitos muçulmanos. Como pode sê-lo se eles fazem ferozes “guerras santas” de conquista, promovem  o terrorismo e sustentam a morte na guerra santa como “santa religiosidade”? E, no entanto, há um “encobrimento ocidental”, do qual o senhor fala no livro?
Os encobrimentos são por razões financeiras, simplesmente porque os chamados petrodólares são prioritários. Aqui é preciso ver os lucros obtidos com recursos naturais, como o gás. O raciocínio ocidental está de acordo com a realpolitik; os governos limitam a isso o seu relacionamento com os Estados nos quais os direitos humanos são sacrificados. Por exemplo, Donald Trump critica a religião islâmica, que gera o terrorismo, mas ao mesmo tempo vende armas à Arábia Saudita e à Nigéria; estes são dois países que sistematicamente violam os direitos humanos, não apenas contra os cristãos, mas contra os seus próprios povos.
Pe. Portella, o senhor é americano e esteve no Iraque. Viu como os cristãos são perseguidos e as igrejas reduzidas a nada. Que expectativas têm os cristãos sobre nós aqui no Ocidente?
Do lado deles, há uma grande desilusão, porque após a queda de Saddam Hussein em 2003 e a invasão americana, o Ocidente deixou-os em estado político de anarquia. Em diversas aldeias e cidades onde os cristãos ainda vivem, as milícias xiitas e curdas - muitas delas apoiadas pelo Irão - são oficialmente responsáveis ​​pela segurança, mas na realidade não a fornecem. Por isso, os cristãos vivem com medo, porque são perseguidos pelos muçulmanos que agora ocupam os cargos vagos depois do ISIS. De facto, muitos sacerdotes são incapazes de se dedicar ao seu ministério pastoral, porque estão em luta contínua com os funcionários do governo local para defender os cristãos.
O Islão é uma religião envolvida numa guerra santa contra os infiéis. Somos todos infiéis e estamos em perigo. E ainda assim há muitos apologistas que continuam a justificar o Islão e a veicular histórias falsas.
Só temos que olhar para os textos islâmicos originais, que mostram a verdade sobre o Islão; esses textos, no entanto, são ignorados por estudiosos e activistas, que afirmam que são mal interpretados por aqueles que promovem o terrorismo e a islamização do mundo. Isso simplesmente não é verdade.

Padre Portella, pode dar um exemplo?


Basta ler o conteúdo do quinto verso da chamada sura (o último capítulo fundamental do Alcorão) que indica como os muçulmanos devem comportar-se com cristãos, judeus e outros não-muçulmanos:  E quando tiverem passado os meses sagrados, mata os politeístas onde quer que os encontres. Deves capturá-los, sitiá-los , e esperar em todos os lugares de emboscada. Mas se eles se arrependerem, estabelecerem a oração e derem esmolas, deixa-os ir no seu caminho. De facto, Alá é perdoador e misericordioso.
O senhor disse que a fraqueza do Ocidente tem sido essencialmente ter-nos despojado dos nossos direitos de liberdade de expressão, categorizando qualquer um que questione as intenções dos islamistas como islamofóbico.

Aqui é necessário distinguir um muçulmano de um islamista. O primeiro é aquele que se submete à religião do profeta Maomé, enquanto o segundo é um intelectual, como um imã que se encarrega de falar em nome do Islão. Em termos práticos, os islamistas infiltraram-se em postos do governo e lóbis, como as Nações Unidas, e a partir dessa posição estratégica eles conseguiram convencer os chefes de Estado a criminalizar qualquer tipo de crítica contra o Islão. Dessa maneira, eles podem inserir-se ainda mais na sociedade.

O Papa Francisco foi acusado pelos seus críticos por ter traído a Igreja com o Islão? Quais são os seus pensamentos sobre isso?


O Papa fez muito bem em levar o Evangelho de Cristo ao mundo islâmico, como os seus predecessores Bento XVI e João Paulo II. O cristianismo, no entanto, baseia-se na paz e no amor de Deus, enquanto o islamismo justifica a matança e a guerra nos seus textos sagrados. Isso torna difícil individualizar um caminho construtivo com os muçulmanos. É mais um problema político do que religioso.


Francisco, no entanto, invocou o diálogo através de um entendimento recíproco entre muçulmanos e cristãos. Como podemos então dialogar com aqueles que não falam a mesma língua de paz?


