quinta-feira, 24 de setembro de 2020

“OS SUL-AFRICANOS PRIMEIRO”: protesto anti-imigração em frente à embaixada nigeriana na África do Sul

 

Os manifestantes deploraram a presença excessiva de ilegais e tráfico de pessoas na África do Sul.
"Os sul-africanos primeiro". Aqui está o slogan entoado durante um protesto em Pretória, África do Sul, na quarta-feira, 23 de Setembro. Moradores da capital marcharam da Praça da Igreja até à embaixada da Nigéria para protestar contra a imigração em massa para o seu país. Na verdade, mais de 2,2 milhões de estrangeiros teriam sido recebidos na África do Sul de acordo com um censo datado de 2011. De acordo com o canal de notícias Africa News, seriam refugiados políticos, migrantes económicos ou mesmo trabalhadores qualificados expatriados do Lesoto, Moçambique e Zimbabwe. 
 
Esses indivíduos prejudicariam ainda mais o acesso ao emprego dos habitantes locais. Os sul-africanos estariam, portanto, no limite ... "Intolerância" à imigração às vezes degenera em violência colectiva, relata o Africa News. Foi o que aconteceu em Setembro de 2019, quando 12 pessoas foram assassinadas em um ataque a empresas estrangeiras no centro financeiro de Joanesburgo.
 
NOTA: A Agence France Press (AFP), por ser de extrema-esquerda, raivosamente antissemita e apoiante fervorosa do terrorismo islâmico e da islamização da Europa, desactiva a reprodução dos seus vídeos no nosso site.  Pode ver a cópia mais abaixo ou assistir no Youtube.
 
 
 
Num relatório de 60 páginas, a Human Rights Watch (HRW) disse que a xenofobia é generalizada na África do Sul. Como o país ultrapassa 30% do desemprego, os estrangeiros são considerados "bodes expiatórios" da insegurança económica.
O relatório revelou, nomeadamente, 50 testemunhos de cidadãos africanos e asiáticos vítimas de xenofobia “rotineira” e “por vezes fatal”, relata o Africa News. Segundo a ONG, a Polícia não se mobiliza para proteger os imigrantes ou mesmo para investigar os crimes cometidos contra eles.
Mesmo que o governo tenha lançado um plano de acção em Maio de 2019 para combater a "intolerância", a HRW disse que eram "apenas palavras no papel". A organização acabou por apelar a "medidas mais urgentes e concretas".

 

Via:


 

Se os portugueses, os americanos, os franceses, os israelitas (1), os australianos, etc., etc., se lembrassem de fazer um protesto idêntico (2) (quanto mais espancar os imigrantes!), seria o bom e o bonito. Assim, no pasa nada. É o privilégio Negro (3), estúpidos.

 

 (1) 

Supremo Tribunal de Israel abre a porta a milhões de ilegais africanos

"Migrante" africano destrói carro em Tel Aviv

(2)

EURÁFRICA - Vêm aí 150 a 200 milhões de africanos

(3)

"Brancos agredidos brutalmente por negros: imagens terríveis..."

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