domingo, 28 de abril de 2019

San Diego: CARTA ABERTA AOS NEO-NAZIS


As vítimas do Massacre de Pittsburgh. O autor do massacre, Robert Bowers, tinha como lema, expresso nos seus tweets e nas suas páginas das redes sociais:
 "os judeus são filhos do diabo"

Raramente aqui reportamos os ataques anti-semitas que ocorrem diariamente, em Israel e em todo o Mundo. A razão é simples: não faríamos mais nada. Vamos falando de diversos aspectos da ameaça da aliança islâmica, comunista e globalista.

Na sequência de:

Neo-nazi de 19 anos ataca Sinagoga Chabad em San Diego


Resumo deste post:
Os nazis (velhos aliados dos muçulmanos) acusam os judeus de trazerem muçulmanos para o Mundo Livre .
Os muçulmanos odeiam judeus e cristãos, e há 1400 anos que tentam exterminar a ambos.
Os governos ocidentais e os partidos de esquerda, que odeiam Israel e os judeus, importam milhões de muçulmanos, que odeiam Israel e os judeus.
Os neo-nazis não vão atacar os seus amigos muçulmanos nem quem os traz. Vão atacar os judeus.
Bem-vindos ao Campeonato Mundial de Estupidez!!!


(Não vamos usar o formato epistolar porque nenhum neo-nazi nos lerá. Todos preservam ciosamente as suas ilusões).
Completamente destituídos da capacidade de pensar logicamente, exclusivamente devotados a um ódio que lhes preenche o vazio da existência, totalmente focados no bode expiatório das suas frustrações, os neo-nazis, tal como os seus primos comunistas, são totalmente irracionais.

 

O nazi Robert Bowers, que tem a capacidade intelectual de uma pedra.

Se não, vejamos:
Tal como Robert Bowers e tal como os neo-nazis europeus, o terrorista e assassino hoje em foco, John Earnest, vê com desagrado a invasão islâmica do seu país. Até aí concordamos com ele. E não é preciso ser-se nazi para se reconhecer que está em curso uma invasão islâmica do Mundo Livre - aliás assumida pelos muçulmanos, em estrito cumprimento da sua religião, que ordena a instauração do Califado Global.
O contra-senso é culparem os judeus dessa invasão!!! 
Desde logo "os judeus" não são uma massa homogénea. Não estão unidos por nenhuma doutrina comum, nem mesmo a religião judaica, pois cerca de metade dos judeus nem são religiosos. E a metade que é religiosa distribui-se por Judaísmo ortodoxo, ultra-ortodoxo, reformista, reconstrucionista e mais umas quantas divisões. A metade não religiosa, em termos políticos, também tem opções variadas, da extrema-esquerda à extrema-direita.
"Onde há dois judeus há três opiniões", diz o ditado judeu. Mas os antissemitas generalizam sempre, e se há um judeu que é de esquerda e pró-migração, então todos os judeus o são.
Agora na Europa assistimos a uma esmagadora maioria de governos que importam muçulmanos aos milhões. Questionar essa invasão, e as consequentes ondas de terrorismo, estupro em massa, crime generalizado, dá direito a prisão, a perseguição institucional e em certos casos a pena de morte (colocar um indivíduo acusado de "islamofobia" com muçulmanos na mesma cela é condená-lo à morte, e isso faz-se na Europa).
Os mesmos governos que importam muçulmanos aos milhões são activamente anti-Israel e antissemitas, votando sistematicamente condenações contra Israel (sem razão), financiando com avultadas quantias grupos terroristas que matam judeus e despejando milhões em organizações antissemitas, neo-nazis e islamistas que procuram deslegitimar Israel e institucionalizar o antissemitismo.
A União Europeia, que tudo faz para extinguir Israel e se desdobra em adulação e favores vários aos islamistas que procuram activamente extinguir Israel,  essa mesma União Europeia tem em vigor desde há anos um programa de SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL DOS EUROPEUS POR MUÇULMANOS: O EURISLAM:


Não só a Europa e a União Europeia (antissemita até ao tutano) importam milhões de muçulmanos, como,  uma vez na Europa, os primeiros alvos destes são os judeus, vítimas de perseguição e matança sistemáticas.
Então, como pode alguém afirmar que "os judeus mandam para cá os muçulmanos"?
Quando pedimos provas aos neo-nazis de que os judeus "estão por trás" da invasão islâmica, as respostas são classicamente as seguintes:
1 - George Soros.
Mas George Soros é um ex-nazi, que, apesar de filho de pai judeu, é o maior financiador privado do antissemitismo global e o maior inimigo de Israel à face da Terra. Viste a nossa secção Nazi George Soros, sff.
2 - "Plano Kalergi"
Supostamente, o Plano Kalergi seria um plano de substituição populacional.  E como o senhor Kalergi foi casado com uma senhora de origem judaica, então "os judeus" seriam os autores do "Plano Kalergi".
A estupidez e o absurdo de tal raciocínio causam vergonha a qualquer pessoa normal. Mas aos nazis serve bem.
Outro pequeno pormenor é que:

Kalergi nunca quis uma futura raça "negro-eurasiana"



Mas eles querem lá saber... Vivem de ódio e slogans. E drogas e álcool, e discursatas sobre a "superioridade da raça branca" (mesmo quando são cor de caramelo ou têm carapinha).
Não querem pensar, nem tal lhes convém, pois roubar-lhes-ia a razão de viver.