O problema é com os seus representantes. Quando o Santo Padre se reúne com certos indivíduos, como o Imam Ahmed el-Tayeb, reitor emérito da Universidade al-Azhar - a universidade de maior prestígio do mundo sunita - não pode confiar no que ele diz; ele fala de paz com ele, mas quando el-Tayeb volta para o Egipto, ele diz outra coisa. O próprio presidente el-Sisi tentou convencer o el-Tayeb e o corpo religioso do mundo islâmico, em 2014, a ver e interpretar o Alcorão num contexto histórico, porque os muçulmanos não podem continuar num caminho que defende a violência do Alcorão. Mas ele foi bloqueado por el-Tayeb.

Existe algum tipo de perspectiva credível?

Para termos um diálogo recíproco, é necessário que os imãs que sustentam as palavras do Alcorão de maneira fundamentalista revejam o seu livro. Acima de tudo, eles devem corrigir os hadiths (os ditos e actos do Profeta) que justificam a violência.

Pelo que explicou, eu entendo porque é que o discurso do Papa Bento XVI em Regensburg abalou certas pessoas. Ratzinger mencionou que Maomé, no início da sua pregação, havia permitido a liberdade de escolha. Assim que ele ganhou poder, no entanto, usou a espada para converter outros. Ele estava certo.
 
A reacção ao seu discurso demonstra que o Islão não tolera nenhuma análise crítica.

Padre Portella, que futuro
têm os cristãos no Iraque?

Os Estados Unidos ainda podem influenciar as questões políticas do governo central de tal forma que os cristãos possam ter os mesmos direitos que os muçulmanos e os curdos. Dito isto, mesmo que os cristãos iraquianos não confiem no governo americano, eles mantêm uma grande esperança em seus corações. A decisão de Trump de desistir do acordo nuclear com o Irão, instituído pelo presidente Obama, pode ser uma maneira de coibir o regime iraniano. Pressioná-los até economicamente a ponto de as milícias que eles sustentam perderem a influência e pararem de perseguir os cristãos.

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Maometanos querem reaver Portugal e Espanha, que já ocuparam, assim como querem reaver Israel, que também anexaram ao Califado. "A Andaluzia é ocupada pelos espanhóis como a Palestina é ocupada pelos judeus" - dizem eles. Na perspectiva islâmica, todo o mundo não-islâmico está injustamente ocupado pelos seres inferiores que somos todos nós, os "infieis":






Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.
Cidadãos Portugueses contra a assinatura do Pacto Global para a Migração

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

Islão: fonte de problemas no relacionamento com o resto do mundo

Por favor, compartilhe este vídeo para que as pessoas possam saber mais sobre o Islão.
E, por favor, tenha em mente que a palavra “islamofobia” é uma falácia.
Ter uma fobia significa ter um medo irracional.
Temer o Islão, que quer 80% da humanidade escravizada ou exterminada, é totalmente racional, e, deste modo, as críticas não podem ser chamadas de “fobias.”
Este vídeo não está limitado a religião de ninguém, mas o que segue é verdadeiro.

