quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

"Ricardo Salgado, o Padrinho de Mariana Mortágua e António Costa; como o BES financiou a vida da família Mortágua" - TOTALNEWS

 

Descobrimos casualmente este site argentino, o TOTAL NEWS AGENCY, que apresenta alguns artigos estilo "whistleblower", ou de denúncia. Desconhecemos a fidedignidade das informações, mas compete a quem de direito investigar.

Este post fica nas nossas secções TOTALNEWS e Cristina Seguí

Passamos a TRANSCREVER, sem correcções ao Português macarrónico deste argentino:

 

Ricardo Salgado, o Padrinho de Mariana Mortágua e António Costa; como o BES financiou a vida da família Mortágua



Por Yosef Cohen –Especial Total News Agency –TNA-

Mariana Mortágua era a mais fiel colaboradora de Ricardo Salgado. Mariana Mortágua deve sua carreira política e académica a Ricardo Salgado e ao dinheiro que o BES (Banco português Espírito Santo) lhe deram. Atenção que não falamos aqui de trocos, de pennies , falamos, sim, de muitos e muitos milhares de euros (pessoas que colaboraram directamente com Ricardo Salgado falam mesmo em mais de um milhão de euros).



O banqueiro português confiava em poucas pessoas – mas sua confiança para com Mariana Mortágua era ilimitada. As “ catitas manas Mortágua”, como Ricardo Salgado tratava com carinho, nunca desapontaram Ricardo. Nunca furaram os planos de Ricardo Salgado. Nunca quebraram as melhores expectativas que Ricardo Salgado tinha para elas – as Manas Mortágua foram apresentadas a Ricardo Salgado pela mão de Francisco Louçã e Miguel Portas (irmão já falecido de Paulo Portas), fundadores de partido Bloco de Esquerda (o mesmo partido das “catitas manas Mortágua”).

Ricardo Salgado ouviu falar do Bloco de Esquerda pela primeira vez por mão de família Braga Gonçalves, que foi depois envolvida (e condenada, pai e filhos) no chamado “processo Moderna” 

Na Universidade Moderna, passaram quase todos os políticos e magistrados portugueses que marcariam vida do país nos anos 90 e no início do milénio (na verdade, até aos dias do presente).

Recentemente, Mariana Mortágua insinuou que partido político português conservador (que está sendo a sensação do momento na vida pública portuguesa), CHEGA de André Claro Ventura, teria recebido financiamento ilegal de banqueiro acusado de branqueamento de capitais e evasão tributária, Ricardo Salgado – esta foi, nada mais, nada menos, que operação de comunicação de Mariana Mortágua para evitar que a VERDADE viesse ao conhecimento do povo português: que ela, Mariana Mortágua, foi uma das principais beneficiária dos esquemas ilegais de Ricardo Salgado.



Mariana Mortágua é filha de terrorista português Camilo Mortágua e discípula de outro terrorista português, Sampaio da Nóvoa, feito Embaixador de Portugal em UNESCO para branquear seu passado obscuro (nós não esquecemos), que tem sido generoso para politico português amigo de Mariana Mortágua, Delgado Alves (Socialista- Partido). 

A política de Bloco de Esquerda foi assessora de Banco Espírito Santo, trabalhando pessoalmente para Ricardo Salgado, em muitas operações financeiras, incluindo em Angola (com o banqueiro muito próximo do General Kopelipa de seu nome Álvaro Sobrinho).

Ricardo Salgado foi o real padrinho de Mariana Mortágua – o banqueiro de extinto BES pagou todas as despesas da carreira académica de Mariana Mortágua, em conluio com o líder histórico do Bloco de Esquerda Francisco Louçã. Para pagar, Francisco Louçã convenceu economista português João Duque, a atribuir doutoramento Honoris Causa de Universidade de Lisboa – ISEG (instituto de economia) a Ricardo Salgado por “sua carreira brilhante”.