3 - "Os judeus são muito ricos"
A maior parte dos judeus até é pobre. Só ignorantes podem afirmar que os judeu são ricos.
E os que são ricos não são as únicas pessoas ricas no mundo. Nem os bancos pertencentes a judeus são dos bancos mais ricos, nem é ainda proibido ser rico ou ser banqueiro.
Nem o facto de haver alguns judeus ricos constitui prova de que eles exerçam alguma actividade ilegal ou imoral. E se exercem, denunciem-nos pelas vias legais. Entrar numa sinagoga e matar judeus não ajuda...


4 - "Os judeus dominam os media"
Dominam tanto que a generalidade dos media verbera Israel e os judeus e destila antissemitismo. Organizações como o Honest Reporting dedicam-se a responder à torrente diária de brutal difamação antissemita.


Bernie Sanders, do Partido Democrata dos EUA, é judeu.... e um antissemita raivoso.

5 - Há judeus na esquerda

Pois há.  Israel é um país dividido a meio entre esquerda e direita, laicos e religiosos. Nos Estados Unidos, o único país além de Israel com uma população judaica significativa (ainda que insignificante em percentagem).
Os Estados Unidos têm  327 milhões de habitantes.
6 milhões são judeus. 
E 75% dos judeus norte-americanos são do Partido Democrata.
Mas será que por causa disso todos os judeus merecem ser "queimados vivos", como pretende o terrorista assassino John Earnest no seu manifesto? 
Há judeus na esquerda, sim. Na esquerda islamófila e anti-semita, nomeadamente no Partido Democrata. Mas é tão lamentável que lá haja judeus como outras pessoas. Ou é mais grave quando se trata de judeus? Pede-se-lhes algum tipo de perfeição divina?
Pelos vistos, sim. Pelos vistos, cada pessoa leva profundamente a mal que TODOS OS JUDEUS não sigam as suas opiniões, seja em termos políticos, seja em termos religiosos.  Mas os judeus, sendo diferentes entre eles, como as outras pessoas normais, não podem agradar a cada todos e a cada um!!!
Se o reparo é feito aos judeus de esquerda, é de notar que os de direita são aparentemente menos nos Estados Unidos, mas estão na vanguarda da luta pelos valores do Mundo Livre.
É o caso do Ben Shapiro, mas há muitos mais. Assim de repente, lembra-mo-nos da nossa amiga Pamela Geller (que tem a cabeça a prémio pelo ISIS e a quem a Imprensa está sempre a divulgar a morada, dela e das filhas) do David Horowitz, do Daniel Greenfield, do Daniel Pipes, do Andrew Klavan (convertido ao Cristianismo, será que assim agrada mais?), do Milo Yannopoulos, do Dave Rubin, do Ezra Levant (do Rebel Media), etc., etc., etc....
Mas sabe o que é mais engraçado? É que, precisamente por haver tantos judeus na vanguarda da luta conservadora contra a Nova Ordem Mundial islamista/globalista/comunista, o ódio antissemita da extrema-esquerda é tão grande.
E é este o fado dos judeus. Se estão de um lado, exige-se sempre que estejam do outro, e vice-versa. E se ficam em casa para não tomar partido, acusam-nos sempre de estarem a conspirar na sombra.
Eternos bodes expiatórios, acusados de cada coisa e do seu oposto. E se se defendem, Aqui d' El Rei que "se estão a armar em vítimas".
Deve ser difícil ser judeu.

Um exemplo do activismo conservador de Ben Shapiro, que se hoje estivesse na sinagoga em San Diego, teria sido alvejado pelo jovem imbecil neo-nazi de 19 anos:



Mas não esqueça:

Neo-nazi de 19 anos ataca sinagoga em San Diego


 John Earnest

"O atirador da Sinagoga em SAN DIEGO pode não ser muçulmano, mas o manifesto que ele escreveu pode ter saído da famosa falsificação russa “Protocolos dos Sábios de Sião”, o segundo livro mais popular entre os muçulmanos logo depois de Mein Kampf". 
Bare Naked Islam