Factos
— O “homem-bomba do sapato” era um muçulmano
— Os franco-atiradores da Beltway eram muçulmanos
— O atirador de Fort Hood  era muçulmano
— O “homem-bomba da cueca” era um muçulmano
— Os homens-bomba do USS Cole eram muçulmanos
— Os homens-bomba do trem em Madrid eram muçulmanos
— Os homens-bomba da discoteca em Bali eram muçulmanos
— Os homens-bomba do metro de Londres eram muçulmanos
— Os homens-bomba do Teatro de Moscou eram muçulmanos
— Os homens-bomba da maratona em Boston eram muçulmanos
— Os homens-bomba do voo 93 da Pan-Am eram muçulmanos
— Os sequestradores do avião da Air France para Entebe eram muçulmanos
— O sequestro e prisão ilegal de 52 pessoas mantidas como reféns por 444 dias na embaixada americana no Irão foi obra de muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana em Beirute eram muçulmanos
— A embaixada dos EUA na Líbia foi atacada pelos muçulmanos
— Os homens-bomba suicidas em Buenos Aires eram muçulmanos
— Os atletas olímpicos de Israel foram atacados e mortos por muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana no Quénia eram muçulmanos
— Os homens-bomba das torres de Khobar eram muçulmanos
— Os homens-bomba do quartel marinho em Beirute eram muçulmanos
— A escola russa de Beslan foi atacada por muçulmanos
— Os primeiros homens-bomba das Torres Gémeas em Nova Iorque eram muçulmanos (1993)
— Os atentados na cidade de Mumbai na Índia, foram feitos por muçulmanos
Os sequestradores do navio-cruzeiro Achille Lauro eram muçulmanos
— Os assassinos no shoping de Nairóbi, Quénia, eram muçulmanos  
— Os sequestradores dos aviões em 11 de Setembro de 2001 eram muçulmanos
— O sequestrador que fez reféns na cafeteria Martin Place Lindt em Sydney era muçulmano
— Os assassinos das crianças na escola em Peshawar no Paquistão eram muçulmanos
— As 276 meninas sequestradas na Nigéria foram sequestradas por muçulmanos
— A revista Charlie Hebdo e o supermercado kosher em Paris foram atacados por muçulmanos
— O grupo terrorista nigeriano Boko Haram que matou mais de 5 mil civis é muçulmano
Pense nisso:
Hindus morando com judeus = Nenhum problema
Baha’is morando com judeus = Nenhum problema
Judeus morando com ateus = Nenhum problema
Siques morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema
Cristãos morando com os judeus = Nenhum problema
Judeus morando com budistas = Nenhum problema
Xintoístas morando com ateus = Nenhum problema
Budistas morando com siques = Nenhum problema
Baha’is morando com os cristãos = Nenhum problema
Budistas morando com xintoístas = Nenhum problema
Budistas morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com cristãos = apenas alguns problemas raros
Ateus morando com budistas = Nenhum problema
Confucionistas morando hindus = Nenhum problema
Ateus morando com confucionistas = Nenhum problema
Cristãos morando com xintoístas = Nenhum problema
Xintoístas morando com confucionistas = Nenhum problema
Confucionistas morando com os Baha’is = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema
Muçulmanos morando com judeus =  problema
Muçulmanos morando com siques =  problema
Muçulmanos morando com hindus =  problema
Muçulmanos morando com os Baha’is =  problema
Muçulmanos morando com xintoístas =  problema
Muçulmanos morando com budistas =  problema
Muçulmanos morando com cristãos =  problema
Muçulmanos morando com ateus =  problema
MUÇULMANOS MORANDO COM MUÇULMANOS = PROBLEMA MUITO GRANDE!
Sunitas odeiam xiitas. Xiitas odeiam sunitas. São todos muçulmanos.
***** Então isto leva a… *****
Eles não estão felizes em Gaza
Eles não estão felizes no Egipto
Eles não estão felizes na Líbia
Eles não estão felizes no Irão
Eles não estão felizes no Iraque
Eles não estão felizes no Iémen
Eles não estão felizes no Paquistão
Eles não estão felizes na Síria
Eles não estão felizes no Líbano
Eles não estão felizes na Nigéria
Eles não estão felizes no Quénia
Eles não estão felizes no Sudão
Eles não estão felizes no Marrocos
Eles não estão felizes no Afeganistão
ETC ETC ETC ETC
******** Pois onde eles estão felizes? **********
Eles estão felizes na Austrália e na nova Zelândia
Eles estão felizes na Bélgica
Eles estão felizes na França
Eles estão felizes na Holanda
Eles estão felizes na Itália
Eles estão felizes na Alemanha, na Áustria e na Suíça
Eles estão felizes na Espanha
Eles estão felizes na Suécia
Eles estão felizes na Dinamarca
Eles estão felizes nos Estados Unidos e no Canadá
Eles estão felizes na Noruega e na Índia
Eles estão muito felizes na Inglaterra, com toneladas de serviços sociais
Eles estão felizes na Argentina e no Brasil
Eles estão felizes em quase todos os países que não são islâmicos! E quem eles culpam? Não o Islão… Não os seus governos… Não eles mesmos… ELES CULPAM OS PAÍSES EM QUE ELES ESTÃO FELIZES!! E eles querem mudar os países em que eles estão felizes, para parecerem-se com os países de onde eles vieram e estavam infelizes! *PQP*!
Jihad Islâmica: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ISIS: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Qaeda: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Talibã: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Boko Haram: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Nusra: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Abu Sayyaf: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Badr: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Irmandade Muçulmana: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Lashkar-e-Taiba: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Ansaru: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Jemaah Islamiyah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Brigadas de Abdullah Azzam: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Shabab (Somália): UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hamas: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hezbollah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Frente de Libertaçao da Palestina: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
E isso é apenas a ponta do iceberg do terrorismo islâmico.
Existe mais, muito mais. 
Obrigado, "religião da paz"!
Por favor, compartilhe este vídeo para ajudar a disseminar pelo mundo que virtualmente todo os terrorismo hoje no mundo é ISLÂMICO
E arriscar ser chamado de “intolerante preconceituoso” por dizer a verdade sobre os intolerantes preconceituosos islâmicos.    
Grato ao autor I. Q. Al-Raouli.
Traduzido com algumas modificações e adendas sobre o original.
Contribuição de Gustavo Bourbon e Laura Laura.
José Atento BLOG LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

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