domingo, 18 de agosto de 2019

"Dossier Islão": Islamofobia - Quem são os Islamofóbicos?


Mais um post da nossa secção

DOSSIER ISLÃO

"Nada na nossa fé manda matar alguém". 
Ahmed Bedier do CAIR (Centro para as Relações entre a América e o Islão, grupo apoiante da Irmandade Muçulmana, do Hamas e da jihad em geral)
"Mata os infiéis onde quer que os encontres ...". 
Alcorão, verso 9: 5 

Islão com todos os acessórios.

Nada a temer!


Esta é uma tradução do artigo do site The Religion of Peace/A Religião da Paz:

SOBRE A ISLAMOFOBIA
ISLAMOFÓBICO - UM NÃO-MUÇULMANO QUE SABE MAIS SOBRE O ISLÃO DO QUE DEVERIA SABER.
"Islamofobia" é um medo supostamente irracional de perder a vida ou a liberdade em favor do domínio islâmico apenas porque as leis, os textos sagrados e as práticas tradicionais do Islão exigem a submissão da cultura, da política, da religião e da expressão social. Tende a afligir os mais familiares com a religião, poupando os mais crédulos. 
Ao contrário da infidelofobia (ódio de inspiração Corânica e medo de não-muçulmanos - ver Alcorão 4: 101), a "islamofobia" raramente envolve cadáveres. 


 
 Lista dos ataques terroristas islâmicos, em permanente actualização.

Alcorão 4: 101. - "E quando vocês (muçulmanos) viajarem pela terra, não há pecado em encurtar a Salat (oração) se temerem que os infiéis possam atacar-vos, pois em verdade, os infiéis são sempre inimigos declarados"
De acordo com o Alcorão, o medo do Islão é criado por Alá, que "lança o terror nos corações dos infiés" (Alcorão 8:12). No mundo real, é um produto da observação racional. A ideologia supremacista é sempre problemática nas sociedades livres, onde pode ser desmascarada, mas particularmente naquelas que respeitam a igualdade universal.  
Para obscurecer o facto de que os mesmos problemas e reacções seguem o Islão em todos os países, não importa quão tolerantes sejam, os apologistas criaram uma palavra que soa clínica para sugerir que qualquer suspeita de que o Islão é diferente de outras religiões é um distúrbio mental. 



Onde quer que o Islão entre, os problemas são os mesmos: terrorismo, estupros, supremacismo, crime.

Na verdade, os cépticos do Islão não se importam com o facto de o Islão ser diferente: eles importam-se com o que é e o que isso significa para o resto de nós. Considere que o Hinduísmo é diferente em quase todos os aspectos de todas as outras religiões do mundo, mas ninguém é acusado de ter Hindufobia. 
De facto, o Islão é a única religião que exige uma palavra fingida para proteger contra a análise crítica. O único propósito da "islamofobia" é confundir a verdade ideológica com a intolerância anti-muçulmana. A ironia é que de todas as religiões, os princípios do Islão são os menos tolerantes e mais hostis para com os outros. 
Infelizmente, quando o Islão entra, muitas pessoas têm que sair... permanentemente. 
Portanto, os "islamofóbicos" são um grupo bastante amplo. 
Os islamofóbicos incluem: 
Hindus, cristãos e judeus que não querem ser forçados a um sistema político que os trata como cidadãos de terceira classe. (Ensinamento islâmico
Ateus que querem a liberdade de viver abertamente e desafiar a ortodoxia religiosa na esfera pública. (Ensinamento islâmico


Mulheres que não querem viver enfiadas em sacos pretos. (Ensinamento islâmico
Homens heterossexuais que preferem não ver mulheres enfiadas em sacos pretos. (Ensinamento islâmico
Esposas que não querem ser espancadas (Ensinamento islâmico
Historiadores que não querem ver manuscritos e livros de valor inestimável queimados apenas porque discordam do Alcorão. 
Homossexuais que não querem ser espancados até à morte ou atirados de um prédio. (Ensinamento islâmico
Qualquer pessoa que acredite que adultos na plena posse das suas faculdades não devem ser mortos ou torturados por práticas sexuais. (Ensinamento islâmico
Activistas dos direitos dos animais e qualquer pessoa que se oponha ao tratamento cruel e anti-ético dos animais. (Ensinamento islâmico
Mães que não querem que as suas filhas sejam mortas pela "honra" de um homem (ensino islâmico
Intelectuais que valorizam a liberdade de consciência e a discordância pública. (Ensinamento islâmico
Alguém que acredita que o valor da vida de uma pessoa não é determinado pelas suas crenças religiosas. (Ensinamento islâmico) 
Feministas que acreditam que as mulheres não devem ser subordinadas aos homens por uma religião que insiste abertamente que as mulheres são inferiores aos homens intelectualmente e legalmente. (Ensinamento islâmico
Qualquer pessoa que se oponha a uma religião na qual a identidade de uma mulher é definida pelo seu relacionamento com um homem. (Ensinamento islâmico
Quem sabe que o clitóris está lá por um motivo. (Ensinamento islâmico
Secularistas que acreditam na separação entre governo e religião. (Ensinamento islâmico
Os liberais que não acreditam que a cultura e os valores morais devem ser estabelecidos por uma religião patrocinada pelo Estado. (Ensinamento islâmico
Conservadores que acreditam em preservar a herança ocidental responsável pela liberdade civil, liberdade política e sucesso económico que atraiu a enxurrada de imigrantes de países muçulmanos, onde esses valores são visivelmente insuficientes. (Ensinamento islâmico
Muçulmanos que gostariam da liberdade de deixar o Islamismo. (Ensinamento islâmico)
E muitos mais...

Nota: seria impossível num só post traduzir todas as hiperligações acima listadas, mas se Alá o permitir, pelo menos algumas contamos verter para Português.


A Religião da Paz visa assassinar toda a gente. Confira a lista de pessoas a assassinar pelo Islão.


"O que há de errado em incitar a antipatia intensa de uma religião se as actividades ou ensinamentos dessa religião são tão ultrajantes, irracionais ou abusivos dos direitos humanos que merecem ser intensamente desagradados?".
Rowan Atkinson
Nota: É sintomático que o Al-Google esconda o máximo que pode estas declarações de Rowan Atkinson, substituindo-as por milhares de pseudo-notícias de que ele se converteu ao Islão.

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