LA Times - Um homem armado entrou numa sinagoga suburbana do condado de San Diego e abriu fogo, matando uma pessoa e deixando três feridos num ataque que as autoridades acreditam ser motivado por ódio. Um suspeito foi preso em conexão com o tiroteio no centro Chabad de Poway, disseram as autoridades.
O atirador, armado com uma espingarda automática, entrou na sinagoga Chabad por volta das 11h20 e abriu fogo contra a congregação, disseram representantes do xerife.
Um grande grupo de fiéis reuniu-se atrás do templo após o tiroteio, disse o sargento Aaron Meleen. Não ficou claro de imediato quantas pessoas frequentavam os serviços.
Quando o suspeito fugia do local, um agente da patrulha de fronteira de folga atirou contra o seu veículo, mas ele fugiu, disseram as autoridades. Ele foi capturado pouco tempo depois. Adam Pringle, de 32 anos, disse que estava sentado num estacionamento de um posto de gasolina quando um grupo de polícias de San Diego, o xerife do condado e os carros da Patrulha Rodoviária da Califórnia invadiram a cena a menos de 15 metros de distância.


Embora ainda não esteja definitivamente confirmado, alguns sites identificaram o suspeito como John Earnest, de 19 anos - que momentos antes do ataque publicou um manifesto, disponível AQUI.


Em Outubro de 2018, outro neo-nazi, Robert Bowers, massacrou 11 judeus na Sinagoga Árvore da Vida, em Pittsburgh, sob as mesmas falsas acusações. 
Na newsletter da organização Unidos com Israel, que recebemos há pouco, consta mais este massacre de judeus, e a habitual dose de informação sobre o presente estado do antissemitismo no mundo.
Dois fragmentos do antissemitismo que vai pelo mundo vêm dos Estados Unidos:
O New York Times admitiu publicar libelos antissemitas, desta vez com mais um cartune retratando a relação Netanyahu-Trump
A imagem em questão retrata o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, como um cão, com o símbolo da Estrela de David judaica pendurado ao pescoço. Netanyahu é levado à trela pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, que é retratado como um homem cego usando uma kipá *.
* - O "chapelinho" que os judeus religiosos usam.

A caricatura ecoa os libelos e imagens anti-semitas comuns, que apresentam os judeus como animais, acusam os judeus de tramar planos para dominar o mundo, e promovem o mito de que Israel secretamente influencia os líderes mundiais a fazerem a vontade dos judeus.
Nota: O New York Times é um jornal de extrema-esquerda, que odeia furiosamente Israel e os judeus, apesar de os seus fundadores e muitos dos seus jornalistas serem judeus.



"Expressões genocidas, cartunes difamatórios, suásticas, ou linguagem expressando o desejo de matar judeus ou exterminar o povo judeu, foram a forma mais comum de anti-semitismo clássico no campus no ano passado. Essas formas de anti-semitismo fizeram aumentar drasticamente de 46 ataques contra judeus em 2015 para 113 em 2016 e 153 em 2017".
Nota: As universidades norte-americanas são viveiros de extrema-esquerdismo e  anti-semitismo, com manifestações regulares de apoio a grupos terroristas como o Hamas e "iniciativas académicas" como a "Esmurre um Sionista". 
Ataques físicos, intimidação, e bullying generalizado sobre os estudantes judeus são comuns, na proporção directa em que mais e mais muçulmanos frequentam os estudos.
Os conferencistas conservadores como Ben Shapiro ou Milo Yannopoulos (ambos judeus, por acaso), são sistematicamente impedidos de falar nessas universidades, onde os oradores islamistas e comunistas têm livre-trânsito e onde se realizam verdadeiros festins antissemitas.

Estas são duas gotas de água num oceano de antissemitismo que volta a apoderar-se do mundo, desta vez potenciado pela Internet, uma faca de dois gumes.

Veja a continuação:

San Diego: CARTA ABERTA AOS NEO-NAZIS

sábado, 27 de abril de 2019

Alemanha: revista feminina dá dicas sobre o tratamento de facadas

A pouco e pouco a loucura normaliza-se. É a velha parábola da rã cozida viva: põe-se a rã numa panelinha com água, em lume brando, e rã acaba por cozer sem dar por isso. 
As rãs (que são a população do Mundo Livre) são mesmo doutrinadas pelos media para se rirem e chamarem doido a quem as avisa. E vão-se rindo e piscando o olho à assistência, enquanto a temperatura aumenta, e aumenta, e aumenta...