Mariana Mortágua e o BES – Espírito Santo Banco assinaram contrato registrado em Londres, que serviu para legitimar dinheiro que Ricardo Salgado passou para Bloco de Esquerda e comissões para dirigentes de Bloco de Esquerda (Francisco Louçã e Mariana Mortágua). O contrato pode ser consultado aqui

Londres foi sempre estratégico para Ricardo Salgado e Mariana Mortágua: em Londres, Ricardo Salgado (e outros intermediários de BES Bank) e Mariana Mortágua se encontravam diversas vezes por ano para Salgado entregar dinheiro a Mariana Mortágua (em Portugal, o sitio escolhido era perto de mall espanhol El Corte Inglés). Por isso, Mariana Mortágua escolheu Londres – em instituição de extrema-esquerda, controlada por BDS Movement SOAS University of London – para fazer seus estudos de doutoramento. 

SOAS University of London tem ambiente controlado, é muito discreta, e Mariana Mortágua tinha namorado com uma das suas professoras. A University of London é cara – Ricardo Salgado se comprometeu a pagar as despesas relacionadas com compra de livros, papelaria e tickets de viagens aéreas, para Mariana Mortágua e seu pai Camilo Mortágua. Como todos podem ver pela leitura do contrato aqui, todas estas operações foram feitas em Londres, local estratégico para as operações da esquerda portuguesa.

Foi também em Londres – com um contrato muito parecido com o que pode ler aqui, entre Mariana Mortágua e BES de Ricardo Salgado – que Ricardo Salgado pagou para o Bloco de Esquerda aceitar o Governo de António Costa de Partido Socialista que se conhece pelo nome de “geringonça”. Muitos destes milhões (leia-se contrato entre BES e Mariana Mortágua aqui com muita atenção…) serviram para pagar bando de trolls, bots e comediantes que atacavam os adversários de Mariana Mortágua e de António Costa…vamos a dar mais detalhes sobre isto muito em breve….

Objectivo de Ricardo Salgado havia sido o de tirar Pedro Passos Coelho, líder natural de direita em Portugal e pai político da sensação em Portugal André Claro Ventura, que decidira extinguir o BES, do Governo de Portugal. 

Nas negociações com Ricardo Salgado e Mariana Mortágua, António Costa foi representado por Diogo Lacerda Machado. Este advogado e Mariana Mortágua deram depois instruções a inspectores tributários portugueses para serem suaves com Ricardo Salgado e ajudarem na ocultação do financiamento ilegal de Salgado a Bloco de Esquerda.

 



O contabilista que reportava a Mariana Mortágua e ao seu pai, Camilo Mortágua, era o contabilista com conexões a Suiça e operações financeiras ilegais, Francisco Machado da Cruz. Machado da Cruz era também o homem de conexão entre Diogo Lacerda Machado e Ricardo Salgado. Será que Mariana Mortágua vai voltar a acusar André Claro Ventura e seu pai político, Pedro Passos Coelho, de ligações perigosas ao BES? Duvida-se muito.

Veja o documento completo



 


Se Mariana Mortágua pugna pela transparência e pede a investigação aos financiamentos do CHEGA, isso tem de valer também para ela e para o seu partido. Por isso, leia também:

Mariana Mortágua, também me processas a mim?

Disse Mortágua na AR:

– “Queremos investigar influências e obscuros interesses privados nos partidos políticos. Além do passado, vamos aproveitar para investigar e conhecer melhor os negócios dos dirigentes do Chega e a origem do financiamento do seu partido. Façamos já essa investigação (...) Façamos já a investigação. E pouparemos a Assembleia da República a uma comissão de inquérito futura e pouparemos também o país das aldrabices de um partido comprometido até ao pescoço com os negócios mais obscuros da elite financeira e económica (...) André Ventura não é só um político do sistema; é um político do pior que o sistema tem”.

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