Experimente manifestar-se publicamente contra este artigo, que lhe chamam logo "islamofóbico", "racista", "fascista", "xenófobo", "alarmista", "histérico", "nazi" e mais uns quantos impropérios. 
Levar umas facadas dos maometanos? É capaz de doer um bocadinho, muitas vezes mata ou incapacita permanentemente, mas que havemos de fazer? É o preço que temos de pagar pela "diversidade"...  
Os ataques à facada cometidos pelos colonos maometanos contra os "infiéis" alemães e europeus em geral, continuam a aumentar. Nada que preocupe os políticos islamizadores (que são quase todos). Estalam os dedos, chamam meia dúzia de jornaleiros amestrados e dão-lhes ordens para publicarem um guia de tratamento de feridas de faca. Na secção "Saúde e Boa Forma":


REVISTA FEMININA ALEMÃ DÁ DICAS SOBRE O TRATAMENTO DE FERIDAS DE FACADA
Como o crime com faca continua a ser uma questão importante na Alemanha, uma revista feminina alemã escreveu um artigo sobre o tratamento de facadas na sua secção “Saúde e Boa Forma”. 
Por Chris Tomlinson, Breitbart, 25 de Abril de 2019: 
A edição de Abril da revista feminina Illu der Frau continha o artigo “Como faço para tratar uma facada?”, juntamente com um subtítulo que destaca o crescente problema do crime com faca em todo o país.


O artigo tem como objectivo dar conselhos práticos àqueles que possam ser vítimas ou testemunhar ataques à facada, dizendo: "É importante salientar que, antes de prestar os primeiros socorros, deve certificar-se de que os criminosos tenham desaparecido, a sua própria segurança deve ser uma prioridade".
Embora os ataques e assassinatos com facas vão aumentando, particularmente aqueles que envolvem imigrantes esfaqueando jovens alemãs até à morte, como os casos de Mia, de 15 anos, na cidade de Kandel em 2017 - as estatísticas reais e confiáveis ​​sobre crimes com facas  na Alemanha são incompletas, na melhor das hipóteses.
Num artigo publicado no início deste ano, o jornal alemão Die Welt notou a falta de estatísticas sobre crimes com facas, citando o Sindicato da Polícia, que disse que pode levar anos até que estatísticas confiáveis ​​sejam disponibilizadas.

A jovem Mia, de 15 anos, foi assassinada à facada por um afegão. A Imprensa alemã não noticia estes casos, por serem "apenas de interesse local".

O assassino afegão Abdul Mobin  declarou ter 15 anos (em cada pé, decerto), e por isso teve uma pena de 8 anitos, da qual nem metade deverá cumprir.

A Conferência de Ministros do Interior (IMK) já havia solicitado que os dados detalhados sobre crimes com facas fossem incluídos nas estatísticas da Polícia Federal, mas, segundo Oliver Malchow, presidente da União da Polícia, o processo pode demorar até 2022 para ser implementado.
Juntamente com assassinatos de alto perfil, a Alemanha também tem visto uma série de casos de esfaqueamentos em massa, incluindo no início deste ano em Fevereiro, quando cinco cidades registaram ataques à facada no mesmo dia: Colónia, Lingen, Nuremberga, Mülheim an der Ruhr e Frankfurt. Várias pessoas foram hospitalizadas como resultado dos ataques.

O Ministro de Estado para a Integração alertou os alemães contra o "ódio e malícia" de qualquer um que possa tirar conclusões políticas depois de um imigrante afegão ter esfaqueado três pessoas no centro da cidade de Ravensburg - Breitbart.

Nem a extrema-esquerdista e pró-invasão islâmica CNN consegue fugir a relatar ataques à facada de muçulmanos contra os "infiéis" europeus, embora junte sempre o estribilho de que "não se tratou de ataque terrorista":


 

E como nunca se trata de terrorismo, podemos estar descansados enquanto somos exterminados pelos colonos maometanos, que desde há 1400 anos que invadem, colonizam, submetem e exterminam os "infiéis".

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Sri Lanka: Primeiras FOTOS/VÍDEOS (e uma festinha)

P.S. - O pai destes dois terroristas, que disse à Imprensa que nada faria prever os actos dos filhos, acaba de ser preso por co-autoria. O Islão manda mentir.


PRIMEIRAS FOTOS / VÍDEOS: Dois dos homens-bomba muçulmanos ligados ao ISIS, que mataram cerca de 350 pessoas e feriram centenas em igrejas e hotéis no Domingo de Páscoa, eram filhos privilegiados de um milionário comerciante de especiarias.
Os abastados irmãos Inshaf e Ilham Ibrahim caminharam calmamente para os luxuosos hotéis Shangri-La e Cinnamon Grand e detonaram os seus coletes enquanto os convidados tomavam o pequeno-almoço. Os seus ataques custaram a vida de pelo menos 41 estrangeiros, incluindo oito britânicos - três dos quais eram crianças. 

 Inshal Ibrahim (esq.) e Ilham Ibraim (d.ta)

Daily Mail - Horas depois, quando a Polícia invadiu a sua mansão num bairro exclusivo de Colombo, a mulher grávida de Ilham, Fatima, explodiu-se, matando os seus três filhos e três agentes. Ilham, 36 anos, Fatima e os seus filhos viviam com os pais e outros parentes. Acredita-se que Ilham explodiu o Hotel Shangri-La, matando Anita, de 42 anos, esposa do advogado britânico Ben Nicholson, o filho de 14 anos, Alex, e Annabel, de 11 anos.


Ilham entrando no restaurante.

Imagens de CCTV revelaram o momento em que um dos irmãos bombistas, Inshaf, nervosamente vai e vem antes de decidir explodir-se no hotel Cinnamon Grand. A filmagem de uma câmara no restaurante do hotel, o Taprobane, mostra o bombista a poucos centímetros de distância dos comensais. 
Vestindo uma camisa leve, boné de basebol escuro e uma mochila grande, o atacante hesita um pouco antes de detonar o seu colete suicida às 9h12. Inshaf tinha-se registado no hotel na noite anterior usando um nome falso e alegando estar em viagem de negócios.

 
 Ilham e o seu companheiro bombista no elevador.

O terrorista, pai de quatro filhos, disse à sua esposa que ia para a Zâmbia em negócios na sexta-feira, acrescentando que ela deveria "ser forte" antes de se matar a ela, aos filhos e aos outros.


 Igreja de S. Sebastião momentos antes das explosões.

Os irmãos Ibrahim estavam no centro desta célula terrorista do Estado Islâmico, pouco conhecida, mas altamente organizada, que detonou seis bombas em hotéis e igrejas em todo o Sri Lanka.


Os terroristas riem, antes de se fazerem explodir, matando centenas de inocentes: 




Mas enquanto o perfil dos homens-bomba tende a ser de homens pobres com antecedentes criminais, estes irmãos eram filhos do milionário comerciante de especiarias Yoonus Ibrahim e estudavam no ensino particular em particular em Colombo. 
O casal, que tinha seis outros irmãos e três irmãs, eram amplamente considerados muçulmanos moderados que não tinha opiniões extremistas.

Filmagens das câmaras de segurança no Hotel  Cinnamon, incluindo a explosão:



Imagens de CCTV revelaram que o seu irmão Ilham e um outro bombista apanharam boleia até ao restaurante do hotel cinco estrelas Shangri-La antes de se explodirem. Carregando mochilas, os dois homens parecem discutir os seus planos no elevador no segundo andar, nos momentos finais antes do massacre do Domingo de Páscoa. 

O terrorista Ilham Ibrahim.


Compilação de filmagens de câmaras de segurança:



Os bombistas entraram no restaurante Table One quase sem serem notados, enquanto os hóspedes do hotel tomavam o pequeno-almoço, antes de detonarem a sua arma mortal. Numa fracção de segundo, o luxuoso restaurante torna-se uma cena de horror, quando a bomba explode numa nuvem de fumo e chamas vermelho brilhante. 
O outro irmão, Inshaf, explodiu-se no Canela Grand, na onda de ataques quase simultâneos no domingo de manhã. 
Outra bomba explodiu num restaurante do hotel Kingsbury, enquanto explosões semelhantes devastaram três igrejas.

O terrorista faz uma festinha na cabeça de uma menina antes de fazer explodir a igreja: 





No vídeo abaixo, os supostos terroristas terroristas do ISIS prometem lealdade a Alá antes dos ataques. O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelos ataques através da sua agência de notícias, e pelo menos um suspeito viajou da Síria para se juntar ao grupo terrorista.

Os terroristas juram fidelidade ao deus Alá: 




Imagens de CCTV captaram a imagem de um dos homens-bomba fazendo uma festinha na cabeça de uma menina momentos antes de lançar seu ataque na Igreja de São Sebastião em Negombo.


O terrorista pode ser visto andando em direcção à Igreja de São Sebastião em Negombo enquanto usava uma grande mochila contendo um "dispositivo artesanal feito localmente" que foi usado para massacrar fiéis cristãos. 
Acredita-se que o vídeo mostra o atacante tocando a neta de Dilip Fernando, que disse: "No final da missa vi um jovem entrar na igreja com uma mochila pesada. Ele tocou a cabeça da minha neta no caminho. Era o bombista".

Ontem à noite, o Sr. Alawdeen disse ao MailOnline: "O meu cunhado é um psicopata. Ele merece ser punido no inferno. Ele viveu sob o meu próprio tecto. Ele parecia tão normal. Ele tinha tudo - um bom negócio, uma linda esposa e quatro filhos adoráveis. Porque é que ele faria algo assim Eu nunca notei nada diferente nele nos últimos meses. Ele nunca mencionou o Estado Islâmico e nunca teve opiniões extremistas".

Inshaf, de 38 anos (à direita, a receber um prémio de negócios) vivia com a sua esposa e os seus quatro filhos - uma filha de oito anos e três meninos de seis, quatro e dois anos - numa mansão de 1,5 milhão de libras, numa das ruas mais exclusivas de Colombo.

Alawdeen disse: "A esposa achou que era um pouco estranho uma viagem de trabalho nesta altura. Fomos todos para a casa dos nossos pais nos arredores de Colombo e estávamos a aproveitar o nosso fim de semana quando isto aconteceu".
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COMENTÁRIO

Os apologistas do Islão, os bem-pensantes e os ingénuos, costumam argumentar: "Mas eu conheço um muçulmano e ele é simpático".
Imaginamos que neste caso, porque um dos terroristas fez uma festinha a uma criança, arranque lágrimas de ternura aos simpatizantes ocidentais do Islão. 



O que faz alguém tornar-se terrorista islâmico? Pobreza? Falta de educação? A maior parte dos terroristas são ricos e instruídos:


O Daily Mail, na notícia acima, para evitar que os seus escritórios sejam atacados e os seus jornalistas mortos, finge que acredita na patranha do "Islão moderado", que os familiares não sabiam do ataque bombista, etc.. 
A realidade é que não existe Islão moderado. O Islão ordena que os seus seguidores submetam, escravizem, estuprem, mutilem, torturem e matem os não-muçulmanos:


A "minoria radical islâmica" é um mito. A esmagadora maioria dos muçulmanos apoia a jihad (guerra santa) e a lei sharia:

quinta-feira, 25 de abril de 2019

CENSURADOS pelo FOICEBOOK no dia 25 de Abril


De novo AMORDAÇADOS pelos fascistas.
O Facebook permite páginas islamistas, jihadistas, comunistas e nazis. Mas em Portugal temos um exército de militantes de extrema-esquerda cuja profissão é fazer denúncias ao Facebook. E o Facebook agradece!
P.S.: Impedidos de publicitar os nossos posts no Facebook, as nossas visualizações caem a pique. O Facebook é FASCISMO global.


Hoje é dia 25 de Abril, o tal que dizem que é o Dia da Liberdade, em Portugal. As pessoas entrevistadas dizem invariavelmente que o 25 de Abril foi bom porque agora se pode falar e dar as nossas opiniões.
Na Baixa de Lisboa,  obsessivamente seguido pelas câmaras de TV, anda um homem com uma bandeira dos terroristas da Fatah, assumidamente nazis e jihadistas.
Nós, fomos de novo bloqueados pelo Facebook.


Sem possibilidade de apelarmos. Totalitarismo puro e simples. E a ameaça de bloquearem a nossa conta definitivamente.

O nosso crime, qual foi?

Foi este comentário:



"Se os comunistas e os muçulmanos podem defender as respectivas ideologias, que mataram muito mais (o Islão matou pelo menos 670 milhões e o Comunismo 100 milhões), então deve valer para os nazis. Deve haver é quem os desmascare - a todos."
Apenas dissemos a VERDADE! O Islão já matou mais de 670 milhões e o Comunismo pelo menos 100 milhões!

- Não perca esta pequena palestra de Olavo de Carvalho, que desenvolve a nossa afirmação acima, censurada e punida pelos comunistas islamófilos do Facebook:


O hippies bloquistas de serviço à Internet de serviço à Internet fizeram queixinhas ao Facebook. Fizemos esta observação a propósito do encerramento de contas de movimentos neo-nazis portugueses.
Dizer estas verdades dá direito a prisão no Facebook. Mas se a malta do Facebook (comunistas e islamistas) chegar ao poder, encosta-nos ao paredão e fuzila-nos. 
Não incentivámos (nunca o fizemos) qualquer tipo de violência ou discriminação. Não dissemos qualquer mentira. Apenas expressámos uma opinião e dissemos uma verdade. Mas o Facebook e a extrema-esquerda e o Islamismo, que mandam no Facebook, não conseguem argumentar, não têm razão, e só lhes resta CENSURAR.
O Facebook, uma das garras de ferro da Nova Ordem Mundial islamista/globalista/comunista, vive acima da Lei, na sua torre de marfim, e não podemos questioná-lo, nem por carta nem por telefone, nem por email, nem pessoalmente:





A Nova Ordem Mundial está desesperada e já usa todos os meios para calar quem a expõe. As massas vão abrindo os olhos. Já elegemos Trump, Bolsonaro, Salvini, não elegemos Marine Le Pen ou Geert Wilders porque o voto islâmico já não o permite e vamos conseguir mais vitórias sobre os Senhores do Mundo.


Depois de a Internet ter permitido esta revolução sem precedentes, tirarem-nos agora o direito de falar é muito frustrante e perigoso. São muitas horas de trabalho, denodado, voluntário, sem outra motivação que não divulgar a VERDADE e combater o Mal.
Quando os defensores da Liberdade já não tiverem nada a perder, as coisas vão ficar muito mais sérias.

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Veja como funciona a Nova Ordem Mundial islamista/globalista/comunista; a Internet permitiu expô-la, e a Besta reage:

Lembra-se da "Maravilhosa, Maravilhosa Copenhaga"?


A Dinamarca, por muitos anos considerada o país mais feliz do Mundo. A Dinamarca celebrada e amada por toda a gente, independentemente das suas ideias políticas ou outras. E Copenhaga, a capital mais feliz do Mundo, inspiradora de artistas:



 
Hoje, Copenhaga (e a Dinamarca) é isto:

 

Se é ponto assente para o bem-pensantismo institucional que os muçulmanos são inerentemente perfeitos, e que por isso só se revoltam quando têm muitas razões para isso, qual terá sido o crime dos dinamarqueses para serem alvo de motins, roubos, espancamentos, estupros, assassinatos, ataques terroristas e tudo o que caracteriza o comportamento dos muçulmanos em toda e qualquer parte do Mundo onde eles se estabeleçam?





Turba de "migrantes" maometanos enriquece culturalmente e demonstra as virtudes da sua famosa "paz" a uma pessoa dinamarquesa:



Em poucas horas, o vídeo foi retirado do Youtube. O costume. A razão é que este é um de milhares de vídeos que mostram a VERDADE sobre a mentalidade islâmica e a invasão do Mundo Livre pelos jovens "soldados do Islão".

Etc., etc., etc....


Queimando bandeiras da Dinamarca, que os recebeu de braços abertos e lhes dá vida de lordes.
Perpetuamente ofendidos, patologicamente violentos.

Endogamia entre muçulmanos: baixo QI, violência e terrorismo





quarta-feira, 24 de abril de 2019

O Papa do Islão

"Terroristas do ISIS são como os Apóstolos de Jesus", diz o Papa Francisco:



Francisco I beija literalmente os pés aos líderes islâmicos sudaneses:


O Sudão é dos países do Mundo que mais cristãos assassina, possuindo brigadas especiais para esse efeito, os Janjaweed, ou Demónios Cavalo:



NOTA: O autor do seguinte texto, Robert Spencer, (imagem à esquerda) fundador do site Jihad Watch e figura de proa da contra-jihad global, é católico. Os responsáveis por este blogue nasceram e foram criados católicos, mas nem por isso estão satisfeitos com a actuação do actual Papa, que compara os terroristas do ISIS aos Apóstolos de Jesus. Cada vez mais católicos pedem o regresso de Joseph Ratzinger, a quem calaram porque era o oposto de Jorge Bergoglio.



Matteo Salvini (vice- Primeiro Ministro e Ministro do Interior da Italia), é dos muitos que não reconhecem Francisco I como Papa:
 

  Posts anteriores:


Robert Spencer sobre o Papa Francisco:
O Papa do Islão

O Papa Francisco deu as boas-vindas no Vaticano ao chefe de um grupo muçulmano ligado ao financiamento do terrorismo jihadista. O meu mais recente artigo no FrontPage: 
Como se não estivesse já suficientemente comprometido com a falsa caridade e a ignorância voluntária em relação à ameaça da jihad, o Papa Francisco recebeu no Vaticano o Dr. Muhammad bin Abdul Karim Al-Issa, secretário geral da Liga Mundial Muçulmana), um grupo ligado ao financiamento do terrorismo jihadista:


Durante a reunião, al-Issa agradeceu ao Papa pelas suas “posições justas” sobre o que ele chamou “falsas alegações que ligam extremismo e violência ao Islão”. Em outras palavras, ele agradeceu ao Papa por dissimular a ideologia motivadora do terrorismo jihadista, que o seu grupo é acusado de financiar, e por difamar outras religiões, num esforço para branquear o Islão. 
Eu não me oponho ao encontro do Papa com este homem. Afinal, Jesus era amigo de colectores de impostos e pecadores. Mas a reunião parece ter sido uma sessão sem sentido ou utilidade, provavelmente focada nos costumeiros ardis de al-Issa.
De acordo com a Breitbart News, “os dois homens trocaram opiniões sobre várias questões de interesse comum, incluindo a paz e a harmonia global, e discutiram a cooperação em questões de coexistência pacífica e disseminação do amor”. 
A propagação do amor. Sim, é disso mesmo que trata a Liga Mundial Muçulmana... 
Nem é a primeira vez que um líder muçulmano agradece ao Papa por ser tão útil. Em Julho passado, Ahmed al-Tayeb, o Grande Imã do Cairo, al-Azhar, agradeceu-lhe pela sua “defesa do Islão contra a acusação de violência e terrorismo”. 

Ahmed al-Tayeb, o líder global do Islão sunita, que representa 80% dos mil milhões e 800 milhões de muçulmanos, recusou sempre considerar o ISIS não-islâmico, além de ter já declarado publicamente cristãos e judeus como inimigos eternos do Islão, e outras lindezas.

Algum outro Papa de Roma na História do Cristianismo já foi proclamado “Defensor do Islão”? 
Claro que não. Mas a Igreja Católica percorreu um longo caminho desde os dias do Papa Callixtus III, que prometeu em 1455 "exaltar a verdadeira fé e extirpar a seita diabólica dos Maometos, réprobos e infiéis, no Oriente". 
Se as viagens no tempo pudessem ser organizadas e o Papa Francisco pudesse encontrar Callixtus III, Callixtus poderia "esperar um soco", pois Francisco não é apenas um defensor do Islão, mas um defensor da pena de  morte por blasfémia contra o Islão:
Depois de jihadistas islâmicos terem assassinado os cartunistas do Charlie Hebdo por estes terem desenhado Maomé, Francisco justificou os assassinatos dizendo que “é verdade que não devemos reagir violentamente, mas apesar de sermos bons amigos, se alguém disser uma maldição contra a minha mãe, pode esperar um soco, é normal. Não se pode fazer piadas com as religiões dos outros. Essas pessoas provocam e depois algo pode acontecer. Na liberdade de expressão há limites”. 
Então, para o Papa, assassinar pessoas por violarem as leis de blasfémia da Sharia é “normal”, e não é terrorismo porque “o terrorismo cristão não existe, o terrorismo judaico não existe e o terrorismo muçulmano não existe. Eles não existem”, disse ele num discurso em Fevereiro passado. “Há indivíduos fundamentalistas e violentos em todos os povos e religiões - e com generalizações intolerantes eles tornam-se mais fortes porque se alimentam de ódio e xenofobia”.


O Papa Francisco apoiou o massacre do Charlie Hebdo.

Portanto, não há terrorismo islâmico, mas se você se envolver em "generalizações intolerantes", você pode "esperar um soco". O Papa, como a Organização da Cooperação Islâmica, aparentemente acha que o problema não é o terrorismo jihadista, mas os não-muçulmanos que falam sobre o terrorismo jihadista. Os muçulmanos seriam pacíficos se os não-muçulmanos simplesmente se censurassem a si mesmos e se auto-impusessem restrições das leis de blasfémia da Sharia em relação às críticas ao Islão. 
O Papa Francisco não tem paciência para aqueles que discutem tais questões: "Eu não gosto de falar sobre a violência islâmica, porque todos os dias, quando leio o jornal, vejo violência".
Disse ele, segundo o Crux, que "quando ele lê o jornal, ele lê sobre um italiano que matou a sua noiva ou a sua sogra”. O Pontífice acrescentou: “Eles são baptizados católicos. Eles são católicos violentos”. Ele disse que se falasse sobre “violência islâmica”, então teria que falar sobre “violência católica” também.
Essa comparação não faz sentido, pois os católicos italianos que mataram as suas noivas ou as suas sogras não agiram de acordo com os ensinamentos da sua religião, enquanto o Alcorão e o ensino islâmico contêm numerosas exortações à violência. 
Mas o Papa Francisco, defensor do Islão, não se pode preocupar com essas minúcias. Ele também não parece particularmente preocupado com o facto de que todas as suas declarações falsas sobre a ideologia motivadora por trás da perseguição massiva dos cristãos nos últimos anos apenas capacita e fortalece essa perseguição, pois se essa ideologia não for identificada e confrontada, continuará a florescer. 
O Papa de Roma, que os católicos consideram o líder terreno da Igreja, deveria ser um defensor do Cristianismo, não um defensor do Islão, a religião que está em guerra com o Cristianismo e a civilização judaico-cristã desde os seus primeiros dias.
Que qualquer líder cristão seja chamado “Defensor do Islão” por qualquer pessoa, só põe em relevo o absurdo da nossa época e a fraqueza do Mundo Livre.
A idolatria rastejante do Papado, que é galopante na Igreja Católica de hoje, com muitos católicos tratando cada palavra do Pontífice como se fosse um oráculo divino, só piora a situação.

Você consegue imaginar algum líder muçulmano sendo chamado “Defensor do Cristianismo”? Claro que não: os líderes muçulmanos são mais conscientes do que o seu defensor no Vaticano de que o Islão exige a guerra contra os não-muçulmanos, não a defesa das suas visões teológicas.

O Papa Francisco não está apenas desastrosamente equivocado quanto a um facto óbvio que é reforçado pelas manchetes diárias; ele também está enganando e enganando o seu povo sobre um assunto da maior importância, e mantendo-o ignorante e complacente sobre uma ameaça crescente e galopante.

"Deixem-nos; eles são guias cegos. E se um cego guiar um cego, ambos cairão num buraco”.  (Mateus 15:14)

Robert Spencer, Setembro de 2017